Quando eu tinha dezoito anos, mina mãe ficou muito doente e morreu. Foi devastador. Então, de repente, era eu e meu pai tentando cuidar um do outro. Conseguimos, e no processo, nos aproximamos – na verdade, talvez até demais. Acabamos tendo um relacionamento sexual por alguns meses. Foi maravilhoso, mas sabíamos que não ia durar, então, na hora que achamos necessário, terminamos. Tinha sido difícil, mas nós dois sabíamos que era o melhor a fazer. Ele me disse que eu iria para a universidade em breve e tínhamos que seguir em frente com nossas vidas.
Por volta dos meus vinte cindo, conheci Marcos, me apaixonei e nos casamos. Diria que temos um casamento muito bom; somos muito felizes juntos. Mas estamos tentando engravidar há algum tempo sem sucesso. Tenho vinte nove anos agora. Marcos é um homem muito orgulho, mas tem um ego muito frágil. Ele não receberia bem a noticia do que descobri recentemente. Fiz uma consulta médica e alguns exames revelaram que eu não tinha nenhum problema para engravidar, então haveria 100% de chance de o problema ser ele. Se eu discutisse isso com ele o faria ficar muito arrasado.
Foi então que tive essa ideia. Eu amo Marcos e não quero traí-lo. Então, decidi pedir ao meu pai que me engravidasse considerando o que tivemos no passado. Eu sei que é loucura, mas levem algumas coisas em consideração. Primeiro, eu sei que meu pai é fértil porque eu estou aqui. Segundo, não é exatamente traição se for com meu pai, e ele só está me ajudando. Terceiro, nós já transamos antes, então sei eu isso pode funcionar. Por último, o que eu não deveria admitir: eu queria isso. Sinto falta dele. Quando fodemos anos atrás, foi incrível, e sendo honesta, nenhum amante jamais chegou perto de me fazer sentir o que ele fez. Só de pensar nisso já fico excitada. Quando estou sozinha, ainda me masturbo pensando nele. Droga, eu realmente sinto falta do pau dele, e eu o quero.
Eu estava preocupada em como contaria isso para ele. Sabia que poderia confiar nele para nunca contar nada ao Marcos; ele jamais poderia saber que o bebê que poderia vir ao mundo com esse sexo incestuoso não era dele – esse era o objetivo. Também estava preocupada que ele não aceitasse fazer isso por min. Eu teria que escolher o momento certo em que eu estivesse fértil e aproveitar o momento. E se isso reabrisse feridas antigas? Melhor seria falar direto com meu pai sobre isso.
Surgiu a oportunidade perfeita. Marcos viajaria a trabalho e incluiria um fim de semana, eu disse que ficaria com meu pai. E melhor ainda, eu estaria fértil para receber meu pai
Eu só tive que ligar para meu pai dizendo que estava com saudade e que queria conversar um pouco, só nós dois. Não era mentira.
Na sexta-feira à noite, fui direto, do trabalho encontrar com ele e depois para a casa dele. Como eu tinha pedido, ele estava sozinho. Tomamos uns drinques antes que ele pudesse perguntar: “Certo, filha, o que está acontecendo?”
“O que você quer dizer?” perguntei.
“Você pareceu preocupada a noite toda. Parece nervosa como se quisesse me contar alguma coisa.”
“De fato. Eu quero.”
“Qual é o problema? Você sabe que pode me contar qualquer coisa.
“Eu preciso de pedir algo. Algo muito importante
“O que é?
“Bem, você se lembra de quando eu te disse que Marcos e eu queríamos um bebê, uma família?
“Sim.”
“Já faz um tempo que temos tentado, mas não está dando certo. Então, fiz alguns exames e descobri que o problema não sou eu.”
“Entendi, e como Marcos reagiu a notícia?”
“Aí está. Não reagiu. Eu não contei a ele. Estou certa de que isso feriria muito o ego dele.”
“Então, o que precisa de mim?”
“Mordi o lábio e respondi nervosamente: “Preciso que você me engravide.”
“O quê?” Seus olhos arregalaram. Havia uma genuína expressão de choque em seu rosto.
“Por favor, me escuta, papai. Eu não quero trair meu marido. Preciso de alguém em que eu possa confiar. Eu sei que você consegue fazer um bebê em min; você já fez isso na mamãe. Sei que faz muito tempo, mas seria bom estar com você assim de novo. Eu sei que não deveríamos falar ou fazer isso de novo, nos prometemos no passado, quando renunciamos a um convivência incestuosa, mas eu sinto falar de trepar com você. Você não sente falta de foder comigo? (foi bom demais voltar a falar com ele assim, como antes), por favor papai, por favor!”
Ele olhou diretamente nos meus olhos. “Sim”, disse ele suavemente. “Sinto muita saudades de você, filha”
“Então papai, por favor, faça isso por mim.” Levantei minha sala, revelando minha calcinha que aquela altura tinha uma grande mancha molhada na frente.
“Porra. Deixe-me ver”
“Ver o que, papai?” perguntei fingindo não saber o que ele queria.
“Mostre para o papai sua buceta molhada.”
Deslizei minha calcinha para o lado, mostrando minha buceta para ele. Ele se ajoelhou na minha frente na mesma hora, enterrou o rosto nela e começou a dar lambidas longas e lentas.
“Ah, sim, porra! Por favor lamba minha xoxota, papai. Eu preciso tanto disso. Ninguém faz isso como você.
Imediatamente ele segurou meus quadris e sua língua deslizou para cima e para baixo enquanto ele sugava meus líquidos. Eu tremia a cada lambida dele, e quando sua língua tocou meu clitóris, eu gritei.
“PORRA!”, gritei de tão bom que ele era fazendo isso. Droga, acho que eu vou gozar, eu disse para mim mesmo. Marcos demora uma eternidade para me fazer gozar assim. Porra, eu amo a língua do meu pai, eu sempre amei, apenas tinha me esquecido como isso era bom. - Ele chupou meu clitóris e enfiou dois dedos na minha buceta - Droga isso está me deixando louca. Estou me contorcendo, sabendo que não vou aguentar mais.
“Isso é tão bom. Por favor, não pare,” eu ofeguei quando seus dedos tocaram meu ponto G. Foi isso; eu simplesmente não consegui aguentar mais.
“Papai, eu vou gozar, eu não consigo”, gemi. “Porra, porra, eu vou gozar!” Meu corpo inteiro se contraiu enquanto eu gozava no rosto do meu pai.
- Caramba, isso foi incrível – enquanto meu pai se afastava da minha xoxota com o rosto coberto pelo meu líquido, eu pensei – foi tão excitante.
“Você é tão bom nisso. Caramba, faz anos que não gozo tão forte.”
“Você tem um gosto muito bom, gatinha. Vamos lá para cima e eu vou te comer de verdade”, ele disse olhando para mim e sorrindo.
Subimos as escadas praticamente correndo. Assim que entramos no quarto dele, ele me pressionou contra a parede e me beijou profundamente. Eu me derreti em seus braços. Ele me colocou na cama e tirou meu sutiã. “Senti tanta falta dos seus peitos que você nem consegue imaginar”, disse ele. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, seu rosto se afundou neles, lambendo meus mamilos em círculos antes de chupá-los, alternando entre os seios.
“Porra, papai isso é tão bom, mas por favor, me deixa ver seu pau? Eu senti tanta falta dele. Eu preciso desse pau, por favor papai” eu estava quase implorando, eu estava desesperada pelo pau do meu pai.
Ele desabotoou as calças e as tirou, depois baixou lentamente a cueca, e seu pau duro saltou para fora. – Porra! Aí está ele
“Ah, caralho, sim, é isso mesmo. Esse é o pau mais bonito que eu já vi.”
Meu pai pareceu muito orgulhoso ao me ouvir dizer isso, então me pegou de surpresa com a pergunta seguinte: “É melhor do que o do Marcos?”
- Puta merda, não acredito que ele me perguntou isso. Puta merda, vou dizer isso para ele – “Sim, papai. Muito melhor. E maior. O pau do meu marido não é nada comparado ao seu – Merda! Não acredito que eu disse isso.
Mas eu não estva mentindo. Era maior, mais duro, mais grosso e mais importante, podia fazer um bebé em mim.
Inclinei-me para baixo para chupar o pau dele. Respirei fundo e senti seu cheiro do pau dele. Uma enxurrada de memorias de nosso momentos arrebatadores do passado se fizeram presente – caramba que cheiro bom - Lambi seu comprimento.
“Cuidado, querida, não exagere nisso. Preciso ter certeza de que vou gozar dentro da sua buceta.”
“Quando ouvi ele dizer senti um pulsar forte dentro da minha xoxota. A ideia do meu pai gozando dentro de min era incrivelmente excitante.
Eu me levantei, fui até a cama e me inclinei de quatro. Olhei por cima do ombro e disse: “Então venha me comer. Arrombe a buceta da sua garotinha.”
Afundei meu rosto na cama, levante a bunda e abri um pouco as pernas e ele penetrou em mim, soltando o grunhido mais sexy que eu já tinha ouvido.
“Porra, porra, porra, sim!” Gritei quando o pau dele entrou na minha buceta. “Senti tanta falta desse pau em mim. Porra sim! É disso que eu me lembro. Me fode, me fode, papai!”
Ele me penetrou com mais força quando eu pedi. Caramba, eu estava no paraíso. “Sim, sim, oh sim! Ninguém me fode como você.”
Ele agarrou meu quadril e penetrou mais fundo. “Isso, aceite. Aceite o pau do papai como uma boa garota. Senti falta da sua xoxota. Porra você sempre foi gostosa filha. Eu mal posso esperar para te encher com minha porra. É isso que você quer, não é? Você quer que o papai encha sua buceta com minha porra?”
“Sim, por favor. Eu quero muito.Encha minha buceta com sua porra, é isso que eu quero.”
Ele estava penetrando com força agora, e eu podia sentir outro orgasmo se aproximando.
“Sim, a buceta da minha filha é minha. Diga para mi. De quem é essa buceta?
“Sua, papai. É a sua buceta. Por favor, papai goze dentro da sua garotinha.”
Ele grunhiu alto antes de me penetrar completamente. Ele gemeu enquanto despejava jatos de porra forte dentro de mim. Eu podia sentir seu paul pulsando. Eu também gozei sentindo o calor dos jatos de porra. Nós dois gritamos de prazer.
Eu desabei na cama. Vi meu reflexo no espelho. Consegui ver minha buceta arruinada e cheia com a porra do papai, e isso me fez muito feliz.
“Senti falta disso”, disse ele
“Foi incrível. Foi o melhor sexo que eu tive em anos. Você melhorou papai. Como vinho
“Não querida, você é que está mais gostosa. Vamos descansar um pouco. Ele se deitou comigo, me abraçou e nós dois adormecemos.
CONTINUA




