Segunda-feira, 19h45. O apartamento ainda cheirava a sexo do domingo inteiro: suor seco, porra velha, perfume misturado com lubrificante. Mariana tinha passado o dia inteiro deitada, corpo dolorido mas satisfeito, mandando áudios provocantes pro grupo que agora contava com Victor, Bruno, Lucas, o vizinho do andar de cima e até dois caras que apareceram no domingo e pediram pra entrar na lista.
Ela estava no sofá, pernas abertas, usando só uma camisola curta de seda preta que mal cobria os peitos e deixava a buceta exposta. Carlos, ajoelhado no chão entre as pernas dela, lambia devagar os restos da porra que ainda escorria do cuzinho — uma mistura de Victor e Bruno que tinha sobrado da última rodada antes de todos irem embora.
O celular dela vibrou. Mensagem de voz de Letícia — a amiga da yoga, 29 anos, corpo escultural de quem malha todo dia, cabelo loiro platinado, olhos verdes de predadora e uma fama no grupo de amigas de ser a mais safada de todas. Elas se conheciam há anos, já tinham trocado confidências sobre traições, mas nunca tinham cruzado a linha juntas… até agora.
Áudio de Letícia:
“Mari, sua puta… vi o vídeo que você mandou no grupo privado ontem. Caralho, você levou cinco paus na frente do Carlos? E ainda filmou? Tô molhada só de imaginar. Me chama pra próxima. Quero ver de perto esse tal de Victor com 25 cm… e quem sabe provar também. Tô saindo da academia agora. Chego aí em 20 minutos. Prepara o corninho pra servir bebida… e limpar depois.”
Mariana riu alto, voz rouca.
— Amor — disse pro marido, ainda lambendo entre as coxas dela —, levanta. Vai arrumar a sala. A Letícia vem aí. E ela quer brincar.
Carlos se levantou rápido, pau pequeno duro marcando na cueca, rosto vermelho de vergonha e tesão. Começou a arrumar as almofadas, pegar copos limpos, abrir uma garrafa de vinho tinto.
Exatos 22 minutos depois, a campainha tocou. Mariana abriu a porta sem se cobrir direito — camisola aberta na frente, peitos à mostra, buceta brilhando de saliva do marido.
Letícia entrou como furacão: legging preta colada marcando cada curva da bunda redonda, top cropped branco deixando a barriga trincada à mostra, tênis branco e um sorriso malicioso. Carregava uma bolsa pequena que tilintava — provavelmente brinquedos ou lubrificante.
— Olha só a vadia casada — disse Letícia, dando um tapa leve na bunda de Mariana e beijando a boca dela com língua, sem cerimônia. — Tá cheirando a porra alheia. Delícia.
Mariana retribuiu o beijo, mãos já subindo pelo top da amiga, apertando os peitos firmes.
— Vem, senta. O Victor chega em meia hora. Trouxe reforço também.
Letícia olhou pra Carlos, que estava parado na cozinha com uma bandeja de taças.
— E o corninho? Já limpou tudo hoje?
Carlos baixou a cabeça.
— Sim… senhora.
Letícia riu.
— Senhora? Gosto. Tira a cueca. Quero ver o pauzinho ridículo enquanto converso com sua esposa.
Carlos obedeceu, cueca caindo no chão. Pau pequeno, duro, pingando. Letícia se aproximou, segurou com dois dedos como se fosse um objeto.
— Meu Deus… coitado. Não admira que a Mari precise de 25 cm pra gozar de verdade.
Ela deu um tapa leve na cabeça do pau dele, fazendo-o pular.
— Serve o vinho pra gente. E fica de joelhos assistindo.
As duas sentaram no sofá, pernas entrelaçadas. Letícia abriu a bolsa e tirou um plug anal de vidro grande, lubrificante e um vibrador bala.
— Antes do macho alfa chegar… vamos aquecer.
Ela empurrou Mariana de costas no sofá, abriu as pernas dela e começou a lamber devagar: clitóris inchado, lábios vermelhos, entrada ainda sensível. Mariana gemeu alto, mãos no cabelo loiro da amiga.
Letícia enfiou dois dedos na buceta enquanto lambia, depois pegou o plug gelado e pressionou no cuzinho.
— Relaxa, safada. Vou te preparar pro Victor.
Empurrou devagar. Mariana arqueou as costas, gemendo rouco.
— Porra… tá grosso… entra…
O plug entrou até a base, a parte de fora brilhando. Letícia ligou o vibrador bala e encostou no clitóris por cima da camisola.
— Goza pra mim antes dele chegar. Quero te ver esguichando na minha boca.
Mariana gozou rápido — corpo convulsionando, esguicho quente molhando o rosto de Letícia e o sofá. A amiga lambeu tudo, faminta.
Quando o interfone tocou de novo, Letícia se levantou, limpou a boca com o dorso da mão.
— Abre a porta, corninho. O show vai começar.
Victor entrou sozinho dessa vez, mas com um sorriso que dizia que sabia exatamente o que ia encontrar. Ao ver Letícia nua da cintura pra cima (tinha tirado o top enquanto esperava), pau já marcando forte no short.
— Então é essa a amiga safada? — perguntou, voz grave.
Letícia se aproximou, sem medo. Segurou a nuca dele e beijou com violência.
— Sou. E vim pra ver se esses 25 cm são tudo isso mesmo. Mas antes… quero ver você arrombar a Mari na minha frente. Depois… a gente vê o que faço com você.
Victor riu, tirou o short. O pau saltou, grosso, pesado, veias pulsando.
— De quatro, as duas. Empinadas uma do lado da outra.
Mariana e Letícia obedeceram na hora, lado a lado no tapete da sala, bundas empinadas, bucetas abertas, plug brilhando no cu de Mari.
Victor começou pela Mariana — cuspiu na entrada, socou até o talo de uma vez. Ela gritou alto. Depois foi pra Letícia — mesma coisa, entrada apertada se abrindo ao redor da grossura, gemido rouco escapando dela.
Ele alternava: socava fundo na uma, depois na outra, mãos apertando as bundas, tapas ecoando. Carlos filmava tudo, de joelhos, pau pingando sem ser tocado.
Letícia gozou primeiro — gritando “caralho, é enorme… me rasga…”, esguichando na perna de Victor.
Mariana veio logo depois, plug ainda no cu, vibrador na mão de Letícia pressionando o clitóris.
Victor não parava. Quando sentiu o gozo vindo, enterrou na Mariana até as bolas e jorrou forte — enchendo ela até transbordar, porra escorrendo pelas coxas.
Saiu pingando, virou pra Letícia.
— Sua vez de provar a mistura.
Letícia se virou de costas, abriu a boca e chupou o pau melado — porra de Victor, mel de Mariana, gosto forte. Engoliu tudo, olhos fixos nele.
Depois deitou de costas no sofá, abriu as pernas.
— Agora me fode enquanto a Mari senta na minha cara.
Mariana subiu no rosto da amiga, buceta cheia pingando porra na boca de Letícia. Victor alinhou e socou na Letícia — estocadas brutais, fazendo os peitos dela balançarem violentamente.
A sala virou um caos de gemidos, tapas, sons molhados. Carlos lambia o chão onde pingava, filmava close dos buracos sendo destruídos.
Letícia gozou gritando no pau de Victor, Mariana gozou na boca dela, Victor gozou dentro da amiga nova — enchendo até escorrer.
Quando acabou, as duas deitadas lado a lado, pernas abertas, porra escorrendo, Letícia olhou pra Mariana com sorriso sacana.
— Amanhã… trago mais duas da yoga. Vamos fazer uma suruba completa. O corninho limpa tudo.
Mariana riu, ofegante.
— Combinado. E dessa vez… filmamos pro canal privado.
Victor deu um tapa na bunda das duas.
— Preparem os buracos. Porque 25 cm não vão sobrar pra ninguém.
A noite mal tinha começado. E a semana prometia ser longa.