Marina acordou com o celular vibrando. A mensagem era curta e seca:
“Levanta. Nua. Ajoelha na porta do banheiro. Boca aberta. Espera.”
Ela obedeceu sem hesitar. O chão frio contra os joelhos, os seios pesados, a buceta já latejando só de antecipar. Quando ele saiu do banho, o pau ainda semi-duro e molhado, empurrou direto na garganta dela. Não teve carinho. Não teve aviso. Apenas o gosto de sabonete e o peso dele forçando fundo até ela engasgar e as lágrimas escorrerem.
Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a boca como se estivesse usando um brinquedo.
— A partir de hoje você não sai de casa sem permissão. Quando eu mandar, você se veste de puta. Quando eu mandar, você fica nua. Entendeu?
Marina só conseguiu fazer um som abafado enquanto ele empurrava mais fundo. Quando ele tirou, um fio de baba ligava o pau à língua dela.
— Responde.
— Entendi… senhor.
Ele gozou na cara dela sem avisar. Porra quente escorrendo pela testa, pelos cílios, pingando no peito. Depois mandou ela se olhar no espelho e limpar só com a língua o que conseguisse alcançar.
— Deixa o resto. Quero que você sinta o cheiro o dia inteiro.
No trabalho ela ficou inquieta. A calcinha que ele tinha permitido usar já estava encharcada. Toda vez que o celular vibrava, o coração batia mais forte. Às 14h chegou a mensagem:
“Banheiro. Agora. Tira a calcinha. Manda vídeo metendo três dedos e falando ‘eu sou a puta do meu marido’.”
Marina trancou a porta, levantou a saia, abriu as pernas e obedeceu. Os dedos entraram fáceis. A buceta fazia barulho. A voz saiu rouca, baixa, mas clara. Quando terminou o vídeo, ele respondeu apenas:
“Bom. Agora fica sem calcinha até eu chegar.”
À noite ele chegou e a encontrou já ajoelhada na entrada, nua, como combinado. Sem falar nada, ele a puxou pelos cabelos até a sala, jogou no sofá de quatro e enfiou o pau no cu seco de propósito. Marina gritou. Ele não parou. Continuou empurrando até estar completamente dentro, enquanto ela tremia e chorava de dor misturada com tesão.
— Isso dói? Fala.
— Dói… senhor…
— E mesmo assim você tá molhada. Olha.
Ele enfiou a mão por baixo e mostrou os dedos brilhando. Depois começou a foder o cu dela com força, sem ritmo, só uso bruto. A cada estocada a bunda dela batia contra o quadril dele com um som úmido e sujo.
— Você vai aprender a gostar disso. Vai pedir pra eu te foder no cu mesmo quando doer. Porque puta de verdade não escolhe o buraco. Entendeu?
— Sim… sim, senhor… porra…
Ele gozou fundo no cu dela e a deixou assim, de quatro, com a porra escorrendo pela coxa enquanto ia tomar uma cerveja. Marina ficou ali, ofegante, o cu latejando, a buceta vazia e pedindo atenção.
Meia hora depois ele voltou, puxou ela pelo cabelo até o chão e a fez chupar o pau ainda sujo de cu e porra.
— Limpa. Com a língua. Devagar.
Ela limpou. Sem nojo. Só obediência.
Nas noites seguintes o treinamento ficou mais intenso.
Ele começou a usar objetos. Um cabo de escova de dente na buceta enquanto ela chupava. Uma colher de pau no cu enquanto ele a fodia pela frente. Um cinto amarrado no pescoço dela como coleira, puxando toda vez que ela tentava se afastar.
Uma quinta-feira ele a acordou de madrugada, a amarra de bruços na cama com os braços abertos e as pernas bem abertas, e passou quase duas horas só brincando com ela. Dedos, língua, tapa na buceta, tapa no cu, vibrador no clitóris até ela chorar pedindo pra gozar. Quando finalmente deixou, Marina gozou tão forte que molhou o lençol. Ele riu baixo e enfiou o pau na boca dela ainda convulsiva.
— Isso. Gozar feito uma puta. Sem vergonha.
No sábado ele decidiu testar algo novo.
— Hoje você vai aprender a se oferecer.
Mandou ela se vestir com a minissaia preta mais curta que ela tinha, blusa transparente sem sutiã e salto alto. Sem calcinha, claro. No carro, ele dirigia com uma mão e com a outra enfiava dois dedos nela enquanto falava:
— Se eu parar em algum posto e mandar você abrir as pernas pro frentista ver, você abre. Se eu mandar você chupar meu pau no estacionamento, você chupa. Se eu mandar você ficar de quatro no banco de trás pra eu te foder, você fica. Sem questionar.
Marina só gemia, os dedos dele molhados até a junta.
Ele parou num posto afastado. Não mandou ela mostrar nada. Só ficou olhando o medo e o tesão no rosto dela enquanto enchia o tanque. Depois voltou pro carro, puxou a saia dela pra cima e a fodeu ali mesmo, no banco do carona, com a porta meio aberta, o risco de alguém passar fazendo o coração dela disparar.
— Olha pra mim. Fala.
— Eu sou sua puta… eu gosto de ser usada… eu gosto de ter medo…
Ele gozou dentro dela e a obrigou a ficar com a saia erguida o caminho todo de volta, a porra escorrendo pelo banco.
Em casa, naquela mesma noite, ele a amarrou de novo. Dessa vez de joelhos no chão do quarto, com um espelho na frente.
— Olha pra você. Olha o que você virou.
Marina olhou. Cabelo bagunçado, boca inchada, seios marcados de tapa, buceta vermelha e molhada, cu ainda aberto da foda anterior. Ele se posicionou atrás e enfiou no cu de novo, olhando o reflexo dela no espelho.
— Fala o que você vê.
— Uma puta… sua puta…
— Mais.
— Uma puta suja… fodida… que gosta de ser tratada assim…
Ele acelerou. A bunda dela batia forte. O som era obsceno. Quando ele gozou, puxou o pau e esfregou a porra na cara dela pelo espelho, forçando-a a lamber o próprio reflexo.
— Bom. Amanhã a gente continua. E vai ser pior.
Marina, ainda de joelhos, com a boca cheia do gosto dele, apenas sussurrou:
— Sim, senhor… por favor…
Ele sorriu no escuro.
O treinamento não tinha fim.
Só tinha próximos níveis.
E ela já não queria mais voltar atrás.

