Eu estava ali, curvada, com o peso do meu corpo projetado para frente e o bundão arrebitado, lutando contra a gravidade para que os potes não se estraçalhassem no chão. Quando chamei o Júlio, não imaginei que o destino estivesse preparando a armadilha perfeita.
Ele veio rápido. Quando se inclinou para me ajudar, não houve espaço para o ar entre nós. O corpo dele colou no meu. Ele usava aqueles shorts de jogador de futebol, um tecido fino que não escondia nada. No segundo seguinte, senti. Uma rola dura, pulsando contra a minha bunda.
Fiquei paralisada. Fazia vinte e cinco anos — um quarto de século de seca absoluta — que eu não sentia a pressão de um pau excitado contra mim. A sensação foi como um choque elétrico que desceu pela minha espinha.
— Puta que pariu, você tá na frente, não consigo alcançar o pote! — ele resmungou, mas a voz dele estava rouca.
Para "alcançar o pote", ele não se afastou; ele se apertou. Ele me encoxou com força, socando aquele pau duro contra o meu rabo. Eu senti o volume crescendo, a urgência dele. A loucura tomou conta de mim e, num impulso que desafiava a moral e a genética, comecei a rebolar.
— Está gostando, Júlio? — sussurrei, sentindo o calor dele.
— Puta que pariu... eu sempre sonhei com isso! — ele disparou, a voz carregada de luxúria.
Fechamos a porta da geladeira com pressa. Eu não queria mais saber de potes; eu queria ser preenchida. Dei dois passos, apoiei as mãos na pia da cozinha, mantendo a posição de oferta, o rabo empinado para ele. Júlio veio por trás como um animal faminto. Ele me encoxou violentamente, a mão descendo para massagear minha xoxota por cima da bermuda jeans.
Eu estava ensopada. A vontade de ser fodida era tanta que eu já não via mais o irmão; via apenas o macho que estava me despertando. Ele arrancou a bermuda, puxou a calcinha para o lado e, sem aviso, deslizou aquele pau quente para dentro da minha buceta inchada.
— Ai, caralho! Que delícia! — gritei, jogando a cabeça para trás. — Por que demorei tanto para me liberar para outro macho? Olha onde eu estou... meu próprio irmão está dentro de mim!
Eu me sentia uma puta, uma vadia de 62 anos entregue ao prazer mais bruto. Júlio começou a bombar forte, cada estocada era um soco de tesão. Na loucura, ele rasgou minha calcinha, e quando percebeu que eu era virgem de anel, ele pirou. Ele começou a dedilhar meu cu, e eu tentei protestar:
— Ai não, Júlio! No cu não, nunca dei atrás!
Ele riu, um riso malicioso, e continuou me foda na buceta com força bruta. Mas, num deslize, num movimento brusco de entrada e saída, o pau dele escapou da frente e forçou a entrada no meu rabo.
— NÃO! NO CU NÃO! — dei um berro, tentando empurrar o corpo para frente, lutando contra a invasão.
Mas ele era mais forte. Ele segurou minha cintura com as duas mãos, cravando os dedos na minha pele, e me puxou para trás com força bruta. A cabeça da rola forçou a entrada. Eu xinguei, gritei, mas a dor rápida foi sendo substituída por um prazer proibido e avassalador. Quando ele deu a última forçada e o pau entrou quase todo, eu desmoronei.
— Já que... já que metade da rola está dentro e já me fez sofrer... miséria pouca é bobagem! Soca o resto para dentro, agora! — gritei, rendida.
— Seu desejo é uma ordem, minha nova puta
safada! — ele rosnou no meu ouvido. — Demorou para esse sonho acontecer, mas está melhor do que eu pensava. Queria seu bucetão, mas nem sonhava que ganharia um cusão virgem para destruir!
Ele me mandou abrir as pernas ao máximo.
— Segura essa porra, agora você é minha! — ele rosnou, a voz vibrando contra a minha nuca.
Júlio não teve piedade. Ele travou os braços na minha cintura, transformando meu corpo em um suporte rígido para a sua luxúria. Cada estocada no meu cu era um choque, uma invasão que rasgava qualquer resquício de dignidade que eu ainda tentasse manter. Eu sentia a pressão do pau dele preenchendo cada milímetro do meu canal estreito, forçando as paredes que nunca tinham sido tocadas.
— Ai! Meu Deus, Júlio! Tá rasgando! — eu gritava, mas minha voz não era de socorro, era de êxtase. Eu sentia o calor do corpo dele, o suor colando nossas peles, e o ritmo frenético que ele impunha.
Ele começou a alternar. Em um movimento bruto e animal, ele tirava o pau do cu e, sem me deixar respirar, socava com toda a força na buceta. A transição era rápida, suja, excitante. O som da carne batendo contra a carne ecoava pela cozinha vazia, um ritmo percussivo que marcava a minha rendição completa.
— Olha para você... — ele sussurrava, a respiração ofegante, enquanto me puxava mais para trás, fazendo meu rabo quase encostar no seu peito. — Sessenta anos guardando isso tudo para mim? Que desperdício de carne! Você é uma vadia, olha como você está apertada!
Eu não conseguia nem responder. Minhas mãos agarravam a borda da pia com tanta força que meus nós dos dedos estavam brancos. Eu sentia cada veia daquela rola pulsando dentro de mim, alternando entre a dor aguda do rabo e o prazer molhado da frente .
Num impulso, Júlio me virou de forma brusca. Ele me jogou sobre a mesa da cozinha, derrubando as frutas e os panos de prato. Ele me abriu inteira, as pernas escancaradas, expondo tudo ao olhar faminto dele. Ele não perdeu tempo; ajoelhou-se entre as minhas coxas e começou a lamber minha buceta com uma voracidade que me fez arquear as costas.
— Eu vou te foder até você esquecer quem você é! — ele disse, levantando o olhar, os olhos injetados de desejo.
Ele se posicionou novamente, mas dessa vez ele queria profundidade. Ele segurou minhas coxas, levantou meu quadril e mergulhou o pau no meu cu mais uma vez, mas agora com um ângulo que atingia o fundo da minha alma. Eu soltei um grito que deve ter acordado todo o sítio. A sensação de ser preenchida por completo, de ser dominada por aquele homem que compartilhava meu sangue, mas que agora era meu dono, me levou ao limite.
— Soca! Soca mais forte! Destrói tudo! — eu implorava, perdendo a razão.
Júlio entrou em um ritmo frenético. Era uma máquina de carne. Ele me fodia com uma fúria que parecia querer compensar as décadas de espera. Eu sentia meu orgasmo chegando, uma onda devastadora que começou nos pés e subiu como fogo. Quando ele deu a última sequência de estocadas brutas, profundas, acertando o ponto exato do meu prazer, eu senti meu corpo contrair violentamente.
— Vou gozar! Júlio, eu vou gozar! — gritei, enquanto ele soltava um urro gutural e despejava todo o seu leite quente dentro de mim, preenchendo meu rabo com uma descarga elétrica de prazer.
Ficamos ali, ofegantes, colados, enquanto o silêncio da cozinha retornava, agora carregado com o cheiro de sexo e a consciência do pecado que tínhamos acabado de cometer.
Ainda com os corpos colados e a respiração pesada, o silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de uma cumplicidade pecaminosa. Júlio não se afastou imediatamente; ele permaneceu ali, sentindo o pulsar do próprio pau dentro de mim, como se quisesse marcar território, sabendo que aquele espaço agora pertencia a ele.
Ele soltou um suspiro longo, beijando meu ombro com força, deixando a marca dos dentes na minha pele.
— Você não tem ideia do que isso fez com a minha cabeça... — ele sussurrou, a voz ainda rouca, carregada de uma luxúria que não havia acabado. — Passar anos imaginando a curva desse rabo, o cheiro da sua pele... Eu achei que ia morrer sem sentir você desse jeito.
Eu me virei lentamente na mesa, sentindo o líquido quente escorrer pelas minhas coxas. Olhei para ele, para aquele homem de 60 anos que exalava uma masculinidade bruta, e senti um desejo renovado. A primeira rodada tinha sido a explosão de décadas de repressão, mas agora, o fogo estava aceso e não queria apagar.
— Você acha que eu estou satisfeita, Júlio? — provoquei, deslizando a mão pelo peito dele, sentindo os músculos firmes. — Você acabou de abrir as portas de um inferno que você mesmo criou. Agora aguenta.
Ele sorriu, um sorriso predatório. Ele me pegou pelos braços e me jogou no chão da cozinha, sem cerimônias, me deixando deitada sobre os azulejos frios, enquanto ele se posicionava sobre mim, com a rola ainda semi-ereta, pulsando de vontade.
— Inferno? Eu quero queimar nesse fogo com você, minha safada — ele rosnou.
Ele não perdeu tempo. Com um movimento brusco, ele me abriu novamente, mas desta vez ele queria me dominar por completo. Ele enterrou o rosto no meu pescoço, mordendo a pele, enquanto sua mão descia para apertar meus seios com força.
— Olha para mim! — ele ordenou. — Olha para o seu irmão te fodendo como se você fosse a puta mais deliciosa do mundo!
Eu abri as pernas ownamente, oferecendo-me sem reservas.
— Fode mais, Júlio! Me destrói de novo! Quero sentir cada centímetro desse pau dentro de mim, não importa por onde entre!
Ele entrou com tudo. Desta vez, não houve hesitação. Ele socou a buceta com uma violência rítmica, fazendo minha cabeça bater contra o chão, meus gritos de prazer ecoando pelas paredes da cozinha. O prazer era tão visceral que eu sentia meu corpo tremer. A cada estocada, ele dizia palavras sujas, descrevendo exatamente o que queria fazer comigo, como queria me usar durante todo aquele final de semana no sítio.
— Vou te foder em todos os cômodos desta casa... vou te deixar marcada, vou fazer você implorar por esse pau até não conseguir mais andar! — ele gritava, enquanto acelerava o ritmo, transformando nossa carne em um único bloco de luxúria e suor.
Eu me agarrei às pernas dele, puxando-o para dentro, querendo que ele fundisse seu corpo ao meu. O proibido não era mais um peso; era o combustível que tornava cada toque mais elétrico, cada gemido mais alto. Naquele momento, não existia família, não existia idade, nem moral. Existia apenas a fome voraz de dois adultos que, enfim, tinham permissão para serem completamente depravados.




