*(A cena se passa à noite, na cama do casal. André está deitado de lado, Paola montada em cima dele, nua, ainda com o cheiro de sexo alheio na pele. Ela rebola devagar no pau mole dele, esfregando a buceta inchada e cheia de porra enquanto conta tudo com voz rouca, excitada. André respira pesado, mão tremendo enquanto ouve.)*
**Paola:** (rindo baixinho, mordendo o lábio) Amor… hoje eu fiz o que você pediu. Fui trabalhar de puta de rua mesmo. Saí de casa às 21h, vestidinho curto vermelho sem calcinha, salto alto, batom vermelho sangue. Parei na BR-101, perto do posto de gasolina abandonado, sabe? Aquele onde os caminhoneiros param pra mijar e fumar.
**André:** (voz rouca, pau começando a endurecer de novo dentro dela) Caralho… e aí? Quantos te pegaram?
**Paola:** (rebolando mais forte, gemendo leve) Primeiro veio um caminhoneiro barbudo, uns 45 anos, barrigudo, mas pau grosso pra cacete. Parou o caminhão, baixou o vidro e falou: “Quanto, gostosa?” Eu respondi: “Cem reais pra gozar na boca, duzentos pra foder sem camisinha.” Ele riu, jogou duzentos no asfalto e mandou eu subir na cabine.
**André:** (agarra a bunda dela, apertando) E você subiu…
**Paola:** Subi na hora, amor. Sentei no colo dele, levantei o vestido e sentei no pau dele sem esperar. *Ploc!* Entrou tudo de uma vez, eu tava molhada só de pensar em você esperando em casa. Ele meteu forte, batendo as bolas na minha bunda, *clap clap clap…* Falava: “Toma, sua puta de estrada… engole esse leitinho de caminhoneiro.” Eu rebolava, gemia alto: “Mete mais fundo, seu porco… enche minha buceta pro meu corno lamber depois.”
**André:** (gemendo, quadril empurrando pra cima) Porra… e gozou dentro?
**Paola:** Gozou sim, amor. Encheu tudo. Senti os jatos quentes batendo no fundo, escorrendo pelas coxas quando ele saiu. Desci do caminhão pingando, porra escorrendo pelas pernas, e ele ainda gritou: “Volta amanhã, vadia!”
**André:** (voz tremendo) Mais… conta mais…
**Paola:** (acelera o rebolado, buceta fazendo barulho molhado *squish squish*) Depois veio um cara de moto, jovem, uns 25 anos, tatuado. Parou, olhou minha buceta escorrendo e falou: “Quanto pra foder de quatro na beira da estrada?” Eu disse: “Cem reais e pode gozar onde quiser.” Ele pagou, me virou de quatro no capô do carro dele, levantou o vestido e meteu seco no cu. *Ai caralho!* Doeu gostoso, amor… ele socava forte: “Toma no cu, sua piranha de beira de estrada!” Eu gritava: “Arromba meu cu pro meu marido ver depois… mete mais!”
**André:** (ofegante) Ele gozou no cu?
**Paola:** Gozou fundo no cu, amor. Senti pulsar, jatos quentes enchendo meu rabo. Quando tirou, a porra escorreu misturada com a do caminhoneiro, pingando no asfalto. Fiquei ali, de quatro, bundinha aberta, porra escorrendo, esperando o próximo.
**André:** (pau duro de novo dentro dela) Quantos no total?
**Paola:** Cinco, amor. Cinco paus diferentes em duas horas. O terceiro foi um negão de van, pagou trezentos pra dupla penetração comigo e o amigo dele. Os dois me pegaram ao mesmo tempo: um na buceta, outro no cu, eu no meio gritando: “Me fode, seus filhos da puta… enche os buracos da puta do corno!” Gozaram juntos, amor… buceta e cu cheios, porra transbordando.
**André:** (quase gozando só de ouvir) E o último?
**Paola:** (se inclina, sussurra no ouvido dele) O último foi de graça. Um policial rodoviário parou, viu a cena, mandou eu entrar na viatura. Não cobrou nada… só meteu na minha boca enquanto dirigia, depois parou num trevo e me fodeu no banco de trás. Falou: “Se não quiser multa, engole tudo, vadia.” Engoli tudinho, amor… gozei só de pensar em você lambendo o resto.
**André:** (gemendo alto) Porra, Paola… você é uma puta mesmo…
**Paola:** (rebola forte, apertando a buceta em volta do pau dele) Sou sim, corno. Sua puta de rua. Agora abre a boca… vou sentar na tua cara e deixar você lamber tudo que eles deixaram dentro de mim. Sente o gosto de cinco machos diferentes na buceta da tua esposa.
**André:** (já gozando dentro dela só de imaginar) Vem… vem sentar… me faz provar…
*(Ela levanta devagar, porra escorrendo da buceta e do cu, senta na cara dele. André lambe guloso, gemendo alto enquanto ela rebola devagar, contando os detalhes sujos de novo, voz cada vez mais rouca de tesão.)*
**Paola:** Isso, lambe tudo, corno… lambe a porra que fizeram na tua hotwife hoje… amanhã eu volto pra rua… e você vai esperar aqui, pau duro, ouvindo tudo de novo.
*(Fim da noite. Os dois ofegantes, suados, destruídos de prazer.)*