Minha buceta é sempre raspadinha, inchada e molhada quando o tesão bate, e meu cu apertado adora ser esticado por paus grossos. Eu queria algo extremo, algo que me fizesse gozar só de planejar.
Quem já leu meus contos sabe que, para realizar minhas taras mais pesadas, me juntei com criminosos. Foi em uma noite quente no galpão abandonado que sentei completamente nua no colo de Rafael, enquanto Beto, Dudu e Zé me devoravam com o olhar.
— Então, vou entrar no Convento de Nossa Senhora das Mercês como Irmã Luísa das Mercês, noviça de 19 anos, tímida e devota — falei, esfregando minha buceta molhada no pau duro de Rafael.
— Que ideia doentia é essa, Sabrina? Tá falando sério? — perguntou Beto, já apertando um dos meus mamilos.
— Completamente. Fico três dias bancando a santa: rezo, ajudo na cozinha, baixo a cabeça e ganho a confiança deles. Na terceira noite vocês invadem. Eu finjo ser a vítima inocente, implorando pra salvar as outras. Vocês “não gostam da intromissão” e me castigam na frente de todo mundo.
Rafael apertou meus seios pesados com força, torcendo os mamilos duros.
— Porra, Sabrina… você é completamente doente. E se eles resistirem?
— Ameacem matar todo mundo. Quero o padre amarrando a corda no meu pescoço e puxando enquanto vocês me fodem. Quero que zombem das freiras e do padre enquanto me arrombam em cima do altar. Quero ouvir ele chorando enquanto vocês gozam dentro de mim. Ninguém pode imaginar que eu planejei tudo… que eu quero ser humilhada e usada como uma puta na frente deles.
Beto enfiou dois dedos grossos na minha buceta encharcada, fazendo um som molhado e obsceno.
— E depois a gente te sequestra?
— Isso. Me arrastem nua pra van, coberta de porra, enquanto elas gritam “Irmã Luísa!” desesperadas. Quero sair rindo.
Dudu bateu o pau duro na minha cara.
— Tá bom, vadia. Vamos fazer o show mais safado da sua vida.
Zé cuspiu na minha boca aberta.
— E quando a polícia investigar… vão descobrir que Irmã Luísa das Mercês nunca existiu. Perfeito.
Gozei ali mesmo nos dedos de Beto, só de imaginar a cena.
Não foi difícil entrar. Com documentos falsos e os contatos dos criminosos, tudo correu fácil. Cheguei ao convento com o hábito simples, olhos baixos e voz doce. A madre superiora, Irmã Teresa, me acolheu com bondade. O padre Antônio me abençoou. Durante três dias fui a noviça perfeita. Por dentro, minha buceta latejava de tesão a cada terço rezado. Segurei toda a minha vontade — nem uma vez me toquei à noite. Queria chegar ao dia da invasão completamente desesperada de tesão.
Na terceira noite, os gritos finalmente invadiram a capela.
Portas foram arrombadas com violência. Meus quatro criminosos entraram armados e mascarados.
— Todo mundo no chão, seus desgraçados! Um movimento em falso e eu começo a matar! — berrou Rafael, apontando a arma.
Eu caí de joelhos junto com as freiras, fingindo terror. Atuei tão bem que até lágrimas desceram pelo meu rosto.
— Por favor… não façam mal a ninguém! — implorei, voz embargada e convincente. — Essas pessoas me acolheram… me salvaram!
Beto me agarrou pelos cabelos e me arrastou até o centro da capela.
— Olha essa novicinha gostosa… Vai servir pra aliviar o estresse da gente.
— Por favor… eu faço qualquer coisa! — chorei. — Não machuquem elas!
Rafael rasgou meu hábito de cima a baixo com um puxão violento. Meu corpo nu surgiu inteiro: seios fartos e pesados balançando, mamilos escuros duros, buceta raspadinha brilhando de tesão, bunda redonda empinada.
As freiras soltaram gemidos de choque. Irmã Teresa cobriu o rosto, horrorizada.
— Deus do céu… tenha piedade…
— Olhem pra essa puta! — Zé deu um tapa forte na minha bunda, fazendo a carne tremer. — Debaixo do hábito tinha essa vadia toda molhada! Peitos pesados, buceta pingando… uma verdadeira filha do demônio!
O padre Antônio tremia, pálido.
— Por favor… ela é inocente…
— Cala a boca! — Rafael encostou a pistola na testa dele. — Pega aquela corda e amarra bem apertado no pescoço dessa puta. Agora!
Com as mãos trêmulas, o padre Antônio passou a corda grossa no meu pescoço e deu o nó. A aspereza arranhou minha pele. Meu clitóris pulsava visivelmente.
— Me perdoe, irmã… — murmurou ele, voz quebrada.
— Agora puxe ela, padre. Faça a “santinha” dar a volta pela capela toda pra todo mundo ver que corpo de puta ela tem — ordenou Dudu.
O padre puxou a corda. Eu andei nua pelo meio da capela, seios balançando pesadamente a cada passo, a corda apertando meu pescoço, mel escorrendo pelas coxas. As freiras eram obrigadas a olhar.
— Olhem como os peitos dela balançam! — zombava Beto. — Aposto que nenhuma de vocês, suas velhas secas, tem uma buceta tão molhada e gulosa!
De volta ao centro, Rafael me empurrou de joelhos.
— Padre, manda ela se confessar enquanto se masturba.
O padre, chorando, tentou resistir:
— Não façam isso com ela… tenham piedade…
Um dos criminosos apontou a arma para a minha cabeça.
— Agora!!!
O padre, olhando para o chão, murmurou:
— Confesse… seus pecados, minha filha…
Abri as pernas bem largas, dedos deslizando entre os lábios inchados da minha buceta.
— Perdoem-me… eu sou uma puta… — gemi alto, enfiando três dedos com força, fazendo barulhos molhados obscenos. — Minha buceta fica molhada pensando em paus grossos… Eu adoro dar o cu… adoro ser usada na frente de Deus…
— Mais fundo, vadia! — gritou Zé, estapeando meus seios com força. — Olhem, freiras! Olhem como a noviça fode a própria xoxota!
Eu me dedava violentamente, gemendo sem vergonha, o corpo suado brilhando sob a luz das velas. Gozei pela primeira vez ali mesmo, esguichando no chão da capela sagrada enquanto todos olhavam horrorizados.
Rafael me puxou pela corda até o altar.
— De quatro, Irmã Luísa. Bunda pra cima!
Subi no altar frio. Rafael enfiou o pau grosso de uma vez na minha buceta encharcada.
— Caralho, que buceta apertada de santa! — metia com força brutal, as bolas batendo na minha bunda. — Padre, segure a corda e olhe! Olhe como eu tô arrombando sua noviça!
O padre segurava a corda, lágrimas escorrendo pelo rosto. Beto cuspiu no meu cu e enfiou junto, dupla penetração profunda e violenta.
— Olhem, suas freiras! Dois paus rasgando a santinha ao mesmo tempo! — ria Dudu. — Ela tá apertando, tá amando!
— Ahhh… por favor… não… — gemia eu, empinando a bunda, gozando sem parar, esguichando enquanto os dois me fodiam com violência.
Zé enfiou o pau na minha garganta, fodendo minha boca sem piedade. Os quatro me usavam sem parar: revezando buracos, estapeando meus seios, puxando meus cabelos, cuspindo no meu rosto e peitos.
— Diz pra eles que você ama ser puta! — ordenou Rafael, metendo fundo.
— Eu amo ser puta! — gritei, voz rouca de tesão. — Amo tomar porra no altar! Gozem dentro de mim na frente de Deus!
Eles gozaram um após o outro: Rafael enchendo minha buceta, Beto jorrando fundo no meu cu, Dudu e Zé pintando meu rosto, cabelos e seios com porra grossa e quente.
Eu tremia, destruída de prazer, coberta de sêmen, corda ainda no pescoço.
— Essa vadia vem com a gente — anunciou Rafael, puxando a corda com força. — Se chamarem a polícia antes do amanhecer, voltamos e fodemos todas vocês do mesmo jeito.
Me arrastaram nua para fora do convento. Porra escorria pelas minhas coxas, meus seios balançavam, a corda apertava meu pescoço. As freiras gritavam desesperadas: “Irmã Luísa! Não! Deus te proteja!”
Na van, assim que nos afastamos, comecei a rir alto, lambendo a porra dos meus próprios mamilos.
— Porra… foi perfeito. A cara do padre segurando a corda enquanto vocês me arrombavam… as freiras olhando minha buceta gozar no altar… eu nunca gozei tanto na vida.
Rafael apertou meu seio sujo de porra.
— Você é o demônio em forma de puta, Sabrina.
Eu sorri, buceta ainda latejando, imaginando a polícia descobrindo que Irmã Luísa das Mercês nunca existiu.
E já comecei a planejar a próxima sacanagem.




