SOBREMESA DE CORNO

A noite estava quente, e o clima na academia era denso. Mas hoje, para mim, não era só sobre o treino. Hoje era sobre o look. Saí de casa às 19h, já decidida: ninguém ficaria à toa olhando.

Eu não vestia lingerie, eu vestia uma declaração de guerra.

Na minha cabeça, um top transparente, de tule preto, fino como uma pena, que deixava os bicos dos meus seios perfeitamente visíveis, como pedras preciosas sob uma lâmpada de neon. Não tinha sutiã. Nada para esconder. A roupa era tão leve que, com o vento da rua, eu sabia que tudo ficaria exposto para qualquer um no elevador, na rua, no estacionamento.

E a parte de baixo? Ah, a parte de baixo era a cereja do bolo. Uma calcinha fio dental, de couro preto fosco, tão pequena que mal cobria a buceta. Mas não era só o couro. Na frente estampado em letras douradas GOZA DENTRO O CORNO GOSTA, e brilhando na minha bunda estava escrito: PUTA DE CORNO.

Por cima disso uma mini saia branca, bem transparente também, qualquer um que olhasse bem conseguia ver a calcinha.

Eu sabia que quem olhasse, veria. Eu sabia que todo mundo saberia que eu era de um corno. E eu sabia que eu gostava disso.

Cheguei no bar da esquina, onde combinava com meu parceiro da noite. Ele estava lá, esperando, com os olhos arregalados. Ele é alto, moreno, um homem que come como um leão. Me viu entrar.

O top transparente deixou os bicos saltados, e a calcinha com a frase PUTA DE CORNO exposta para o bar inteiro. O garçom derrubou uma taça. O amigo dele no balcão engasgou com a cerveja. Eu sorri, deixei o bico de um peito roçar no braço dele e disse:

— Cheguei cedo. Pra você não ter que esperar.

Ele riu, um sorriso predador, e disse:

— Nossa, Dona, você tá se expondo demais. Todo mundo vai te ver.

— Eu quero que todos vejam, amor. Quero que todos saibam que sou a porra de uma puta de corno. Que eu pertenço a um homem que tem o prazer mais grande do mundo: me limpar.

Ele não disse mais nada. Pegou minha mão, me guiou até um camarote reservado. Lá, a gente começou. Eu, de top transparente, calcinha fio dental e mini saia branca, e ele, me devorando.

A gente se pegou no camarote, mas ele não parou. Ele quis me ver em ação. Me tirou do topo, me levou até o chão. A calcinha com a frase PUTA DE CORNO agora estava virada para cima, exposta para o chão, enquanto ele me fodia de quatro. Eu gemia alto, gritando, pedindo mais. O som ecoava pelas paredes.

— Mais! Me fode mais! — eu gritava, com o rosto corado, o top transparente colado no suor, os bicos visíveis para quem quisesse ver.

Ele gozou dentro de mim. Quatro Jatos. Quatro jatos ele gozou. E eu, sempre, sempre, sempre com a calcinha PUTA DE CORNO na minha frente, sentia cada jato de leite entrando. Eu estava cheia. Cheia de porra. E eu estava feliz.

Quando ele saiu, eu estava encharcada. O leite escorria pelas minhas coxas, pingava no chão. Eu olhei para a calcinha, para a frase PUTA DE CORNO, e ri.

— Olha só, eu tô cheia de porra. E o meu corno vai adorar.

Saí do bar, ainda com o top transparente, a mini saia branca, e o leite escorrendo pelas minhas pernas. Caminhei até o carro, com o olhar de quem sabe que vai chegar em casa.

No carro, eu olhei para o meu celular. Tinha uma mensagem da minha amiga, a Carol.

— Oi, Dona! Vi a foto no Instagram. Você esta demais amiga, só cuidado com essa calcinha com essa frase! Você tá se expondo demais! — ela escreveu.

Eu ri. Respondo:
— Carol, eu gosto. É minha marca. E amanhã, quero ver o que ele vai fazer.

Cheguei em casa, às 22h. O portão abriu. O carro estacionou. Eu desci, e a sobremesa do meu corninho escorrendo pelas minhas coxas.

O corno estava na porta. Ele estava de cinto de castidade. Só com o cinto de metal, brilhando na lua. Ele olhou para mim. Para o meu top transparente, para a minha minha saia transparente, e só conseguia ver a frase GOZA DENTRO O CORNO GOSTA, e depois para o leite escorrendo. Ele não disse nada. Ele só abaixou a cabeça, e abriu os braços.

— Eu cheguei. — eu disse, com um sorriso malandro.

Ele não perguntou. Ele não precisava. Ele sabia.

Eu caminhei até ele. O leite escorria, pingando no chão. Eu parei na frente dele.

— Abre a boca.

Ele abriu. Eu me abaixei, de cócoras, sentada no chão, virada para baixo. A calcinha agora estava no chão, exposta, enquanto eu esfregava a buceta na boca dele.

— Lambe. Lambe tudo. Saboreie a sua sobremesa. Não deixa sobrar nada.

Ele lambeu. Devagar. Fundo. Engoliu. Eu sentia o leite escorrendo, e ele lambeu tudo. Tudo. Cada gota. Cada gotinha de prazer.

— Gostou? — eu perguntei, com a voz rouca.

— Gostei.

— Gosta de quê?

— Gosto de limpar a sua buceta cheia de porra.

— Fala mais alto.

— GOSTO DE LIMPAR A SUA BUCETA CHEIA DE PORRA!

Eu ri. E ele lambeu de novo. Mais fundo. Mais forte.

— ISSO CORNINHO LAMBE, LAMBE MAIS, LIMPA TODINHA A SUA SOBREMESA, LIMPA ESSA BUCETINHA DE PUTA DE CORNO, LIMPA ESSA BUCETA CARALHO QUE É DISSO QUE VOCE GOSTA SEU MANSO FROUXO DO CARALHOOOOOOOOOOOOO.

e eu gozei novamente com ele limpando minha buceta

Nesse prazer absurdo eu olhei para baixo e eu sentia ele gozando. Sim, ele gozava. Ele gozava enquanto limpava. Ele gozava enquanto lambia o leite do meu amante. Ele gozava enquanto eu estava ali, sentada na cara dele, esfregando a minha buceta toda arrombada e gozada na boca dele.

Goza, corno. — eu disse. — Goza enquanto limpa. Goza enquanto eu sou sua puta de corno.

Ele foi gozando. Gozando no chão. Gozando na minha buceta. Gozando enquanto eu sentava no chão, com a calcinha PUTA DE CORNO exposta, e o leite escorrendo pelas minhas coxas.

Quando ele terminou, eu levantei. Limpa. Limpa. Limpa. E eu disse:

— Acabou.

Ele assentiu. Ele sabia. Ele sabia que eu ia voltar. E ele sabia que eu ia trazer mais.

— Amanhã, — eu disse, com um sorriso, — vou trazer mais. E você vai limpar. E você vai gozar. E você vai amar.

Ele assentiu. Ele sabia.

E eu? Eu sabia. Eu sabia que eu era a puta de corno mais feliz do mundo. E eu sabia que meu corno era o homem mais feliz do mundo. e eu sabia que eu amava esse homem mais que tudo na terra.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
SOBREMESA DE CORNO

Codigo do conto:
275624

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
26/10/2026

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