Sorri sonhadora ao sentir as mãos dele puxando a minha calcinha pelas minhas pernas. Abri os olhos, mas continuei na escuridão. Era tarde e ele aparentemente havia fechado as cortinas para garantir escuridão total. Sentei-me, mas ele gentilmente me empurrou de volta para a cama. Levantei os braços e deixei que ele tirasse a minha camisola. Ele tirou minha calcinha do jogo e eu abri um pouco as pernas. As mãos dele deslizaram para baixo de mim, acariciando minha bunda e a levantou um pouco enquanto enterrava o rosto entre minhas pernas. “Mmmmmm, isso é diferente, mas vai ser divertido te encontrar no escuro”, eu disse.
A única resposta dele foi uma risadinha que eu senti como uma rápida lufada de ar saída do seu nariz. Gemi quando ele acariciou os lábios sensíveis da minha buceta. Arfei quando ele alcançou meu clitóris, primeiro para cima e para baixo e depois para frente e para trás. Enquanto ele massageava minha bunda com as mãos, peguei meu mamilos entre os dedos e comecei a apertá-los. Depois, passei as mãos pela minha barriga, acariciando os cabelos dele. Depois da primeira carícia, percebi que o cabelo dele estava diferente. Antes de comentar sobre o corte de cabelo dele, deixei meus dedos roçarem o topo de sua orelhas.
Tentei não alterar o padrão dos meus gemidos enquanto percebia, com medo, que o homem entre minhas pernas não era você. Continuei acariciando o seu cabelo enquanto abria as pernas sutilmente e as puxei para trás. Sem avisar acertei seu ombro com toda força possível e saltei da cama.
“Ai! Ric... acho que ela está fugindo!”, diz uma voz masculina que não é a sua
Parei no meio do salto ao ouvir o apelido Ric, Ricardo, meu marido. De repente, o abajur ao lado da cama acende. Olho incrédulo para você, sentado nu na cama, exatamente onde deveria ter estado todo esse tempo. Mas não estamos sozinhos. No meio está sentado um homem que nunca vi na vida.
“Meu Deus! Ela tem pernas fortes”, disse o homem desconhecido enquanto esfregava o peito e o ombro direito, visivelmente desconfortável.
Tremendo, eu mal consegui gaguejar: “Ric, o que está acontecendo?”
“Desculpe, meu bem; acho que eu devia ter pensado em uma maneira melhor de te apresentar a ele”, você diz com o sorriso nervoso. Enquanto se levanta da cama, eu me afasto novamente.
“Espera aí... me apresentar?”, parece que você queria fazer mais do que me apresentar!” Eu digo irritada.
“Bem, eu só pensei que você gostaria de ser o centro das atenções de dois homens. Esse é meu amigo Tony. Viu sua foto e topou na hora” Você começa a explicar.
“Então, sem me consultar, você decide deixar que ele me trate como um pedaço de carne?” Digo em voz mais alta do que antes.
“Bem...”, você hesita, “Eu não pensei...”
“Isso mesmo! Você não pensou!” Eu gritei e comecei a caminhar furiosamente na sua direção. “Não acredito que você me apresentou com uma mera concubina para seu amigo!”! Pois bem, deixe-me dizer uma coisa. Mantive o rosto franzido de raiva enquanto me aproximo de você. Finjo dar um soco, e paro abruptamente quando você se encolhe. Em vez disso, empurro-o de volta para cama e subo em de você. Dou-lhe um beijo apaixonado. “Você definitivamente cumpriu sua promessa”, digo com um sorriso. Olho para o estranho. “Ele me disse quando nos casamos, que transformaria a minha vida em uma fantasia perpetua!” sai de cima de Ric e comecei a rastejar em direção ao estranho. “Qual era mesmo seu nome?”, perguntei para ele.
“Tony...”, eles diz ainda visivelmente atônito com a reviravolta repentina dos acontecimentos. Começo a massagear o ombro que eu havia chutado e então inclino a cabeça para passa a língua sobre seus mamilos.
“Prazer em conhecê-lo, Tony. Agora talvez possamos de onde paramos?”, digo, arqueando uma sobrancelha.
“Com prazer. Deita ai de novo!” Ele agarra meus quadris com força e eu caio de volta na cama. Virando a cabeça para o lado, faço um gesto para você se aproximar. Lambo meu lábios enquanto você coloca seu pau perto do meu rosto. Levando você a minha boca, gemo de prazer enquanto Tony continua me lambendo. Chupo você por vários minutos desejando que você goze na minha boca. Solto um gemido quando você se retira e vem por trás de mim, me levantando pra que eu possa me recostar em seu peito.
Você pega um dos meus seios em cada mão e sussurra: “Você gosta disso, Joy?”
“Ah, sim...” gemo. Olho para seu amigo Tony entre minhas coxas. “Mmmmmm, ele está fazendo um ótimo trabalho.” Coloco uma mão na cabeça dele e a outra sobre a sua, cobrindo meu seio. “Você gosta de vê-lo me chupar?” pergunto.
“Ah, sim. Quero que você goze tantas vezes que perca a conta. Quero ver você tremer de prazer”, você sussurra. Suas palavras me a um nível ainda maior de excitação. Começo a suspirara de paixão e pressiono meus quadris ainda mais contra o rosto do seu amigo.
Ele pra por um instante para olhar para nós. “Você tinha razão. Ela tem um gosto incrível!” Ele esconde o rosto no interior das minhas coxas novamente enquanto meu lábio inferior começa a tremer. Você começa a beliscar e puxar os meus mamilos enquanto lambe e chupa minha orelha.
“Vamos lá, meu bem... não se preocupe com nada, apenas vá em frente”, você sussurra sedutoramente enquanto me sente ficar tensa.
“Ahhhhhhhhhh!” Eu grito e arqueio as costas. Deslizo pelo seu peito sobre sua perna, completamente exausta.
“Ah, por favor, me deixa entrar em você. Eu preciso entrar nela, Ric, diz seu amigo, ofegante, Olho para você para ver que isso não fazia parte do acordo. Você dá um meio sorriso e percebo que não tinha prestado muita atenção ao pau do seu amigo. Dou uma olhada e penso: “Reto, não tão grande quanto o seu, mas ainda o suficiente para me satisfazer.” Abro as pernas um pouco mais, olhando para você para ter certeza de que ainda está sorrindo. “Vem cá”, diz Tony. Sento-me e arfo quando ele me levanta e me coloca no colo. Ele hesita por um momento para ver se ainda estou bem. Olho em seus olhos escuros e sorrio concordando. Ele estende a mão entre nós e empurra o pau. Levanto um pouco os quadris e o encaixo na minha buceta. “Ohhhh, cara, ela é apertadinha. Como você consegue ficar tão apertadinha.” Ele pergunta admirado. Dou uma risadinha e começo a apertar a cabeça do pau dele. “Ah, PORRA, se você continuar assim, eu vou gozar. Deslizo pelo seu pau até nossos quadris se tocarem. Paro e aperto mais. “Ric, você não me avisou. “para, amor. PARA!” Tony segura a minha cintura para garantir que eu não me mexa. Olho para trás, para você, e dou uma piscadela. Você pisca de volta e se aproxima de nós.
Você começa a chupar meu pescoço e ombros. Eu inclino para trás e gemo. Tony aproveita minha distração momentânea para começar a me mover para cima e para baixo no seu pau. “Assim mesmo, é isso”, ele dia. Eu olho para ele e sorrio, assumindo o controle. Mantenho o ritmo que ele quer, mas adiciono alguns apertos ocasionais. “Caramba, Ric, seria um crime você com essa buceta apenas para você”, Tony diz lambendo os lábios e olhando para o pau dele entrando e saindo de mim. Você ri. Começo a girar meus quadris um pouco para fazê-lo ir mais fundo possível. Cada vez que consigo quer ele entre completamente, aperto com toda força que posso. “Puta que pariu! Ela está me ordenhando. Eu não aguento. Vou gozar!” Ele diz, fechando os olhos.
“Para, meu bem”, você sussurra no meu ouvido. Eu paro meus movimentos e olho para você. Você pisca para mim e começa a levantar um pouco. “Lambe minha mão”, você manda, e eu obedeço.
“E aí?” diz Tony, provavelmente querendo que eu continue a foder com ele.
“Se você gostou disso... vai adorar isto!”, você diz enquanto esfrega a mão no pau mão no pau para umedecê-lo com minha saliva. Você me levanta um pouco mais e começa a mover seus quadris sob os meus.
“Ai, meu Deus, Ric. NÃO aguento isso”, eu digo de olhos arregalados quando percebo o que você quer fazer. Começo a me contorcer r você agarra meus seios e começa a apertar os mamilos.
“Chupa com força”, você diz para Tony, sabendo o quanto eles são sensíveis a caricias. Tony rapidamente leva um dos meus mamilos à boca que faz sua melhor imitação de um aspirador de pó. Jogo minha cabeça para trás no seu ombro e grito de prazer. Os mamilos delas são sensíveis, então continue”, você diz com uma voz rouca. “Ok, amor, você confia em mim?”, você me pergunta. Começo a acenar com a cabeça lentamente. Sinto a cabeça do seu pau pressionando entre minhas nádegas, bem no meu cú e fico tensa novamente. “Shhhhhhh”, você diz, estendendo a mão entre mim e Tony para esfregar meu clitóris. Gemo e começo a mexer minha cabeça de um lado para o outro, dominada pelo prazer. Assim que você me sente relaxar, você enfia no meu cú.
Eu grito. “Porra, cara, eu consigo de sentir também”, diz Tonny arregalando os olhos. Começo a tremer e chorar, era a primeira vez que meu cú era fodido daquele jeito com outro pau enfiado na minha buceta.
“Ai, meu Deus, meu bem, será que te machuquei muito?” você diz preocupado e para de se mover.
“Só um minutinho”, digo engolindo em seco. Respiro fundo, recuou um pouco e tento relaxar para achar meu próprio ritmo. Então vou de volta e tento absorve vocês dois dentro de mim o máximo que posso, vou mais fundo. Você solta um chiado profundo e Tony range os dentes. Meu coração começa a disparar quando Tony começa a se mexer para foder minha buceta buscando alternar seus movimento. Enquanto você sai, ele entra. Você não para de esfregar meu clitóris com força. “Ai, meu Deus!”, grito. “Me fode amor!”. Você atende meu apelo e começa a foder meu cú ocupando o espaço quando Tony esvazia minha buceta. Meus mamilos são servidos pelas caricia de você dois. Continuo chorando. “Meu Deus, isso é bom demais!” Começo a tremer. Vocês se revezam ocupando meus buracos, e eu sinto um e outro roçando no fino espaço de carne que seara seus paus incrivelmente duros. Começo a me mover para frente e para trás, ofegando alto enquanto meu orgasmo se aproxima. Aperto vocês dois
"Vou gozar", diz Tony, agarrando a minha nuca. Ouço você gemendo atrás de mim e sei que está perto do clímax. De repente, grito e começo a ter convulsões incontroláveis. Sinto-me preenchida pelos dois orifícios. Levanto-me depois de achar que ambos terminaram e desabo de volta em seus braços. Sinto o vestígio do orgasmo de vocês dois escorrendo de mim. "Sem ofensa, Rob, mas sua esposa é uma selvagem!", diz Tony, passando o braço pela testa.
"Ei! Cuidado aí", você diz, com falsa desaprovação. Eu olho para você e capturo seus lábios com os meus. "Meus seios, meu clitóris, minha vagina e meu cu estão todos doloridos", digo lentamente. "Mas acho que nunca gozei tão forte na minha vida!"
"Você age como se isso já tivesse acabado", você diz com um sorriso malicioso.
"Deus me salve", eu digo enquanto você e Tony me empurram de volta para a cama...




