Ajudei Enteada muito tarada

“Sempre achei que o perigo mora nos detalhes, mas no caso da Soraia, o perigo morava na forma como ela me olhava enquanto contava as próprias safadezas.”

Eu tenho 50 anos e vivi a maior parte da vida acreditando que as regras eram muros intransponíveis. Casado pela segunda vez, considero Soraia, minha enteada de 28 anos, como uma filha. Mas a biologia e a tensão sexual não entendem de árvores genealógicas ou papéis sociais. Soraia é uma mulher independente, dona do próprio apartamento, do próprio carro e de uma libido que parece não ter fundo. Ela sempre foi liberal comigo; as histórias que ela me contava sobre suas aventuras sexuais eram como combustível jogado em brasas, transformando meu desejo em algo latente, que eu tentava abafar a cada noite com minha esposa.

Tudo mudou em maio. O telefone tocou cedo, a voz dela estava urgente. Quando cheguei ao apartamento dela, encontrei uma mulher fragilizada, mas estranhamente excitada pela memória do trauma. Ela havia sido dopada por três homens em uma balada; lembrava vagamente de uma casa afastada, de corpos sobrepostos e de um sexo bruto que a deixou marcada.

— Joca, por favor... eu estou ardendo — ela pediu, com os olhos castanhos úmidos.

Ela me pediu uma pomada. Quando voltei da farmácia, a cena era devastadora e hipnotizante: Soraia estava nua, de bruços no sofá. Lavei as mãos, movido por um instinto de higiene e cuidado, mas ao abrir aquelas nádegas fartas, meu mundo girou. O ânus dela estava avermelhado, dilatado. Era a imagem exata do que eu mais amava fazer com a mãe dela, mas em um corpo mais jovem, mais firme.
Alguns dias depois, o "exame" de recuperação tornou-se o gatilho. Quando meu dedo tocou o anel dela, a reação foi imediata. Ela não quis apenas o remédio; ela queria a invasão.

— Isso... continua, Joca. Enfia até onde der — ela sussurrou, a voz rouca, o corpo rebolando sob meu toque.

Aquele bundão movendo-se na minha frente quebrou qualquer barreira moral que eu ainda tivesse. Quando ela gritou: “Tira sua roupa! Mete seu caralho no meu cuzinho!”, eu não vi mais a enteada, vi a mulher que me desejava.

Baixei as calças, cuspi na glande e a introduzi com paciência. Minhaquela "chapeleta" de cogumelo, que sempre fazia minha esposa reclamar da entrada, foi acolhida por ela com um prazer visceral. Mudamos para o braço do sofá, ela empinada, entregue. Eu não tive piedade.

— Isso, putinha! Toma no cu, safada! Teu cuzão é gostoso demais! — eu rugia enquanto a socava, sentindo que cada estocada era um pecado que valia a pena.

O orgasmo dela veio acompanhado de um grito, e eu descarreguei tudo dentro dela. Mas o banho que tomamos juntos, abraçados, não foi o fim, foi apenas o prefácio. No quarto, ela se colocou de quatro, implorando pela minha língua. Quando ela gozou na minha boca, senti um líquido quente e denso, um "esperma feminino" que eu engoli sem hesitar, sentindo o gosto da luxúria pura.

Ela não estava satisfeita. A mão dela, pequena e quente, apertou a base do meu pau com força. Ela ajoelhou-se e me sugou com uma voracidade que me deixou tonto.

— Puta que pariu... que boca gostosa! — exclamei, enterrando os dedos nos cabelos dela.

Eu a levantei, posicionei-me entre suas pernas abertas e comecei a provocar, deslizando a ponta molhada pelo clitóris, entrando apenas um centímetro e saindo.

— Por favor... para de brincar e enfia esse pauzão em mim! — ela implorou, a voz trêmula. — Eu quero que você me estoure!

Eu não esperei. Empurrei tudo de uma vez, sentindo a pressão daquela gruta apertada me acolher.

— Puta que pariu, como é que esse buraco é apertado! — rugi, começando a bombear com força bruta.

— Ai! Mete mais! Soca esse pau em mim, Joca! — ela gemia alto, as unhas cravando-se profundamente nas minhas costas, marcando a pele como se quisesse me fundir ao corpo dela.

Eu a segurava pelos quadris, sentindo a carne macia sob meus dedos enquanto cada estocada fazia o colchão ranger em um ritmo frenético. O som era visceral: o impacto da minha pélvis contra as nádegas dela, o estalo da pele com pele, e os gemidos que ela soltava, que já não eram mais palavras, mas grunhidos de puro êxtase.

— Você é deliciosa, Soraia... que porra de corpo é esse! — eu gritava, sentindo o calor daquela compressão me levar ao limite.

Ela arqueou as costas, jogando a cabeça para trás, os olhos revirados enquanto o clitóris era esmagado a cada entrada brusca. O prazer era tanto que ela começou a tremer, as pernas vacilando, forçando-me a apertá-la ainda mais contra mim. Quando o orgasmo dela finalmente a atingiu, foi como uma descarga elétrica; ela apertou meu membro com contrações violentas, sugando cada centímetro de mim para dentro de si.

Eu não aguentei mais. Com um último impulso, enterrei-me até a base e descarreguei meu gozo em jatos profundos, sentindo meu coração martelar contra as costelas. Ficamos ali, imóveis por alguns segundos, apenas a respiração pesada preenchendo o silêncio do quarto, enquanto o suor nos colava um ao outro.

Quando finalmente me afastei, vi a expressão de Soraia. Não havia culpa, apenas uma satisfação predadora. Ela se sentou, as pernas abertas, deixando que o resto do meu sêmen escorresse lentamente por suas coxas.

— Você acha que isso resolveu o problema, Joca? — ela perguntou com um sorriso malicioso, lambendo os lábios.
— O problema? Que problema? — perguntei, ainda tentando recuperar o fôlego.

— O problema de que eu agora sei exatamente como é o seu pau — ela riu, deslizando a mão pelo próprio seio. — E agora eu não sei como vou conseguir olhar para a minha mãe na mesa do jantar sabendo que você me deixou completamente preenchida.

Aquela frase foi o golpe final. A ideia do risco, da traição doméstica, do segredo compartilhado, tornou a excitação ainda mais pungente. Ela se inclinou, beijando-me com urgência, e sussurrou no meu ouvido:

— Amanhã, quando ela for ao mercado... você volta aqui. E dessa vez, quero que você use aquelas algemas que vi na sua gaveta.

Eu sorri. A moralidade havia morrido no momento em que aquele "bundão" se moveu sob mim. Agora, éramos apenas dois cúmplices em um jogo perigoso, onde a única regra era não deixar que a fome terminasse.

Foto 1 do Conto erotico: Ajudei Enteada muito tarada

Foto 2 do Conto erotico: Ajudei Enteada muito tarada

Foto 3 do Conto erotico: Ajudei Enteada muito tarada

Foto 4 do Conto erotico: Ajudei Enteada muito tarada

Foto 5 do Conto erotico: Ajudei Enteada muito tarada


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


273895 - A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais - Categoria: Bissexual - Votos: 1
273891 - A Putinha Deliciosa da Casa: Minha Mãe Ana. - Categoria: Incesto - Votos: 2
273872 - O Reencontro Profano: Comendo a Minha Prima - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
273858 - A Iniciação da Putinha gostosa - Categoria: Incesto - Votos: 3
273848 - Orgia na Linha Verde: Bucetas, Cus e Desejos Proibidos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
273845 - Madrasta fabulosa .A Putinha do Enteado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
273838 - O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai - Categoria: Fetiches - Votos: 6
273830 - A Sobrinha Safada e o Tio Tarado - Categoria: Confissão - Votos: 3
273743 - O Segredo do Sangue e do Prazer: Fodendo o Sobrinho - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
273742 - A Primeira Vez da Putinha do Cunhado - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
273690 - Seda, Suor e Eternidade: O Despertar do amor - Categoria: Bissexual - Votos: 3
273557 - O Gosto do Pecado: A Invasão de Lúcia - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
273522 - O Gozo do Pecado: Minha Redenção nos Braços do Meu Pai - Categoria: Incesto - Votos: 8
273501 - A Putaria que Me Salvou da Merda - Categoria: Confissão - Votos: 2
273482 - Entre o Carnaval e a Luxúria: O Despertar do Desejo - Categoria: Incesto - Votos: 7
273471 - A Putinha dos Irmãos: Entre Dois Paus Gostosos - Categoria: Confissão - Votos: 3
273411 - A Primeira Vez no Cuzinho da Luiza: Uma Entrega de Luxúria - Categoria: Confissão - Votos: 2
273389 - Pecado mais Gostoso da Minha Vida - Categoria: Incesto - Votos: 4
273378 - A Puta do Meu Cunhado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
273310 - O Banquete do Papi: A Iniciação da Safadinha - Categoria: Incesto - Votos: 5
273307 - A Aluna Safada e o Professor: Luxúria e Poder - Categoria: Fantasias - Votos: 3
273237 - Foda Louca: Uma Noite de Prazer Sem Limites - Categoria: Fetiches - Votos: 2
273216 - A Putinha do Escritório e o Fode-Cuzinho Paciente - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273215 - A Viúva Safada e o Gozo do Amigo - Categoria: Confissão - Votos: 0
273208 - A Dona da Casa e o Pequeno Rei - Categoria: Incesto - Votos: 4
273171 - A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido - Categoria: Incesto - Votos: 3
273159 - SOGRA SAFADA: O GOZO PROIBIDO DO GENRO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
273131 - Luxuria intensa ,O Segredo do Paizinho - Categoria: Incesto - Votos: 4
273090 - O Cuzinho Apertado da Putinha Trans - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273057 - Conquistei O Cuzinho da Mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Ajudei Enteada muito tarada

Codigo do conto:
269495

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
09/08/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5