Ele arqueou uma sobrancelha, o sorriso se alargando.
– Então a dona fica a sós com a gente? Imagino o que o Ricardo diria se soubesse que deixou a esposa tão bonita sozinha com dois homens.
Meu rosto queimou. Achei que ia desmaiar. Lucas entrou na cozinha naquele momento, interrompendo o momento. Ele olhou para mim, depois para o pai, como se percebesse a tensão no ar.
– Pai, a massa já está pronta.
– Já vou, filho. – Seu Jorge soltou minha mão. – Acho que a dona precisa de ajuda com o café, não é, moça?
A pergunta foi direta, ousada. Eu apenas concordei com a cabeça, sem palavras. Eles foram para o quarto, e eu fiquei na cozinha, o coração disparado. O café que ele me deu nunca foi bebido. A caneca ficou sobre a mesa, fria. Eu me sentei, tentando organizar meus pensamentos, tentando entender o que estava acontecendo. A atração que eu sentia era evidente, e agora eu percebia que não era unilateral. O cheiro deles, os toques, os olhares... tudo era parte de um jogo que eu não sabia que estava jogando, mas que agora, de repente, tinha vontade de vencer.
Fui até o quarto, a desculpa do café na cabeça. Eles estavam de costas, trabalhando na parede. A camiseta de Lucas estava branca de poeira, a de Seu Jorge suada nas costas. Achei que fosse o meu momento.
– O café... comecei, a voz fraca.
Seu Jorge se virou. Ele não sorriu. Seu olhar era sério, intenso.
Eles trabalharam até mais tarde naquele dia. O silêncio era pesado, carregado de palavras não ditas. A noite, quando eles se preparavam para terminar o dia, Lucas foi tomar banho no banheiro que ficava do lado do quarto de hospedes que eles estavam reformando. O som do chuveiro me hipnotizava. entrei no quarto para ouvir melhor e encontrei seu jorge se trocando.
Ele estava de costas para mim. Ele tirou a camiseta suada, e vi as costas dele, musculosas, marcadas pelo sol. Ele desabotoou a calça e a deixou cair. Ele estava de cueca boxer branca, justa no corpo. Ele sentiu meu olhar e se virou.
Ele não se cobriu. Ele apenas me olhou, um desafio nos olhos. Ele sorriu, um sorriso lento, predatório.
– Quer me ajudar a me vestir, dona? Ou prefere me ajudar a me despir?
Meu corpo inteiro reagiu. A cueca não escondia nada. Eu podia ver a forma dele, grande, dura. Minha perna tremeu. Eu dei um passo à frente, sem saber o que ia dizer, o que ia fazer.
Mas ele não me deu tempo de decidir. Ele andou na minha direção, seu movimento gracioso para um homem tão grande. Ele parou na minha frente, a apenas centímetros de distância. Eu podia sentir o calor dele, sentir o cheiro dele. Ele levantou a mão e tocou na minha buceta, o polegar passando lentamente sobre meu lábio pela calcinha.
– Você está molhada, dona. Muito molhada.
A porta do banheiro se abriu. Lucas saiu, com uma toalha enrolada na cintura. Ele me viu, viu o pai com a mão na minha calcinha, e parou. Seu rosto era uma máscara de surpresa, e outra coisa. Desejo. Ele não se moveu, apenas observou.
Seu Jorge não tirou a mão de mim. Ele apenas olhou para o filho.
– A dona está com calor, filho. Acha que a gente devia ajudar a esfriar ela?
Lucas deu um passo à frente, a toalha começando a se soltar. Ele não disse nada, mas seus olhos falaram por ele. Sim.
Seu Jorge então me virou de costas e lucas me beijou. Não foi um beijo de paixão, de urgência. Foi um beijo de posse. sua toalha caiu na hora. Ele tambem estava duro, porem menor que o do pai, mas ainda assim imponente. Senti uma mão nas minhas costas, deslizando até meu bumbum. Era o pai.
– Acho que a gente precisa de um lugar mais confortável, dona. Não acha?
Ele me pegou pela cintura e me levou até a cama do quarto dos fundos, a que Ricardo e eu não usávamos, onde guardávamos as malas antigas. Ele me deitou na cama, com delicadeza, e ficou me olhando. Lucas se juntou a nós, de um lado da cama, e o pai do outro. Eu estava presa entre eles.
Tirei a blusa. Meus seios estavam duros, os bicos salientes. O silêncio na sala era pesado, quebrado apenas pela nossa respiração. Eu me deitei de costas, com as mãos ao lado do corpo, e esperei.
Eles me olharam, seus olhos me percorrendo, me devorando. Então Lucas se mexeu. Ele se deitou ao meu lado e começou a me beijar de novo, sua mão subindo pela minha barriga até meus seios. Ele me acariciou, seu polegar roçando meu bico duro, enquanto a outra mão descia, descia...
Seu Jorge se ajoelhou na cama, perto da minha cabeça. Ele passou a mão pelos meus cabelos, um gesto surpreendentemente suave.
– Filho, deixa a patroa com gosto de homem. Vai lá, chupa essa buceta gostosa.
Lucas obedeceu. Ele desceu pelo meu corpo, beijando minha barriga, minhas coxas, até chegar onde eu mais queria. Ele me olhou por um instante, seus olhos brilhando, e então mergulhou. Sua língua era habilidosa, encontrando meu clitóris com uma precisão que me fez arquear as costas. Ele lambeu, chupou, me levando ao limite.
Nesse momento, Seu Jorge mexeu-se. Ele se ajoelhou sobre meu rosto, seu pênis enorme, duro, na minha frente. Ele não pediu. Ele apenas encostou. Eu abri a boca e o aceitei. O gosto dele era salgado, masculino. O cheiro o invadiu, me embriagou. Eu o chupei, sentindo o peso dele na minha língua, enquanto seu filho me devorava.
O mundo se reduziu a isso. A boca de Lucas em mim, o pênis de Seu Jorge na minha boca. Os sons que eu fazia, abafados por ele, os gemidos dele, a respiração ofegante do filho. Era demais. Era o que eu queria.
Seu Jorge então se afastou. Ele deitou-se ao meu lado, seu corpo quente contra o meu. Lucas parou e subiu, seu rosto brilhando com meu suco.
– Pai, deixa eu ir primeiro?
Seu Jorge olhou para mim, uma pergunta nos olhos.
– O que a dona acha, hein? Quer o filhote primeiro? Quer sentir o novinho te arrebentando?
Eu não consegui falar. Apenas balancei a cabeça, sim. Sim.
Lucas sorriu, um sorriso de garoto que ganhou o presente que queria. Ele se colocou entre minhas pernas e guiou o pênis dele até minha entrada. Ele foi devagar, entrando centímetro por centímetro, me sentindo abrir para ele. Era uma delícia. Ele era mais fino que o pai, mas ainda assim me preenchia por completo. Ele começou a se mover, um ritmo lento no começo, depois mais rápido, mais profundo. Eu o envolvi com as pernas, puxando-o para mais perto, pedindo mais.
Seu Jorge observava tudo, seus olhos escuros de desejo. Ele acariciava meus seios, meus cabelos, seu pênis duro contra minha coxa. Ele estava esperando. Esperando a sua vez.
E quando chegou a sua vez, o mundo parou. Lucas saiu de mim, ofegante, e Seu Jorge tomou seu lugar. Ele não foi devagar. Ele entrou numa vez só, fundo, forte. Um gemido escapou dos meus lábios, um gemido de prazer. Ele era enorme, me esticando, me preenchendo como nunca antes. Ele começou a mover-se, e eu perdi a noção de tudo. Só existia ele dentro de mim, o ritmo dele, o peso dele sobre mim. Eu gritei, gritei sem vergonha, enquanto ele me levava ao céu e me trazia de volta, só para me levar de novo.
Eles me pegaram pelos lados, um sanduíche de carne e tesão. Lucas entrava pelo meu cu, com cuidado no começo, depois com mais força. Seu Jorge na minha frente, o pênis enorme dele me esticando. Eles se moviam em uníssono, um ritmo hipnótico, me possuindo por inteiro. Eu não era mais a esposa do Ricardo, a dona da casa. Eu era isso, uma mulher sendo comida por dois homens, um pai e um filho, e eu estava amando cada segundo.
O orgasmo me pegou de surpresa. Uma onda gigante que começou nos pés e subiu, subiu, explodindo na minha cabeça. Meu corpo se contorceu, minhas pernas tremeram. Eu gritei o nome deles, um sussurro ofegante, e então desmaiei, ou quase, perdida em um mar de prazer.
Quando voltei a mim, eles ainda estavam lá. Eles estavam me olhando, com um olhar de satisfação, de orgulho quase.
– A dona gosta, né? – perguntou Seu Jorge, a voz rouca. – Gosta de dar pra dois.
Eu apenas sorri, um sorriso cansado, feliz.
– Gosto. Gosto muito.
Eles me fizeram de novo. E me fizeram outra vez. Até que o sol começou a se pôr, pintando o céu de laranja e roxo. Eles se vestiram em silêncio, o trabalho deles tendo terminado para o dia.
Eu fiquei na cama, o corpo dolorido, satisfeito. O cheiro deles impregnava os lençóis, o meu corpo. Eu me sentia viva, renascida. Eu sabia que nada jamais seria igual.
Naquela noite, Ricardo ligou.
– Amor, tudo bem?
– Tudo, amor. Tudo certo.
– E a obra? Andando?
– Sim. Tudo certo. O Seu Jorge é muito profissional.
– Bom, fico feliz. Sinto falta de você.
– Sinto falta de você também.
Mentira. Eu não sentia falta dele. Eu não conseguia pensar nele. Só conseguia pensar neles. No pai e no filho. Nos dois homens que tinham me mostrado quem eu era. Que tinham me libertado.
***
Ricardo voltou três dias depois. Ele chegou cansado, com uma mala cheia de roupas sujas e uma história de reuniões chatas para contar. Ele me beijou, um beijo de marido para esposa, e eu retribuí, sentindo o gosto da mentira nos meus lábios. Eu ainda carregava o cheiro deles na pele, na pele, na alma.
– Como foi o fim de semana? – perguntou ele, tirando o sapato.
– Calmo – menti. – Fiquei lendo, vendo filme. A obra andou bastante. Acho que na semana que vem eles terminam.
Ele não pareceu notar nada. A minha calma, o meu sorriso, a forma como meus olhos evitavam os dele quando ele falava sobre a casa. Ele estava cansado, imerso em seu próprio mundo.
Mas eu sabia. Eu sabia que ele começaria a notar. Que ele começaria a sentir a mudança. O silêncio entre nós agora era diferente. Carregado. Cheio de segredos.
***
No dia seguinte, eles levantaram. O pai e o filho. Eles me olharam, um aceno de cabeça cúmplice, um sorriso rápido. O cheiro deles encheu a casa de novo, e eu senti meu corpo reagir, um desejo familiar, urgente.
Eu os servi com café, nossos dedos se tocando. O dia foi lento, torturante. Cada olhar, cada acidental roçar de corpos, era uma promessa.
Eles tomaram café com nós e meu marido disse que iria sair e nao tinha hora para voltar, mas que vinha no mesmo dia.
Quando ele foi embora eu sentei na mesa com eles, a tensão no ar era palpável. Seu Jorge sorriu, um sorriso malandro.
– Então, a dona fica só com a gente de novo?
– Parece que sim.
Eles terminaram o café e foram para o quarto. Eu fiquei um pouco, depois os segui. Eu não conseguia resistir.
Eles estavam de costas para mim, trabalhando na parede, o som da colher de pedreiro batendo na alvenaria. Eu os observei, o movimento dos corpos, a sinergia entre eles.
– Seu Jorge – chamei.
Ele se virou.
– Dona.
– Eu... eu queria agradecer. Por tudo. Por...
Ele me entendeu. Ele sempre me entendia.
– Não precisa agradecer, dona. Foi um prazer. Nosso prazer.
Lucas se virou também. Ele me olhou, seus olhos escuros de desejo.
– A gente também gostou, dona. Muito.
Seu Jorge deu um passo em minha direção.
– Acha que o Ricardo ia gostar de saber o que a esposa dele faz quando ele não está?
Meu sangue gelou. Minha primeira reação foi o medo. Pânico. Mas então eu olhei para ele, para os olhos escuros dele, e vi que não era uma ameaça. Era uma provocação. Um desafio.
– Acho que ele não ia gostar – disse eu, a voz mais firme do que eu imaginava. – Mas acho que ele também não precisa saber.
Seu Jorge sorriu. Um sorriso largo, de satisfação.
– A patroa é esperta. E gostosona.
Ele se aproximou, seu corpo suado encostando no meu. O cheiro dele me embriagou. Ele passou a mão pelo meu cabelo, depois desceu pelo meu pescoço, até a abertura da minha blusa.
– A gente pode repetir, dona? A gente pode te comer de novo?
Eu não respondi com palavras. Eu apenas levantei o rosto e o beijei. Um beijo sujo, de desejo, de promessas.
Lucas se juntou a nós, suas mãos no meu bumbum, puxando-me para ele. Eu estava presa entre eles de novo, exatamente onde eu queria estar.
– A gente tem que trabalhar – disse Seu Jorge, mas sua mão já estava dentro da minha blusa, acariciando meu seio. – Mas a gente pode trabalhar e se divertir, não é?
Ele me virou de costas para ele, empurrando-me de leve contra a parede. Lucas ficou na minha frente, seu rosto no nível do meu. Ele me beijou, sua mão subindo pela minha saia, encontrando minha calcinha molhada.
Seu Jorge ergueu minha saia pelas costas e desceu a calcinha. Ele a cheirou, um gemido baixo escapando de seus lábios.
– Cheira buceta. Cheira tesão.
Ele a guardou no bolso, um troféu.
– Agora a patroa vai trabalhar sem calcinha, com a buceta molhada, pensando na rola que vai levar mais tarde. Não é, dona?
Eu gemi, a resposta perdida na boca de Lucas.
Seu Jorge me deu um tapa leve no bumbum.
– Vai, volta pro que tava fazendo. A gente vai te pegar mais tarde. E vai ser bom.
Ele me deu um empurrãozinho e eu me virei, as pernas bambas. Eles me olharam, um sorriso malandro no rosto, e voltaram para o trabalho. Eu fiquei ali por um instante, o corpo tremendo, o coração disparado. Então eu me virei e voltei para a cozinha, a cabeça girando, o corpo pedindo mais.
O resto do dia foi uma tortura deliciosa. Cada vez que eu passava pelo quarto, os olhos deles me seguiam. Olhares cúmplices, promessas de prazer. Eu os serví com o almoço, e sob a mesa, a mão de Lucas subiu pela minha coxa, seus dedos roçando em mim. Eu quase sufoquei com a comida. Seu Jorge sorria, sabendo exatamente o que estava acontecendo. Ricardo chegou e almoçou com nós, mas logo saiu denovo.
Às cinco, eles começaram a arrumar as ferramentas. Meu coração disparou. A hora estava chegando.
Eles entraram na cozinha, o corpo suado, o rosto cansado.
– A gente tá indo embora, dona – disse Seu Jorge.
Eu fiquei desolada. Eu pensei que... eu pensei que...
Mas então ele sorriu.
– Mas antes, a gente vai pegar nosso pagamento.
Ele me pegou pela cintura e me sentou na mesa da cozinha. Lucas ficou entre minhas pernas, empurrando a saia para cima.
– A patroa está pronta pra pagar? – perguntou ele.
Eu apenas balancei a cabeça, sim.
Lucas se ajoelhou e colocou minha perna sobre seu ombro. Ele me olhou por um instante, seus olhos brilhando, e então mergulhou. Sua língua era habilidosa, ele já sabia exatamente como me tocar. Ele lambeu, chupou, me levando ao limite.
Seu Jorge tirou o pênis da calça, enorme, duro. Ele me ofereceu, e eu o aceitei de boa vontade, meu corpo pronto para o que viesse a seguir. Enquanto Lucas me comia, eu chupava o pai, o mundo se reduzindo a isso.
O orgasmo me pegou como uma onda, forte e inesperada. Eu gritei, meu corpo se contorcendo sobre a mesa.
Quando voltei a mim, eles haviam trocado de lugar. Agora era Seu Jorge entre minhas pernas, seu pênis enorme na minha entrada.
– Vai, meu filho. Entra na boca dessa gostosa enquanto eu arrombo essa buceta.
Lucas obedeceu, e eu o aceitei, o gosto do meu próprio prazer nele. E Seu Jorge entrou, fundo, forte, me enchendo por completo.
Eles me pegaram ali, na mesa da cozinha, um ritmo selvagem, sem freios. Eles me possuíram, me usaram, e eu deixei. Eu pedi por mais.
Depois, eles me levaram para o quarto dos fundos, para a cama onde tudo tinha começado. Lá, eles me fizeram de novo, com mais calma, mais tempo. Eles me exploraram, me descobriram, me ensinaram coisas sobre mim mesma que eu não sabia.
Eles se foram horas depois, deixando um rastro de satisfação e o cheiro deles no ar. Eu fiquei na cama, o corpo dolorido, o coração cheio de um sentimento novo e assustador. Não era apenas tesão. Era algo mais. Algo que eu não ousava nomear.
Naquela noite, Ricardo ligou.
– Amor, vou dormir lá no hotel. A reunião adiantou e eu não consigo pegar um voo tão tarde. Te amo.
Foi um alívio. Eu não teria que mentir para o seu rosto. Eu não teria que fingir.
– Tudo bem, amor. Fique com Deus.
– Fique com Deus também.
Ele desligou, e eu fiquei com o celular na mão, sentindo uma mistura de culpa e liberdade. Eu era livre. Livre para ser quem eu era agora.
No dia seguinte, eles levantaram, e a casa não parecia mais a mesma. O cheiro deles estava em todos os lugares. A presença deles era mais forte, mais ousada.
neste dia o marido resolve dizer a esposa que vai trabalhar em outra cidade, mas é mentira, ele quer ver se pega ela no flagra, pois ele desconfia de algo. Eu o vi sair de casa com a mala, com aquele beijo de despedida de marido preocupado. Fechei a porta atrás dele e respirei fundo. A casa estava silenciosa, mas eu sabia que não ficaria por muito tempo.
Não demorou. O portão rangeu e os dois desceram da caminhonete. Mas hoje era diferente. Não havia ferramentas. Não havia pressa. Eles entraram na casa e a fecharam atrás de si, o som do trinco ecoando no silêncio.
Seu Jorge me olhou, seus olhos escuros me percorrendo.
– O Ricardo foi mesmo embora?
Eu balancei a cabeça, sim.
Ele sorriu, um sorriso lento, de predador.
– Então a patroa é nossa.
Ele me pegou pela cintura e me beijou, um beijo de posse, de promessas. Lucas se juntou a nós, suas mãos em mim, me explorando.
Eles me levaram para o quarto, e ali, na nossa cama, na cama do meu marido, eles me despiram. Eles me olharam, seus olhos cheios de desejo, e eu me senti mais viva do que nunca.
– Deixa eu ver essa buceta de perto – disse Seu Jorge, sua voz rouca. – Deixa eu sentir o cheiro dela.
Ele se ajoelhou na cama e me afastou as pernas. Ele se debruçou e cheirou, um gemido baixo escapando de seus lábios.
– Cheira mulher. Cheira minha mulher.
Lucas se ajoelhou do outro lado. Ele passou o dedo por mim, e eu tremi.
– Está molhada, pai. Tão molhada.
Seu Jorge então me beijou, sua língua encontrando a minha, e eu senti o gosto de mim mesma nele. Lucas me chupou, sua boca quente e úmida em mim, e eu perdi a noção do tempo e do espaço.
Quando ele me fez gozar, foi como se o mundo explodisse. Eu gritei, meu corpo se contorcendo, minhas mãos agarradas aos cabelos dele.
Eles me fizeram de novo. E me fizeram outra vez. Até que eu não conseguia mais, até que meu corpo estava mole, satisfeito, o cheiro deles impregnando a minha pele, os lençóis da nossa cama.
Nós estávamos envolvidos, um emaranhado de corpos suados e respirações ofegantes. Lucas estava deitado de costas, e eu estava montada nele, seu pênis enterrado fundo em mim. Eu me movia lentamente, sentindo cada centímetro dele, meu corpo pedindo mais. Seu Jorge estava atrás de mim, suas mãos no meu bumbum, seus dedos roçando meu cuzinho, preparando-me.
– Vai, pai – disse Lucas, a voz ofegante. – Pega ela. Pega nós dois.
Seu Jorge não precisou de mais convite. Ele encostou o pênis dele na minha entrada e empurrou, devagar. A dor inicial deu lugar a um prazer intenso, a sensação de estar completa, de estar sendo tomada pelos dois.
Eles se moveram, um ritmo lento no começo, depois mais rápido, mais profundo. Eu estava perdida no prazer, em um mundo de sensações.
Foi nesse momento, quando eu estava suspensa entre eles, em um êxtase de dor e prazer, que a porta do quarto se abriu. Eu nem ouvi o barulho da chave na fechadura. Só vi a figura parada no umbral, o contorno familiar que me gelou o sangue até os ossos.
Era o Ricardo.
Ele parou no meio do caminho, a mala escorregando da mão e caindo com um baque surdo no chão. Seu rosto era uma máscara de incredulidade, de choque puro. Seus olhos me fixaram, viu meu corpo nu, meu rosto contorcido de prazer, viu Lucas embaixo de mim, viu Seu Jorge atrás de mim, seus corpos unidos ao meu de uma forma que não deixava margem para dúvidas.
O tempo parou. O mundo desapareceu. Só existia nós três na cama, e ele na porta, um espectro horrorizado.
Um grito morreu na minha garganta. Meu corpo travou. O prazer se desfez, substituído por um pânico gelado. Eu queria me cobrir, queria desaparecer, queria morrer.
Mas eles não pararam. Lucas continuou a se mover dentro de mim, e Seu Jorge continuou a me empurrar contra ele, como se a presença do meu marido não fosse nada, como se fosse apenas mais um elemento em nosso jogo sujo.
Eles não estavam com medo. Eles estavam desafiando. Desafiando a ele, a mim, a tudo.
Meu olhar se cruzou com o de Ricardo. Vi a dor em seus olhos, a raiva, a humilhação. E algo mais. Algo que eu não esperava. Uma faísca. Uma curiosidade doentia.
E foi nesse momento que algo dentro de mim se quebrou. O medo se desfez, substituído por uma raiva fria, por uma determinação feroz. Eu não ia ser a vítima. Eu não ia ser a envergonhada.
Ergui o queixo, o corpo ainda unido aos deles.
– Cala a boca – disse eu, a voz firme, surpreendente até para mim. – Senta ali. No chão. E fica quieto.
Ricardo pareceu paralisado. Ele olhou para mim, para eles, de volta para mim. Ele não se moveu.
– Eu disse para sentar! – gritei.
E ele sentou. Lentamente, como se estivesse em um transe, ele se encostou na parede do lado de fora do quarto, os olhos fixos em nós.
Eles então recomeçaram a me mover. Eles recomeçaram a me foder. E me fizeram com mais força, com mais vigor, como se a presença dele os tivesse excitado ainda mais. Eles me pegaram, me usaram, me possuíram, e eu os deixei. Eu pedi por mais, meus gemidos ecoando no silêncio do quarto, um desafio direto ao marido que me assistia.
Ele não tirou os olhos de nós. Ele viu tudo. Viu como eles me faziam, viu como eu gostava, viu a mulher em que eu me havia transformado.
Quando eles finalmente terminaram, meu corpo estava mole, exausto, mas minha mente estava clara.
*(Apos eles arregacarem ela de tanto socar e agora preenchida de semem ela pede para eu limpar com a boca a sujeira que eles fizeram nela, agora comecamos comigo participando da orgia cena ficara em minha mente, ela cavalgando no colo deles com o pau enterrado na sua buceta e no seu cu (que nem para mim ela havia dado), a cena é magnifica e deve conter muitos detalhes, sobre a forma que ela esta e a forma que a imagem do pau entrando e saindo deles fica na mente, ela olha para tras pedindo para eu acompanha-los e dar o pau para ela chupar enquanto eles arregaçam sua buceta e seu cu novamente, eles socam com tanta força que sinto espasmos dela no meu pau, os dois nao param de socar nela mesmo depois dela quase desmaiar em um orgasmo, em um breve momento de lucidez ela pede para parar que ela quer sentar com o seu cuzinho na pica dele enquanto eu soco em sua buceta agora ela vai mamar o filho dele, ela nao para de gemer, tao alto que provavel que alguem da rua ouviu, quando anuciamos que vamos gozar ela levanta rapido e pede para ele gozar na sua boca, quando depois dele gozarmos ela levanta e vem em minha direçao, e me beija com a porra deles e a minha, ai eu lembro do gosto que ela deixou na minha boca esses dias atras depois de uma visita na obra, quando ela chegou e me beijou em casa a noite.)*
Seu Jorge e Lucas se afastaram, seu trabalho feito. Eu fiquei na cama, as pernas abertas, o corpo brilhando de suor e do sêmen deles. A cama estava uma bagunça, os lençóis amassados, molhados. O cheiro do sexo era forte, impregnando o ar.
Eu me sentei, o corpo doendo de uma forma boa. Olhei para Ricardo, que estava encostado na parede, o rosto pálido, os olhos fixos em mim.
– Venha cá – disse eu.
Ele hesitou, então se levantou e caminhou até a cama, seus movimentos rígidos, como um autômato.
– Limpa isso – disse eu, apontando para mim, para a bagunça entre minhas pernas. – Limpa a sujeira que eles fizeram em mim.
Ele parou, seus olhos se arregalando. Ele olhou para mim, depois para Seu Jorge e Lucas, que observavam tudo com um interesse neutro, como se estivessem assistindo a um filme.
– Faz o que ela disse, rapaz – disse Seu Jorge, a voz calma. – A patroa mandou.
Ricardo então se ajoelhou na cama. Ele me olhou, seus olhos cheios de uma dor que eu nunca tinha visto antes. Então ele abaixou a cabeça e fez o que eu pedi. Sua língua era hesitante no começo, depois mais ousada. Eu o senti limpar, provar, provar a mistura de mim e deles.
– Agora que ele já provou o gostinho, acho que o marido pode entrar na brincadeira – disse Seu Jorge, com um sorriso malandro. – Que tal, moça? Deixa o seu homem sentir o que é fuder uma mulher que acaba de ser comida por outros dois?
Aquele insulto, aquela humilhação, foi o que faltou. Em vez de me envergonhar, algo se acendeu em mim. Uma vontade de ferro. Eu olhei para Ricardo, que tinha acabado de me limpar com a boca, o rosto marcado por uma submissão que me eletrizou.
– Despe a roupa – ordenei a ele.
Ele obedeceu em silêncio, tirando a camisa, a calça, a cueca. Seu corpo, que eu sempre achei aceitável, agora parecia pálido, fraco em comparação com os corpos bronzeados e musculosos dos outros dois. Seu pênis estava duro, mas a ereção parecia forçada, um reflexo nervoso mais que um desejo genuíno.
– Deita-se aí – indiquei um espaço na cama.
Ele se deitou, tenso, esperando. Eu me virei para Lucas, que me observava com um brilho nos olhos.
– Você, de pé aqui na frente. Ele se levantou e ficou de pé na beira da cama, o pênis duro apontando para mim. Então, eu me posicionei sobre Ricardo, de costas para ele, e o guiei para minha entrada. Já não estava mais apertada, ainda úmida e aberta por eles.
– Entra – sussurrei para ele.
Ele obedeceu, e eu senti seu pênis entrar em mim. Era diferente. Conhecido. Familiar. E no entanto, pela primeira vez, parecia que ele realmente me pertencia.
Lucas então se aproximou e colocou seu pênis na minha frente. Eu o abri e o aceitei na boca, sentindo o gosto dele, o cheiro dele. Ricardo me pegava pelos quadris por baixo, seu ritmo incerto, hesitante.
– Move-se, marido – disse eu, a voz abafada pelo pênis de Lucas. – Fode-me como nunca fodeu.
Ele obedeceu, seus movimentos se tornando mais fortes. Seu Jorge se aproximou e se ajoelhou na cama ao nosso lado, observando.
– A patroa está aprendendo – disse ele, passando a mão pelo meu bumbum. – Está aprendendo a mandar.
Ele então afastou minhas nádegas e encostou um dedo no meu cuzinho. Eu tremi.
– Quer outro sanduíche, moça? Um diferente agora? – ele perguntou, a voz rouca.
Eu soltei o pênis de Lucas para responder.
– Sim – disse eu, a voz cheia de desejo. – Quero.
Seu Jorge não hesitou. Ele lubrificou o pênis com o próprio fluido e empurrou, devagar. Eu gritei, uma mistura de dor e prazer. Ricardo parou por baixo, mas eu o fiz continuar.
– Não para! – gritei. – Continua!
Eles se moveram, um ritmo dissonante no começo, depois encontrando uma cadência. Ricardo em minha vagina, Lucas em minha boca, Seu Jorge em meu ânus. Eu estava completa, preenchida, possuída pelos três. O mundo desapareceu, e só existia a sensação deles dentro de mim, o cheiro deles, o som dos seus gemidos.
– Vamos trocar – disse Seu Jorge, depois de um tempo.
Eles se afastaram de mim, e eu senti um vazio imediato. Seu Jorge se deitou na cama.
– Senta aqui, dona. Senta no meu colo.
Eu o fiz, guiando o pênis enorme dele para o meu cuzinho. Eu gemi enquanto o sentia entrar, me esticando.
– Agora, filho. Entra na buceta dela.
Lucas se posicionou entre minhas pernas e entrou em mim. Ricardo ficou de pé na cabeceira da cama, seu pênis duro na minha frente.
– Chupa ele, moça – ordenou Seu Jorge. – Mostra para o seu marido como uma mulher de verdade faz.
Eu o fiz. Eu suguei Ricardo com uma fome que ele nunca tinha visto em mim, enquanto os dois homens me possuíam, me enchiam, me levavam ao limite e além.
O orgasmo veio como uma avalanche, uma onda gigante que me fez perder os sentidos. Meu corpo se contorceu, minhas pernas tremeram, e eu gritei contra o pênis de Ricardo, o som abafado, animal.
Eles não pararam. Eles continuaram a me foder, implacáveis, me usando para o prazer deles, e me usando para o meu.
Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, eu senti que eles estavam perto. Suas respirações ficaram mais ofegantes, seus movimentos mais desesperados.
– Vou gozar, dona – disse Lucas, a voz tensa.
– Eu também – disse Seu Jorge.
– Vão logo! – gritei eu. – Gozem em mim! Encham minha boca!
Eles se afastaram de mim. Lucas e Seu Jorge se levantaram e se aproximaram da minha face. Eu os olhei, meus olhos brilhando de desejo.
– Vão – eu disse.
Eles gozaram. Quente, abundante, em meu rosto, em minha boca. Eu engoli, sentindo o gosto deles, o cheiro deles.
Quando eles terminaram, eu me virei para Ricardo, que ainda estava de pé, o pênis duro na mão.
– Sua vez – disse eu.
Ele se aproximou e gozou em meu rosto, misturando seu sêmen ao deles.
Fiquei na cama, o corpo brilhando, o rosto molhado. Então, eu me sentei.
– Ricardo – chamei.
Ele me olhou, os olhos vidrados.
– Venha aqui.
Ele se aproximou, e eu o beijei. Um beijo profundo, sujo, passando todo o gosto daquela orgia para a boca dele. Eu o forcei a provar, a sentir, a se tornar parte daquilo.
Quando me afastei, ele estava ofegante, o rosto marcado pela experiência.
– Lembra desse gosto – disse eu, a voz suave, mas firme. – Lembra do dia em que você voltou antes da hora.
Ele me olhou, confuso, e então algo se acendeu em seus olhos. O reconhecimento.
*lembro do gosto que ela deixou na minha boca esses dias atras depois de janta, ela chegou e me beijou de madrugada.*
Ele tinha provado isso antes. Ele tinha sentido o gosto deles em mim sem saber. A verdade, escondida em um beijo.
O resto da semana foi um sonho, ou talvez um pesadelo, dependendo do ponto de vista. A obra terminou, mas a "obra" real, a que transformou nossa vida, mal começara. Seu Jorge e Lucas não eram mais os pedreiros. Eles eram... parte de nós. Eles vinham para casa não para trabalhar, mas para ficar. Às vezes, um só. Às vezes, os dois. A dinâmica era nova, estranha, eletrizante.
Ricardo, meu marido, havia se tornado um espectro em sua própria casa. Ele os via comigo, nos ouvia, e, no começo, sua dor era quase palpável, um peso no ar denso e viscoso. Mas a dor foi se transformando. Amainou-se, endureceu, e então se reconfigurou em algo que eu não ousava nomear. Havia dias em que ele se trancava no escritório, e eu podia ouvir o som baixo e ritmado de sua própria mão, um eco distante dos gritos que eu soltava no quarto ao lado. Havia dias em que ele nos observava em silêncio, sentado na poltrona da sala, como um crítico de uma peça que ele não entendia, mas da qual não conseguia desviar o olhar.
Eu o testava. Eu o forçava a assistir. Eu me entregava a eles com uma fúria, uma voracidade que era tanto para eles quanto para ele, para aquela parte de mim que precisava ver seu mundo se desfazer para poder se reconstruir. Eu cavalguei Lucas no sofá enquanto Ricardo preparava o café, os gemidos e o cheiro do sexo se misturando ao aroma do café fresco. Eu deixei Seu Jorge me comer na mesa de jantar, o prato do arroz ainda quente ao meu lado. Eu o forcei a limpar-me depois, a provar, a engolir a evidência da minha traição, e eu vi o brilho nos olhos dele, a submissão que o quebrava e, ao mesmo tempo, o libertava.
A entrega da obra foi uma formalidade. Seu Jorge e Lucas vieram no final da tarde de um sábado. A casa estava impecável. A parede nova, lisa, perfeita. Ricardo estava ali, tímido, de mãos dadas comigo. Ele pagou a Seu Jorge, o dinheiro passando de uma mão à outra com uma formalidade quase cômica.
– Ficou bom, rapaz – disse Ricardo, a voz baixa.
Seu Jorge olhou para mim, um sorriso malandro nos lábios.
– Ficou. Mas a melhor parte da obra, o marido nem imagina o que foi.
Ricardo corou, mas não desviou o olhar. Ele apenas apertou minha mão com mais força.
Quando eles foram embora, a casa ficou em silêncio. Era um silêncio novo. Não era o silêncio de antes, cheio de rotina e de expectativas silenciosas. Era um silêncio pesado, cheio de palavras não ditas, cheio de verdades que flutuavam no ar como poeira em suspensão.
Eu olhei para a parede nova, branca, perfeita. E olhei para Ricardo.
– Então – disse ele, a voz quase um sussurro. – O que fazemos agora?
Eu sorri. Um sorriso genuíno, talvez o primeiro em semanas. Um sorriso que não era de desafio, nem de dor, mas de aceitação. De entendimento.
– Agora – disse eu, puxando-o em direção ao nosso quarto, para a nossa cama – a gente começa de verdade. A gente reforma o resto da casa.
Naquela noite, ele não foi um espectro. Ele não foi um corno humilhado. Ele foi meu marido. Ele me amou com uma fome que eu nunca tinha visto nele, uma fome nascida da dor e da necessidade. Ele me lambeu, ele me chupou, ele me fodeu com uma desesperança que me fez chorar. E eu o recebi, eu o devorei, eu o reclamei. Ele me pediu para contar. Para detalhar. E eu contei. Cada toque, cada penetração, cada gosto. E em vez de o afastar, isso o uniu a mim. Nós nos fundimos naquela noite, não mais como duas pessoas, mas como uma única criatura nascida das cinzas do nosso antigo casamento.
As semanas se passaram. O ritmo mudou. Eles não vinham mais todos os dias. Às vezes, passavam semanas sem aparecer. E a ausência deles se tornou parte do nosso novo ritual. A espera. A antecipação. O tempo em que éramos apenas nós dois, remendando as feridas, construindo algo novo sobre as ruínas.
