Fui pelada no Shopping... E depois fui trabalhar.

A primeira coisa que fiz naquela tarde foi olhar para a porta. Eu estava diante de uma decisão que fazia o mundo inteiro parecer diferente. Olhei para as roupas sobre a cama, mas meu desejo era outro. Eu queria a nudez, mas queria brincar com a fronteira do visível.
Peguei as canetas hidrográficas. Tinta hipoalergênica, perfeita para a pele, sem textura, que não saía com água. Desenhei com precisão: uma bermuda azul claro contornando meus quadris e a curva da minha bunda, e uma blusa lilás cobrindo apenas o essencial dos meus seios. Olhei-me no espelho.
Enquanto observava o resultado, tentei sustentar aquela ideia ridícula de que estava vestida. Mas bastava olhar por alguns segundos para perceber o absurdo. Que absurdo colossal! Não havia tecido, costura ou proteção. Havia apenas tinta sobre a minha pele. Eu sabia que qualquer pessoa que olhasse perceberia.
As únicas peças reais que eu usava eram minhas meias, meus tênis e meus óculos de grau. Eu estava completamente pelada, mas "vestida" de tinta. E a verdade era que a ilusão não era cruel; ela era inexistente. Nem mesmo de longe dava para esconder o fato de que eu estava pelada. Minhas tetas e minha bunda balançando a cada passo eram gritantes, movimentos carnais e pesados que nenhuma pintura conseguiria mascarar. Meus bicos estavam duros e enrugados, saltando através do lilás, e minha buceta, brilhando de lubrificação, estava completamente pelada, pois a tinta não pegara na pele úmida.
Com o coração saindo pela boca, fui ao shopping. Caminhar por aquele ambiente climatizado era como caminhar sobre brasas.
Quando cheguei diante da primeira loja de roupas, eu travei.
Fiquei ali, parada na vitrine, sentindo uma vergonha extremamente violenta. Era uma sensação física, um aperto no peito que quase me impedia de respirar. Eu olhava para dentro da loja e via as pessoas, os espelhos, a luz forte. A consciência da minha nudez absurda me atingiu com força total: eu estava prestes a entrar em um estabelecimento comercial completamente pelada, com apenas uns riscos de canetinha no corpo. A ideia era tão impossível, tão degradante, que meus joelhos tremeram.
"Você não pode fazer isso", minha mente gritava. "É loucura! Você vai ser presa, vai ser humilhada!". Eu sentia o vento do corredor bater na minha bunda pelada, e a vulnerabilidade era tanta que eu quase dei meia-volta. Mas foi justamente esse terror, essa barreira moral sendo esmagada pela vergonha, que transformou meu medo em um tesão líquido e devastador.
Eu não queria apenas entrar; eu queria testar o limite do absurdo.
Respirei fundo, ajeitei os óculos de grau para manter aquela fachada de inocência e, com uma coragem que beirava a insanidade, cruzei a porta.
Enquanto caminhava entre as araras, tive uma percepção quase desesperadora: eu estava tentando transformar minha nudez em uma conversa sobre moda. Que encenação ridícula! Eu sabia que não vestia nada. Mas eu queria que ele soubesse. Queria que ele visse o absurdo.
Aproximei-me do vendedor, minha respiração curta, e pedi, com a voz trêmula:
— Você teria modelos de roupas iguais a estas que estou usando?
O pedido foi o gatilho. O vendedor franziu a testa e olhou mais atentamente. Ele viu as cores, mas percebeu a ausência de costuras, a falta de tecido. Ele ficou em choque, mas não houve hesitação ou medo nos olhos dele. Houve audácia. Ele percebeu que a única pessoa em risco ali era eu, e isso deu a ele um poder absoluto.
— Eu... eu não sei dizer qual é o tecido — ele disse, com um sorriso cínico, a voz carregada de malícia.
Eu segurei a mão dele, guiando-a até minhas coxas e barriga. Quando ele sentiu a pele pelada sob o azul da "bermuda", me puxou para o centro do salão, bem diante de um espelho enorme onde qualquer cliente poderia nos ver.
— Que tecido interessante esse seu, senhorita — sussurrou no meu ouvido, enquanto outro vendedor, igualmente audacioso, se aproximava por trás.
Ali, em pleno centro da loja, sob as luzes fortes e a vista de todos, eu fui masturbada por dois homens simultaneamente. Eles me mantinham exposta, forçando-me a olhar nos olhos de cada um que passava e me observava, expondo a imagem da minha própria indecência: a mulher de óculos, "vestida" de tinta, sendo possuída no meio de uma loja de roupas reais.
O contraste entre a minha vergonha violenta e a audácia deles me fez gozar em um grito descontrolado, sentindo minha buceta pulsar contra as mãos que sabiam que eu não tinha onde me esconder.
Saindo da loja, ainda tremendo, procurei o cinema. No corredor, notei um homem encostado na parede. Passei por ele lentamente, rebolando, deixando que a luz revelasse minha bunda e tetas balançando soltas.
Ele era mais audacioso do que eu jamais imaginei. Ele me segurou pelo braço e me empurrou contra uma parede branca, extremamente iluminada, bem no meio do fluxo de pessoas que passavam a caminho das salas.
— Que porra é essa? Você está peladona? Essa roupa é desenhada com canetas? — ele riu, a voz alta, quase desafiando quem estivesse passando a olhar.
Ele não esperou resposta. Com mãos atrevidas e possessivas, ele abriu minhas pernas bem ali, sob a luz forte do corredor, e enterrou dois dedos na minha buceta encharcada. O prazer de ser descoberta em um lugar tão iluminado e público, onde todo mundo estava vendo e percebendo que eu era apenas uma peladona pintada com tinta de caneta, me levou ao delírio. Eu me agarrei aos ombros dele, sentindo cada estocada de seus dedos, minhas tetas a minha bunda balançando, enquanto as pessoas passavam ao lado, e gozei novamente, sentindo-me a criatura mais imoral daquele shopping.
Eu mal acabei de gozar e já fui para a praça de alimentação, deixando o homem paralisado por ter sido a vítima da minha loucura.
Lá, sentei-me em uma mesa alta, com as pernas bem abertas, expondo a falha de pintura da bermuda azul onde a lubrificação impediu a tinta de pegar. Um grupo de homens não conseguia parar de olhar. Eu sorri e deslizei a mão pela bermuda inexistente, massageando meu clitóris bem na frente deles, fingindo ajeitar um zíper que não existia.
Um deles se levantou e veio até mim. Sua mão desceu rapidamente para baixo da mesa, encontrando minha buceta molhadinha. Enquanto ele me masturbava com força sob a mesa, outros dois se aproximaram por cima. Sem qualquer receio, eles tocaram os "botões" da minha blusa inexistente — meus bicos rígidos e enrugados. As pontas dos dedos deles circulando os bicos das minhas tetas, enquanto eu tentava manter uma conversa casual com os óculos de grau, me levaram à loucura.
Todo mundo me vendo pelada, e a audácia daqueles homens que não tinham medo de me expor, me fez ter o orgasmo mais intenso daquela tarde. Eu quase caí da cadeira, tremendo, enquanto eles sorriam vitoriosos por terem desvendado e feito a mulher "vestida" de lilás e azul gozar na mão deles.
A cena era tão absurdamente fora da lógica que, em certo momento, eu parei de processar o que estava fazendo e comecei a processar o que não estava acontecendo.
Eu estava ali, no meio do shopping, com a minha buceta exposta, os bicos das tetas duros e enrugados que não consegui colorir com a caneta, pelo fato da cor de meus bicos destacar muito, e a minha bunda nua balançando a cada passo. E, no entanto, ninguém me expulsava. Nenhum segurança me abordava. Nenhum gerente de loja vinha me dizer para eu sair. Ninguém me agredia. Ninguém me xingava. Ninguém me puxava pela roupa — porque não havia roupa para puxar.
E isso me confundiu.
Eu esperava o caos. Esperava os gritos, os dedos apontando, os celulares saindo dos bolsos, a multidão se formando ao meu redor. Esperava ser tratada como a louca que eu era. Mas o que eu vi foi algo muito mais estranho: indiferença seletiva. As pessoas me viam, mas não reagem. Elas olhavam, processavam, e depois... seguiam a vida. Como se eu fosse uma instalação de arte em um corredor. Como se a minha nudez pintada fosse tão absurda que o cérebro delas simplesmente recusava a realidade e me classificava como "aquela mulher estranha que passa despercebida".
Pensei: “acho que elas nem estão acreditando no que estão vendo.”
Achei que era isso: A minha cena era tão fora dos parâmetros do possível que o cérebro delas não conseguia me integrar à narrativa do dia. "Ah, é uma modelo fazendo um ensaio." "Ah, é uma performance." "Ah, é uma mulher com uma roupa estranha." Elas me recategorizavam. E essa recategorização automática era o que me fazia sentir mais exposta do que qualquer grito teria feito. Porque, se elas tivessem gritado, eu teria uma reação. Teria um inimigo, uma plateia, um público. Mas, ao me recategorizarem em silêncio, elas me deixaram sozinha com o meu próprio absurdo.
E o mais cruel: eu sabia que, se eu tentasse falar, se eu tentasse explicar, se eu tentasse pedir que alguém me ajudasse a me vestir, a minha narrativa cairia. Porque a minha "roupa" era a prova da minha loucura. Eu não podia pedir ajuda porque, na minha cabeça, eu já estava vestida. E se eu admitisse que estava pelada, eu teria que admitir que tinha passado a tarde inteira me masturbando na frente de vendedores, me deixando ser tocada por estranhos, e gozando no meio de um shopping. E essa confissão era tão absurda que eu nem conseguia formulá-la.
Então eu continuei andando. E o silêncio ao meu redor era mais ensurdecedor do que qualquer grito teria sido.
Quando finalmente voltei para casa, o arrependimento veio como uma onda. Eu havia destruído todas as minhas barreiras morais e físicas. Eu tinha sido a única vulnerável naquela tarde, enquanto os homens usavam minha nudez como seu playground.
Tirei tudo o que era real e fui direto para o banho. Debaixo do chuveiro, vi as cores azul e lilás resistirem — afinal, a tinta não saía com água. Sorri. A boa notícia é que, depois do banho, eu nem precisaria me vestir para a próxima aventura. Era só calçar meias, calçados e meu par de óculos, e já estaria “vestida” novamente, pronta para sair para outros lugares kkkkkkkkkkk.
Ao olhar para o espelho, vi meus olhos brilhando por trás dos óculos. Eu havia transformado meu corpo em uma tela de pecado e usado o mundo como palco. A tarde havia terminado, mas a memória de cada toque audacioso e de cada gozo público estava agora tatuada na minha mente.
A tinta ainda estava lá.
Eu estava de pé diante do espelho do banheiro. Desta vez ao invés de meias curtas, calcei minhas meias 7/8 e sapatos sociais. Olhei para baixo. A "bermuda" azul claro contornava meus quadris com uma precisão quase cirúrgica, mas a curva da minha bunda estava pelada, a pele brilhando sob a luz fluorescente do banheiro. A "blusa" lilás cobria apenas a base das minhas tetas, e a tinta não pegou nos meus bicos, duros e enrugados, pois a textura diferente da textura da pele, não deixava a tinta aparecer. E a buceta... a buceta estava completamente exposta, a lubrificação ainda marcando a falha da pintura onde a tinta não tinha pegado.
"Você é uma louca", eu disse para o meu reflexo. A minha voz saiu trêmula. "Você vai chegar no escritório vestida de canetinha."
O absurdo era tão denso que eu ria sem parar. Não era uma camiseta larga que não encostava na pele. Não era a ilusão de um shorts invisível. Era tinta. Riscos de cor sobre a minha pele. Se alguém passasse a mão, não haveria tecido. Haveria a sensação da minha pele, da minha buceta molhada, da minha bunda pelada. E alguém olhando, mesmo de longe, veria a ausência de costura, a falta de textura, a realidade da minha carne pintada. Era um desenho muito mal feito e transparente.
Mas eu calcei meus sapatos. Ajustei os óculos de grau. E saí.
O ar da rua bateu em mim e eu senti cada grau de temperatura na minha pele. O vento, que no shopping era apenas um detalhe, aqui, na rua, era uma agressão. Ele entrava na minha buceta com uma insistência gelada. Porque eu estava molhada. A lubrificação tornava a pele mais condutora, e o ar frio não apenas tocava a minha buceta; ele entrava. Uma sensação de geladinho úmido que subia pelo meu clitóris e me fazia arrepiar. As minhas tetas balançavam a cada passo, os bicos duros e enrugados batendo uns contra os outros, e a tinta lilás não fazia nada além de mudar a cor da minha vergonha. A minha bunda pelada, contornada pelo azul da "bermuda", balançava com um peso carnal que nenhuma pintura conseguia esconder.
Finalmente cheguei no quarteirão do prédio da empresa. E a indecisão me paralisou.
"Não entra", a minha mente dizia. "Volta. Anda de volta para casa. Pega uma jaqueta. Pega um casaco. Pega qualquer coisa."
Mas eu sabia que, se eu voltasse, a ilusão da tinta ia se desfazer na minha cabeça. Eu ia começar a rir de mim mesma. E o tesão que estava me sustentando, aquele tesão de vergonha e absurdo era violento. Eu precisava entrar. Eu precisava ver o que aconteceria quando eu cruzasse aquela porta com a minha nudez pintada.
Então eu entrei.
O lobby do prédio era frio. O ar condicionado batia na minha buceta e eu senti o geladinho de novo, mais forte, mais insuportável. As minhas pernas tremeram, mas não de frio. De tesão. Eu ajustei os óculos de grau, tentando manter a fachada de inocência, e caminhei em direção ao elevador.
Eu tentava andar normalmente, mas o tesão fazia eu andar me contorcendo toda, igual a uma puta de rua.
O elevador subiu. Eu estava sozinha. O espelho lateral do elevador me mostrou a minha imagem: a mulher de óculos, meias 7/8, saltos, e uma "roupa" desenhada com canetinha. Os bicos das minhas tetas estavam mais duros do que nunca, e a minha buceta brilhava sob a luz fluorescente do elevador. Eu vi a minha bunda pelada, a curva exposta, e o meu estômago embrulhou.
"Você está fazendo uma loucura", eu pensei. "Isso é o fim da sua carreira. Isso é o fim da sua vida social."
Mas o elevador parou. A porta se abriu.
E lá estavam todos.
Meu escritório. Vinte e três homens. Todos entre 25 e 45 anos. Todos totalmente vestidos. Camisas sociais, gravatas, calças de alfaiataria, sapatos de couro. O cheiro de café e de desodorante masculino me atingiu como uma onda.
E eu estava peladona. Pintada de canetinha. Uma pintura absurdamente mal feita.
O silêncio que se seguiu não foi um silêncio de choque. Foi um silêncio de processamento. Vinte e três cérebros tentando classificar o que estavam vendo. A mulher de óculos. A mulher com meias 7/8 e saltos. E a "roupa" que não era roupa.
Caminhei pelo corredor. O ar condicionado do escritório era mais forte que o do lobby. E o vento na minha buceta agora era constante. Cada passo que eu dava, o ar frio entrava na minha buceta molhada, e eu sentia o geladinho se espalhando, me fazendo arrepiar. As minhas tetas balançavam, os bicos duros e enrugados batendo, e a tinta lilás não fazia nada além de tornar a minha nudez mais absurda. A minha bunda pelada, contornada pelo azul, balançava a cada passo, e eu sentia os olhos dos vinte e três homens seguindo a minha curva.
Tentei arriscar um “bom dia” a todos, mas o que saiu foi um gemido pornográfico.
Sentei em minha cadeira. A cadeira de rodinhas girou, e eu senti o ar do ar condicionado entrando na minha buceta de novo. O geladinho. A minha buceta molhada. A minha bunda pelada. Os bicos das minhas tetas duros e enrugados.
E então, o primeiro homem falou.
— Bom dia — ele disse. A voz era calma. Profissional. Mas os olhos dele estavam fixos na minha buceta. — Gostei da sua... roupa... nova?...
Eu sorri. Tentei manter a fachada. Ajustei os óculos de grau.
— Aaiii, que vergohaaa, você percebeu tudooo???— respondi, gemendo e ofegando.
O silêncio voltou. Mas agora, era um silêncio de curiosidade. Vinte e três homens, em um escritório, olhando para a única mulher do lugar, que estava peladona só de salto, meias 7/8 e óculos, com uma roupa desenhada com canetinha. E o absurdo era tão denso, tão impossível, tão degradante, que o meu tesão subiu como uma onda.
Eu estava ali. No meu escritório. No meu trabalho. Vestida de tinta. E o ar condicionado do escritório estava me masturbando com o geladinho da sua brisa.
O silêncio durou mais dois segundos. Depois, o primeiro homem — o que tinha comentado sobre minha roupa — deu um passo à frente. Os outros vinte e dois acompanharam o movimento, como se fosse um reflexo condicionado. Não vieram todos de uma vez, mas o suficiente para que eu sentisse o círculo se fechar ao redor da minha cadeira.
Eu estava sentada de pernas ligeiramente abertas, a buceta totalmente exposta, o ar condicionado batendo direto nela, geladinho, e o tesão escorrendo até a borda da cadeira. Meus bicos estavam duríssimos, enrugados, saltando por cima da linha lilás mal traçada que fingia ser uma blusa. Cada vez que o ar batia, eu tremia. Não de frio. De excitação.
Minha mão direita desceu sozinha. Não foi uma decisão consciente — foi o corpo tomando conta. Levei os dedos até a entrada da minha buceta, senti o calor e a umidade, e molhei a ponta dos dedos na minha buceta. Estava encharcada. A tinta da "bermuda" tinha falhado completamente ali — só havia pele, buceta exposta, e líquido.
Levei os dedos molhados até o bico esquerdo da minha teta. O contato da minha própria lubrificação com o bico endurecido, me fez soltar um gemido que ecoou pelo escritório inteiro. Não consegui disfarçar. Comecei a circular o bico devagar, sentindo a umidade espalhar, sentindo o toque escorregadio e quente contra a pele fria pelo ar condicionado.
— Que?.. o que você está fazendo? — um dos homens perguntou, a voz rouca, os olhos fixos na minha mão.
— Ajustando... minha roupa... — eu respondi, a voz saindo trêmula, arrastada, quase um sussurro pornográfico. — A roupa... preciso... ajeitar...
Ninguém acreditou que aquilo era minha roupa. Eu sabia que ninguém acreditaria. E eu não queria que acreditassem.
O círculo se fechou mais. Três homens se agacharam para ver melhor. Um deles — de camisa azul e gravata bordô — inclinou a cabeça, os olhos percorrendo do meu rosto até a minha buceta, parando ali.

— Isso é... sua buceta? — ele perguntou, apontando vagamente para a região entre minhas pernas.
— É... uma bermuda... social... — Gemi, circulando o bico direito agora, os dedos ainda molhados do meu tesão. — Gostou?...
Meus quadris se moveram sozinhos. Senti uma contração involuntária, minha buceta apertando o vazio, sentindo os olhares como se fossem um toque, que não estava ali. O ar condicionado entrou de novo, gelado, e eu senti cada gota do meu lubrificante escorrer pela pele interna da coxa. Tremi. Estava à beira de gozar. Só com os toques nos meus bicos, só com o constrangimento de ter vinte e três pares de olhos fixos em mim.
Um homem mais jovem — vinte e poucos, cabelo curtinho, camisa branca impecável — deu mais um passo e estendeu a mão. Parou a centímetros do meu joelho.
— Posso... sentir o tecido? — ele perguntou, e a voz dele tremeu também.
Eu não respondi. Abri mais as pernas. O gesto foi explícito, obsceno, inegável. Afastei os lábios da minha buceta com as mãos. Não havia tecido. Não havia roupa. Havia uma mulher pelada, sentada numa cadeira de escritório, arreganhando a buceta na frente de vinte e três colegas vestidos de terno e gravata.
Os dedos dele encontraram pele. Só pele. Pele molhada. Encharcada. Nada de tecido, nada de roupa, nada de ilusão. Ele olhou para mim, os olhos arregalados.
— Você está... pelada... — ele disse, baixo, como se estivesse descobrindo um segredo que todo mundo já sabia.
— Estou... vestida... — eu gemi, apertando o bico da minha teta entre o polegar e o indicador, uma pontada de prazer que me fez arquear as costas. — Olha bem para a minha roupa...
O homem que tinha falado primeiro se aproximou mais. Ele se agachou ao lado da cadeira, o rosto a poucos centímetros da minha buceta. Eu senti a respiração dele — quente, irregular — substituindo o frio do ar condicionado por um segundo. Meu corpo reagiu com um espasmo, minha buceta chegou a escorrer.
— Isso não é roupa — ele disse, calmo, os olhos fixos na minha buceta aberta e molhada. — Isso é você pelada com roupas desenhadas pelo corpo.
Eu não respondi. Continuei circulando meus bicos, alternando entre direito e esquerdo, os dedos escorregadios do meu próprio líquido. Meus quadris balançavam na cadeira, que girou levemente com o movimento, me expondo ainda mais para o outro lado do círculo. Mais olhos. Mais rostos. Mais homens percebendo, um por um, que eu estava completamente pelada.
— Ela está batendo siririca — alguém disse ao fundo, a voz baixa, quase incrédula.
— Ela está gozando — outro corrigiu.
Eu estava. Estava gozando. O orgasmo subiu devagar, começando na base da minha barriga, se espalhando pelas coxas, fazendo meus bicos pulsarem sob meus próprios dedos. Apertei as pernas uma contra a outra, depois abri de novo, o movimento instintivo e descontrolado. A cadeira girou mais alguns graus. O ar condicionado bateu na minha bunda agora, gelado na pele suada, e isso me fez gemer mais alto.
— Aaahhiiii... meu Deus... — Gemi. A voz completamente pornográfica, sem nenhum filtro, sem nenhuma tentativa de disfarçar. — Que vergonhaaa...
Ninguém se moveu para me ajudar. Ninguém se moveu para me parar. Vinte e três homens ficaram ali, assistindo, enquanto eu gozava na minha cadeira de escritório, pelada de canetinha, os dedos apertando meus bicos, minha buceta pulsando e escorrendo, fazendo barulhinho de siririca encharcada, o ar com cheiro de sexo, o corpo inteiro tremendo.
Quando o orgasmo passou, todos ainda estavam olhando. O homem agachado ao meu lado tinha os dedos ainda na minha buceta. O jovem de camisa branca estava de pé, a respiração pesada, o olhar curioso.
E tem um detalhe nos dedos deles que me faz perder a cabeça.
Não é a mão em si que me excita. É o fato de serem dedos de homem de escritório. Dedos que passaram a manhã inteira digitando planilhas, que seguraram a caneca de café, que ajustaram a gravata, que roscaram o celular. São dedos inocentes. Dedos que não conhecem o prazer. Que não têm a capacidade de gozar, de arder, de pulsar. São ferramentas. Extensões neutras do corpo deles.
E é aí que a minha carne entra em cena.
A minha buceta, encharcada, gruda nos dedos dele. A minha lubrificação contamina a mão que estava limpa, profissional, "de terno". O meu líquido escorre pelos nós dos dedos dele, e eu sinto a textura dele tentando, sem sucesso, manter o controle do toque enquanto a minha umidade o derrota. Meus bicos, duros e enrugados, pressionam contra a ponta dos dedos dele. A minha textura áspera e firme marca a pele lisa e suave dos dedos. Eu estou usando o meu corpo para transformar a mão dele em uma extensão do meu prazer. Ele está tocando mim, mas a minha carne está tocando de volta de uma forma que o dedo dele não esperava.
E a assimetria é o que me faz gozar mais forte.
Eu estou sentindo o prazer na minha carne. A minha buceta está pulsando, contraindo, escorrendo. Sinto cócegas nos meus bicos, que estão sensíveis, confessando o tesão aos donos dos dedos. Mas os dedos dele? Eles estão sentindo a textura. Estão sentindo a umidade, a temperatura, a firmeza dos meus bicos, a minha buceta molhadinha. Mas eles não estão sentindo o prazer. Não estão gozando. Não estão em euforia. Estão em estado de observação tátil. Estão registrando a intensidade do que estão tocando.
E isso me faz sentir uma dominação silenciosa que é quase insuportável de tão boa.

A minha carne está dominando a experiência. Os dedos dele estão passivos, apenas sentindo o que a minha pele lhes oferece. Eu estou gozando, e eles estão apenas tocando. A minha buceta está pulsando contra a neutralidade dos dedos dele, e a diferença entre a minha intensidade e a passividade dos dedos é o que me faz sentir a vergonha mais forte. Porque eu sei que eles estão percebendo a diferença. Estão sentindo a minha buceta apertar, a minha lubrificação escorrer, os meus bicos endurecer ainda mais. E eles sabem que, se continuarem tocando, vão me fazer gozar de novo. Mas eles não vão gozar comigo. Vão apenas sentir minha buceta, pulsando, por estar gozando nos dedos deles.
E é isso que me faz sentir tão exposta. Não é a nudez. É a assimetria. A minha carne está em guerra com a neutralidade dos dedos deles, e eu sou o campo de batalha.
Ajustei os óculos. Sorri. A vergonha ainda estava ali, quente, pesada, deliciosa, misturada com o tesão que não tinha passado — só aumentado.
— Bom dia — eu disse, a voz ainda trêmula, ainda gemendo. — Podemos... começar a reunião?
A reunião que era para ser sobre finanças, acabou se tornando uma reunião a respeito de minha demissão.
A reunião de RH foi rápida e brutal.
O gerente de recursos humanos, um homem de calva impecável e gravata vermelha, não levantou os olhos da minha ficha. Ele falava sobre "conduta inapropriada" e "violação do dress code", mas eu sabia que ele estava olhando para a minha buceta toda vez que a minha coxa se movia sob a mesa. A tinta azul da "bermuda" não escondia a minha buceta, e a tinta lilás da "blusa" não escondia os bicos duros e enrugados das minhas tetas.
— Seu contrato será encerrado imediatamente — ele disse. — O segurança vai te acompanhar até a saída.
Eu assenti. O meu estômago estava embrulhado, mas o meu tesão estava em ebulição. A irreversibilidade já havia chegado. Eu não tinha mais um emprego. Não tinha mais uma carreira. Eu tinha apenas a minha pele pintada, as minhas meias 7/8, os meus saltos e os meus óculos de grau.
O segurança, um homem alto, de farda preta e fones de ouvido, me conduziu pelo corredor. Os vinte e três homens do escritório pararam o que estavam fazendo. Alguns riram. Outros apenas olharam, fixos, hipnotizados. A minha bunda pelada, contornada pelo azul, balançava a cada passo, e o ar condicionado do corredor batia na minha buceta molhada, me fazendo arrepiar.
— Vamos — ele disse. A voz era monótona. Profissional.
Caminhei de mãos dadas com ele. O contraste era vergonhosamente absurdo: Ele totalmente vestido, eu peladona…
A porta de vidro do prédio se abriu. O ar da rua, quente e úmido, bateu em mim. O cheiro de trânsito, de esgoto, de comida de rua. O mundo real.
O segurança me levou até a calçada. Parou. E soltou a minha mão.
— Boa sorte — ele disse.
E voltou para o lobby. Eu fiquei ali, sozinha, no meio da calçada. O horário de pico. As ruas estavam lotadas. Pessoas apressadas, bicicletas, motos, ônibus, táxis. O ruído da cidade me envolvia como uma onda.
E eu lá, peladona. Vestida apenas com uma roupa desenhada por canetinhas.
O absurdo atingiu o pico. Eu olhei para as pessoas passando. Homens de terno, mulheres de saia lápis, estudantes de mochila. Todos totalmente vestidos. Todos normais. E eu, a mulher de óculos, meias, tênis e uma "roupa" de canetinha.
O primeiro olhar veio de uma mulher de terno cinza. Ela parou. Franziu a testa. Olhou para a minha "blusa" lilás. Para os meus bicos duros e enrugados. Para a minha buceta pelada, brilhando de lubrificação. Ela não riu. Não gritou. Apenas virou o rosto, como se tivesse visto um acidente de trânsito.
O segundo olhar veio de um homem de moto. Ele parou o motor. Quase caiu. Olhou para a minha bunda pelada. Para a curva exposta. Para a tinta azul que não era bermuda. Ele sorriu. Um sorriso cínico, de quem viu algo absurdo demais para ser real.
Outro olhar veio de um homem. Deveria ter uns 40 anos de idade. Ele estava com amigos, e apontou para mim.
— Olhem, aquela safada está completamente pelada!
A frase ficou na minha cabeça. Aquela safada... pelada.
E foi aí que a vergonha, a culpa e o arrependimento me atingiram. Não como um peso. Como um combustível.
A vergonha me fez sentir cada gota de suor na minha pele. Cada arrepio nas minhas tetas. Cada pulsação na minha buceta. A culpa me fez pensar em todos os homens me vendo pelada. O gerente de RH. Os vinte e três colegas. O segurança. A mulher de terno cinza. O homem de moto. O home de 40 anos. O arrependimento me fez querer correr para casa, pedir emprestado uma jaqueta, me esconder, desaparecer.
Mas eu não pude. Porque a tinta não saía com água. E eu não tinha jaqueta. Não tinha bolsa. Não tinha nada.
Então eu comecei a andar.
O caminho para casa era longo. E cada passo era uma exibição.
O vento da rua batia na minha buceta molhada, e o geladinho entrava, me fazendo arrepiar. As minhas tetas balançavam, os bicos duros e enrugados batendo uns contra os outros. A minha bunda pelada, contornada pelo azul, balançava a cada passo, e eu sentia os olhos das pessoas seguindo a minha curva.
Passei a tarde inteira tentando entender por que a tinta me faz sentir tão exposta. Não é a nudez em si — eu já estava pelada. É a tinta. E, quanto mais eu pensava, mais percebia que o que me fazia sentir tão vulnerável não era o fato de estar pelada, mas o fato de estar pelada com uma roupa desenhada.
É como se o meu cérebro estivesse tentando resolver um enigma que não tem solução. Quando alguém me olhava, eu via o olhar deles processar: "Isso parece uma bermuda, mas não é uma bermuda". E esse "mas" era o que me destruía. A nudez pura é um fato. A tinta é uma mentira óbvia. E a vergonha de estar mentindo de uma forma tão ridícula, tão impossível de sustentar, era muito mais intensa do que a vergonha de simplesmente estar pelada.
Eu percebi que a tinta me prendia em uma armadilha. Se eu estivesse totalmente pelada, eu poderia puxar uma bolsa, pegar uma jaqueta, me cobrir. Haveria uma saída. Mas com a tinta, não havia saída. Eu não podia "tirar" a roupa, porque a roupa não existia. Eu não podia "ajustar" a bermuda, porque ela era pele. Eu estava presa na minha própria ilusão, e a ilusão estava sendo desmascarada em tempo real por cada olhar, cada toque, cada comentário. E essa irreversibilidade era o que me fazia sentir tão exposta.
E as pessoas... elas não estavam excitadas como eu estava. O que elas tinham era curiosidade. E essa curiosidade era uma forma de aceitarem o meu desafio, que eu não esperava. Elas queriam saber. Queriam tocar para confirmar que não havia tecido. Queriam olhar de perto para ver a falha da pintura. Queriam entender o "truque". E eu percebi que a minha nudez tinha virado um objeto de estudo. Eu não era mais uma mulher pelada; eu era um fenômeno. E a minha buceta, as minhas tetas e a minha bunda não estavam apenas expostas; elas estavam sendo interpretadas. A tinta dava às pessoas um "pretexto" para olhar e tocar. Elas podiam se desculpar dizendo: "Eu estava só olhando para a roupa". Mas, na verdade, elas estavam olhando para a minha nudez através da tinta.
E foi aí que entendi a diferença. A vergonha de estar pelada é "eu estou exposta". A vergonha de estar pelada com tinta é "eu estou exposta, mas estou tentando fingir que não estou, e todos sabem que estou fingindo, e todos estão rindo do meu fingimento". E essa ironia era o que fazia o meu tesão subir. A vergonha de ser ridícula, de ser a "louca" que pintou a própria pele, de ser a mulher que tentou transformar a nudez em uma piada visual, era o que me fazia sentir tão intensamente exposta.
A tinta transformou a minha nudez de um fato para uma performance falha. E a vergonha de uma performance falha é sempre mais intensa do que a vergonha de um fato.
Um grupo de adolescentes parou. Riu. Um deles apontou para a minha buceta.
— Cara, ela está pelada!
Não olhei para trás. Continuei andando. O meu rosto queimava. Para onde eu iria? Para casa? Claro que não. Eu estava com tanto tesão...

Foto 1 do Conto erotico: Fui pelada no Shopping... E depois fui trabalhar.

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Ficha do conto

Foto Perfil saiopeladanarua
saiopeladanarua

Nome do conto:
Fui pelada no Shopping... E depois fui trabalhar.

Codigo do conto:
276462

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
05/11/2026

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0

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