O vizinho da esquina me comeu

O desejo quando não é correspondido na mesma intensidade dentro de casa vira uma espécie de motor silencioso. Eu amo o meu marido, de verdade, mas a química na cama é como uma conta que não fecha: ele é devagar, e o "número" dele simplesmente não encaixa no que o meu corpo pede. Eu preciso de pressão, de preenchimento, de algo que me faça perder o norte.
Decidi que o próximo passo precisava ser estratégico. Homem solteiro às vezes se emociona demais, quer exclusividade. Eu queria alguém que tivesse tanto a perder quanto eu: um homem casado. Alguém que valorizasse o sigilo e a rapidez de um encontro proibido. Foi aí que meus pensamentos pararam no **seu Geraldo**, o vizinho da esquina, lembrei que sempre que passava ele lançava um cantada brega. Um homem maduro, sempre muito ativo, e com aquele porte de quem ainda tem muita lenha para queimar.
O plano começou com um pretexto bobo. Geraldo costuma ficar na frente de casa no final da tarde, cuidando das plantas ou apenas observando a rua. Eu escolhi um vestido de alça, leve, que desenhava bem o meu corpo, e caminhei até a esquina com a desculpa de perguntar sobre uma entrega que "supostamente" teria ido para o endereço errado. Ele tomou a iniciativa e perguntou se podia me ajudar em algo.
— "Boa tarde, seu Geraldo. Desculpa incomodar, mas o senhor viu se o entregador passou por aqui?" — perguntei, parando bem perto dele e deixando o sol iluminar o meu decote.
Ele tirou o chapéu, e me olhou de um jeito que eu já conhecia. Não era o olhar de um vizinho prestativo; era o olhar de um homem faminto.
— "Vi nada por aqui não, dona... Mas se quiser eu fico de olho pra voce, a Clarice foi ao mercado, eu estou aqui sozinho cuidando das coisas." Eu disse que eu esperaria um pouquinho. Ele perguntou: quer um copo d'água enquanto espera? Eu disse sim !
O convite era a porta aberta que eu precisava. Entrei na garagem dele, o cheiro de serragem e ferramentas misturado ao perfume das flores. Assim que passamos para a área dos fundos, o clima mudou. Eu não queria falar de entregas.
— "Sabe, seu Geraldo... meu marido viaja muito a trabalho. A casa fica tão silenciosa, e às vezes eu sinto que falta uma mão firme por lá."
Meu jardim tá horrível, precisa de cuidados!
Eu o encarei, sustentando o olhar. Ele não hesitou. Largou a tesoura de poda em cima da mesa de madeira e veio para cima de mim com uma agilidade que eu não esperava. As mãos dele eram grandes e grossas, ásperas, e quando seguraram minha cintura, eu senti que finalmente tinha encontrado o "número" que eu buscava.
— "Eu sempre te olhei passando, moça. Você tem fogo nos olhos" — ele rosnou, me prensando contra a parede de tijolos da lavanderia.
O beijo de Geraldo no meu pescoço tinha gosto de proibição. Ele me despiu ali mesmo, com a urgência de quem sabe que a esposa pode voltar a qualquer momento, arriou minha calcinha, e fiquei empinada de saia. Quando ele se libertou da calça, eu vi que minha intuição estava certa. Ele era um homem de porte, com uma rola imponente, morena, pulsante e cabeçuda, que fazia o vigor do meu marido parecer brincadeira de criança.
Ele me virou de costas, apoiando meu rosto contra a parede fria. Sem preliminares longas, ele me possuiu. O impacto foi profundo, um preenchimento absoluto que me fez soltar um gemido que eu tentei abafar contra os dentes. As estocadas do Geraldo eram rítmicas, pesadas, de quem sabia exatamente onde bater.
— "É disso que você gosta, não é? De homem que sabe o que faz!" — ele dizia, enquanto me usava com uma força que me fazia arquear as costas. Vou posar o seu jardim moça!
Eu estava em êxtase. O perigo de estar na casa do vizinho, com a esposa dele prestes a chegar, só aumentava o meu prazer. Eu me sentia completa, sendo preenchida por aquele homem maduro que não perdia tempo com carinhos desnecessários. Ele me virou de frente, me levantou no colo e me encostou na pia, entrando ainda mais fundo.comecou a estocar forte, sentia a cabeçuda no meu útero.
O final foi uma explosão de adrenalina. Ele urrou baixo, descarregando tudo dentro de mim enquanto me apertava com seus braços fortes. Ficamos ali, ofegantes, ouvindo o som de um carro se aproximando na rua.
— "A Clarice chegou" — ele sussurrou, já se recompondo com uma calma impressionante. Ele me entregou um cartão, "corte e poda de jardim" e abaixo o número do celular e o nome.
Me ajeitei rápido, limpei o rastro dele e saí pelos fundos, pulando o pequeno muro lateral. Voltei para casa com o corpo trêmulo e o "número da rola dele" devidamente conferido. Seu Geraldo agora era meu cúmplice, e a esquina da nossa rua nunca mais seria a mesma para mim.

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Ficha do conto

Foto Perfil zsilva
zsilva

Nome do conto:
O vizinho da esquina me comeu

Codigo do conto:
260068

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
22/04/2026

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