— Hoje eu vou na sua casa. Às 20h. E traz a Carol. Quero conversar com ela.
— Tá.
Ele não sabia o que esperar. Ela nunca tinha falado em trazer ninguém para casa. E a Carol? Ele não conhecia. Mas ele não perguntou. Ele sabia. Ele sabia que ela ia chegar. E ele sabia que ele ia obedecer.
Às 20h, o carro parou na garagem. A porta abriu. E ela entrou. E a Carol entrou com ela. A Carol era loira, tinha os olhos verdes, e estava vestida de forma simples, mas elegante. Ela parecia nervosa.
— Carol, esse é o meu marido. O meu corno.
A Carol olhou para ele. Para o cinto de castidade. E ela sorriu. Um sorriso tímido, mas curioso.
— Prazer.
Ele assentiu. Ele não sabia o que fazer. Ele não sabia se devia cumprimentar. Ele não sabia se devia falar. Ele só sabia que ele tinha que obedecer. E ele sabia que ele tinha que ser humilde.
— Prazer.
Elas foram para a sala. Sentaram no sofá. Ele ficou em pé, de lado, como um empregado. E ela começou.
— Carol, você sabe que eu sou casada. E você sabe que eu gosto de me divertir. Mas o que você não sabe é que eu gosto de trazer isso para casa. Eu gosto de trazer para o meu marido.
A Carol assentiu. Ela parecia entender. Ela parecia curiosa.
— E como ele reage?
— Ele ama. Ele ama ser humilhado. Ele ama ser submisso. Ele ama limpar.
A Carol olhou para ele. Para o cinto de castidade. E ela riu. Um riso nervoso.
— E ele gosta mesmo?
— Ele ama. Ele ama ser o meu corno. meu cachorro. meu escravo. ama limpar. Limpar a minha buceta. Limpar o meu corpo. Limpar tudo. E ele ama gozar. Gozar enquanto limpa. Gozar enquanto eu sou a sua dona.
A Carol riu de novo. Ela parecia incrédula. Ela parecia curiosa.
— E como você faz?
— Eu saio. Eu vou com outros homens. deixo eles me comerem. deixo eles gozarem dentro de mim ai amiga como é bom quando eles gozam dentro de mim. E eu volto. Eu volto para casa. E eu trago o leitinho quentinho para ele. E eu humilho. Esfrego a minha buceta toda gozada na cara dele. E eu trago o amor para o meu corno manso.
A Carol assentiu. Ela parecia entender. Ela parecia curiosa. E ela perguntou:
— E como você faz para ele não ficar com ciúmes?
— Ele não fica. Ele ama. ama ser corno. humilhado. submisso. ama limpar. ele sabe que eu sou a sua dona. E ele ama saber que eu sou a uma puta, vagabunda, vadia, piranha, que volta com a buceta cheia de porra de macho para ele limpar. E ele ama saber que eu sou a sua puta de corno.
A Carol riu. Ela riu alto. Ela riu de verdade. assentiu. Ela parecia entender. Ela parecia curiosa. E ela perguntou:
— Nossa, isso é incrível. E eu posso fazer o mesmo?
— Claro. Você pode. Você pode ser dona, ser puta. ser vagabunda. Você pode ter o seu marido como corno. cachorro. escravo. limpador de porra. gozador. amante. submisso. humilhado. como corno manso.
— E como eu faço?
— Você faz como eu. Você sai. Conhece outros homens. Deixa eles te comerem. Se diverte, Goza igual a vagabunda que você é. Você deixa eles gozarem dentro de você. E você volta para casa. Leva o leitinho para o seu marido. Chega tranquila, beija ele, chama ele para o quarto, faz aquele boquete bem gostoso para ele ficar super excitado, e depois você manda ele chupar você, espera para ver se ele vai perceber, ele vai falar que você esta molhada, que esta gostosa, que esta suculenta e vai te chupar como nunca chupou antes, conforme você for fazendo isso, vai dominando ele aos poucos, aos dias, e quando ele for completamente submisso a você, você só informa que ele esta limpando porra de macho, porque ele é um corno manso que ama limpar sua buceta cheia de leite.
— E como eu faço para ele não ficar com ciúmes?
— Ele não ficara. Ele amara. Ele amara ser corno. Ele amara ser humilhado. Ele amara ser submisso. E ele amara limpar. E ele amara saber que você é a sua dona. E ele amara saber que você é uma puta. E ele amara saber que você é a sua puta de corno.
— Nossa, isso é incrível. E eu vou tentar.
Elas ficaram conversando por mais um tempo. Falando de homens, de sexo, de humilhação, de amor. E, por fim, ela disse:
— Carol, eu quero te fazer uma proposta.
A Carol olhou para ela. Para o cinto de castidade. Para a roupa simples. E ela sorriu. Um sorriso curioso.
— Qual?
— Eu quero que você transforme o seu marido em corno. E eu quero que você traga ele aqui. Para que ele possa conversar com o meu marido. Para que ele possa entender. Para que ele possa amar.
A Carol riu. Ela riu alto. Ela riu de verdade. E ela disse:
— Nossa, isso é incrível. E eu aceito.