UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960


Parece que foi há uma eternidade, o mundo era muito diferente naquela época e, como criança crescendo nos anos 60, não erámos nem de longe tão “malandro” quanto as crianças de hoje. Minha história se passa em meados da década de 1960, eu tinha acabado de completar 18 na os e, crescendo em uma cidade pequena, minha experiência sexual era quase inexistente. Como meninos, compartilhávamos livros e revistas que nos davam as noções básicas de educação sexual, mas pouco de nós tínhamos realmente experimentado. Claro, a maioria de nós tínhamos nosso momentos de prazer com sessões diárias de masturbação, que nos havia nos convencido de ser um pecado mortal, então sim, tínhamos muita culpa. Acho que eu tinha um lado rebelde, pois estava disposto a deixar a cautela de lado e meus planos de para o céu e aproveitava minhas punhetas ao máximo.

Crescer no interior, no litoral do Brasil nesse período tornou tudo ainda mais difícil. Para quem não sabe, tínhamos leis de censura muito rígidas que tentavam moldar nosso costumes e qualquer imagem de se seio ou genitália um tabu, e publicar sexo pornografia explicita podia até gerar processos e sérios problemas para quem consumisse esse tipo de publicação. Mesmo assim, isso não impediu a maioria dos garotos em idade escolar de circular com exemplares bem usados de revistas europeias como Penthouse, Playboy e até os raros exemplares explicito de revistas suecas. Sempre me lembrarei de ter visto uma foto uma revista europeia de uma mulher agachada: ela estava usando uma calcinha amarela transparente. Tenho certeza de que esse foi o início de um longo e feliz fetiche por calcinhas.

Cerca de seis meses de completar 18 anos, minhas duas primas vieram passar um dia conosco. Minha irmã mais velha tinham praticamente a mesma idade. Elas nos visitavam durante as férias escolares meio do semestre que corresponde ao nosso verão. Nesse período, dois eventos aconteceram que mudaram minha vida significativamente

Minha irmã, Joana, tinha cerca de 1.75m, cabelos castanhos a altura dos ombros e um par de seios relativamente grandes. Eve, uma das nossas primas, era um pouco mais baixa, talvez 1.65m, cabelos longos e loiros, seios pequenos, mas tão bonitos e agradáveis de olhar quanto os da minha irmã. Já June, a outra prima, tinha cerca de 1.70m, morena de cabelos curtos e seio que ficavam, em tamanho, entre os da minha irmã e de Eve, mas eles tinha mamilos grandes que sempre marcavam suas blusas. Ela parecia, das duas, não gostar muito de sutiãs. Também lembro que ela era a mais tímida e quieta das três.

Alguns dias depois da chegada delas, meus pais estavam trabalhando, o que significava que ficávamos sozinhos em casa durante o dia. Costumávamos preparar sanduiches e bebidas e íamos a praia. Eu adorava mergulhar com meu velho e degastado snorkel e passava a maior parte do tempo explorando a bela vida marinha nas poças de maré. Também percebi que essa uma excelente maneira de observar os corpos da meninas debaixo d’água sem que ela percebessem.

Lembro-me de estar flutuando na água morna, olhando para o corpo de Eve de biquini. Ainda fico excitado só de lembrar. Ela sempre usava biquinis brancos. (Eu ouvia meus pais sempre comentando como o biquini dela era inadequado). Enquanto ela caminhava entres as rochas pelas poças com agua até o pescoço, eu conseguia ver seus mamilos claramente através do tecido da parte de cima do biquini, infelizmente ela loira e eu não conseguia ver vestígios dos seus pelos pubianos, embora pudesse ver os lábios de sua buceta marcando o tecido.

Em visitas anteriores, eu costumava me diverti com as calcinhas delas esquecidas pelo quarto ou no banheiro, tentando adivinhar a quem pertencia apenas pelo cheiro. Acho que nunca vou saber se eu estava certo nas minhas escolhas, mas me excitei muito apreciando o cheiro das bucetas das garotas.

Uma certa tarde, June alegou que não estava se sentindo muito bem e resolveu em casa deixando que Eve, Julia e eu fossemos a praia sem ela. Enquanto eu estava deitado na areia, vi as meninas cochichando e rindo baixinho entre si. Eventualmente Eve rastejou até onde eu estava deitado.

“Quanto você sabe sobre sexo?”, ela perguntou do nada. “O suficiente”, respondi, eu não queria muito discutir sobre sexo com essas garotas. “Até onde você na foi?”, Eve insistiu

Percebi que ela estava corando enquanto fazia essas perguntas. Minha irmã apenas se recostou, ouvindo nossa conversa sem dizer nada.

“Só apalpei os seios de uma garota até hoje”, respondi, e agora quem corava era eu. “Joana e eu queremos ver seu pênis”, disse ela. “Aqui!”, me fingi indignado. “Vamos subir no mato e procurar um lugar mais reservado”, ela sugeriu “nem tem muita gente aqui. Nem vão notar que a gente sumiu um pouco.”

Eu estava num dilema terrível: estava louco para vê-la nua, mas não estava tão a fim de ficar nu para ela, e ainda por cima, me mostrar para minha irmã e isso não me parecia certo. Minha curiosidade e meu desejo sexual falaram mais alto e acabei concordando. Mas impondo a condição delas mostrarem algo para mim também. Ela apenas assentiu.

Conhecíamos a praia e não tivemos problema em encontrar um lugar isolado entre os arbustos. Havia sinais de que outras pessoa já tinham usado o lugar. O chão estava limpo e havia embalagens de preservativos espalhados pelos arbustos. Estendemos nossa toalha e nos sentamos.

“Quem mostra primeiro?”, perguntei
Sem dizer uma palavra, Eve olhou para Jô e lentamente puxou a parte de cima do biquini dela para cima, libertando seus seios pequenos. Ela tinha os mamilos rosados mais lindos, que agora estavam bem duros. Eu podia ver a indecisão no rosto da minha irmã, mas com um pouco de incentivo de Eve, ela deslizou as alças do maiô dos ombros e puxou para baixo, revelando seus seios que eram realmente tão lindos como eu nunca havia imaginado. Firmes, tamanho 32 com os mamilos mais longos que eu já tinha visto. Meu pau ficou imediatamente duro dentro da sunga.

“Sua vez”, disse Joana baixinho, quebrando o silêncio.

Lentamente, puxei minha sunga para baixo, libertando meu pau. Não era muito grande como não é hoje, mas tinha uns bons 15 cm. mas muito grosso e apetitoso. Consegui ver as duas garotas olhando fixamente para ele.

“Muito bem garotas, acho que podemos ver mais, não?” Eu mal podia esperar para vê-las nuas.

Minha irmã foi a primeira a reagir, levantou-se e puxou o maiô para baixo. Meu olhos ficaram fixos em sua buceta assim que ela se tornou visível. Ela tinha bastante pelos, mas como estava úmida, eu consegui ver claramente os lábios de sua buceta. Olhei para Eve; sem hesitar, ela enfiou os dedos na lateais da calcinha do biquini e a puxou para baixo, dos quadris até as penas. Acho que quase gozei quando vi sua bucetinha. O pelo era ralo e muito claro, e eu tinha uma visão perfeita dos lábios de suas buceta tão rosados quanto seus mamilos.

As garotas se sentaram na minha frente de forma contida e ficamos em silêncio, olhando para os corpos nus uns dos outros. Era um silêncio excitado, eu tinha certeza de que as duas estavam tão excitadas quanto eu e meu pau duro podia revelar.

Finalmente, Eve quebrou o silêncio: “Posso dar uma olhada mais de perto?”

Eu me mexi e me ajoelhei na frente dela, meu pau duro apontando para frente enquanto pulsava sem que eu fizesse nada. Eu apenas pensei que ela olharia mais de perto como me pediu, mas ela o pegou não mão e o apertou suavemente. Coloquei minha mão sobre a dela e a ajudei a puxar o prepúcio para trás, expondo a glande arroxeada. Meu líquido começou a escorrer e a buceta dela também estava no mesmo estado molhado e escorrendo por suas pernas. Minha irmã, que eu pensava que ficaria apenas assistindo, me surpreendeu pegando meus testículos em sua mão e os apertando com uma delicadeza supressa. Eve começou a acariciar meu pau para cima e para baixo e longo senti a sensação familiar de um gozo chegando; dessa vez, muito mais intenso que minha punhetas. Eu não avise e, com um gemido alto, comecei a ejacular minha porra em seus seios. Recostei-me na toalha e observei enquanto elas pegavam a tolha e limpavam a bagunça que eu havia feito. Pareciam muito a vontade enquanto limpavam o sêmen uma da outra.

Eve deitou-se de costas na toalha e as pernas. “Deixe-me mostra onde se toca uma mulher”, disse ela,

Seus dedos abriram seus lábios e eu pude ver seu clitóris vermelho e inchado sob o capuz. Seu líquido escorria entre os lábios e molhava o cobertor. Me aproximei e me deitei de bruços até que meu rosto estivesse a centímetro de sua buceta. Ela começou a esfregar ritmicamente os lábios para cima e para baixo, pressionando levemente o clitóris e depois descendo uma vez até que a ponta do dedo deslizasse para dentro da buceta. Eu podia sentir seu desejo e o pujante aroma familiar que eu tantas vezes havia apreciado em suas calcinhas invadindo meu nariz.

Olhei para Jô e vi que ela não havia perdido tempo em enfiar dois dedos na buceta. Ao contrário de Eve, ela não estava esfregando o clitóris, mas sim enfiando os dedos profundamente dentro dela. Eve tocou meu ombro e fez um gesto para que me aproximasse mais da sua buceta. Sem dizer uma palavra ela me guiou até que minha língua repousasse sobre seus lábios. O gosto era indescritível; infinitamente melhor que o gosto da sua calcinha, a textura suave do líquido que escorria de sua vagina cobrindo meu rosto.

Percebi que ela ficando cada vez mais vocal até que, com um grito alto, seu corpo começou a se contrair e tremer. Imaginei que tivesse gozado. Continuei chupando e lambendo sua buceta.

“Por favor, coloque seu dedo dentro de mim”, ela sussurrou, ofegante.

Obedeci, deslizando meu dedo médio entre os lábios de sua buceta úmida. Sempre me lembrarei da sensação quente e aveludado que envolveu meu dedo. Eve começou a se contorcer contra meu rosto; eu estava com dificuldade de acompanhá-la. Ela ficou cada vez mais vocal, até que com um grito, outro orgasmo a dominou. Eu podia sentir seu líquido escorrendo livremente, lambia freneticamente, mas não conseguia acompanhar, o excesso escoria por sua nádegas e encontrava a toalha.

Me virei e me deitei de costas. Naquele momento meu pau estava duro como pedra novamente, e eu não sabia como continuar. Joana tomou a decisão por mim, montando em mim e guiando meu pau duro para dentro de sua buceta molhada enquanto dizia para si mesmo: FODASSE! Acho que não existem palavras que possam descrever a sensação de deslizar entre seus lábios e meu pau ser envolvido por uma luva aveludada. Tive uma sensação de aquilo era extremamente errado, comer minha irmã, mas o prazer que meu corpo sentia logo se sobrepôs ao sentimento de que estava errado e me deixei foder pela minha irmã e a fodê-la de volta. Era uma forma incrível de deixar de ser virgem.

Mais uma vez não demorou para que eu sentisse meus testículos se contraírem e o orgasmo se aproximando, ele deve ter percebido o que veria em seguida, mas ela não saiu de cima de mim e continuou me fodendo, cavalgando meu pau até que ele amoleceu dentro dela. Minha porra escorreu entre seus lábios.


Eu me deitei enquanto ela se virava e se deitava ao meu lado na toalha. Ficamos deitadas em silêncio por uns 5 minutos, talvez eu até tenha cochilado; lembro-me de ter voltado à realidade quando as meninas começaram a se mexer.
Deitei-me e observei enquanto elas se enxugavam com uma toalha e vestiam seus trajes de banho novamente. Pareciam tão familiarizadas com os corpos uma da outra.

"Há quanto tempo vocês fazem isso?", perguntei. "Eu e a Joana brincamos juntas há um tempo", respondeu Eve. "Ainda não incluímos meninos nas nossas brincadeiras. Você foi uma exceção"

Minha mente estava a mil por hora: será que eles estavam apenas se masturbando juntos ou realmente estavam fodendo?

Acabamos dando um mergulho no mar para nos livrarmos dos vestígios da diversão da tarde e voltamos para casa. Estávamos todos bem quietos, a intensidade dos prazeres da tarde começando a nos afetar.

Jantamos naquela noite e logo estávamos todos conversando e rindo como se nada tivesse acontecido. A essa altura, June já estava se sentindo melhor e se juntou a nós. Nosso dia agitado nos deixou exaustos e acabamos indo dormir cedo.

Eu tinha um apartamento com um quarto anexo à casa principal e, como era o quarto maior, minha irmã e minha primas ficaram com ele, e eu dormia no quarto da minha irmã. Um banheiro separava nossos quartos, e o quarto dos meus pais ficava do outro lado da casa.

Durante a noite, acordei para ir ao banheiro e, acho que meio sonolento, errei o caminho e voltei para o meu quarto. Só quando me deitei debaixo das cobertas é que percebi o meu erro. Estava olhando para as costas de June, minha prima, que estava usando a minha cama. O movimento a acordou e ela se virou para me encarar. Ela vestia uma camisola de algodão leve e, na escuridão, eu não conseguia ver muita coisa.

Antes que eu pudesse gaguejar um pedido de desculpas, ela me puxou para perto e me beijou nos lábios. "Acho que perdi toda a diversão desta tarde", sussurrou ela. "Por favor, seja a meu primeiro garoto!"

As mãos dela deslizaram por baixo do cós do meu short e eu pude sentir suas mãos quentes acariciando meu pau que ficou rapidamente duro. Enquanto ela o movia lentamente para cima e para baixo, silenciosamente enfiei minhas mãos por baixo de sua camisola e agarrei seus seios firmes. Me remexi até meu rosto estar entre eles. Peguei seu mamilo duro entre meus lábios e comecei a chupá-lo e lambê-lo ritmicamente. Enquanto eu chupava seus seios, ela passou os dedos pelos meus cabelos, puxando meu rosto firmemente contra seu peito. Sendo jovem e impaciente, comecei a descer até minha cabeça alcançar sua buceta coberta pela calcinha. Sem perder tempo, enfiei meus dedos no cós da calcinha e os deslizei por suas pernas. Ela não hesitou e me ajudou, levantando o quadril da cama. Joguei sua calcinha no chão e, sem hesitar, enterrei meu rosto entre suas pernas. Eu podia sentir o aroma maravilhoso de sua buceta. Minha língua deslizou por entre seus pelos e deslizou entre os lábios de sua vagina. Peguei seu clitóris na boca e comecei a chupá-lo lentamente. Sua excitação foi quase instantânea e pude sentir seus quadris começarem a girar e se impulsionar contra meu rosto. Eu tinha visto como meus dedos levaram Eve a outro nível e os deslizei entre suas pernas, penetrando sua vagina quente. Ela parecia ainda mais apertada do que Eve havia sido. Meus dedos exploraram o interior sua vagina enquanto minha língua lambia e acariciava seu clitóris duro.

Pensei que tivesse feito algo que ela não gostou quando ela gentilmente afastou minha cabeça de sua buceta. "Quero você dentro de mim", ela sussurrou timidamente.

Ajoelhei-me entre as pernas dela e pressionei lentamente a cabeça do meu pau entre os lábios. "Por favor, vá devagar", disse ela, "é a minha primeira vez".

Ao inserir meu pau nela delicadamente, senti novamente o calor suave da sua vagina envolvendo-o. Senti meu pau encontrar uma resistência; era obviamente o hímen de que eu tinha ouvido falar. Não tinha certeza de como prosseguir e hesitei. "Só penetre", ela sussurrou, ofegante.

Sem esperar, aumentei a pressão. Inicialmente, parecia inflexível, até que senti a pressão diminuir e meu pau deslizar completamente para dentro dela. Ela soltou um gemido de dor e seu corpo enrijeceu; imediatamente parei de empurrar. Ficamos nessa posição por alguns minutos, até que senti seu corpo relaxar lentamente. Ela começou a empurrar os quadris contra meu pau, sinalizando para que eu continuasse. Lentamente comecei a penetrar nela novamente. Continuamos assim até que senti sua vagina começar a se contrair. Ela se esforçava para ficar em silêncio até que, com um gemido abafado, gozou. Não perdi tempo, seguindo seu exemplo, ejaculei dentro dela.

Fiquei deitado sobre ela por um tempo até meu pau amolecer e deslizar para fora de seus lábios vaginais. Uma mistura da minha porra e do líquido dela, com um leve traço de sangue, escorreu de seus lábios para os lençóis.

"Obrigada", disse ela, "foi muito melhor do que eu esperava. Todas as meninas da faculdade me disseram que doeu muito, mas eu não acho que tenha sido tão ruim assim."

Ficamos abraçados até que percebi que devia voltar para a minha cama. Não achei que meus pais ficariam muito felizes em me ver deitada nu na cama com minha prima. Quando saí da cama, olhei para o outro lado e vi que Eve e Joanne estavam bem acordadas, abraçadas. Acho que o que vi respondeu à minha pergunta anterior.

O restante das nossas férias de verão continuou sendo um verão de exploração sexual. Observei as garotas brincando umas com as outras, elas experimentaram várias coisas comigo, incluindo algumas dos boquetes mais memoráveis que consigo me lembrar.

Assim que o verão acabou, nunca mais falamos sobre isso. Todos nós crescemos, casamos e temos filhos, mas guardo lembranças muito carinhosas daquele verão.

Meu prazer agora se limita a conseguir, ocasionalmente, um par de calcinhas delas quando me visitam. Um cheiro dessas calcinhas e as lembranças voltam com força total.

Foto 1 do Conto erotico: UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960

Foto 2 do Conto erotico: UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960

Foto 3 do Conto erotico: UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960

Foto 4 do Conto erotico: UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960

Foto 5 do Conto erotico: UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


274292 - DOIS É BOM, MAS TRÊS SÃO PERMITIDOS - Categoria: Cuckold - Votos: 7
274129 - AJUDA FAMILIAR - Categoria: Incesto - Votos: 7
269361 - O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - FINAL - Categoria: Incesto - Votos: 7
268854 - O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - PARTE 1 - Categoria: Incesto - Votos: 10
268097 - FUI CRIADA NUA - Categoria: Incesto - Votos: 10
267810 - A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 6 - Categoria: Incesto - Votos: 10
266930 - A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 5 - Categoria: Incesto - Votos: 9
265886 - A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 4 - Categoria: Incesto - Votos: 10
265755 - A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 3 - Categoria: Incesto - Votos: 15
265619 - A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 2 - Categoria: Incesto - Votos: 17
265509 - A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 1 - Categoria: Incesto - Votos: 15
262249 - A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 4 - Categoria: Cuckold - Votos: 5
259275 - A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 3 - Categoria: Cuckold - Votos: 6
257437 - A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 5
257252 - PREOCUPAÇÕES DE UMA MÃE - PARTE 2 - Categoria: Incesto - Votos: 3
256898 - LEXY SE TORNA UMA LADYBOY - PARTE 5 - Categoria: Fantasias - Votos: 5
256833 - PREOCUPAÇÕES DE UMA MÃE - Categoria: Incesto - Votos: 7
255797 - COM A AJUDA DA VIZINHANÇA - Categoria: Incesto - Votos: 8
255456 - LEXY SE TORNA UMA LADYBOY - PARTE 4 - Categoria: Fantasias - Votos: 2
254801 - A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 4
254564 - LEXY SE TORNA UMA LADYBOY - PARTE 3 - Categoria: Fantasias - Votos: 1
254306 - LEXY SE TORNA UMA LADYBOY - CONTINUAÇÃO DA PARTE 2 - Categoria: Fantasias - Votos: 3
254166 - LEXY SE TORNA UMA LADYBOY - PARTE 2 - Categoria: Fantasias - Votos: 5
253979 - A VITORIA DOS PAIS. UMA FAMILIA QUE SE DIVERTE JUNTA - FINAL - Categoria: Incesto - Votos: 2
253977 - A VITORIA DOS PAIS. UMA FAMILIA QUE SE DIVERTE JUNTA - Categoria: Incesto - Votos: 2
253615 - LEXY SE TORNA UMA LADYBOY - Categoria: Fantasias - Votos: 3
251593 - GRÁVIDA E EXCITADA - PARTE 4 - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
250820 - GRÁVIDA E EXCITADA - PARTE 3 - Categoria: Cuckold - Votos: 6
250185 - GRÁVIDA E EXCITADA - PARTE 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
250184 - GRÁVIDA E EXCITADA - Categoria: Heterosexual - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil assisoliveira
assisoliveira

Nome do conto:
UM CERTO VERÃO DOS ANOS 1960

Codigo do conto:
274439

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/10/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5