Tudo começou na zona, bar fedendo a cigarro e cerveja quente. Ela encostada no balcão, saia curta subindo nas coxas grossas, cheiro de perfume doce misturado com tesão. Olhou pra mim e soltou:
— Ei, gostoso… tá me olhando faz tempo. Quer vir aqui me comer ou só vai ficar babando?
Respondi na hora:
— Quero te comer até você esquecer o nome do teu corno.
Ela riu rouco, encostou a coxa na minha:
— Então vem, porque em casa aquele marombeiro só sabe bombear academia. Aqui eu quero rola que aguente.
As mensagens viraram fogo. Todo dia:
— Tô no carro, mão na buceta, pensando no teu pau grosso me abrindo… Manda foto dele duro pra mim gozar.
Eu mandava. Ela respondia com áudio gemendo:
— Aaaah, Roberto… tô gozando agora… imagina tua porra enchendo minha boca… engoliria tudo, seu safado.
O primeiro motel foi loucura. Tirei a calcinha dela e o cheiro subiu forte: buceta quente, molhada, pulsando. Ela agarrou meu pau:
— Olha só esse pauzão… mete logo, porra! Quero sentir ele batendo no fundo da minha buceta!
Montei nela, meti devagar no começo. Ela rebolou:
— Isso, devagar não… mete forte, caralho! Me fode como puta que eu sou!
Acelerei, batendo a bunda dela na minha coxa, som molhado ecoando no quarto. Ela gritava:
— Me arromba, Roberto! Goza dentro, enche minha buceta de porra quente! Quero sentir escorrendo!
Gozou apertando meu pau, tremendo toda, unhas cravadas:
— Aaaaah, tô gozando… porra, que delícia… goza na minha boca agora!
Chupei ela depois, lambi o mel dela misturado com minha porra. Ela puxou meu cabelo:
— Isso, lambe tudo, seu tarado… prova como tua puta fica molhada pra ti.
A noite da sinuca selou tudo. Bar escuro, ela bebendo cerveja, jogando mal de propósito. Na última partida:
— Aposto meu cuzinho, Roberto. Se eu perder, você me arromba sem camisinha, sem dó. Quero sentir teu pau abrindo meu cu até eu gritar.
Ganhei. No carro pro motel ela já tava se esfregando:
— Tô louca pra sentir esse pau no meu cu… vai me foder devagar no começo, mas depois mete tudo, hein? Quero gozar só no cuzinho.
No quarto, de quatro, empinando a bunda perfeita. Passei lubrificante, ela gemia:
— Isso… passa devagar… sinto teu dedo abrindo meu cu… ai, que delícia… agora mete o pau, porra!
Entrei centímetro por centímetro. Ela empurrou pra trás:
— Mais fundo… mete tudo, caralho! Me arromba o cu, Roberto! Sou tua puta, mete forte!
Bati com força, sentindo o cuzinho apertado ceder, quente, pulsando. Ela gritava:
— Isso, fode meu cu! Bate nessa bunda! Goza dentro, enche meu cuzinho de porra quente!
Gozou convulsionando, sem tocar na buceta:
— Aaaaah, tô gozando no cu… porra, que tesão… agora vira e me deixa chupar esse pau sujo!
Chupou lambendo lubrificante e porra, olhos nos meus:
— Delícia… gosto do meu cu no teu pau… agora eu sou tua de verdade, seu filho da puta.
Dois meses depois ela largou o corno e veio morar comigo. Sexo todo dia:
Acordava com ela chupando:
— Bom dia, meu macho… abre a boca que eu quero teu pau acordado.
No chuveiro:
— Me pega de pé, mete forte… aperta meus peitos molhados… goza nas minhas costas, marca tua puta!
No sofá, cavalgando:
— Rebola nessa rola, Paola… isso, senta até o talo… me chama de corno gostoso enquanto goza!
E aí vieram as saídas. Fotos primeiro:
— Olha, Roberto… tô de quatro num motel, esse pau grosso tá me fodendo… quer ver vídeo?
Vídeo: dois caras, um na boca, outro na buceta. Ela gemendo no áudio:
— Eles me foderam forte… gozaram dentro… tô cheia de porra alheia pra você lamber depois.
Hoje ela chega em casa cheirando a sexo de outros: suor, porra, perfume estranho. Buceta vermelha, inchada, escorrendo. Eu puxo ela pro quarto:
— Mostra pra mim, sua puta… abre as pernas.
Ela abre, porra escorrendo:
— Olha como eles me arrombaram… o primeiro gozou duas vezes na buceta… o segundo meteu no cu e gozou lá dentro… o terceiro gozou na minha cara e eu engoli tudo pensando em você.
Eu lambo, gosto salgado misturado com o dela:
— Isso, lambe a porra deles, Roberto… prova como tua puta fica usada pros outros… agora mete, me fode cheia de macho alheio!
Meto com raiva e tesão, sentindo ela mais larga, mais molhada:
— Me arromba de novo… sou tua puta particular… goza dentro, mistura tudo… me enche de novo!
Gozamos juntos, ela gritando:
— Isso, goza na tua puta… sou toda tua… sempre volto pra você, seu corno tarado!