A frase de Lara não foi dita com delicadeza; foi um comando, quase um rosnado, enquanto ela me empurrava contra a parede da cozinha assim que a porta da minha casa bateu. Aquele café no shopping tinha sido apenas o preliminar torturante. O beijo rápido que trocamos lá fora tinha sido a faísca; agora, o incêndio estava consumindo tudo.
Eu tenho 40 anos, solteiro e acostumado a levar a vida com certa calma. Mas Lara, aos 42, empresária e com a fome de quem acabara de se libertar de um casamento sufocante, não queria calma. Ela queria urgência.
Lara era surreal. A loira do app era ainda mais gostosa ao vivo. O vestido justo moldava um corpo que faria qualquer novinha de vinte anos se sentir insuficiente. Quando ela abriu minha camisa, seus olhos brilharam com uma malícia predatória. Ela desceu os beijos pelo meu peito, descendo até a minha barriga, e quando soltou minha bermuda, meu pau de 20 cm saltou, pulsando de tesão.
Ela parou por um segundo, os olhos arregalados.
— Caralho, Pedro... você escondeu isso o tempo todo no café? — ela riu, aquela risada safada de quem sabe exatamente o que fazer com aquilo.
Ela não perdeu tempo. Ajoelhou-se no chão da cozinha e envolveu meu membro com a boca, sugando com uma força que quase me fez perder o equilíbrio. Ela lambia a cabeça, engolia o máximo que podia, fazendo sons de sucção que me levaram ao limite. Eu não aguentei; enfiei a mão nos cabelos loiros dela, puxando-a para cima, e a levei a passos largos para o quarto.
Lá, o jogo mudou. Ela sentou na beira da cama, voltando a chupar meu pau com uma calma torturante, olhando para cima, nos meus olhos, enquanto eu admirava a cena de pé. Tirei aquele vestido dela com pressa. Quando ela se revelou, vi os peitinhos pequenos, firmes, marcados pelo bronzeado do verão. Eu me joguei sobre ela, devorando aqueles mamilos duros com a língua, descendo pelo ventre até chegar naquela buceta rosada, exalando um perfume doce e excitante.
— Chupa, Pedro... chupa tudo — ela sussurrou, arqueando as costas.
Entramos em um 69 frenético. Eu mergulhado no mel dela, e ela mamando meu pau como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo. Quando ela gozou, foi intenso; o fluido adocicado escorria, e eu senti a vibração do orgasmo dela em todo o corpo.
Mas eu queria mais. A posicionei de papai e mamãe, abri aquelas pernas lindas e enfiei meu pau naquela buceta apertada e encharcada.
— Meu Deus, que aperto! — eu gemi, socando fundo.
— Soca mais, Pedro! Me fode com força, caralho! — ela gritava, as unhas cravadas nos meus ombros.
Parecíamos dois animais no cio. Sem romantismo, apenas a mecânica bruta do prazer. Em um momento, parei, lambi o clitóris dela rapidamente para deixá-la no limite e foquei naquele cuzinho que piscava, convidativo. Virei ela de lado, usei a própria lubrificação dela e comecei a penetrar o rabo devagar.
— Ahhh! Isso... entra tudo! — ela rebolava, sentindo cada centímetro do meu pau preenchendo aquele espaço apertado.
Fiquei ali, fodendo o cuzinho dela por um tempo que pareceu eterno, até que a pressão ficou insuportável e eu gozei fundo, enchendo tudo de porra quente.
Ela foi ao banheiro se limpar rapidamente, mas o descanso durou pouco. O segundo round começou com outro 69 voraz, e logo a coloquei de quatro. A visão daquelas marcas de bronzeado no bumbum me deixou louco. Dei um tapa estalado na bunda dela.
— Bate mais! Bate nessa putinha aqui! — ela gritou, olhando para trás com a cara mais safada que já vi.
— Você é uma putinha gostosa, Lara! — eu xinguei, e isso pareceu ser o combustível que ela precisava.
Eu tirava o pau, mandava ela chupar e assim que ela engolia tudo, eu a jogava de volta na cama para sentir aquele aperto novamente. O ritmo era frenético, quase violento, mas era exatamente o que ambos precisávamos. Lara não queria ser cortejada; ela queria ser possuída, e eu estava mais do que disposto a entregar cada grama de força que tinha.
Num momento de puro instinto, eu a agarrei pelos pulsos e os prendi acima da cabeça dela. O contraste da pele clara dela contra os lençóis escuros era hipnotizante. Eu não estava apenas fodendo; eu estava marcando território. A respiração dela era um arquejo constante, e o som da carne batendo contra a carne ecoava pelo quarto, preenchendo o silêncio da casa que, até poucas horas atrás, era um refúgio de monotonia.
— Você não tem ideia... do quanto eu desejava um homem que não pedisse permissão — ela sussurrou, a voz rouca, quase um gemido, enquanto eu acelerava as estocadas.
Eu senti a contração final dela começando. A buceta apertou meu pau em ondas espasmódicas, e aquele calor visceral me puxou para o abismo. Eu mudei a posição rapidamente, puxando-a para que as pernas dela ficassem jogadas sobre os meus ombros, abrindo-a completamente. Naquele ângulo, eu conseguia ver tudo: a vermelhidão do prazer, o brilho do suor e a profundidade da nossa conexão bruta.
Eu disparei as últimas estocadas, rápidas e profundas, sentindo cada nervo do meu corpo vibrar. Quando o orgasmo me atingiu, foi como uma explosão. Gozei com força, sentindo meu membro pulsar dentro dela enquanto ela gritava meu nome, descarregando o último resto de energia em um tremor que pareceu não ter fim.
Ficamos ali, colados, os peitos subindo e descendo em sincronia, o suor colando nossos corpos. O silêncio voltou a reinar, mas agora era um silêncio carregado de eletricidade.
Lara se soltou devagar, deu um sorriso malicioso e, enquanto se levantava para pegar o vestido, olhou para trás com um brilho predatório nos olhos.
— Sabe, Pedro... aquele café foi realmente uma ideia brilhante. Mas acho que você vai precisar de um banho. E de muita disposição, porque eu ainda não terminei com você.




