A virgem nos conquistou

— Você tem certeza que não é uma brincadeira? — a voz de Marta era um sussurro, quase inaudível, enquanto ela me olhava com aqueles olhos castanhos carregados de uma curiosidade nervosa.

Eu sorri, sentindo um prazer quase proprietário ao observar a menina. Ela era linda, com curvas que pareciam esculpidas para o prazer, mas carregava consigo aquela aura de pureza que, para alguns, seria sagrada, mas para mim, era um convite.

— Nunca brinco com a vida sexual de ninguém, Marta. O Artur é um homem paciente. Ele sabe exatamente como tratar uma mulher... especialmente uma que nunca foi tocada.

O plano não era apenas um "presente"; era um experimento de generosidade e desejo. Eu queria ver a transformação dela. Queria ser a arquiteta daquela primeira vez.

Na sexta-feira, o apartamento estava impregnado com o aroma de velas de sândalo e o som baixo de um jazz sensual. Artur, com seu porte atlético e a confiança de quem domina a própria masculinidade, nos recebeu com um sorriso cúmplice. O vinho tinto fluía, e a tensão entre os três era palpável, como uma corda esticada prestes a romper.

— Vamos agora? — perguntei, sentindo meu próprio corpo reagir ao clima.

No quarto, a luz era âmbar. Artur deixou o roupão cair, revelando o corpo firme e o desejo já evidente sob o tecido da cueca. Eu ajudei Marta a se despir. Quando o sutiã foi removido, seus seios, firmes e arrebitados, saltaram diante de nós. Artur não hesitou; ele a envolveu, as mãos grandes contrastando com a pele alva da jovem.
— Que coisa mais linda... — Artur sussurrou, a voz rouca, enquanto sugava um mamilo com vigor. — Você não tem ideia do quanto estava esperando por isso, não é, pequena?

Marta soltou um suspiro longo, a cabeça tombando para trás, aninhada no meu colo. Eu acariciava seus cabelos, sentindo seus gemidos começarem a preencher o quarto.

— Ai... sim... eu... eu quero... — ela balbuciou, a voz trêmula.

Artur deslizou a calcinha dela para baixo com uma lentidão torturante. Quando ela ficou completamente nua, ele se posicionou entre as pernas dela. A língua dele encontrou a fenda úmida, e o primeiro toque causou um choque no corpo da menina.

— Meu Deus, Artur... o que você está fazendo? — ela gemeu, arqueando as costas.

— Estou provando cada pedaço de você, Marta. Você é deliciosa. Sinta a minha língua... sinta como você está molhada para mim — ele dizia, alternando beijos profundos com lambidas insistentes que a faziam delirar.

Eu observava tudo, excitada pelo som da carne se encontrando. Artur se levantou, livrando-se da cueca. Seu pênis, pulsante e rígido, era a promessa de algo inevitável. Ele começou a esfregar a glande na entrada da vagina dela, fazendo-a contorcer-se em busca de preenchimento.

— Por favor... entra... coloca dentro de mim! — Marta implorou, a voz agora carregada de urgência.

— Agora, meu amor. Agora você vai sentir o que é ser mulher — Artur murmurou.
Ele empurrou devagar. Um grito agudo escapou dos lábios de Marta quando a membrana se rompeu. Houve um pequeno rastro de sangue, um selo de pureza quebrado, mas a dor foi rapidamente substituída por uma plenitude avassaladora.

— Ahhh! Tá... tá muito grande! Preenche tudo! — ela gritou, as mãos cravando-se nos ombros dele.

— Aguenta, pequena... sente o meu pau rasgando o seu caminho... você é minha agora — Artur respondia, aumentando o ritmo, os quadris batendo contra os dela com um som úmido e rítmico.

O clímax veio como uma onda. Artur gozou profundamente dentro dela, um jato quente que pareceu fundir os dois em um único organismo. Marta gritou, um orgasmo visceral que a deixou trêmula e exausta.

Na manhã seguinte, a curiosidade de Artur não tinha acabado. Ele queria explorar cada orifício daquela novidade.

— Hoje vamos tentar algo diferente, Marta. Você confia em mim? — ele perguntou, posicionando-a de quatro na cama.

Ela hesitou, a face corada, mas....
— Sim... eu confio... — ela sussurrou, a voz ainda rouca da noite anterior, sentindo-se vulnerável e, ao mesmo tempo, estranhamente poderosa sob aquele olhar predatório.

Eu me posicionei ao lado dela, beijando a curva de seu pescoço, sentindo a pele ainda quente. Artur, porém, tinha outros planos. Ele não queria a pressa; queria a conquista total. Ele deslizou os dedos, lubrificados, pela entrada estreita e rosada do ânus dela. Marta deu um sobressalto, os olhos arregalados, sentindo a intrusão inesperada.

— Relaxa, pequena. Respira fundo para mim — Artur comandou, a voz baixa e autoritária. — Sinta como você é apertada... como você luta contra mim.

Ele começou a circular a entrada com a ponta do dedo, massageando a musculatura tensa. Marta soltou um gemido que misturava medo e excitação. A sensação era nova, invasiva e terrivelmente excitante. Quando ele introduziu o primeiro dedo completamente, ela soltou um grito abafado no travesseiro.

— É... é diferente! — ela exclamou, o corpo tremendo.

— É porque você está sentindo tudo agora. Sinta o meu dedo lá dentro, Marta. Sinta como você me aperta — Artur dizia, movendo o dedo em círculos, explorando a parede interna.

Eu não conseguia ficar apenas olhando. Deslizei minha mão para a frente, encontrando o clitóris dela, que já pulsava, injetado de sangue. Comecei a estimulá-la com movimentos rápidos e precisos, criando um contraste violento: a pressão profunda e preenchida atrás, e a estimulação elétrica e aguda na frente.
Marta começou a delirar. Ela não sabia mais onde terminava o prazer e onde começava a agonia.

— Agora... agora eu vou entrar — Artur anunciou.

Ele não usou a delicadeza da primeira vez. Ele se posicionou, a cabeça do pênis pressionando a entrada estreita. Com um impulso firme e decidido, ele empurrou. Marta soltou um grito longo, as unhas cravando-se nos lençóis. O rosto dela estava contraído, a respiração curta, enquanto o corpo de Artur lutava para vencer a resistência daquela musculatura virgem.

— Ahhh! Para... não... espera! — ela gemia, mas seus quadris, traindo a voz, empurravam contra ele, pedindo mais.

— Não vou parar. Você vai aprender a me receber por onde quiser — ele rosnou, completando a penetração com um estalo seco de peles se chocando.

O ritmo era lento no início, quase torturante, permitindo que Marta sentisse cada centímetro daquela invasão. A cada estocada, ela emitia um som gutural, um gemido que vinha do fundo da garganta. Artur estava possuído, seus movimentos tornando-se mais viscerais, transformando o quarto em um santuário de suor e luxúria.

Quando ele finalmente atingiu o ápice, ele não saiu. Ele a manteu prensada contra o colchão, gozando com força total, preenchendo-a completamente enquanto eu a beijava com urgência, celebrando a entrega total daquela menina que, em poucas horas, havia descoberto que a pureza era um conceito pequeno demais para a imensidão do prazer.
Com o passar dos meses, aquela primeira experiência deixou de ser um experimento para se tornar a nossa fundação. A dinâmica entre nós três evoluiu para algo orgânico, quase instintivo. Não éramos mais apenas um casal e uma "convidada"; éramos um trio inseparável, onde o desejo não tinha agenda e a luxúria não tinha limites.

O apartamento tornou-se um campo de explorações constantes. Aprendemos a ler os sinais um do outro: o modo como Marta mordia o lábio inferior quando queria ser dominada, a forma como Artur suspirava quando eu tomava a iniciativa de guiá-lo.

Certa tarde de terça-feira, o calor lá fora parecia fundir o asfalto, mas dentro do quarto, a temperatura era ainda mais alta. Estávamos os três emaranhados nos lençóis de seda preta. Marta estava sentada no colo de Artur, de costas para ele, enquanto eu me ajoelhava diante dela.

— Olha para mim, Marta — pedi, minha voz carregada de desejo.

Ela me olhou, os olhos nublados de prazer, a respiração curta. Artur, por trás, segurava os quadris dela com força, as mãos grandes marcando a pele alva. Ele já estava dentro dela, num ritmo lento e profundo, fazendo-a oscilar.

— Sinta como ele te preenche, pequena... — Artur sussurrou no ouvido dela, a voz rouca. — Você sente o meu pau batendo no seu fundo?

— Sinto... ahhh... sinto tudo! — Marta gemeu, jogando a cabeça para trás, encontrando meus lábios.

Eu a beijei com urgência, enquanto minha mão descia para a frente, encontrando a fenda dela, que já estava encharcada, transbordando desejo. Comecei a massagear o clitóris dela com movimentos circulares e rápidos, usando o polegar para apertar a carne sensível.
— Você está tão molhada, Marta... — murmurei contra a boca dela. — Você está implorando por mim também, não está?

— Sim! Quero... quero a sua língua... por favor! — ela implorou, arqueando as costas.

Eu desci com a face, mergulhando em sua intimidade. Comecei a lamber a fenda dela com vigor, subindo e descendo, focando no botão pulsante. Marta soltou um grito agudo, as mãos agarrando os cabelos de Artur. O contraste era delicioso: Artur a possuindo por trás com estocadas poderosas e ritmadas, enquanto eu a devorava pela frente.

— Isso mesmo, pequena... goza para nós dois! — Artur exclamava, aumentando a velocidade. O som da carne batendo, aquele "estalo" úmido e repetitivo, preenchia o quarto. — Sinta como você é nossa! Toda sua buceta, todo o seu rabo... tudo nosso!

Marta entrou em colapso. O orgasmo a atingiu como um raio; ela tremeu violentamente, os músculos da vagina apertando o pênis de Artur e o clitóris pulsando contra a minha língua. Ela gritou, um som libertador, enquanto Artur, levado pelo espasmo dela, gozava profundamente, prechendo-a com um jato quente e potente.

Ficamos ali, em silêncio, apenas ouvindo a respiração pesada dos três. Mas o desejo, nesse trio, nunca dormia por muito tempo.

— Agora é a minha vez — Artur disse, puxando-me para cima.

Ele se sentou na beira da cama e me puxou para o seu colo. Marta, ainda recuperando o fôlego, não ficou apenas observando. Ela se posicionou ao lado, seus olhos brilhando de malícia. Ela se inclinou e começou a lamber o mamilo de Artur, enquanto eu me dedicava ao prazer dele.
Eu deslizei para baixo, abrindo as pernas dele. Meu olhar encontrou o de Marta, e trocamos um sorriso cúmplice. Juntas, começamos a dar a ele o tratamento que ele merecia. Eu envolvi o pênis dele com a boca, sugando com força, sentindo a rigidez pulsar contra minha língua, enquanto Marta, com a mesma devoção, começou a lamber e morder suavemente os seus testículos.

— Puta que pariu... — Artur gemeu, fechando os olhos, a cabeça tombando para trás. — Vocês duas... são anjos do pecado...

— Você gosta, não gosta, meu amor? — perguntei, fazendo um boquete profundo, sentindo a glande tocar a

minha garganta. Eu queria que ele sentisse cada centímetro do meu desejo.

— Eu amo isso... eu amo vocês duas — ele arfou, as mãos apertando nossos ombros enquanto nós, em uma coreografia de luxúria, alternávamos quem dava a ele o prazer mais intenso.

Contudo, a dinâmica do nosso desejo mudou drasticamente quando Artur precisou viajar a trabalho. As ausências dele, que inicialmente pareciam um vazio, tornaram-se o cenário para uma descoberta nova e avassaladora: a nossa.

Quando meu marido estava ausente em trabalho, o apartamento deixava de ser um território de exploração a três para se tornar o nosso santuário particular. A tensão que Artur alimentava entre nós não desaparecia com a partida dele; ela se transformava, concentrando-se em um magnetismo feminino e visceral.
Lembro-me da primeira vez que ficamos sozinhas após a primeira viagem longa dele. Estávamos na sala, bebendo vinho, o silêncio da casa amplificando cada respiração. Marta me olhou, e não havia mais a hesitação daquela menina virgem; havia uma fome predadora.

— Eu sinto falta dele... mas eu sinto tanta falta de você — Marta sussurrou, deslizando a mão pela minha coxa.

Eu a puxei para cima de mim, nossos corpos colidindo com uma urgência que beirava a violência. Não precisávamos de pênis para sentir a plenitude. Nosso sexo lésbico era intenso, mas carregado de um carinho que só nós mulheres sabemos proporcionar: aquele toque que entende exatamente onde a pele anseia por pressão e onde ela pede delicadeza.

— Vem cá, minha linda... deixa eu sentir o quanto você está querendo isso — eu gemi, enquanto a gente se despia freneticamente.

Nós nos entregamos ao prazer puro. A esfregação de nossas bucetas era deliciosa, um atrito úmido e quente onde clitóris encontravam clitóris em uma busca frenética por descarga.

— Ahhh, Marta! Sente como a gente combina... que delícia de buceta a sua! — eu gritava, sentindo o líquido quente escorrer pelas nossas coxas.

— Eu amo sentir você own me apertando... esfrega mais, por favor, esfrega com força! — ela respondia, a voz embargada, os quadris movendo-se em um ritmo hipnótico.
Exploramos cada centímetro. Praticamos 69 exploratórios, onde nossas línguas mapeavam cada dobra, cada glândula, cada ponto de prazer. Eu me perdia no sabor dela, e ela se perdia no meu, enquanto nossos gemidos criavam uma sinfonia de luxúria no quarto vazio.

Para elevar a experiência, trouxemos a tecnologia para a cama. Usamos vibradores potentes e vários brinquedos sexuais que Artur havia nos presenteado. Eu lembrava da face de Marta quando liguei o vibrador na intensidade máxima contra o clitóris dela enquanto meus dedos exploravam seu interior.

— Meu Deus! Isso... isso é demais! Eu vou explodir! — ela gritava, o corpo arqueado, os olhos revirados.

— Goza para mim, Marta! Goza agora, sente esse brinquedo te rasgando de prazer! — eu ordenava, sentindo a vibração ecoar em todo o nosso corpo unido.

Eram tardes inteiras de entrega, onde o tempo parava e a única coisa que importava era a textura da pele, o cheiro do desejo e a descarga elétrica de dois corpos femininos que se conheciam profundamente. Quando Artur finalmente voltava, ele encontrava duas mulheres consumidas por um fogo que ele mesmo ajudara a acender, mas que nós aprendemos a alimentar sozinhas, transformando a ausência do homem na presença absoluta do nosso próprio prazer

Foto 1 do Conto erotico: A virgem nos conquistou

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A virgem nos conquistou

Codigo do conto:
269515

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
10/08/2026

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