Agora a novinha era putinha de verdade. Sem resto de vergonha. Só fome. Naquele sábado ela acordou cedo, já molhada. Olhou pro Roberto ainda deitado e falou direto: — Me leva pra praia. Quero ir de biquíni fio dental. Quero chamar vários machos. Leva a gente pra restinga. Quero ficar tudo arregaçado na areia enquanto você assiste. Roberto só sorriu e pegou as chaves. Ela saiu de casa de shortinho e top. No carro já tirou a calcinha e ficou pelada da cintura pra baixo. Chegando na praia deserta, andou na frente dele até a restinga, aquele trecho de areia escondido atrás dos arbustos. O biquíni era tão mínimo que a tatuagem da bunda ficava quase toda à mostra. Ela se virou pro marido, puxou o fio dental pro lado e mostrou a buceta já brilhando: — Vai lá na beira e fica olhando. Eu vou chamar. Não precisou gritar muito. Dois caras que pescavam mais adiante viram ela se tocando na entrada da restinga. Ela só fez sinal com o dedo. Depois veio mais um que passava de bike. Em cinco minutos eram cinco homens em volta dela. Ela se ajoelhou na areia quente, olhou pro Roberto que estava a uns metros e falou alto, sem nenhuma vergonha: — Olha bem, corno. Viu meu cu? Tá vendo como tá piscando pedindo pau? Viu minha buceta toda aberta? Agora vai ver ela engolindo. Os homens não esperaram. Um enfiou o pau na boca dela na hora. Outro a virou de quatro na areia e meteu fundo de uma vez. Ela gemeu alto, a bunda tatuada batendo contra a barriga do cara. Outro se ajoelhou na frente e ela chupou enquanto era fodida. Os outros dois esperavam a vez, se masturbando. — Isso… usa a putinha… goza dentro… me enche — ela pedia entre gemidos, a voz rouca de tanto engolir pau. Roberto filmava tudo do celular, o pau esticando a bermuda. Ela olhava pra ele de vez em quando, a boca cheia, e falava com a voz abafada: — Tá vendo, amor? Tá vendo como eu viro puta na sua frente? Olha meu cu arregaçado… olha a porra escorrendo… é tudo seu… eu sou sua putinha de praia… Um dos homens a puxou pelo cabelo, a deitou de barriga pra cima na areia e abriu as pernas dela ao máximo. Outro meteu no cu pela primeira vez naquele dia, sem dó. Ela gritou, as unhas cravando na areia, o corpo tremerando. — Ahh porra… o cu da putinha tá sendo arrombado… olha, corno… olha como tá engolindo… Gozeiram nela um atrás do outro. Na boca, na buceta, no cu, nos seios, na tatuagem da bunda. Quando o último terminou, ela estava deitada na areia, pernas abertas, tudo arregaçado e escorrendo. Olhou pro Roberto, passou dois dedos na própria buceta suja e chupou, ainda ofegante: — Agora vem. Chupa a porra deles da sua putinha. Depois me fode. Quero ir pra casa assim… cheia… e amanhã a gente volta. Eu quero mais. Roberto se aproximou, ajoelhou entre as pernas dela e obedeceu. Ela segurou a cabeça dele ali, rebolando devagar na língua do marido, e sussurrou com um sorriso sujo: — Eu virei uma verdadeira putinha… e eu amo.
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