Parte 2: A manhã de sábado

Sábado, 8h47. O sol já entrava pelas cortinas semi-abertas do apartamento em Jurerê, batendo direto na cozinha aberta. Mariana acordou com o corpo dolorido de um jeito bom — coxas ardendo por dentro, buceta ainda inchada e sensível, cuzinho latejando de leve lembrança da noite anterior. Victor tinha ido embora por volta das 3 da manhã, depois de mais duas fodas rápidas: uma no chuveiro, encostada no vidro, e outra no sofá da sala, com ela cavalgando até gozar gritando o nome dele.

O marido, Carlos, já estava na cozinha preparando café. Camiseta velha, bermuda, tentando fingir normalidade. Quando Mariana apareceu, usando só uma camiseta dele que mal cobria a bunda, ele parou com a xícara na mão.

— Bom dia, amor — ela disse, voz rouca de sono e gemidos da noite.

Carlos engoliu em seco. Olhou pra ela de cima a baixo: as coxas marcadas com vermelhidão de tapas, o pescoço com chupões roxos, o andar um pouco mais aberto do que o normal.

— Dormiu bem? — perguntou, voz tremendo um pouco.

Mariana sorriu devagar, maliciosa. Passou por trás dele, colou o corpo nas costas dele, roçou os peitos duros na camiseta fina.

— Dormi pouco… mas gozei muito. Quer ver de novo o vídeo de ontem?

Ele não respondeu com palavras. Só assentiu, rápido demais.

Ela pegou o celular na bancada, abriu a galeria e colocou o vídeo curto que Victor tinha mandado antes de ir embora: close-up da buceta dela aberta, vermelha, porra branca escorrendo devagar pelos lábios inchados, enquanto a voz grave dele falava ao fundo: “Olha como ficou larga depois dos 25 cm, corno. Ela pediu mais.”

Carlos ficou parado, respirando pesado, o pau já marcando na bermuda.

Mariana desligou o vídeo, sentou na bancada da cozinha, abriu as pernas devagar. A camiseta subiu, revelando que não usava nada por baixo. A buceta ainda estava inchada, lábios externos vermelhos e brilhantes de umidade nova.

— Toca — ela mandou, voz baixa. — Sente como ele me deixou.

Carlos se aproximou, hesitante. Passou os dedos trêmulos na entrada. Estava quente, molhada, escorregadia. Ele gemeu baixinho.

— Tá… tá muito aberta ainda… — murmurou.

— Porque ele me arrombou até o fundo — ela respondeu, segurando o pulso dele e forçando dois dedos pra dentro. — Encaixou tudo. 25 centímetros. Sente o fundo? Ele batia aqui… bem aqui… onde você nunca chega.

Carlos gemeu de novo, punhetando-se por cima da bermuda enquanto os dedos entravam e saíam com facilidade.

Foi quando o interfone tocou.

Mariana sorriu. Sabia quem era.

— Atende — disse ela.

Carlos atendeu, voz falhando:

— Alô?

— Sou eu, Victor. Desce pra abrir o portão, corno. Trouxe café da manhã… e mais uma coisinha pra sua esposa.

Carlos congelou. Olhou pra Mariana, olhos arregalados.

Ela desceu da bancada, pegou o interfone da mão dele e falou com voz doce:

— Sobe direto, amor. A porta tá destrancada. E traz aquele café forte… vou precisar de energia hoje.

Desligou.

Cinco minutos depois, Victor entrou na cozinha como se fosse dono do lugar. Camiseta regata preta colada no peito definido, short de academia marcando o volume absurdo mesmo sem estar duro. Carregava uma sacola de padaria e um sorriso de predador.

— Bom dia, família — disse, olhando direto pra Carlos. — Dormiu bem ouvindo os áudios que mandei de madrugada?

Carlos baixou a cabeça, corado, mas o pau pulsava visivelmente.

Victor colocou a sacola na mesa, aproximou-se de Mariana e a beijou na boca sem cerimônia, língua profunda, mão já apertando a bunda dela por baixo da camiseta.

— Tira isso — mandou pra ela.

Mariana obedeceu na hora. Ficou nua na cozinha iluminada pelo sol, corpo marcado, buceta brilhando de tesão.

Victor abriu o zíper do short devagar. O pau saiu semi-duro, pesado, balançando. 25 cm mesmo flácido já impressionava. Ele segurou a base e bateu de leve na bunda dela.

— De quatro na mesa. Quero foder você aqui enquanto ele assiste tomando café.

Mariana subiu na mesa de jantar, empinou a bunda, abriu as pernas. A buceta se abriu sozinha, convidando. Victor cuspiu na mão, esfregou na cabeça do pau e alinhou.

Entrou de uma vez. Até o talo. Mariana gritou alto, unhas raspando a madeira.

— Caralho… de novo… tá me rasgando…

Victor começou a socar forte, segurando os quadris dela com as duas mãos. A mesa rangia, os pratos da sacola balançavam. Carlos ficou parado a dois metros, punhetando devagar, olhos vidrados.

— Fala pra ele, vadia — Victor ordenou, estocando fundo.

Mariana, ofegante, virou o rosto pro marido:

— Amor… olha como ele me enche… olha como meu cuzinho pisca toda vez que ele entra… ele vai gozar dentro de novo… vai me deixar pingando o dia inteiro… enquanto você limpa depois…

Carlos gemeu alto, gozando na própria mão sem nem tocar direito.

Victor riu, acelerou o ritmo. Estocadas brutas, bolas batendo no clitóris dela. Mariana gozou primeiro, esguichando na mesa, corpo convulsionando. Ele não parou. Continuou socando até grunhir e enterrar tudo, jorrando porra quente em jatos grossos que transbordaram imediatamente, escorrendo pelas coxas dela e pingando no chão.

Quando saiu, o pau ainda pulsava, pingando. Victor deu um tapa na bunda dela e olhou pra Carlos:

— Pega o celular. Filma o close. Quero que você grave sua esposa toda arrombada e gozada de manhã cedo.

Carlos obedeceu, mãos tremendo. Enquadrou: buceta escancarada, porra branca escorrendo em fios grossos, cuzinho piscando vazio.

Victor se aproximou do marido, pau ainda semi-duro roçando na perna dele.

— Agora limpa ela com a língua. Enquanto eu como o pão que trouxe.

Carlos hesitou só um segundo. Depois se ajoelhou entre as pernas abertas da esposa, na mesa, e começou a lamber devagar — a mistura de porra alheia, mel dela, suor. Mariana gemeu baixo, acariciando o cabelo dele.

Victor sentou na cadeira ao lado, pegou um pão francês, passou geleia e comeu calmamente, assistindo.

— Bom garoto — disse entre mordidas. — Amanhã de manhã repete. Mas dessa vez… eu fodo vocês dois.

Mariana riu, voz rouca de prazer.

— Combinado.

E mandou um áudio pro grupo que tinha criado com os dois:

“Dia perfeito começando. Quem quer repetir à tarde na praia?”


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Parte 2: A manhã de sábado

Codigo do conto:
257387

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/03/2026

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