Ela estava de costas para mim, distraída com a pia. Aproximei-me sem fazer barulho. Senti o perfume dela antes mesmo de tocá-la. Quando envolvi sua cintura com meus braços, senti a maciez do corpo dela cedendo ao meu aperto.
— O que acha de uma rapidinha, hein, mãe? — sussurrei no seu ouvido, sentindo a respiração dela acelerar. — Sei que você gosta.
Minhas mãos desceram, apertando aquela bunda deliciosa com força. Ela soltou um suspiro curto, tentando manter a pose, mas o corpo a traía.
— Não fica me atentando, você sabe disso... — ela respondeu, mas não se afastou. Pelo contrário, ela recuou o quadril, colando-se mais a mim.
— Que bunda gostosa, mãe... — continuei, a voz rouca. — Me dá essa buceta. Só um pouquinho, antes que o pai volte.
O desejo era palpável. Ela começou a se esfregar em mim, e eu podia sentir meu pau, já rígido, cutucando-a através do tecido.
— Estou sentindo você me cutucar aí com esse pauzão — ela murmurou, virando-se para mim.
A olhei nos olhos, as mãos subindo para apertar seus seios, sentindo os mamilos pequenos e rígidos sob o tecido. Ela sorriu, aquele sorriso de quem partilha um segredo proibido.
— Então é isso mesmo? Quer me comer escondido do seu pai?
— Ué, e aquele dia do home office? Você adorou chupar meu pau — lembrei, apertando novamente a carne farta de suas nádegas. — Deixa eu enfiar minha rola aí.
Ela soltou uma risadinha maliciosa e deslizou a mão para o meu zíper.
— Tá bom... mas antes, quero sentir ele na minha boca de novo. Pode ser?
Ela se ajoelhou com agilidade. Quando meu pau saltou da calça, vi o brilho de admiração nos olhos dela.
— Adoro esta coisona grossa e dura — ela disse, antes de abocanhar meu membro com vontade.
O prazer foi instantâneo. Eu segurei a cabeça dela, forçando a entrada, sentindo a garganta dela apertar meu pau enquanto eu gemia alto. O tempo estava correndo, e a urgência só aumentava o tesão.
— Vamos, me come logo antes que seu pai venha! — ela pediu, levantando-se rapidamente.
Ela arrancou a calcinha vermelha, ergueu o vestido e se apoiou no balcão da cozinha, inclinando o rabo para mim. Aquela visão era hipnotizante: a bunda branca, enorme, aberta e esperando.
— Disso que eu estou falando, mãe!
— Vem sem dó! Sou sua puta até seu pai voltar, me coma! — ela gritou, a voz carregada de luxúria.
— Sua xoxota está lisinha, parece que estava me esperando — comentei, enquanto guiava a cabeça do meu pau até a entrada.
— É toda sua! Agora mete, meu filho!
Entrei com tudo. O impacto do meu quadril contra o dela ecoou na cozinha. Ela começou a gemer alto, as mãos apertando a borda do balcão.
— Ain, ain, ain! Ohhh, ain! — ela gritava, rebolando para me receber mais fundo.
Eu a segurava pela cintura larga, socando aquela buceta quente e cheirosa. A sensação de profanar aquele vínculo, de possuí-la enquanto o mundo lá fora seguia normal, era viciante. Ela era safada, gostava de xingar, de ser usada.
— Ah, como eu adoro isso, mãe! Obrigado... ahhh, obrigado!
— Eu te amo, meu filho... pode fazer o que quiser comigo, só não deixa seu pai saber!
Eu a socava com força, sentindo cada centímetro daquela carne apertada envolver meu pau, quando o som metálico da chave girando na fechadura ecoou pelo corredor. O susto foi imediato. O impacto do nosso corpo se separou num salto, e em segundos ela já estava ajeitando o vestido e eu fingindo estar distraído com o celular.
— Cheguei! — a voz do meu pai ressoou, cansada.
Ele entrou na cozinha, mal nos olhando, carregando as sacolas do supermercado. O clima ainda estava carregado; o cheiro do sexo pairava no ar, e eu podia ver a respiração da minha mãe ainda acelerada, as bochechas coradas e os olhos brilhando com a adrenalina do quase flagrante. Jantamos em um silêncio tenso, onde cada olhar que trocava com ela sob a mesa era um convite para o que viria a seguir.
Meu pai, exausto da semana, mal terminou a refeição e foi para o quarto. Ele tinha o sono pesado, aquele tipo de sono que ignora tempestades, o que era a nossa maior vantagem. Assim que a luz do quarto dele se apagou e o ronco começou a dar sinais, a eletricidade na casa voltou a subir.
Eu estava no meu quarto quando a porta se abriu silenciosamente. Ela entrou, agora sem o vestido, usando apenas uma camisola de seda preta que mal cobria as coxas.
— Ele dormiu — ela sussurrou, a voz rouca de desejo. — Agora termina o que começou na cozinha.
Eu a puxei pelo braço, jogando-a na cama. O desejo acumulado durante o jantar explodiu. Eu a despiu com urgência, revelando aquele corpo voluptuoso que me deixava louco. Comecei beijando seu pescoço, descendo para os seios fartos, enquanto ela arqueava as costas, gemendo baixo para não acordar o marido.
— Agora, meu filho... eu quero sentir você na minha boca — ela pediu, deslizando para baixo dos lençóis.
Ela se posicionou e começou a chupar meu pau com uma técnica devastadora. Não era apenas um boquete; era um trabalho minucioso. Ela usava a língua para circular a glande, sugando com força, fazendo aquele barulho úmido e excitante. Eu segurei a cabeça dela, guiando-a para um grelo profundo, sentindo minha rola bater no fundo da garganta dela.
— Isso... chupa tudo, sua safada... — eu gemia, sentindo o prazer subir. — Adoro ver você engolindo meu pau desse jeito.
— Hmmph... mmm... — ela respondia entre as sugadas, os olhos revirando de prazer enquanto me servia.
Depois de alguns minutos de tortura deliciosa, eu a puxei para cima. Eu queria mais. Virei ela de costas, deixando aquele rabo generoso empinado para mim. A visão daquela bunda branca e volumosa me deixou cego.
— Hoje eu vou te foder em tudo, mãe. Você quer ser minha puta a noite toda, não quer?
— Quero! Me usa, me rasga, faz tudo o que você quiser! — ela sussurrou, apertando os travesseiros.
Comecei pela frente, penetrando sua xoxota com estocadas lentas e profundas, ouvindo-a gemer baixinho: "Ahhh, sim... entra tudo... que delícia de pau!". Mas o tesão pedia mais. Eu a virei, deslizei a mão para o seu rabo e, com um pouco de lubrificante, guiei a cabeça do meu membro para o aperto apertíssimo do seu rabo.
— Ai! — ela deu um grito curto, abafado pelo lençol. — Tá entrando... meu Deus, que aperto!
— Relaxa, sua safada... sente como meu pau preenche você por trás — eu disse, começando a socar o seu rabo sem piedade.
O sexo anal era intenso, visceral. A cada estocada, a carne batia com força, criando um ritmo frenético.
— Ahhh! Mete mais forte! Me fode o rabo, meu filho! — ela gritava baixinho, rebolando para encaixar cada centímetro da minha rola. — Você é tão grande... ahnn, que delícia ser possuída por você!
— Você é a puta mais gostosa do mundo, mãe... olha como você aperta meu pau!
Nós dois estávamos suados, fundidos em um ritmo selvagem. Eu mudava a posição, alternando entre a buceta e o rabo,
...sem nunca deixar que ela descansasse. O prazer era tão intenso que a linha entre a razão e a luxúria havia desaparecido completamente. Eu a prendi pelos pulsos acima da cabeça, forçando-a a olhar para mim enquanto eu a socava com violência controlada. Seus olhos estavam nublados, a boca aberta em um suspiro eterno de êxtase.
— Olha para mim, mãe... olha quem está te fodendo agora! — eu ordenava, sentindo meu coração martelar no peito.
— É você... ahnn... é o meu filho que está me fazendo gozar! — ela gemia, as pernas tremendo, quase perdendo a força.
A tensão chegou ao limite. Eu sentia que minha rola estava prestes a explodir. Comecei a acelerar o ritmo, as estocadas tornando-se curtas e rápidas, batendo fundo contra o colo do útero dela. O som da carne colidindo preenchia o quarto, misturando-se aos gemidos abafados que ela tentava conter contra o travesseiro.
— Vou gozar... vou gozar tudo dentro de você! — avisei, a voz rouca de puro desejo.
— Goza! Enche a sua puta! Deixa tudo dentro de mim! — ela implorou, apertando meu quadril com as unhas, puxando-me para mais perto, querendo cada gota.
Com um último impulso visceral, eu enterrei meu pau até a raiz e soltei tudo. Ondas de prazer me atravessaram enquanto eu sentia meu sêmen jorrar quente dentro dela. Ela teve um orgasmo violento, contraindo as paredes da xoxota ao redor do meu membro, apertando-me em um espasmo que quase me fez desmaiar.
Ficamos ali, exaustos, os corpos colados e suados, a respiração pesada ecoando no silêncio do quarto. O cheiro de sexo era inebriante. Ela se aninhou no meu peito, com um sorriso satisfeito e malicioso nos lábios.
— Você me destruiu hoje... — ela sussurrou, dando um beijo carinhoso no meu ombro.
— Você que me pediu, safada.
Ela se levantou com delicadeza, deslizando para fora da cama. Antes de sair do quarto, ela se virou e me deu uma piscadela, ajeitando a camisola de seda com a graça de quem esconde um segredo perigoso.
— Vou tomar um banho rápido para tirar o seu cheiro de mim antes que seu pai desconfie de qualquer coisa. Mas não se acostume... amanhã, quando ele for trabalhar, quero que você termine de me comer naquela cozinha.
Ela saiu do quarto deslizando como uma sombra, deixando-me ali, sozinho com a adrenalina e a certeza de que aquele jogo proibido era a coisa mais excitante da minha vida.




