Eu sempre fui o caçador. João, o homem que já tinha provado de tudo: mães, filhas, casais, orgias. O tipo de cara que nunca se prendeu porque a liberdade do sexo era o seu único casamento. Mas naquela sexta-feira, no Conde Redondo, em Lisboa, eu encontrei a Marisa. Ela era a definição de perfeição feminina: loira, voz aveludada, curvas que fariam qualquer homem perder o fôlego. O choque veio quando ela, rindo da minha descrença, baixou a lingerie e revelou um membro colossal, um "braço" que me deixou hipnotizado.
A química foi instantânea. Não fomos para o hotel dela; fomos para a minha casa, onde o silêncio dos vizinhos era a nossa única garantia.
Tudo começou com cervejas artesanais e olhares famintos. No banho, a tensão explodiu. Quando abri o box para entregar a toalha e vi aquele pau ereto, a luxúria assumiu o controle. Eu a virei de costas e enterrei meu pau naquele cuzinho apertado, sentindo-a empinar a bunda para me engolir por inteiro.
— Que cuzinho gostoso, Marisa! — eu gemia, enquanto a possuía com força.
Mas o jogo mudou na sala. No sofá, enquanto eu a comia, ela pegou minha mão e a guiou até o próprio pau. Foi a primeira vez que senti a pulsação de um membro que não era o meu. O desejo mudou de polaridade. Ela me jogou no sofá e começou a me chupar com uma voracidade animal, engasgando, babando, me levando ao limite. Quando entramos no 69, ela assumiu o comando.
A Marisa não queria mais ser a passiva. Ela se tornou a dominação em pessoa.
— Olha só para você, seu putinha... — ela rosnou, a voz agora rouca de tesão. — Vou te ensinar agora como é ser comido por um pau de verdade.
Ela me colocou de quatro. Senti a língua dela explorando meu cu, lubrificando tudo com a saliva quente. Quando ela posicionou a cabeça do pau na minha entrada, eu senti o tamanho real daquela arma.
— Abre esse cu para mim, caralho! Abre mais! — ela ordenou, enquanto dava tapas secos na minha bunda.
Eu gritei quando ela empurrou. A sensação era avassaladora. Ela me agarrou pela cintura, me puxando contra ela com força bruta.
— Isso, sente esse pauzão rasgando você! — ela urrava, bombeando com uma violência deliciosa. — Você é a minha putinha agora, João! Grita que eu quero ouvir você implorando por esse pau!
Eu estava entregue. Pela primeira vez na vida, eu era o passivo, e a sensação de ser preenchido por aquele membro enorme era viciante. A cada estocada, ela me forçava a baixar a cabeça, empinando minha bunda ao máximo para que o pau entrasse até a raiz.
— Coloca tudo, Marisa! Enfia tudo dentro de mim! — eu implorei, completamente perdido no prazer.
Ela não parou. Ela me jogou no braço do sofá, com as pernas para o alto, expondo tudo. Ela lambeu meu cu novamente, salivou o próprio pau e mergulhou fundo.
— Vou foder esse cuzinho até você esquecer o próprio nome! — ela berrava, o corpo suando, o ritmo acelerando.
Senti o pau dela inchar dentro de mim, pulsando violentamente. Ela deu um urro final, um grito de libertação, e senti cada centímetro daquele membro pulsar dentro do meu corpo antes de relaxar.
Fomos para o chuveiro, exaustos e satisfeitos. Lá, enquanto a água caía, meu pau voltou a endurecer. Terminei a noite comendo ela, sentindo o gosto do prazer mútuo, enquanto minha mão trabalhava no pau dela, finalizando aquele encontro épico.
O que começou como uma aventura de sexta-feira tornou-se a história da minha vida. Marisa não foi apenas uma noite; ela se tornou minha companheira. Ela mudou a vida dela e veio morar comigo, provando que a aceitação e o desejo, quando genuínos e intensos, podem transformar qualquer fantasia em um lar.
A vida a dois, porém, revelou que a dinâmica de poder entre nós não era um evento isolado de uma única noite, mas um ecossistema vivo. Nossa casa tornou-se um santuário de explorações, onde o roteiro de quem dominava e quem obedecia era reescrito a cada despertar. Marisa não era apenas uma mulher com um segredo anatômico; ela era uma força da natureza que descobriu em mim a maleabilidade perfeita.
Certa manhã, acordamos com a luz de Lisboa filtrando pelas cortinas. Eu ainda estava grogue quando senti o peso do corpo dela sobre o meu. Ela não me beijou nos lábios; ela desceu a mão, apertando meu pau com força, enquanto sussurrava no meu ouvido:
— Hoje você não sai da cama até que eu decida que você já foi comido o suficiente.
Ela me virou com um movimento brusco, jogando-me de bruços contra o colchão. O impacto fez meu corpo quicar. Senti o calor do membro dela, já rígido, pressionando a fenda do meu cu. Ela não usou lubrificante desta vez; usou a saliva que acumulava na boca, lambendo a entrada do meu ânus com uma lentidão torturante, fazendo-me arquear as costas em antecipação.
— Sente isso, João... — ela murmurou, enquanto empurrava a cabeça do pau lentamente, milímetro por milímetro. — Sente como você nasceu para ser preenchido por mim.
Quando ela entrou por completo, soltou um gemido gutural, enterrando o rosto na minha nuca. O ritmo era diferente: não era a violência da primeira noite, mas uma possessão cadenciada, profunda. Ela segurava meus pulsos contra o colchão, imobilizando-me, enquanto cada estocada ecoava no silêncio do quarto. Eu me sentia pequeno, vulnerável e, paradoxalmente, completo.
— Você é meu, não é? — ela perguntou, a voz vibrando contra a minha pele.
— Sou seu... sou sua putinha, Marisa! — eu gritava, sentindo o prazer subir como uma onda elétrica que me cegava.
O ápice veio em um crescendo de respirações ofegantes. Ela começou a bombear com força, o som da carne batendo contra carne preenchendo o quarto. Eu sentia o pau dela pulsar, expandindo-se dentro de mim, atingindo pontos que eu nem sabia que existiam. Quando ela gozou, senti a descarga quente inundar meu interior, um choque de prazer que me deixou trêmulo e imóvel por minutos.
Após o êxtase, enquanto recuperávamos o fôlego, ela se aninhou ao meu lado, o corpo suado e relaxado. Olhamos um para o outro e houve um entendimento silencioso. Aquele era o nosso novo normal.
A Marisa trouxe para a minha vida a quebra de todos os paradigmas. Eu, que sempre fui o predador, descobri a glória de ser a presa. E ela, que carregava a complexidade de sua natureza, encontrou em mim alguém que não apenas aceitava, mas venerava cada centímetro do seu ser. Nossa relação tornou-se um loop infinito de prazer: ora eu a possuía com a força de um homem que a desejava desesperadamente, ora ela me reivindicava com a autoridade de quem sabia exatamente como me desmanchar.
Naquela casa em Lisboa, o sexo deixou de ser um ato de conquista para se tornar a nossa linguagem mais honesta. Não importava quem estava por cima ou quem estava por baixo; o que importava era a entrega absoluta a esse desejo visceral que nos unia.





Merece meu voto foi muito excitante até fiquei de pau duro me deu até vontade de pegar um travesti