Eles se chamavam de Safadinhos de Santa Catarina e o apelido não era à toa. Casados há sete anos, morando numa casa com vista pro mar em Florianópolis, o casal vivia a liberalidade com naturalidade. Ela, 32 anos, corpo marcado pelo sol e pela academia, cabelos castanhos sempre soltos. Ele, 35, ombros largos, sorriso safado e a mão sempre pronta pra apertar a bunda dela em público. Naquela sexta-feira o grupo do aplicativo já tinha combinado: encontro em casa, só casais liberados. Às nove da noite a sala estava cheia de conversa baixa, uísque e cheiro de perfume misturado com tesão. Ela circulava de vestido curto preto, sem calcinha. Toda vez que se inclinava pra servir uma bebida, o tecido subia e mostrava o começo da bunda. Ele observava de longe, gozando de ver os outros olhando. O primeiro casal a chegar perto foi um cara alto e a mulher dele, loira, boca carnuda. Sem enrolação, a loira puxou a Safadinha pro sofá e começou a beijar o pescoço dela. Ele assistia, já de pau duro, enquanto a mão do outro cara descia pela coxa da esposa. — Pode tocar — ele disse, voz baixa. A loira puxou o vestido pra cima. A Safadinha estava molhada, a buceta lisa e inchada. Dois dedos entraram fácil. Ela gemeu de boca aberta, olhando pro marido. Ele se aproximou, abriu o zíper e colocou o pau na boca dela. Ela chupou com vontade, enquanto a loira chupava a buceta dela e o outro casal já se masturbava no canto. Em minutos a sala virou bagunça gostosa. A Safadinha ficou de quatro no sofá. O marido enterrou o pau nela por trás, fundo, enquanto a loira se sentava na cara dela. O outro cara enfiava na boca da esposa dele e olhava tudo. Estalos de pele, gemidos, xingamentos baixos. — Assim, porra… enfia mais — ela falava, voz abafada na buceta da outra. Ele metia forte, segurando a cintura dela, olhando o cuzinho apertado se abrindo a cada estocada. De vez em quando parava, tirava o pau todo melado e passava na boca da loira, que chupava sujo e devolvia pra buceta da Safadinha. Quando ela começou a tremer, ele puxou o pau, a virou de costas e gozou na cara dela e da loira ao mesmo tempo. As duas se beijaram lambendo o porra. O outro cara não aguentou e gozou nas tetas da própria mulher, que ria e espalhava. Mais tarde, já no quarto, só os dois. A Safadinha ainda com o vestido amassado, deitada de pernas abertas, o marido chupando a buceta inchada e gostosa de tanto uso. — Hoje você foi uma putinha completa — ele falou, metendo os dedos. — E você gostou de ver, né safado… Ele subiu, enfiou de novo e fodeu devagar, olhando nos olhos dela. Quando gozaram juntos, suados e satisfeitos, ela beijou a boca dele e sussurrou: — Semana que vem a gente chama mais gente. Os Safadinhos de Santa Catarina continuaram sendo exatamente o que eram: um casal liberal que sabia se divertir sem culpa e com muito tesão.
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