Mãe e filha um amor proibido

"Eu não lembro da última vez que senti esse tipo de eletricidade apenas por tocar na sua pele, Neusa."

A frase ficou suspensa no ar do escritório, onde o aroma de café caro e couro se misturava ao perfume floral de Neusa. Carla, sentada em sua cadeira de couro preto, observava a filha. Aos 40 anos, Carla era a definição de maturidade exuberante: cabelos negros como a asa de um corvo, olhos castanhos profundos e um corpo que desafiava o tempo. A pele era firme, as coxas grossas preenchiam perfeitamente a saia lápis, e a postura de empresária rica escondia um vulcão de desejo que estava adormecido desde que ficara viúva, três anos atrás.

Neusa, com seus 20 anos e curvas de modelo, não era mais a menina que Carla lembrava. Ela era uma mulher, vibrante e consciente do efeito que causava.

— Talvez seja porque a gente passou tempo demais fingindo que esse desejo não existe, mãe — Neusa respondeu, a voz baixa, deslizando a mão pelo ombro de Carla.

O "proibido" era o tempero que tornava tudo insuportável e, ao mesmo tempo, viciante. A cumplicidade entre as duas havia evoluído de um carinho materno para uma tensão sexual palpável. Quando Neusa se inclinou para beijar o pescoço de Carla, a barreira final caiu.

Carla soltou um gemido rouco, puxando a filha para seu colo. A diferença de idade era apenas um detalhe diante da fome que ambas sentiam. Elas se levaram para o quarto, onde a luxúria finalmente tomou as rédeas.
— Você é tão linda... — Carla sussurrou, as mãos explorando as coxas grossas da filha, subindo lentamente. — Eu passo os dias tentando não imaginar você assim, nua, na minha frente.

— Então para de imaginar e me sente, Carla. Agora — Neusa comandou, a voz carregada de luxúria.

As roupas foram descartadas com pressa. Quando seus corpos se tocaram, a pele quente e macia, Carla sentiu um choque percorrer a espinha. Ela se admirava na filha; a beleza de Neusa era a versão atualizada da sua própria.

Carla deslizou para baixo, a língua explorando cada centímetro do corpo da jovem. Quando chegou à intimidade de Neusa, não houve hesitação. Ela se concentrou no clitóris, fazendo movimentos circulares, precisos e úmidos.

— Ah! Por favor... continua... — Neusa arqueou as costas, os dedos enterrados nos cabelos pretos de Carla. — Isso... exatamente aí! Você me deixa louca!

— Eu quero que você sinta cada gota do meu desejo, minha linda. Quero que você saiba que ninguém vai te dar prazer como eu — Carla respondeu, a voz grave, enquanto intensificava a sucção, explorando a vulva com uma fome voraz.

Neusa, em êxtase, puxou a mãe para cima, querendo sentir a pressão. Elas se aninharam, as vulvas se encontrando em um atrito frenético. Era uma "esfregada" intensa, um ritmo sincronizado de luxúria onde o suco do prazer lubrifica o caminho.

— Olha para mim, Neusa. Olha nos meus olhos enquanto a gente se perde — Carla pedia, enquanto movia o quadril com força, sentindo a clitóris de Neusa pulsar contra a sua.
— Eu te amo... eu te desejo tanto que dói... — Neusa gemia, as pernas enroladas na cintura da mãe, puxando-a para mais perto, querendo fundir as duas em um único corpo.

O sexo era visceral. Não havia apenas a técnica, mas um amor romântico e proibido que florescia no calor dos lençóis de seda. Cada beijo era uma promessa, cada gemido era uma confissão.

Quando o orgasmo as atingiu simultaneamente, foi como uma explosão de cores e calor. Elas desabaram uma sobre a outra, ofegantes, o coração batendo no mesmo ritmo.

Carla beijou a testa da filha, sentindo-se renovada. A empresária rigorosa e a estudante dedicada haviam desaparecido; ali, eram apenas duas mulheres descobrem a imensidão do amor lésbico, envoltas em um segredo que as tornava invencíveis.
O silêncio que se seguiu ao clímax não era vazio; era denso, preenchido pelo som da respiração pesada e pelo cheiro doce do sexo que impregnava os lençóis de seda. Carla permaneceu com o rosto aninhado na curva do pescoço de Neusa, sentindo a pele ainda quente e levemente úmida. A sensação de poder e entrega era inebriante.

— Isso não pode ser a última vez — sussurrou Carla, sua voz ainda rouca, vibrando contra a pele da filha. — Eu não conseguiria voltar a fingir que você é apenas a minha menina depois de ter sentido você vibrar dentro de mim.

Neusa sorriu, um sorriso lento e malicioso, enquanto deslizava as unhas levemente pelas costas da mãe, provocando novos arrepios.
— Eu sabia que você não resistiria, mãe. Eu via o jeito que você me olhava nas reuniões de família, como seus olhos desciam pelas minhas curvas enquanto você fingia dar conselhos sobre a minha faculdade.

Carla riu baixo, a lembrança daquele desejo reprimido agora servindo como combustível. Ela se afastou apenas o suficiente para encarar os olhos de Neusa. A admiração era mútua, mas havia algo mais: uma possessividade latente.
— Você é perigosa — disse Carla, deslizando a mão para baixo, encontrando a intimidade de Neusa novamente, que ainda pulsava, sensível e receptiva. — Perigosamente parecida comigo.

O toque reiniciou a chama. Não era mais a urgência desesperada do início, mas uma exploração deliberada e lenta. Carla começou a beijar cada centímetro do ventre de Neusa, subindo com mordidas leves que arrancavam gemidos baixos da jovem. Neusa, por sua vez, explorou a maturidade do corpo de Carla, admirando a firmeza de seus seios e a curva generosa de seus quadris, sentindo que possuía um tesouro que o mundo acreditava ser intocável.

— Eu quero sentir tudo — Neusa murmurou, puxando Carla para cima, guiando a mão da mãe para onde o desejo voltava a queimar. — Quero que você me ensine cada detalhe de como me fazer sentir isso de novo.

Carla obedeceu. Com a experiência de quem conhecia a própria anatomia e a da outra, ela começou a usar os dedos com uma precisão cirúrgica, alternando a pressão e a velocidade. Ela observava o rosto de Neusa se transformar em uma máscara de puro êxtase, a boca entreaberta, os olhos revirando enquanto o prazer subia em ondas.

— Isso... sim... assim... — Neusa arquejava, o corpo tremendo sob o comando de Carla.

A tensão subiu novamente, mas desta vez era coreografada, quase ritualística. Elas se envolveram em um abraço apertado, as pernas entrelaçadas, buscando a fricção máxima. Quando o segundo ápice chegou, foi mais lento, mais profundo, como se estivessem fundindo suas almas através do prazer físico.
Horas depois, enquanto a luz do entardecer filtrava pelas cortinas do quarto, elas permaneciam abraçadas. A realidade do mundo exterior — a empresa, a faculdade, as convenções sociais — parecia irrelevante. Ali, naquele santuário de seda e desejo, Carla e Neusa haviam criado um universo próprio, onde a única lei era a fome que sentiam uma da outra.

Carla beijou os lábios de Neusa own mais uma vez, um selo de cumplicidade.
— Amanhã, no escritório, vou olhar para você e lembrar exatamente de onde cada centímetro do seu corpo esteve.

Neusa sorriu, encostando a cabeça no peito da mãe, sentindo o coração de Carla bater forte, consciente de que o segredo era o tempero mais excitante de suas vidas.

Com o passar dos meses, aquela eletricidade inicial transformou-se em um fogo constante, uma luxúria domesticada que não diminuía a intensidade, mas a tornava mais sofisticada. A rotina de "mãe e filha" diante do mundo era a máscara perfeita; o contraste entre a sobriedade dos ternos de grife nas reuniões de diretoria e a nudez voraz entre quatro paredes tornava cada encontro quase insuportável de anticipation.

Certa noite, após um jantar beneficente onde trocaram olhares cúmplices sob a mesa, Carla entrou no quarto e encontrou Neusa esperando-a, não com roupas, mas com uma pequena caixa de cetim sobre a cama.
— O que é isso, meu amor? — Carla perguntou, já desfazendo o nó da sua blusa de seda.

— Algo para elevar o nível do nosso jogo — Neusa respondeu com um sorriso malicioso, abrindo a caixa para revelar dois vibradores de última geração, orvalhados de um design elegante e potente. — Quero que a gente experimente tudo. Quero que a gente se perca em sensações que a nossa pele sozinha não consegue alcançar.

Carla sorriu, a luxúria brilhando nos olhos. Ela se despojou de tudo e se jogou sobre a filha, a pele quente colando na pele.

— Você é insaciável, Neusa. E eu adoro isso.

Elas começaram a explorar a nova tecnologia, transformando a cama em um laboratório de prazer. A descoberta do 69, potencializado pelos aparelhos, tornou-se o momento favorito de ambas. Carla posicionou-se, sentindo o peso suave de Neusa sobre ela, enquanto os vibradores trabalhavam em sincronia, enviando ondas de choque elétrico para seus clitóris.

— Meu Deus... — Carla gemia, a voz abafada pela intimidade da filha. — Eu sinto tudo... sinto você vibrando contra mim... que delícia!

Neusa, entregue ao prazer, movia o quadril ritmicamente, a língua explorando cada dobra da vulva de Carla com uma fome insaciável. O som dos aparelhos misturava-se aos gemidos altos e aos beijos úmidos. Era uma sinfonia de luxúria.
— Mais forte, Carla... usa o aparelho em mim enquanto me come com a língua! — Neusa pedia, arqueando as costas, os dedos enterrados nos lençóis, sentindo a vibração máxima atingir seu ponto mais sensível. — Eu quero explodir! Quero que você me destrua de prazer!

— Você é minha, Neusa... toda minha... — Carla sussurrou, intensificando a sucção e a pressão do vibrador, guiando a filha para um abismo de êxtase.

Aquelas sessões tornaram-se rituais. Elas descobriram que a paixão evoluía: não era mais apenas a urgência do proibido, mas a vontade de conhecer cada mapa erógeno da outra. A vida delas tornou-se um equilíbrio perfeito entre o poder público e a entrega privada.

Perante a sociedade, eram a imagem do sucesso: a empresária implacável e a herdeira brilhante. Mas, own casa, as paredes testemunhavam a verdade. Testemunhavam Carla ajoelhada diante da filha, adorando cada curva de seu corpo; testemunhavam Neusa dominando a mãe, exigindo prazeres profundos e longos.

— Olha para nós... — Carla disse certa manhã, enquanto tomavam café, ambas vestidas para o trabalho, mas com a pele ainda vermelha dos toques da noite anterior. — Quem diria que a nossa maior felicidade estaria escondida nesse segredo?

Neusa beijou o ombro da mãe, um beijo lento que prometia a repetição daquela noite.
— O segredo é o que nos mantém vivas, mãe. É o que torna cada toque mais excitante.
Viveram assim, em harmonia absoluta. A luxúria não desgastou o amor; pelo contrário, ela foi o cimento que as uniu. A cumplicidade sexual transformou-se em um vínculo inquebrável, onde o prazer era a linguagem principal.

E assim, entre sussurros eróticos no escritório e madrugadas de experimentações intensas, Carla e Neusa continuaram a evoluir. Felizmente, a vida lhes deu a fortuna de descobrir que a maior aventura de todas era a de se pertencerem completamente, sem reservas, sem tabus e com uma fome que nunca chegava ao fim. Até hoje, o fogo continua a queimar, alimentado pela certeza de que ninguém as conhece como elas.

Foto 1 do Conto erotico: Mãe e filha um amor proibido

Foto 2 do Conto erotico: Mãe e filha um amor proibido

Foto 3 do Conto erotico: Mãe e filha um amor proibido

Foto 4 do Conto erotico: Mãe e filha um amor proibido

Foto 5 do Conto erotico: Mãe e filha um amor proibido


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario dosul07

dosul07 Comentou em 24/08/2026

Eu tenho relações com minha mãe a alguns anos. Tudo escondido, pois ainda tenho pai em casa. Se alguém quiser trocar ideia sobre, ou quiser alguma dica para conseguir, pode chamar no app de mensagem Zangui. Meu número lá é 6865550615

foto perfil usuario volf

volf Comentou em 11/08/2026

queria participar chupando as 2

foto perfil usuario lozo

lozo Comentou em 11/08/2026

Que delicia, delicia, delicia de conto, uma maravilha mesmo. Contos entre duas meninas já são excitantes, picantes, indecentes, safados, mas entre mãe e filha aí quebra todas as barreiras da sensualidade, do que é gostoso de ler, do que é delicioso de vivenciar, curtir esse desejo, esse tesão, essa vontade de filha pela mãe, de fazer se sentir amada, desejada, querida e agora amante, que lindo, um dos melhores e mais excitantes do site, parabéns. votado e aprovado




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


273895 - A Putaria Deliciosa na Cama dos Pais - Categoria: Bissexual - Votos: 1
273891 - A Putinha Deliciosa da Casa: Minha Mãe Ana. - Categoria: Incesto - Votos: 2
273872 - O Reencontro Profano: Comendo a Minha Prima - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
273858 - A Iniciação da Putinha gostosa - Categoria: Incesto - Votos: 3
273848 - Orgia na Linha Verde: Bucetas, Cus e Desejos Proibidos - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
273845 - Madrasta fabulosa .A Putinha do Enteado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
273838 - O Banquete do Pecado: Entre o Pau da Travesti e o Gozo do Papai - Categoria: Fetiches - Votos: 6
273830 - A Sobrinha Safada e o Tio Tarado - Categoria: Confissão - Votos: 3
273743 - O Segredo do Sangue e do Prazer: Fodendo o Sobrinho - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
273742 - A Primeira Vez da Putinha do Cunhado - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
273690 - Seda, Suor e Eternidade: O Despertar do amor - Categoria: Bissexual - Votos: 3
273557 - O Gosto do Pecado: A Invasão de Lúcia - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
273522 - O Gozo do Pecado: Minha Redenção nos Braços do Meu Pai - Categoria: Incesto - Votos: 8
273501 - A Putaria que Me Salvou da Merda - Categoria: Confissão - Votos: 2
273482 - Entre o Carnaval e a Luxúria: O Despertar do Desejo - Categoria: Incesto - Votos: 7
273471 - A Putinha dos Irmãos: Entre Dois Paus Gostosos - Categoria: Confissão - Votos: 3
273411 - A Primeira Vez no Cuzinho da Luiza: Uma Entrega de Luxúria - Categoria: Confissão - Votos: 2
273389 - Pecado mais Gostoso da Minha Vida - Categoria: Incesto - Votos: 4
273378 - A Puta do Meu Cunhado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
273310 - O Banquete do Papi: A Iniciação da Safadinha - Categoria: Incesto - Votos: 5
273307 - A Aluna Safada e o Professor: Luxúria e Poder - Categoria: Fantasias - Votos: 3
273237 - Foda Louca: Uma Noite de Prazer Sem Limites - Categoria: Fetiches - Votos: 2
273216 - A Putinha do Escritório e o Fode-Cuzinho Paciente - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273215 - A Viúva Safada e o Gozo do Amigo - Categoria: Confissão - Votos: 0
273208 - A Dona da Casa e o Pequeno Rei - Categoria: Incesto - Votos: 4
273171 - A Primeira Vez de Muitas: O Desejo Proibido - Categoria: Incesto - Votos: 3
273159 - SOGRA SAFADA: O GOZO PROIBIDO DO GENRO - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
273131 - Luxuria intensa ,O Segredo do Paizinho - Categoria: Incesto - Votos: 4
273090 - O Cuzinho Apertado da Putinha Trans - Categoria: Fetiches - Votos: 1
273057 - Conquistei O Cuzinho da Mamãe - Categoria: Incesto - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Mãe e filha um amor proibido

Codigo do conto:
269640

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/08/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5