O flat na capital era silencioso, exceto pelo zumbido do ar-condicionado que tentava, sem sucesso, dissipar a tensão elétrica que pairava entre nós dois. Eu a via caminhar pela sala — 1,70m de pura provocação, os cabelos negros escorrendo pelas costas como uma cascata de seda, a bunda empinada que parecia desafiar a gravidade a cada passo. Minha filha tinha voltado do Canadá transformada em algo magnífico, e nós dois sabíamos que a linha entre o afeto e o desejo já havia sido apagada há muito tempo.
Naquela sexta-feira, o vinho tinto tinha feito efeito, mas a tensão era visceral. Quando nos deitamos, o contato foi inevitável. Senti meu pau, duro como pedra, pressionando a curva perfeita do rabo dela. Eu não me afastei. Pelo contrário, empurrei com força, sentindo a resistência do tecido do short.
Ela soltou um suspiro pesado e, num movimento lento, empinou a bunda, encaixando-se perfeitamente no meu volume. Quando minha mão encontrou a aréola firme de seu seio, ela soltou um gemido baixo, quase um rosnado.
— Você não consegue mais fingir, consegue, papai? — a voz dela era um sussurro carregado de malícia.
Ela deslizou a mão para trás, agarrou meu pau por cima da roupa e apertou. Eu quase desmaiei. Com um movimento ágil, ela afastou a própria calcinha, expondo a fenda úmida, e começou a esfregar a bucetinha contra mim, num ritmo frenético.
— Puta que pariu... — rosnei, sentindo o calor dela.
— Goza em mim, agora! — ela pediu, arqueando as costas.
Eu não aguentei. Gozei alucinadamente, lambuzando as coxas e a bunda dela com jatos espessos de porra, caindo no sono exausto, enquanto ela sorria no escuro.
A segunda-feira demorou uma eternidade para chegar. Quando finalmente subimos para o apartamento, o clima estava carregado. Ela usava uma camisola de seda que mal escondia as curvas, e duas taças de vinho.
— Não me arrependo de nada — ela disse, aproximando-se. — Somos adultos, donos da nossa própria luxúria.
Ela deixou a taça de lado e, com a mão livre, apertou meu pau, que saltou do calção como um projétil.
— Vem, papai... vamos deitar.
Eu a joguei na cama com fome, arrancando aquela camisola e devorando seus seios com a língua. Desci centímetro a centímetro até chegar na vulva dela, que já exalava um perfume doce e excitante. Quando minha língua encontrou o clitóris, ela gritou, apertando meus cabelos.
— Esse pau... — ela murmurou, olhando para a minha ereção. — Eu sei que você gosta de gozar duas vezes, mas hoje eu quero três. Primeiro no meu cu, depois na bucetinha e, por último, na minha cara.
Aquilo me desintegrou. Virei-a de quatro, sentindo a pele macia das nádegas sob minhas mãos. Usei minha saliva para lubrificar aquele anel rosado e apertado, sentindo-a pulsar. Quando a cabeça do meu caralho tocou a entrada, ela soltou um gemido gutural.
— Enfia tudo, porra! Me rasga com esse pau grosso! — ela gritou, a voz de ninfeta vagabunda ecoando no quarto.
Eu empurrei. Devagar, sentindo a resistência, e depois, num golpe único, enterrei tudo.
— AH! — ela gritou, arqueando as costas. — Vai... não para! Me fode com força, caralho!
O som do meu saco batendo na bucetinha dela era como um metrônomo de luxúria. Eu dava tapas fortes nas nádegas dela, marcando a pele clara, enquanto ela pedia mais, implorando para ser preenchida. Quando senti que ela estava gozando, segurei seus cabelos com força e descarreguei toda a minha porra no fundo daquele cu delicioso.
— Mais... eu quero mais, papai — ela sussurrou, enquanto eu tentava recuperar o fôlego.
Ela se ajoelhou na cama e, sem cerimônia, envolveu meu pau melado com a boca. Vi a cena: aquele cacete sujo de porra sumindo na garganta dela, a língua trabalhando, sugando cada gota. O desejo voltou instantaneamente. Deitei-me de costas e ela montou em mim, cavalgando com uma fúria primitiva.
— Olha para mim — ela ordenou, os olhos semicerrados, mordendo os lábios.
Eu a segurei pela cintura, elevando as estocadas, sentindo-a apertar cada milímetro do meu pau. Quando ela gozou novamente, envergando o corpo sobre o meu peito, eu não resisti e gozei fundo na bucetinha dela, sentindo o calor visceral do orgasmo.
— Eu não aguento mais, filha... — ofeguei.
Ela deu um sorriso sacana, desceu do meu corpo e começou a punhetar meu pau enquanto sugava as bolas do meu saco, alternando entre a língua e os dedos que mergulhavam na própria bucetinha para melar meu caralho com seu mel.
Eu me levantei, coloquei-a de joelhos e, segurando seus cabelos, comei a enfiar meu pau na boca dela com força, sentindo-a se engasgar, os olhos lacrimejando, mas totalmente submissa ao meu comando. Ela gemia abafada, enquanto a mão dela trabalhava no próprio cu, aproveitando a porra que escorria.
No ápice, gozei ownmente, sentindo cada pulsação preencher a boca dela. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios com luxúria e esfregando o resto do sêmen no rosto, como se fosse um troféu.
Ficamos assim por oito meses, vivendo um segredo feito de carne, suor e desejo, até que a vida a levou para outra cidade. Mas, a cada feriado que voltamos a nos encontrar, o flat da capital volta a ser o cenário do nosso pecado mais perfeito.
O tempo, para nós, deixou de ser medido em dias e passou a ser contado em quilômetros. A distância entre a capital e a cidade onde ela agora trabalhava era o único freio para um desejo que não conhecia saturação. A cada nova visita, o ritual se repetia, mas a intensidade escalava, como se estivéssemos tentando compensar cada segundo de ausência com doses cavalares de luxúria.
No último feriado, ela chegou ao flat antes mesmo de eu descarregar as malas. Não houve tempo para beijos castos ou conversas sobre o trabalho. Assim que a porta bateu, ela me prensou contra a parede, as mãos ágeis rasgando a minha camisa. Ela não usava sutiã sob o vestido justo, e seus mamilos, endurecidos pelo frio do corredor, marcavam o tecido como convites explícitos.
— Você não tem noção do quanto eu desejei sentir esse cheiro... — ela sussurrou, enterrando o rosto no meu pescoço, enquanto sua mão deslizava para baixo, apertando meu pau que já latejava, preso no jeans.
Eu a levantei, sentindo as pernas dela envolverem minha cintura com uma força possessiva. Caminhei com ela até a mesa de jantar, sentindo a umidade dela atravessar a calcinha e molhar a minha calça. Joguei-a sobre a madeira fria, afastando as taças de cristal que quase caíram com o impacto.
Ela abriu as pernas, expondo a fenda rosada, pulsando de expectativa. Eu não perdi tempo. Arrancando minha calça e cueca, expondo meu pau latejante e vermelho de desejo, mergulhei entre as coxas dela. A língua encontrou o clitóris em chamas, e ela soltou um grito que ecoou por todo o apartamento vazio.
— Agora, por favor... me fode como se eu não pertencesse a mais ninguém!
Eu a virei, sentindo a curva perfeita de sua bunda contra a mesa. Usei o resto do vinho da garrafa para lubrificar a entrada do cu, sentindo a pele dela arrepiar sob o toque do líquido frio. Quando encaixei a cabeça do meu caralho naquele anel apertado, ela enterrou o rosto na mesa, soltando um gemido gutural.
Empurrei com força, sentindo a resistência deliciosa do músculo se rendendo ao meu tamanho. Cada estocada era um impacto seco, o som da carne batendo na carne preenchendo o silêncio do flat. Eu a segurei pelos quadris, enterrando-me até o fim, sentindo que estávamos fundidos em um único corpo de pecado e suor.
— Mais fundo... me rasga, papai! — ela gritava, as unhas cravando na madeira da mesa.
Quando o orgasmo me atingiu, foi como uma explosão. Gozei profundamente no cu dela, sentindo cada pulsação do meu pau despejando a carga quente no fundo daquele canal apertado. Ficamos ali, ofegantes, o silêncio retornando aos poucos, interrompido apenas pelo som da respiração pesada.
Ela deslizou para fora de mim, deixando o rastro de porra escorrer por suas coxas. Com um olhar malicioso, ela se ajoelhou, lambendo o excesso de sêmen que ainda restava na ponta do meu pau, antes de me olhar nos olhos com um sorriso que dizia que, não importa a distância, ela sempre seria a minha ninfeta favorita.
O flat da capital continuava sendo o nosso santuário, onde a moralidade morria para que a carne pudesse finalmente viver.




