Vestia um short jeans curto e uma blusa fina que marcava os seios firmes. Um desconhecido alto, bronzeado, músculos definidos, aproximou-se com sorriso confiante.
— Está sozinha? — perguntou ele, voz rouca.
A conversa fluiu rápida. Ele a convidou para um bar na orla. Duas caipirinhas depois, as mãos dele já subiam pela coxa dela por baixo da mesa.
No carro dele, estacionado numa rua escura perto da praia, Ana não resistiu. Beijos intensos, línguas se entrelaçando. Ele tirou a blusa dela, sugou os mamilos duros com fome. Desceu o short e a calcinha, abrindo as pernas dela.
Com dedos experientes, ele acariciou o clitóris inchado até ela gemer alto. Depois, abriu o zíper, revelando o pau grosso e latejante. Penetrou-a devagar no banco de trás, fundo, esticando-a.
Ana cravou as unhas nas costas dele, gemendo “mais forte”. Ele meteu com urgência, o carro balançando, som das ondas ao fundo. Ela gozou primeiro, corpo convulsionando, sucos escorrendo. Ele gozou logo depois, enchendo-a quente.
Ana saiu do carro com as pernas trêmulas, o gosto de traição e prazer na boca. Pela primeira vez, traíra o marido — e queria mais.