Ele soltou um suspiro de surpresa ao sentir a língua roçar seu cú. Ela girou ao redor, contornando-o antes que ele a sentisse penetrar seu orifício. Ele não sabia o que pensar daquilo, mas ficou surpreso ao sentir como era prazeroso. Certamente não diminuiu em nada o tamanho do seu pau duro.
Paula cuspiu e deixou a saliva escorrer pelo seu cú, provocando-o novamente com a língua antes que ele sentisse um dedo mais fino substituir a língua, Ele mordeu o lábio, incerto, mas mais uma vez, a experiência foi melhor do que esperava, especialmente porque, momentos depois de deslizar o dedo em seu cú, ela abocanhou seu pau novamente.
Bastaram alguns minutos daquilo e ele ficou mais duro doo que nunca.
Paula retirou o dedo e soltou o pau dele da boca. “E aquela foda no cú?”, disse ela com um sorriso malicioso. Pegou um tubo de lubrificante da mesinha de cabeceira, entregou a ele, e disse: “Não se contenha”. Então subiu na cama e se posicionou de quatro, com a bunda empinada para ele.
Greg subiu na cama atrás dela, com o lubrificante em uma dias mãos.”
“Se importa de eu foder sua buceta primeiro?”
“De jeito nenhum” ela ronronou.
Greg esfregou a cabeça na buceta perfeita e lindamente depilada da tia. Ela gemeu ao sentir o pau dele cutucando seu buraco molhado. Ela estava mais que pronta e ele deslizou com facilidade. Em pouca estocadas, ele já estava tão fundo quanto ela conseguia suportar.
“Passa lubrificante no meu cú, Greg. Usa os dedos”, ela ronronou enquanto ele deslizava o pau para dentro e para fora em ritmo prazeroso. Ele segurou os quadris dela enquanto dava mais algumas estocadas, depois pegou o lubrificante que tinha deixado ao alcance. Espirrou sobre o cú da tia e ela soltou um gritinho. Ele sentiu o lubrificante escorrer até onde seu pau estava dentro da vagina dela e, de repente, deslizava para dentro e para fora com mais facilidade, mesmo sem precisar da ajuda.
“Você não se conteve mesmo”, riu Paula.
“Desculpe, é a primeira vez que uso”, disse ele, aliviado por ela não poder ver seu rubor de constrangimento.
“Não se preocupe, apenas comes a trabalhar isso no meu cú.”
Greg usou o dedo indicador para levar um pouco do lubrificante de volta até o orifício rosado e contraído dela e, pressionou experimentando.
“Hum, sim, é assim mesmo’, ela ronronou, empurrando-o para trás. Ele mexeu a ponta do dedo então o cú dela pareceu se abrir à pressão, permitindo que o dedo deslizasse pra dentro. Era diferente de todas a vaginas que ele havia tocado naquele dia, era mais como um anel muscular que levava a um túnel quente. Ele empurrou e sondou, incentivado pela tia, até que ela lhe disse para usar o outro dedo também.
Logo ele tinha dois dedos no cú dela enquanto seu pau desfrutava do interior aveludado e quente da sua buceta.
Mais tarde, ele refletiria sobre a experiência e apreciaria o quanto lhe fora permitido experimentar e desfrutar de cada sensação antes que Paula pedisse mais. Mas, depois de um minuto ou dois, ele disse que era hora de foder o cu dela.
Os dedos e o pau foram retirados. Ele pegou seu pau escorregadio na mão e o guiou até o cú dela. Ele empurro, mas seu pau escorregou e deslizou pra fora sem entrar onde os dois queriam Ele tentou novamente com o mesmo resultado. Paula apenas o encorajou a ir com calma e moveu os quadris para ajudar a alinhar o ângulo.
Então a cabeça deslizou para dentro. Estava quente e apertado, completamente diferente de estar dentro de uma buceta, mas incrível mesmo assim.
“Vá com calma”, pediu Paula enquanto ele começava a penetrá-la. “Só vá devagar no início. Deixe-me me acostumar com você.” Ela estendeu a mão para trás. Colocando-a no abdômen dele para guiá-lo.
Devagar ele foi penetrando cada vez mais no cú da tia. E então, depois de um tempo, foi como se ela tivesse se aberto completamente e ele deslizou quase até o fundo do seu cú.
“Ah, que merda!”, exclamou ele, e Paula deu um gritinho de prazer.
“´É, agora é hora de me foder, Greg”, gritou Paula, estendendo os braços a sua frente, com a cabeça baixa na cama e a bunda empinada. Greg começou e em pouco tempo, estva fodendo-a com o mesmo entusiasmo com que havia se enterrado em várias bucetas mais cedo naquele dia. Ele tinha certeza de que, se não tivesse gozado tantas vezes, teria explodido em instantes.
Paula o encarou com entusiasmo enquanto ele fodia um cú pela primeira vez. Dizendo-lhe o quão grande era seu pau. O quanto ela estva cheia com o pau dele e como estava perto de gozar.
“Puta merda!”, Greg gritou, quase chegando ao limite.
“Vai! Me faz gozar Greg. Enfia esse pauzão no meu cú!
Greg se enfia, empala sua tia, penetrando-a fundo até os testículos, e ela grita, com o corpo tremendo e convulsionando em um gozo poderoso.
Ver sua tia naquele estado foi o suficiente para fazer Greg chegar ao limite e, após algumas estocadas, ele gozou tudo que lhe restava de porra no cú da sai tia Paula.
“Oh sim, isso é maravilhoso”, Paula ronronou feliz enquanto Greg relaxava e deixava seu pau deslizar para fora da sua bunda.
“Você gostas mesmo disso, não é, tia Paula?”
“Eu realmente goto, Greg. Ser fodida é a melhor coisa do mundo.”
“Nossa, nunca imaginei que ouviria uma mulher dizer isso. Pensei que fosse algo típico de filmes pornográficos.”
“Ah, Greg, isso acontece com muitas mulheres, mas eu não sou como as outras”
“Não, acho que não”, riu Greg. “Mas no bom sentido!”
“Você é muito gentil eu preciso que meu cú seja preenchido mais uma vez, então se me der licença, vou procurar alguém que posa cuidar disso para min agora. Tenho certeza de que você encontrará alguém para entretê-lo novamente. E bem, quando você terminar por hoje, verá que as pessoas estão começando a se reunir na casa para o jantar. Você saberá que terminaram porque estarão vestidas.”
“Obrigado, tia Paula, acho que já chega. Não acredito que tive todas essas relações sexuais em um só dia, quer dizer até essa manha eu era virgem!”
“Bem-vindo a família”, respondeu ela com um sorriso caloroso. “Espero vê-lo de volta na próxima reunião.
“Não consigo imaginar porque eu faria isso de novo”, respondeu alegre
Eles seguiram caminhos diferentes e, como Paula havia sugerido, logo as pessoas começaram a se reunir ao redor da casa. A maioria já estava vestida, mas havia alguns que ainda estavam nus, mesmo que não estivessem interagindo com ninguém.
Ele caminhou entre eles para se juntar ao grupo, com intensão de se vestir, até sentir um toque no ombro.
“E ai!” cumprimentou sua prima Kate.
“Ei! Tudo bem, e com você?”, ele não conseguiu evitar de observar o corpo dela.
A irmã mais nova de Jenny se parecia mais com o pai do que com a mãe, tendo os cabelos escuros dele enquanto os Jenny eram loiros. Ela era tão impecavelmente depilada quanto Jenny, ele notou, e seus seios tinham tamanhos semelhantes, embora nenhum dos mamilos fossem invertidos.
“Eu estava me perguntando se você já teria terminado o expediente por hoje. Quer dizer, espero que não.”
“Bem, estou pensando em fazer isso, mas quem sabe o incentivo certo me faça reagir mais uma vez.”, disse Greg com mais bravata do que jamais teria demonstrado antes das experiências do dia.
“Acho que você vai descobrir que sou muito boa em dar incentivos, se você me permitir levá-lo para longe daqui por um tempinho.”
“Com prazer”, ele sorriu de volta para ela.
Ela o pegou pela mão e o conduziu, pelo pessoal que começava a preparar o jantar, até dentro de casa.
“O quarto está bom?”, já chega de joelhos sujos e costas cheias de areia.”
“Por mim, tudo bem.”
“Greg seguiu Kate até o quarto, com a mente começando a girar pensando em como poderia abordar a situação, mas antes mesmo que formulasse um plano, Kate se virou para ele e pressionou seu corpo nu contra o dele, inclinando sua cabeça para trás para beijá-lo.
Greg se entregou ao beijo com prazer, deslizando a língua entre os lábios de Kate e acariciando a dela enquanto ela retribuía o beijo. Ele sentiu uma pontada no pau e nos testículos quando os mamilos duros dela pressionaram seu corpo e a língua dançou com a sua. Usou as mãos para começar a explorar o corpo dela, sentindo-a, memorizando a firmeza dos seios e a curva dos quadris e da bunda. Por sua vez, sentiu a mão dela envolver seu pau e acariciá-lo suavemente. Ele gemeu e se inflou com o toque.
“Talvez você não precise de tanto incentivo, afinal”, murmurou Kate, feliz enquanto o abraçava com força.
“Eu estava bem mais forte essa manhã, antes de todo mundo ficar me drenando.”
“Bem, tenho certeza de que podemos te deixar excitado. E, tipo, nem todo mundo aqui fica tão duro quanto antes, então eu não me preocuparia com isso. Você é jovem o suficiente para voltar ao normal amanhã, mesmo que sinta um pouco de dor.”
“Ah, não se preocupe, é um problema que estou preparado para resolver”, respondeu ele, rindo.
“Bem, vamos ver se conseguimos te deixar um pouco mais excitado antes de você me foder”, Kate ronronou enquanto se ajoelhava na frente dele.
O pau de Greg se contraiu em antecipação e, de fato, inchou ainda mais quando ela deslizou os lábios. Ela chupou suavemente e sem pressa, e de alguma forma isso foi tão excitante para Greg quanto se ela simplesmente tivesse o engolido até o fundo da garganta e babado por todo seu corpo.
Ele se deleitou com o prazer que lhe era infligido no pau até que este ficou sensível demais para ele aguentar.
“Foda-me!”, ela exigiu.
“Será um prazer foder você tia”, ele respondeu afastando as perna dela, mas em vez de começar comê-la ele aproximou o rosto da buceta da tia.
“Ei, eu não me esforcei tanto para te deixar de pau duro para você ficar mole de novo.
“Confie em mim, não há nada disso que vá me fazer ficar de pau mole”, ele disse antes de deslizar a língua suavemente nos lábios da buceta.
Kate respondeu com um carinho suave e Greg começou a usar suas horas de experiência da melhor maneira possível, bem ciente que fora a irmã de Kate quem começará a ensiná-lo e a guiá-lo por um caminho onde ele poderia agradá-la com confiança.
“Será que eu tenho o mesmo gosto da minha irmã?”, perguntou Kate, segurando firmemente um dos seios com uma das mãos.
“Você tem seu próprio gosto”, murmurou ele.
“Você é maior que seu pai, sabia?”, ela disse para ele.
“Hum, não é algo com que me preocupe muito”, ele riu em resposta, chupando com força o clitóris dela na esperança de que isso interrompesse os comentários estranhos.
“Acho justo”, ela riu. “Você vai me foder com esse pau lindo agora?”
Eia te fazer gozar primeiro”, sugeriu ele.
“Não, por favor. Só me foda. Eu realmente quero sentir esse pau gostoso aqui dentro, Greg”
“Bem, já que você quer tanto...” ele subiu em cima dela e enfiou o pau dentro de sua buceta, deslizando metade dele facilmente em sua buceta antes de recuar e enfiar a outra metade também.
“Ai meu Deus, sim, me fode Greg!”, Kate gritou aprovando o que ele estava fazendo. Ele se posicionou sobre ela, olhando para seu corpo deslumbrante, observando seus seis se moverem com o impacto de suas estocadas enquanto ele penetrava nela repetidamente.
“Isso aí Greg, me come com força e me faz gozar!” Kate gritou alegremente. Greg não tinha certeza se ainda tinha muito a oferecer depois de tudo que havia passado durante o dia, mas deu o seu melhor e logo Kate gritava de prazer enquanto um orgasmo a inundava.
Greg desabou sobre ela, com o pau ainda duro, sentindo a vagina de Kate pulsar com o clímax. Ele se contentava apenas em sentir aquilo.
“Você vai gozar para mim?”, ela o perguntou
“Sinceramente, acho que não consigo, é como se fosse demais, sei lá.”
“Tudo bem. Você não precisa, mas, tipo você poderia me procurara da próxima vez que nos encontrarmos?”
“Claro que sim”, ele respondeu alegremente.
Eles aproveitaram a proximidade por mais alguns instantes antes de Greg rolar para o lado e se deitar de costas com o pau ainda duro.
“O mínimo que posso fazer e limpar seu pau”, ela se aproximou oferecendo-se para chupar seu pau. Greg a interrompeu depois de alguns instantes, seu pau estava demasiadamente sensível para continuar com aquilo.
Concordando que haviam terminado, ambos procuraram suas roupas e se juntaram ao resto da família para o jantar
*****
A noite e a manhã seguinte transcorreram de forma estranhamente normal após as aventuras do dia anterior. Greg meio que evitou o pai até a hora de irem embora, sem ter certeza se estava pronto para uma conversa sobre o assunto, mas assim que começam a dirigir para casa, ficou difícil de evitar o assunto.
Divertindo-se?” seu pai o perguntou assim que se encontraram.
“Realmente incrível”, respondeu ele, sem conseguir conter o sorriso que se espalhou pelo seu rosto.
“Bem, acho que agora você sabe alguns segredos de família, né?”
“Hum, sim.”
“Olha, nós não somos uma família normal e, agora você sabe, se você decidir que não quer fazer parte disso, eu entendo. Quer dizer, sei que não é para todos, como sua mãe demonstra.
“Como ela lida com isso?”, perguntou Greg, sem conseguir evitar perguntar.
“Sinceramente, não sei. Só agradeço todos os dias por ela ficar comigo, principalmente nos dias seguintes a esses encontros.”
“Você conversa com ela sobre isso?”
“Já conversamos sobre tudo isso anos atrás. Não há muito o que dizer agora, a menos que ela decida parar de tolerar isso.
“Mas ela tentou te convencer a não me levar, certo?”
“Sim, ela fez isso. Como você adivinhou?
“Eu... ouvi a conversa de vocês dois na noite anterior à nossa partida”
“Ah, bem sim, ela preferia que você e Alice não estivessem envolvidos, mas isso fazia parte do acordo, quando conversamos a primeira vez... Você teria o direito de fazer sua própria escolha.
“Então, quando a Alice fizer dezoito anos, você também a trará?
“Sim.”
“E fará sexo com ela?
“Se ela quiser, sim, mas eu não vou tomar a iniciativa.”
“E eu posso...”
“A mesma coisa cara, cara. Se ela quiser sim, mas eu sugiro que você deixe que ela venha até você se e quando ela decidir participar.”
Eles mergulharam em silêncio enquanto Greg refletia sobre tudo que havia acontecido e tudo que poderia acontecer no futuro.
FIM





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