- Tá bom - gritou o Pedro, olhos arregalados que nem pires, enquanto eu, ágil como gata, rolei silenciosa pro outro lado da cama.
- Bom dia pra você - falou o Tiago, abrindo a porta.
Eu fiquei deitada do outro lado da cama… morrendo de medo de ser pega.
- Pra você também - respondeu o Pedro.
O Tiago riu da rola dura marcando na cueca do filho:
- Acho que você precisa resolver isso aí.
O Pedro respondeu sem graça:
- Ela tem vida própria.
- Todas têm - disse o Tiago, sem fazer a menor ideia do porquê da rola do filho estar assim.
Eu fiquei congelada… por mais um minuto inteiro… até o Pedro sussurrar:
- Ele foi.
Sentei na cama, de repente tomada por culpa, gaguejando:
- D-d-desculpa te obrigar a mentir por mim.
- Não foi nada - deu de ombros ele, embora a cara dele mostrasse que tava apavorado, ainda mais quando ouvimos a porta da frente bater.
Mas a fome venceu a culpa rapidinho. Não resisti, caí de joelhos de novo e falei:
- Ah, esse bebê aqui é grande demais pra ser ignorado.
- Mãe… - gemeu ele, enquanto eu enfiava a rola de volta na boca. - A gente não devia tá fazendo isso.
Eu sabia que ele tava certo, tínhamos ficado a segundos de ser pegos, mas o tesão por pau e porra - os dois bem ali na minha frente - falava mais alto que o bom senso. Mamei por trinta segundos rápidos e furiosos, depois perguntei:
- Quer que sua mamãe-puta pare?
Não esperava que ele dissesse sim, mas também não esperava a reação: ele agarrou minha cabeça, enfiou a rola até o talo e começou a foder minha cara com força enquanto dizia:
- Se você quer ser tratada como uma vadia faminta por porra, então vou te tratar como uma.
Enquanto os vinte e três centímetros coçavam minha garganta e as bolas batiam no queixo, eu gemi em resposta, querendo mostrar que concordava de corpo e alma em ser a mamãe-puta faminta por porra dele.
- Isso, mãe - continuou ele, virando um macho dominante bem na minha frente e na minha boca. - Vou foder essa boca e gozar na sua garganta todo dia.
Queria perguntar “só uma vez?” e “e a buceta da mamãe?”, mas minha boca tava ocupada demais com vinte e três centímetros. Então gemi de novo, torcendo pra que meus gemidos falassem tudo.
Pelos próximos minutos fui fodida na cara. As bolas dele quicavam no meu queixo como bola de basquete em quadra dura, e ele socava sem dó antes de ir pro arremesso decisivo.
O tempo todo minha buceta pegava fogo imaginando ele entrando num segundo buraco meu. A ideia dele socando essa rola grossa na buceta por trás, ou eu montando nele e cavalgando com força, ou qualquer posição de foda funda, fazia minha buceta pingar. Mas mesmo fantasiando isso, eu me perguntava se ia conseguir foder ele.
Sexo oral já era incesto, mas dar a buceta era outro nível de pecado… um que, naquele momento, eu tava louca pra oferecer. A ideia de incesto era um tesão doentio, mas vinte e três centímetros de pauzão era quase impossível resistir, mesmo sendo do meu filho.
Fui tirada da fantasia doente quando ele tirou a rola e perguntou:
- Minha mamãe chupadora de rola quer porra quentinha na cara?
Claro que eu preferia engolir toda carga que ele quisesse doar, mas querendo ser a mamãe-puta perfeita, respondi, vendo ele bater punheta:
- Sim, filho… pinta a cara da mamãe com sua porra quente.
Poucas batidas furiosas depois, um grunhido e minha cara ficou encharcada da porra quente do meu filho.
Jato atrás de jato saiu do canhão dele e grudou na minha cara, na boca, nos olhos fechados.
Quando a gozada terminou de espirrar, meu olho esquerdo intacto dessa vez, abri e enfiei a rola de volta na boca pra sugar qualquer restinho daquela porra cremosa.
Chupei com carinho por um minuto ou dois antes dele dizer:
- Puta merda, vou me atrasar.
A rola saiu da minha boca e eu sorri:
- Pra mim você gozou bem na hora certa.
Passei a mão na bochecha, peguei uma gosma de porra e enfiei na boca enquanto ele admitia:
- Mãe, você é insaciável.
- Caralho, sua porra é uma delícia - ronronei, pegando mais e levando pra boca gulosa.
- Ainda não acredito que a gente tá fazendo isso.
- Acho que minha cara coberta de porra prova que sim - respondi, lambendo mais uma gosma.
Ele foi pro banho, eu me vesti e fui fazer o café da manhã pra gente.
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Nossa que conto delicioso, gostoso demais e como sempre muioto bem escrito. Ter uma mãe safadinha já é uma delicia, agora quando além de safada adora mamar na rola do filhão e beber toda porra grossa e bem quente, é gostoso demais, é maravilhoso. As mães tem esse sagrado direito de ordenhar os filhos quando quiser, como quiser e onde quiser. Parabéns mamãe. votado e aprovado