**A Amiga de Paola: A Noite que Virou Devassidão Total**


Carla chegou à casa de Paola às 22h17, o coração batendo forte no peito. Vestia um vestidinho preto de malha fina que grudava no corpo como segunda pele, sem sutiã — os mamilos rosados já marcavam o tecido desde o carro —, calcinha fio-dental vermelha de renda tão fina que mal cobria a fenda depilada. Nos pés, salto alto preto que fazia a bunda empinar naturalmente. Ela trouxe a garrafa de vinho tinto caro, mas sabia que não ia beber muito. O álcool era só pretexto.

Paola abriu a porta vestindo apenas um robe de cetim preto curto, aberto na frente. Pele morena brilhando de óleo corporal, seios fartos livres, mamilos castanhos endurecidos como pedrinhas, buceta lisinha já úmida de antecipação. Sem dizer uma palavra, puxou Carla pela nuca e enfiou a língua na boca dela num beijo faminto, molhado, possessivo. As mãos desceram pelas costas da amiga, apertando a bunda com força, enfiando os dedos por baixo do vestido até roçar o fio-dental encharcado.

— Você veio preparada, safada — murmurou Paola contra os lábios dela, mordendo o inferior até deixar vermelho.

Elas foram direto para a sala. Paola jogou o robe no chão, ficou completamente nua. Carla tirou o vestido devagar, deixando-o cair aos pés. Ficou só de calcinha vermelha e salto. Os seios médios empinados, barriga lisa, coxas firmes tremendo de leve. Paola a empurrou contra o sofá, ajoelhou entre as pernas dela e arrancou a calcinha com os dentes, rasgando a renda fina. A buceta de Carla apareceu inchada, clitóris vermelho pulsando, lábios internos brilhando de excitação.

— Abre — ordenou Paola.

Carla abriu as pernas ao máximo, uma em cada encosto do sofá. Paola mergulhou a boca direto no clitóris, chupando com força, língua rodando rápido enquanto enfiava dois dedos na buceta apertada da amiga. Carla gritou, arqueou as costas, mãos agarrando o cabelo de Paola, puxando com desespero.

— Porra… assim… chupa mais forte… me faz gozar na tua boca…

Paola não parou. Enfiou três dedos, curvando-os pra acertar o ponto G, enquanto sugava o clitóris como se quisesse arrancá-lo. Carla gozou em menos de dois minutos, corpo convulsionando, esguichando um jato quente na cara de Paola, que lambeu tudo sem desperdiçar uma gota.

O celular de Paola vibrou na mesinha. Ela atendeu sem tirar os dedos de dentro da amiga.

— Já tão chegando? Ótimo. Tragam tudo. Quero ver minha amiga sendo destruída hoje.

Desligou e olhou pra Carla, olhos vidrados:

— São seis dessa vez. Você aguenta?

Carla, ainda ofegante, sorriu com os lábios inchados:

— Me fode até eu implorar pra parar… e mesmo assim não para.

A porta abriu. Entraram os seis: o negão de 1,90 com pau preto grosso que mal cabia na mão, o tatuado do crossfit com veias saltadas no pau curvado pra cima, o caminhoneiro barbudo com cacete grosso e pesado, o universitário de 22 com pau longo e reto, mais dois que Paola tinha pego recentemente — um loiro musculoso e um moreno de academia com piercing na cabeça do pau.

Eles nem falaram. Tiraram a roupa em segundos, paus já duros, pingando pré-gozo. Paola se deitou de costas no tapete, puxou Carla por cima dela em 69. As duas começaram a se chupar mutuamente, gemendo alto, bucetas molhadas se esfregando nas bocas.

O negão foi o primeiro a agir. Ajoelhou atrás de Carla, cuspiu no cuzinho apertado dela (ela nunca tinha levado anal antes) e começou a forçar a cabeça grossa. Carla gemeu na buceta de Paola, dor misturada com prazer insano. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Carla gritou, corpo tremendo, mas empurrou pra trás querendo mais.

Ao mesmo tempo, o tatuado meteu na buceta de Paola, estocadas brutas fazendo os seios dela balançarem. O caminhoneiro se posicionou na frente de Carla, enfiou o pau pesado na boca dela até a garganta. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando, mas continuou chupando com vontade.

Os outros se revezavam. O universitário masturbava o pau longo enquanto assistia, depois trocou com o tatuado na buceta de Paola. O loiro meteu na boca de Paola enquanto ela chupava a amiga. O moreno com piercing foi pro cu de Carla assim que o negão saiu, o piercing roçando as paredes internas, fazendo ela gozar de novo, esguichando na cara de Paola.

Posições se sucediam em ritmo frenético:

- Carla de quatro, levando dupla penetração: negão no cu, tatuado na buceta, enquanto chupava o caminhoneiro e masturbava dois outros com as mãos. Paola deitada embaixo dela, lambendo o clitóris da amiga e os paus que entravam e saíam.

- As duas lado a lado, bundas empinadas, tomando estocadas alternadas nos três buracos. Porra escorrendo pelas coxas, misturando com o esguicho de Carla.

- Paola sentada na cara do universitário, esfregando a buceta cheia de porra enquanto Carla cavalgava o negão, rebolando forte, peitos balançando, gemendo rouco.

- Momento máximo: as duas de joelhos no centro do tapete, bocas abertas, línguas pra fora. Os seis formaram círculo ao redor delas. Masturbaram forte e gozaram quase ao mesmo tempo: jatos grossos na cara, na boca, nos seios, no cabelo. Carla e Paola se beijavam entre os jatos, trocando porra na língua, engolindo juntas, lambendo os rostos uma da outra.

No final, as duas estavam destruídas no tapete: pernas abertas, bucetas vermelhas e inchadas escorrendo porra branca grossa, cuzinhos abertos pulsando, seios cobertos de sêmen seco e fresco, rostos melados, cabelos grudados, batom borrado. Corpos tremendo de orgasmos múltiplos.

Os caras, exaustos, sentaram ao redor bebendo cerveja, paus moles pingando os últimos pingos.

Carla, voz rouca, olhou pra Paola:

— Eu… nunca… porra… isso foi…

Paola riu baixo, passou os dedos na buceta da amiga, coletou uma mistura de porra e esguicho, levou à boca dela.

— Isso foi só o começo. Amanhã tem mais seis. E você vai pedir pra eles irem ainda mais forte.

Carla lambeu os dedos devagar, olhos brilhando de tesão renovado.

— Chama. Eu quero ser destruída de novo… e de novo… e de novo.

Paola pegou o celular, já digitando no grupo.

A noite terminou com as duas abraçadas no sofá, corpos colados, cheirando a sexo cru, cochichando planos cada vez mais insanos.

O vício de Paola tinha encontrado sua parceira perfeita. E juntas, elas iam queimar tudo até não sobrar nada.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
**A Amiga de Paola: A Noite que Virou Devassidão Total**

Codigo do conto:
257280

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
19/03/2026

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