Era final de semana e fomos todos para a chácara da minha amiga Ana Paula. Estávamos em uma galera, e eu, na época, namorava a Cláudia, prima da Ana. Passamos o sábado inteiro na piscina, fazendo churrasco e bebendo. À noite, já com todos cansados, alguns foram para um clube na cidade e outros preferiram ficar na chácara. Já era tarde e o pessoal começou a se ajeitar para dormir, mas eu e a Cláudia queríamos dar uma transada diferente. Começamos a nos provocar ali mesmo na varanda: beijos no pescoço, mordidas na orelha e mãos bobas explorando cada canto. No fundo da chácara havia uma casa de caseiro abandonada, então decidimos ir até lá. No escuro total, encostamos no tanque de lavar roupa e a safadeza começou pra valer. Fiquei louco de tesão e coloquei ela para me chupar gostoso, o que ela fez com maestria. Como ela estava de vestido, ficou muito fácil: tirei a calcinha dela e guardei no meu bolso. Chupei seus peitos com vontade enquanto brincava com a sua buceta, que a essa altura já estava completamente molhada. Não demorou muito para eu colocá-la de quatro e começar a meter devagarzinho. Ela olhava para trás com aquele olhar safado de quem estava amando ser fodida de verdade. Puxei-a pelos cabelos e comecei a meter mais forte. Ela gemia baixinho, tentando conter a voz para ninguém nos flagrar ali — embora o pessoal já devia imaginar o que estávamos fazendo, porque ninguém era ingênuo. Em seguida, a coloquei sentada em uma mesa que tinha no local e caí de boca na sua buceta. Chupava com vontade, alternando entre a buceta e o cu, fazendo aquele buraquinho piscar de puro tesão. Voltei a meter nela e não demorou muito para ela sussurrar que ia gozar. Acelerei os movimentos e senti a buceta dela apertar meu pau com as contrações do orgasmo. Dei uma boa lambida no cu dela para lubrificar bem, a coloquei de quatro novamente e meti gostoso naquele buraquinho apertado até encher ela de porra. Nos recompusemos e voltamos para junto do pessoal. Pouco depois, a maioria foi embora, ficando na chácara apenas eu, minha namorada, a Ana Paula e meu amigo Charles. Eles foram para um quarto e nós fomos para outro. Ainda com sede de sexo, começamos tudo de novo. Dessa vez ela veio por cima, cavalgando gostoso, apertando meu pau com a buceta enquanto descia até o limite. Depois, virou de costas e continuou cavalgando com aquela bunda maravilhosa virada para mim — que visão espetacular. Peguei ela de quatro mais uma vez e meti fundo, sentindo meu pau bater no fundo dela. Gemia baixinho e pediu para que, dessa vez, eu gozasse na boca dela. Coloquei ela para me chupar de novo e, entre uma mamada e uma punheta, enchi a boca dela de leite. Fomos nessa safadeza a noite toda, já que no domingo ela iria embora e só nos veríamos no sábado seguinte. No domingo à tarde, na casa da tia dela, ainda demos mais uma transada gostosa dentro do quarto da prima — onde, claro, tive que comer o cu dela de novo para não deixar saudades durante a semana.
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