Uma mãe viciada em porra - Parte 11

Tomamos café da manhã juntos na mesa da cozinha, conversando sobre o cursinho, prova do vestibular, futebol do fim de semana… coisas normais do dia a dia. Nenhum sinal do que tinha rolado antes… exceto uns restinhos de porra ainda grudados na minha cara, que eu tinha limpado mal de propósito, só pra sentir o cheiro dele no ar.

Depois que ele saiu, fui pro banho e fiquei pensando no próximo passo.

Agora eu tinha uma máquina de porra particular morando em casa, disponível pra satisfazer minha fissura praticamente a qualquer hora.

Eu devia estar me sentindo culpada pra caralho, mas em vez disso tava calma. Os glory holes sempre foram risco alto, No fundo, chupando meu filho virgem eu tava me protegendo de ser descoberta. Além disso, faria qualquer coisa pra deixar meu filho feliz… e isso deixava ele feliz pra caralho.

A pergunta de verdade era: eu devia tirar a virgindade dele? A ideia era excitante demais e ao mesmo tempo dava um frio na barriga.

Do lado bom: tirar a virgindade de alguém sempre foi uma fantasia minha.
E ter uma rola grande disponível não só pra me dar porra todo dia, mas pra me socar com força, arrombar minha buceta, era tentador pra caralho.

Talvez eu finalmente gozasse com pau dentro de de novo. Isso não acontecia desde a faculdade, quando fiquei numa roda de quatro caras: dois com rolas grandes que me socavam de verdade (literalmente, porque na maior parte do tempo eu tava em êxtase, com três paus me furando ao mesmo tempo). O Tiago era um homem bom, mas não era um amante foda e não fazia a menor ideia de como me deixar louca de tesão.

Do lado ruim: a virgindade de um cara é especial, e perdê-la pra própria mãe era único pra caralho… coisa que ninguém poderia contar pra ninguém.

Era imoral, óbvio. Mas chupar a rola do meu filho também era, e nada na vida tinha me deixado tão tarada quanto isso - e olha que eu já fiz umas putarias bem pesadas.

Depois do banho, com a decisão já tomada, mandei mensagem pro Pedro: “Se quiser vir almoçar em casa, a comida vai tá quentinha e pronta.”

Fiquei olhando pro celular cinco minutos esperando resposta que não veio. Engraçado como a tecnologia nos acostumou a esperar resposta em segundos, não em dias ou semanas.

Acabei fazendo faxina e só uma hora depois ele respondeu: “Tô com vontade daquela torta caseira. Espero que esteja fresquinha e quentinha.”

Ele tava insinuando que ia me chupar de novo? Respondi: “A torta tá cozinhando devagar a manhã toda e vai tá pronta pra ser comida inteira quando você chegar.”

Não podia ser mais direta.

Ainda não tinha 100% de certeza se ia foder ele (mas tava uns 95%), mas a ideia era tentadora pra caralho. Decidi me arrumar pra ele. Tinha uma fantasia antiga de colegial - saia curtinha, cropped.

Coloquei sem sutiã nem calcinha, só com a única meia-calça 7/8 com abertura no meio que ainda tinha guardada (faziam anos que não usava), e fiquei esperando nervosa na sala, como se tivesse 18 de novo.

Ele chegou um pouco depois do meio-dia, entrou e me viu posando na sala.

A reação foi exatamente o que eu queria ouvir:

- Puta que pariu!

- Gostou?

- Você tá linda pra caralho, mãe - disse ele, olhando pra mim com o tesão que eu também queria ver.

- Pronto pro almoço? - perguntei.

- Morrendo de fome - assentiu, vindo até mim, me empurrando de leve pro sofá e se ajoelhando entre minhas pernas.

- Tá marinando a manhã toda - ronronei, enquanto ele olhava minha buceta já molhada e aberta.

Ele não disse nada. Só enterrou a cara na umidade.

A língua dele foi como um choque de prazer. Ele lambia com vontade, sem técnica das minas lésbicas da faculdade que me provocavam até eu fazer qualquer coisa.

Mas o que faltava em técnica ele compensava com fome e vontade.

Lambia como se fosse a última refeição da vida.

Antes que eu percebesse, soltei:

- Quer foder a mamãe?

Ele parou.

Olhou pra cima, boca brilhando de gozada minha.

Gaguejou, chocado:

- S-s-sério?

- Meu bem, quero ser sua puta completa - admiti. - Quero chupar sua rola umas duas vezes por dia, pelo menos, e engolir sua porra gostosa. Mas também quero ser seu deposito de porra interno. Você pode me comer quando quiser, e pode me foder quando quiser.

- Ai, caralho… - gemeu ele.

- Então pergunto de novo: quer foder a mamãe? - insisti, olhando pra baixo o mais safada que conseguia.

- Meu Deus, quero - respondeu, voltando pro filho encantado, não pro dominante que tinha me empurrado pro sofá minutos antes.

- Tira essa rola pra fora - mandei.

Ele se levantou, tirou calça e cueca rápido, mostrando que a rola já tava pronta pra ação.

- Foi a mamãe que deixou essa rola grande assim dura? - perguntei, masturbando o pauzão na mão.

- Sim - gemeu ele. - Agora chupa.

- Sim, filho - ronronei, adorando lembrar do incesto que a gente tava cometendo e adorando quando ele tomava o controle.

Enfiei a rola na boca pela terceira vez naquele dia. Já tinha engolido uma carga e levado facial; a terceira eu queria funda na buceta. Tinha feito laqueadura anos atrás porque o Tiago era fresco demais pra fazer vasectomia, então zero risco de gravidez.

Mamei só uns segundos, só pra garantir que tava dura que nem ferro. Aí perguntei:

- Pronto pra foder a mamãe?

- Meu Deus, sim - respondeu, corpo inteiro tremendo enquanto eu masturbava.

Era fofo ver a mistura de nervosismo e inocência.

- Quer a mamãe de costas ou de quatro? - perguntei, querendo que ele escolhesse, dando controle.

- Levanta e se debruça no sofá - sugeriu, voltando pro modo confiante.

- Onde você quiser - respondi, me levantando e me posicionando, deixando claro que era dele pra usar como quisesse.

- Não acredito nisso - repetiu ele, tirando a camisa.

- No quê? - perguntei. - Que sua mamãe vai tirar sua virgindade? Que sua mãe é seu deposito de porra particular? Ou que sua mamãe obedece qualquer ordem sua sem pestanejar?

- Sim, sim e sim - respondeu, vindo atrás de mim só de meia.

Eu odiava macho fodendo de meia, mas não ia reclamar de detalhe bobo quando tava prestes a levar vinte e três centímetros do meu filho pela primeira vez.

- Só enfia essa rola grossa na buceta da mamãe - ofereci generosa.

- Não acredito que você é tão vadia, mãe - disse ele, se posicionando atrás.

- Tá chamando sua mãe de vadia? - perguntei, tom sério e maternal de repente.

- Desculpa, mãe. Eu só pensei… - pediu desculpas na hora. Ele era mesmo um menino bom.

Eu ri, me sentindo culpada por provocar:

- Tô brincando, meu bem. Quero ser sua mamãe-puta mesmo.

Ele me surpreendeu com um tapa ardido na bunda e ralhou:

- Mamãe-puta precisa ser punida por zoar o filho?

Nunca tinha levado tapa na bunda, mas aquilo aumentou o surreal da situação.

- Desculpa… a mamãe é uma vadia boba que devia saber se comportar.

Outro tapa na outra nádega queimou enquanto ele concordava:

- Vadias bobas precisam saber o lugar delas.

- Sim, meu bem… o lugar da mamãe é com a rola do filho dentro dela - declarei, rebolando a bunda.

- Implora - ordenou ele, voltando pro modo dominante.

Fiquei impressionada que ele conseguia resistir só pra me fazer implorar. Quantos filhos aguentariam adiar a chance de foder a mãe? Ainda mais virgem.

Então implorei. Parte porque ele mandou, parte porque eu queria mesmo aquela rola dentro de mim. Fazia anos que não era fodida de verdade; o Tiago fazia amor, mas não me socava como puta fazia décadas.

- Ai, filhinho, por favor enfia essa rola grossa e fode sua mamãe-puta, usa ela como seu deposito de porra particular - balbuciei, querendo ele agora e falando sério cada palavra.

Finalmente ele fez.

- Caralho! - gritei, quando os vinte e três centímetros entraram fácil como manteiga derretendo.

- Ai, meu Deus… - gemeu ele no momento que me encheu.

- A bucetinha da mamãe tá quentinha e gostosa pra você? - perguntei, com tudo enterrado em mim.

- Tá uma delícia - disse ele, como criança em loja de doces.

- Eu sei - concordei. - Agora mostra o que você fantasiava fazendo todas aquelas vezes que batia essa rola enorme pensando na mamãe.

Ele agarrou meu cabelo e puxou pra trás enquanto começava a socar.

- Isso, meu bem… usa a mamãe, trata ela como uma puta barata - incentivei.

- Caralho, que delícia… - gemeu ele, as palavras ainda soando de virgem recém-desvirginado, mas o corpo agindo como o dominante que ele era no fundo.

- Quero que você foda a buceta da mamãe e goze dentro - falei depois de uns minutos de socadas fortes.

- Sério? - perguntou, parando de verdade.

- Sim, filho… pode gozar na buceta da mamãe todo dia - revelei..

- E vou gozar na boca dela também - acrescentou ele, voltando a socar.

- E na cara toda - completei, deixando a oferta de cu pra outra hora… embora eu soubesse que ia oferecer em breve.

- E o cuzinho da mamãe, não? - perguntou ele, como se tivesse lido meus pensamentos.

Eu me entreguei de vez, dando todo o poder pra ele - caso ele ainda não tivesse percebido que já tinha - , e respondi:

- Os três buracos da mamãe pra foder e pra receber porra ficam abertos vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, filho.

- Aaaah, sim… - gemeu ele, ainda socando forte na minha buceta, meu gozo subindo rápido.

- Posso cavalgar você, filhinho? - perguntei, louca pra quicar naquela rola como se fosse um daqueles brinquedos infláveis de pular em festa de criança.

- Claro - assentiu ele, saindo de mim.

Ele se jogou no sofá rapidinho e eu, tarada no cio, montei em cima e engoli a rola inteira com a buceta como se fosse a última refeição da vida.

Ele apertou minhas tetas por cima do cropped enquanto eu começava a cavalgar.

- Gosta das tetas da mamãe? - perguntei, tirando o cropped pela cabeça pra ele ter acesso total e ver melhor.

- Amo - disse ele, pegando as duas nas mãos e se inclinando pra chupar os bicos duros.

Cavalgar uma rola enquanto as tetas tão sendo chupadas é difícil pra caralho, então parei de subir e descer e comecei a rebolar, esfregando a buceta na base da rola grossa.

Ele chupava, lambia, mordia os mamilos enquanto eu rebolava, mexendo o quadril pra frente e pra trás.

O fogo lento tava me deixando louca e pelo jeito ele também, porque de repente me levantou, girou, me deitou de costas no sofá, abriu minhas pernas e enfiou tudo de novo num movimento suave e impressionante.

- Aaaaah, seu filho da puta… - gemi alto enquanto ele voltava a me socar como coelho louco, estocadas fundas, rápidas e fortes. Quando falei “filho da puta”, um arrepio de tesão do caralho subiu pela espinha - o termo mais proibido de todos.

- Vou gozar dentro de você, mãe - avisou ele, depois de só umas poucas estocadas profundas, meu gozo acelerando loucamente.

- Isso, seu filho da puta de rola grande… goza fundo na mamãe, planta sua semente e toma posse da mamãe - balbuciei, querendo me entregar inteira.

- Então eu sou dono da buceta agora? - perguntou ele, sem perder o ritmo das estocadas fundas.

- Sim, filho… a mamãe é seu brinquedo - declarei, o gozo tão perto que já dava pra sentir o gosto.

- Só meu? - perguntou, parando no meio da estocada.

- Só declara e esse buraco de foda é só seu - ofereci, louca de tesão e desesperada pra gozar.

- Gostei disso - aprovou ele. - Eu digo: o pai não fode mais você.

- Ele mal fodia mesmo - respondi, sem sentir culpa nenhuma pela transferência do direito de me foder. Essa foda era a melhor em duas décadas e eu queria repetir todo dia, enquanto com o Tiago eu nem gozava com aquelas fodas lentas e sem graça. Podia levar meses pro Tiago perceber que eu não tava mais transando com ele… ou nunca, se eu continuasse chupando ele de vez em quando.

- Bom, eu vou te foder todo dia - prometeu ele, voltando a socar.

- De manhã, de tarde e de noite - gemi, meu gozo voltando a subir.

- E nos intervalos - acrescentou ele, me fodendo mais forte do que eu já tinha sido fodida na vida. Meu corpo quicava todo, e quando ele pegou meus tornozelos, juntou eles e se inclinou pra frente pra chegar ainda mais fundo na buceta pegando fogo, eu gozei… como louca.

- Caralhoooo! - gritei alto o suficiente pra acordar o bairro inteiro.

- Porraaaa… - grunhiu ele segundos depois, saindo de mim, abrindo minhas pernas e espirrando a gozada em cima de mim.

O primeiro jato voou como míssil direto na cara e na testa… caralho, a rola dele era um canhão de porra mesmo.

O segundo acertou na boca aberta e no queixo.

O terceiro caiu bem no vale das tetas.

O quarto pingou no umbigo.

A última gota caiu direto na buceta enquanto ele se aproximava do meu rosto e enfiava a rola de volta na boca. Chupei devagar, ordenhando qualquer restinho de porra que sobrou.

Aí ele falou:

- Preciso voltar pro cursinho.

- Você nem almoçou - percebi, lembrando que além de umas lambidas rápidas na buceta ele não tinha comido nada.

- Pego um lanche pra comer no caminho - disse ele, se vestindo.

- Tá bom - assenti, pegando uma gosma de porra das tetas e levando pra boca. A melhor porra é quentinha direto da rola, mas qualquer porra é delícia.

Aí acrescentei:

- Espero um aperitivo de porra antes do jantar hoje à noite.

- Só um? - perguntou ele.

- Quantas você conseguir produzir - respondi, lambendo mais uma gosma do queixo.

Ele riu:

- Vou ver o que consigo.

- Nada de punheta, hein, moleque - falei com voz firme de mãe. - Toda carga tem que ser guardada pra sua mãe.

- Não prometo isso - disse ele, antes de completar: - Mas se você não tiver em casa, eu gozo num copinho pra você.

- Copinhos de porra - sorri. - Gostei.

- Ou na sua xícara de café.

- Ou no pão com manteiga.

- Você é insaciável - disse ele, saindo.

- E não esquece disso - gritei enquanto a porta fechava.

Peguei o resto da porra da cara enquanto pensava no próximo passo.

Algumas cargas de porra por dia? Uma foda forte por dia? A rola dele no meu cu? Caralho, fazia décadas que não levava no cu.

Será que eu aguentava essa rola no cu?

Só tinha um jeito de descobrir…

FIM

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Comentários


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lozo Comentou em 17/02/2026

Nossa, sensacional esse conto, que deliciosa saga, que maravilha de escrita, que conto bem estruturado, sem pulos, sem faltar etapas, tudo certo no momento exato. Um dos melhores e excitantes contos de incestos do site, parabéns. votado e aprovado




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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Uma mãe viciada em porra - Parte 11

Codigo do conto:
254844

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/02/2026

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