Navegando pelo bate-papo do UOL, conheci uma garota de Mombuca, uma cidade próxima a Piracicaba. Ela tinha 29 anos, era morena, baixinha, tinha pernas grossas — uma delícia. Conversamos por uns 15 dias, mais ou menos, o tempo de que eu precisava para programar minha ida até lá. Tudo combinado: dia e horário, às 11h30 da manhã, pois era o momento em que ela colocaria os filhos no ônibus escolar e poderíamos ficar juntos até as 16h. Partimos para um motel em Piracicaba, mas já a coloquei para ir me chupando no caminho (rs). Chegamos ao motel e fomos tomar banho juntos; ali começamos a nos pegar e a nos provocar. Como tínhamos a tarde toda, deixei as coisas fluírem sem pressa. Voltamos para a cama e já fui colocando o pau na boquinha dela para mamar gostoso e deixar o pau bem duro. Deixei-a mamar um pouco e foi a minha vez de chupar seu peito e logo descer para chupar sua bucetinha, que estava lisinha e cheirosa. Fiquei ali chupando gostoso até a hora em que ela disse que, se eu não parasse, ela iria gozar na minha boca. Coloquei-a de quatro na cama e comecei a passar a cabeça do meu pau bem devagar na entrada da sua xoxota, deixando-a louca de desejo. Logo em seguida, coloquei tudo para dentro, fazendo-a dar um gemido alto e gostoso. Comecei a socar forte na sua xoxota e perguntei se ela gostava de levar uns tapas no bumbum; ela olhou e disse que adorava. Segurei-a pelo cabelo e metia forte, dando tapas na sua bunda, que ficou toda marcada. Cada tapa era um gemido de tesão que ela soltava. Virei-a de papai e mamãe e continuei bombando forte até ela anunciar que ia gozar… Senti o gozo dela com a pepeca contraindo ao redor do meu pau. Tirei o pau e fiz com que ela o chupasse até encher a boca de porra, bem gostoso. Ficamos ali deitados, nos beijando. Logo meu pau ficou duro novamente e ela caiu de boca — pensa numa bezerrinha que gostava de mamar! Logo a coloquei de quatro e disse que iria comer seu cuzinho. Ela empinou a bundinha, abaixou bem o rosto na cama e passei gel no seu cuzinho. Encostei a cabeça do pau — que já estava latejando nessa hora — na entrada e fui empurrando até colocar tudinho dentro do seu cu. Comecei um vai e vem devagar até ela se acostumar com a tora no rabo. Logo eu estava bombando forte e dando tapas na bunda dela novamente. Meti no seu cu até enchê-lo de leitinho. Fomos para o banho e ficamos um bom tempo lá, relaxando e nos provocando. Logo deu o horário de irmos embora, pois os filhos dela iriam chegar da escola. No caminho, fiz com que ela fosse me chupando no carro de novo, pois adoro ver uma mulher me mamando enquanto dirijo. Chegamos à casa dela e ficamos dentro do carro namorando até os filhos chegarem da escola. Nesse dia, marcamos de nos ver novamente na mesma semana, pois no motel tínhamos combinado de transar no meio do mato, embaixo de uma árvore perto da casa dela, já que ela morava em um sítio. Nesse outro dia, trepamos de todas as formas, dentro e fora do carro, embaixo dessa árvore. O tesão era enorme, pois dava para ver tudo ao redor. Mas essa parte eu vou contar no próximo conto.
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