A putinha do papai Parte 1

A mãe e o pai se separaram quando eu tava no terceiro ano do ensino médio; eu já era grandinha o suficiente pra sacar que eles tavam juntos só por minha causa. Mas também já entendia que não tinha nada a ver comigo... eles simplesmente deixaram de se amar.

Deveria ter sido óbvio; sério, nem consigo imaginar como que eles um dia se apaixonaram. São opostos completos. Um milagre eles terem ficado juntos.

A única coisa que eles tinham em comum era serem os dois absurdamente gostosos pra idade que tinham e terem eu.

Mas as diferenças eram um monte.

A mãe nasceu numa família podre de rica em São Paulo, cresceu com tudo na mão e seguiu os passos do pai e da mãe... virou advogada. Ela é promotora de justiça durona, que passa mais tempo no fórum do que em casa. Quase nunca sorri, tá claramente desiludida com o sistema judiciário e as mil brechas que tem quando o cara tem grana ou o advogado certo. Não tem senso de humor, detesta televisão e filme, e é louca por limpeza e organização.

O pai, por outro lado, nasceu no litoral de Pernambuco e cresceu com o mar a poucos metros de casa. Sempre foi tranquilo, relaxado com tudo... na real, nunca vi ele ficar bravo ou perder a cabeça - o que deixava a mãe louca da vida. Ela chamava ele de sem emoção, mas não era verdade; ele só era aquele cara de praia, surfista de alma, que nunca quis crescer de verdade.

Ele tentou, tentou mesmo. Largou a vida que conhecia pra ir morar no concreto e na poluição de São Paulo. Arrumou emprego com o avô, mas era óbvio que não era homem de terno e gravata.

Assim que decidiram se separar, ele voltou pro Nordeste e arrumou trampo de barman num bar pé na areia. Vida simples, aquela que ele tinha aberto mão pela mãe e por mim.

O combinado foi eu terminar o terceiro ano e depois passar o verão com ele antes de começar a faculdade de Direito na USP de igual a mãe tinha feito antes de mim e outras gerações da família.

Depois que o pai foi embora, a mãe se enterrou ainda mais no trabalho, coisa que eu achava impossível, até perdeu a primeira metade da minha formatura, mas chegou a tempo de ouvir meu discurso de oradora da turma. O pai, claro, pegou avião e chegou no horário, embora bem desleixado pro evento formal.

Antes de entrar na história de verdade, deixa eu falar um pouco de mim. Primeiro, eu sempre fui a filhinha do papai. Idolatrava meu pai e isso também tirava a mãe do sério. Mas quando ele foi embora, duas semanas depois que fiz dezoito, eu me rebelei um pouco. Tentei desesperadamente chamar a atenção da mãe, mas nada.

Mantive as notas lá em cima, a melhor da sala na real, mas fora isso fiz de tudo pra testar os limites. Bebi pela primeira vez (eu era tão certinha que nunca tinha passado de um copo de vinho até um mês depois dos dezoito), fumei um baseado, e comecei a cair na balada.

Sexualmente, eu era virgem quando o pai foi embora, mas logo perdi a virgindade com o pai de uma amiga; namorei um cara por três meses, aí chupei rola pela primeira vez e fiz meu primeiro ménage quando ele, e um colega e eu ficamos doidões e bêbados e minhas inibições sumiram; perdi a virgindade anal depois que terminei com ele e acabei num motel com um advogado de uns quarenta e poucos que conheci num bar de esportes... foi ali que aprendi duas coisas:

1º Eu só curtia homem mais velho. Porque eles:
A) Sabiam fazer uma mulher gozar diferente do meu namorado da faculdade, que nunca me fez gozar nem uma vez
B) Sabiam o que queriam e não tinham vergonha de pedir... ou melhor, de mandar eu fazer

2º Eu era submissa pra caralho.
Depois que ele gozou na minha boca, enquanto falava o tempo todo me chamando de putinha e brinquedinho, ele me chupou e me fez gozar de um jeito que eu nunca tinha sentido. Quando ele disse, depois de meter na buceta por uma eternidade, "Agora é hora da minha vadia levar no cu", eu não hesitei.
Fiquei de quatro e quando ele mandou eu implorar pra levar no cu, meu vocabulário rebruscado sumiu e virou vocabulário de puta. "Isso, amor, mete no meu cuzinho virgem. Enfia essa rola grossa no meu cu apertadinho e me fode até eu não aguentar mais."

Depois daquela noite, recusei qualquer aproximação de moleque - a não ser que trabalhasse lá. Fodi uns outros caras mais velhos, e cada um logo sacou que eu era uma submissa obediente disposta a cumprir quase qualquer ordem.

Isso também levou ao meu primeiro contato com mulher, quando um cara e a esposa dele me levaram pra casa deles pra um ménage demorado que incluiu eu chupar buceta pela primeira vez, levar dupla penetração pela primeira vez (embora a rola na buceta fosse strap-on) e terminou comigo sendo fistada pela primeira vez.

Infelizmente, a mãe nunca me pegou chegando de madrugada, nem no dia seguinte, porque tava sempre atolada de trabalho e nem olhava pra mim.

Não quero parecer metida, mas puxei bons genes. Além de ser fera nos estudos, sou boa em esporte: nadei, joguei vôlei e atletismo no colégio, peguei medalha em campeonato estadual. E meu DNA me deu cabelo loiro natural, olhos azul-turquesa e peitos firmes. Mas até entrar na fase vadia, eu usava cabelo preso em rabo de cavalo e roupa de treino quase sempre, nada que valorizasse o corpo a não ser quando tava competindo de verdade. Eu era a menina mais gata do colégio? Não. Mas tava bem perto, se eu me arrumasse pra escola como me arrumava quando saía caçando macho maduro (pai alheio que eu queria foder). No colégio eu me vestia conservadora, vivia duas vidas:

- De dia, aluna nota dez e atleta campeã estadual
- De noite, adolescente vadia caçando rola

Aliás, os caras mais velhos eram perfeitos pra mim. Além do que já falei sobre saberem fazer gozar, não ficavam grudentos como meu namorado da faculdade, não eram sem graça como quase todo moleque e não queriam namorar... só queriam me comer.

E agora eu tô pronta pra contar a história que eu queria contar... como eu virei a putinha do meu pai.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A putinha do papai Parte 1

Codigo do conto:
254856

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
17/02/2026

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