Ele chegou em casa mais cedo naquela sexta-feira. A chave girou na fechadura e Marina, a esposa de sete anos de casamento, estava no sofá de shortinho curto e camiseta larga, pernas cruzadas, mexendo no celular. Quando viu o marido, sorriu daquele jeito doce que ele conhecia de cor.
— Chegou cedo hoje…
Ele não respondeu com o sorriso de sempre. Apenas olhou para ela por alguns segundos, o olhar já mais duro, e falou com a voz baixa e firme:
— Levanta. Tira a roupa. Agora.
Marina riu, achando que era brincadeira. Ele não riu de volta.
— Eu não tô brincando, Marina. Tira. Tudo.
O sorriso dela sumiu. O coração acelerou. Ela conhecia aquele tom. Era o tom que ele usava quando decidia que aquela noite seria diferente. Sem discussão, sem “não quero”. Apenas obediência.
Ela se levantou, tirou a camiseta, o sutiã, o short e a calcinha. Ficou nua no meio da sala, os seios firmes, a buceta ainda fechada, as coxas juntas por instinto. Ele andou em volta dela como se estivesse inspecionando um produto.
— A partir de hoje você não é mais só minha esposa. Você vai virar minha puta. Completa. Suja. Disponível. E vai agradecer por isso.
Marina engoliu seco. O peito subia e descia rápido.
— Entendeu?
— Sim…
— Fala direito.
— Sim, senhor.
Ele sorriu pela primeira vez.
— Bom. Agora ajoelha.
Ela ajoelhou no tapete. Ele abriu o cinto, puxou o pau já duro e pesado e bateu de leve no rosto dela.
— Abre a boca. Sem as mãos. Só a boca.
Marina obedeceu. Ele enfiou fundo de uma vez, até a garganta. Ela engasgou, os olhos marejaram, mas ele segurou a cabeça e fodeu a boca dela sem pressa, sem pena, usando a garganta como se fosse um buraco qualquer. Baba escorria pelo queixo, pingava nos seios. Quando ele tirou, ela tossiu e olhou para cima, ofegante.
— Isso é só o começo. Você vai aprender a engolir até o fundo sem reclamar. Vai aprender a pedir pra ser usada. Vai aprender a gostar de ser chamada de puta.
Naquela mesma noite ele a levou pro quarto. Amarrou os pulsos dela atrás das costas com o cinto e a colocou de quatro na cama. Passou a mão entre as pernas e encontrou a buceta já molhada.
— Olha só… a putinha já tá molhada só de ser tratada assim.
Ele enfia dois dedos fundo, abre, estica, depois coloca a cabeça do pau e enterra tudo de uma vez. Marina gritou. Ele fodeu forte, sem carinho, batendo a bunda dela com a mão aberta a cada estocada.
— Fala o que você é.
— Eu… eu sou sua esposa…
— Errado. De novo.
Ele puxou o cabelo dela pra trás e acelerou.
— Eu sou sua puta…!
— Mais alto.
— Eu sou sua puta! Sua puta suja!
Ele gozou dentro dela, fundo, segurando o quadril com força. Depois tirou o pau ainda latejando e esfregou a porra que escorria na boca dela.
— Engole. Tudo.
Ela engoliu.
A partir daquele dia o treinamento começou de verdade.
No sábado de manhã ele a acordou com o pau na boca. Sem aviso. Ela abriu os olhos engasgando e ele continuou, usando a garganta até gozar direto nela. Depois mandou ela ficar nua o dia inteiro em casa. Sem calcinha, sem sutiã, só a pele. Quando ele passava perto, apertava os seios, metia os dedos na buceta, mandava ela abrir as pernas e mostrar como estava molhada.
À tarde ele a sentou no colo, de frente, e a fodeu devagar enquanto falava no ouvido:
— Você vai começar a se vestir como puta quando eu mandar. Saias curtas, sem calcinha. Vai ficar com a buceta molhada o dia inteiro sabendo que qualquer um pode ver se eu deixar. Vai aprender a gozar só com a minha voz te chamando de vadia.
Marina tremia. Já tinha gozado duas vezes só com as palavras e o pau duro dentro dela.
No domingo ele a levou pro banheiro, a colocou de quatro no box e abriu o cu dela com os dedos, devagar, sem pressa, enquanto ela gemia e pedia pra parar e ao mesmo tempo empurrava o quadril pra trás. Quando o pau dele entrou no cu pela primeira vez naquele treinamento, Marina chorou de dor e prazer misturados. Ele fodeu o cu dela até gozar fundo e depois a obrigou a ficar com a porra escorrendo enquanto ele filmava.
— Isso aqui é seu novo normal. Você vai ser fodida no cu quando eu quiser. Vai pedir. Vai agradecer.
Nas semanas seguintes o treinamento ficou mais pesado.
Ele começou a mandar mensagens durante o dia:
“Tira a calcinha no trabalho e manda foto da buceta.”
“No banheiro, mete dois dedos e grava gemendo ‘sou uma puta’.”
“Quando chegar em casa, ajoelha na porta e espera de boca aberta.”
Marina obedeceu. Cada dia mais fácil. Cada dia mais molhada.
Uma noite ele a fez ficar de quatro no sofá enquanto assistia TV. De vez em quando parava o filme, levantava, enfiava o pau na boca ou na buceta dela por alguns minutos, gozava ou não, e voltava a sentar como se nada tivesse acontecido. Ela ficava ali, usada, esperando a próxima vez.
Outra noite ele a amarra de pé, de costas pra parede, pernas abertas, e usa um vibrador barato na clitóris dela por quase uma hora, sem deixar gozar. Quando finalmente deixou, ela gritou tão alto que a voz saiu rouca. Depois ele a fodeu no chão, no meio da sala, sem cerimônia.
— Olha pra mim. Fala o que você se tornou.
— Sua puta… sua puta de estimação… eu gosto de ser usada… gosto de ser fodida como uma vadia…
Ele sorriu, satisfeito.
Com o tempo Marina não precisava mais ser forçada. Quando ele chegava do trabalho ela já estava nua, de joelhos, boca aberta, olhos baixos. Às vezes ele a usava na hora. Às vezes só spitava na língua dela e ia tomar banho, deixando-a ali, molhada e frustrada, até decidir usá-la de novo.
Ele começou a testar limites mais pesados.
Uma sexta-feira ele a levou pra um motel barato. Mandou ela ficar só de salto alto e colar. Quando chegaram no quarto, ele a empurrou de quatro na cama e a fodeu no cu até ela chorar de prazer. Depois a fez chupar o pau sujo de cu e gozar na boca dela.
— Amanhã você vai sair comigo vestida de puta. Minissaia, sem calcinha, blusa transparente. E se eu mandar, você vai abrir as pernas no carro pra eu enfiar os dedos enquanto a gente anda.
Marina apenas respondeu, a voz rouca:
— Sim, senhor. Como o senhor quiser.
Naquela noite, depois de mais uma foda longa e suja, ele a segurou pelo cabelo, olhou nos olhos dela e falou baixo:
— Você não é mais a esposa que eu casei. Você é a puta que eu treinei. E você vai continuar sendo. Todo dia. Toda noite. Sem volta.
Marina, com a boca cheia de porra, o cu latejando e a buceta inchada, sorriu pela primeira vez de verdade naquela noite.
— Obrigada por me treinar… meu dono.
Ele a beijou fundo, sujo, e já estava duro de novo.
O treinamento nunca terminou.
Só ficou mais pesado.