O quarto cheirava a sexo cru: suor, buceta molhada, porra fresca e o perfume caro que Rafael usava pra marcar território. A luz do abajur mal iluminava, mas dava pra ver tudo nos reflexos do espelho de corpo inteiro na parede oposta — o corpo dela tremendo, as coxas abertas, a bunda empinada, o pau grosso do outro entrando e saindo como se quisesse rasgar. Mariana estava de quatro, joelhos afundados no colchão, celular no viva-voz apoiado no travesseiro. Rafael segurava os dois pulsos dela atrás das costas com uma só mão, como algema humana, enquanto a outra mão puxava o cabelo com força, obrigando o rosto dela a ficar erguido, olhando pro espelho — olhando pra si mesma sendo arrombada. — Amor… — a voz do marido saiu fraca, quase choramingando. — Você demorou… tá acontecendo alguma coisa? Ela abriu a boca pra responder, mas Rafael deu uma estocada violenta até o talo, fazendo as bolas dele baterem com força contra o clitóris inchado. O som molhado ecoou alto. Mariana deixou escapar um grito rouco, sem nem tentar esconder. — Tá acontecendo sim, corninho… — ela conseguiu falar entre dentes. — Tá acontecendo que o Rafael tá me comendo como puta agora. Tá me arrombando a buceta com esse pauzão que você nunca vai ter. Tá sentindo o barulho? Escuta… Ela empurrou o quadril pra trás de propósito, fazendo o choque de carne contra carne ficar mais alto. Rafael riu baixo, cruel, e começou a socar com força, ritmo de quem quer destruir: fundo, rápido, sem piedade. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem violentamente, os bicos duros roçando no lençol. — Porra, Mari… — o marido gemeu do outro lado, voz embargada. — Ele tá… tá te fodendo mesmo agora? Rafael soltou os pulsos dela só pra agarrar os dois lados da bunda, abrir as nádegas com os polegares e cuspir direto no cuzinho apertado que piscava a cada estocada na buceta. — Fala pra ele onde eu vou gozar hoje — mandou Rafael, voz grossa, alto o suficiente pro viva-voz pegar. Mariana riu safada, ofegante, olhos brilhando no espelho. — Ele vai gozar no meu cu, amor. Vai arrombar meu cuzinho apertadinho que você mal consegue meter dois dedos… vai deixar ele todo escancarado, vermelho, pingando porra dele. Quer ouvir ele entrando? Rafael não esperou resposta. Tirou o pau melado da buceta com um estalo alto, alinhou a cabeça grossa no anel apertado e empurrou sem dó. Mariana gritou alto, corpo inteiro se contraindo, mas empinou mais ainda, entregando. — Aaaah caralho… tá entrando… tá me rasgando… — ela falava pro telefone, voz quebrada de prazer e dor. — Ele é muito grosso… muito mais grosso que você… tá forçando… tá abrindo meu cu inteiro… escuta o barulhinho dele forçando pra dentro… O marido do outro lado só gemia, respiração acelerada, punheta frenética audível. — Me conta… me conta tudo… por favor… Rafael começou a meter devagar no cu, mas fundo, deixando ela sentir cada veia pulsando. Depois acelerou. A cama batia na parede ritmicamente. Mariana babava no travesseiro, olhos revirando. — Tá me fudendo o cu com força agora… amor… tá socando até as bolas… meu cuzinho tá piscando em volta dele… tá gostoso pra caralho… ele tá me chamando de vadia cornuda… de puta do caralho… e eu tô adorando… Rafael se inclinou, mordeu o ombro dela com força, deixou marca vermelha. — Goza no meu pau enquanto fala com ele — ordenou. — Goza gritando que prefere minha rola. Mariana obedeceu. Levou a mão entre as pernas, esfregou o clitóris inchado com desespero. Dois dedos entraram na buceta vazia enquanto o cu era violentamente fodido. — Eu prefiro… prefiro o pau dele… — ela gritava pro viva-voz, voz rouca. — Prefiro ser arrombada por ele… ser enchida de porra quente… enquanto você goza sozinho ouvindo… seu pauzinho ridículo não chega nem perto… aaah porra… eu vou gozar… vou gozar no pau dele… Ela gozou gritando, corpo convulsionando, esguichando um jato quente que molhou o lençol e as coxas de Rafael. O orgasmo foi tão forte que as pernas dela cederam, mas ele a segurou firme, continuou socando o cu sem parar, usando ela como boneca de carne. — Agora escuta isso, corninho — Rafael falou alto pro telefone, voz de macho alfa. — Escuta sua esposa levando porra no cu. Ele enterrou até o fundo, grunhiu como animal e começou a jorrar. Pulsos grossos, quentes, enchendo o intestino dela. Mariana gemia alto a cada jato, sentindo o líquido quente subindo, transbordando, escorrendo pelas coxas. — Tá gozando… tá enchendo meu cu… amor… tá deixando tudo melado… tá pingando… quer ver? Quer que eu filme pra você ver sua esposa toda arrombada e gozada? O marido só conseguia gemer, gozando pela terceira vez naquela ligação, voz patética e derrotada. Rafael saiu devagar, o pau ainda grosso pingando. Deu dois tapas fortes na bunda dela, abriu as nádegas pro espelho e falou pro viva-voz: — Olha o estrago, corno. Cuzinho escancarado, vermelho, cheio da minha porra escorrendo. Ela tá pingando como uma vadia usada. Mariana, ainda ofegante, pegou o celular, virou a câmera traseira, enquadrou o cu arrombado, a porra branca escorrendo devagar, misturada com o mel da buceta. Gravou 8 segundos e mandou pro marido. — Salva isso, meu bem — sussurrou ela, voz doce e cruel. — Amanhã a gente repete. E quem sabe eu deixo ele me foder na nossa cama… com você assistindo pelo FaceTime. Ela desligou. Rafael a virou de costas, abriu as pernas dela e lambeu a mistura de porra e mel que escorria, devagar, possessivo. — Liga pra ele amanhã de manhã — disse entre lambidas. — Quero que ele acorde ouvindo você gemer com minha língua no seu cu gozado. Mariana sorriu, já pegando o celular de novo. — Combinado.
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