- “Eu disse a todos que você já foi embora de carona... então você não pode sair do meu quarto”
Depois daquele dia, sempre eu ia à casa dela, me encontrava com o amigo dela (agora meu né?), ou ele vinha aqui em casa, quando meu marido viajava.
Em uma Quinta-Feira (27/Dez/07 para ser exata), com meu marido viajando, meu ‘namorado’, que sempre elogiava minha filha de 19 anos, transava comigo fantasiando falando que minha filha estava ali nos olhando, e sabendo ser mentira, eu até gostava. Quando acabamos, ele conversou comigo e me disse que eu fui uma cadela sem vergonha na cama (e não era mentira), e que ele a queria. Achei ser brincadeira dele, e aceitei.
No quarto dia de Janeiro (uma Sexta-Feira, dia 04/01/08), quando eu estava com ele, minha filha chegou. Assustada, pedi para ele se esconder e ir embora, e ele me mandou convidá-la. Falei que não, mas ele não ‘arredou o pé’ do meu quarto. Ela entrou e o viu. Eu pedi pelo amor de Deus para ela não contar nada pra ninguém, e ele falando repetidamente:
- "Fala para ela..."
E claro que ela perguntou curiosa:
- “Falar o que mãe?” -
E eu chorando, falei:
- "Filha, ele é meu amante, e acha você linda...” - fiz uma pausa, tentando não falar, mas algo em mim fez eu continuar - “e ele me confidenciou querer transar com você"
Acreditem ou não, ela foi beijá-lo naquele momento, e depois sorriu e tirou toda a roupa ali mesmo.
Fiquei pasma e paralisada. Ele, de pé mesmo, puxou uma das coxas dela e disse que iria deixá-la vadia, como eu era. Ela respondeu, olhando para mim:
- “Você agora vai ser uma corna do seu amante... Aliás, do nosso amante... ou vou contar pro pai” - e ela sorriu.
Depois de já estar dentro dela, de pé, ele a carregou com ela sentada naquele membro delicioso dele, colocou ela na minha cama e a penetrou com mais firmeza. Me excitei, embora perplexa.
Então ela disse pra ele:
- “Me faça ser a mulher que o meu namorado não faz” - e vi meu amante, tornar minha própria filha uma mulher, na minha cama.
Depois dela insistir, pedindo para ele não parar, ele me fez chupá-la. Obedeci ainda que chorando (mas confesso que gostei). E depois mostrou para minha filha, a cadela que sou dele, me fazendo aguenta-lo no anal (o que meu marido nunca fez), e, mesmo no início achando que era errado e pecado, devo confessar que esse foi o sexo que melhor tive na minha vida (realmente amei). E ele até urinou em nós duas depois, no banho, nos batizando e dizendo que seríamos suas submissas.
E hoje, eu com 57 para 58 anos e minha filha casada com 38 para 39 anos, quase vinte anos depois, com muito amor e safadeza sem culpa, ainda somos suas propriedade de sexo e amantes.
