Corpos em Conflagração

O frio da noite lá fora era apenas um detalhe insignificante, porque dentro daquele quarto, a temperatura tinha subido a níveis insuportáveis. O ar estava denso, carregado com o cheiro do desejo e a eletricidade que emanava de cada centímetro de pele. Você estava ali, entregue, mergulhada em fantasias que agora se tornavam a realidade mais visceral da sua vida.

Eu não perdi tempo. Meus olhos devoravam cada curva sua enquanto eu me aproximava, sentindo o calor que emanava do seu corpo. Eu comecei pelos seus lábios, capturando sua boca em um beijo faminto, profundo, onde nossas línguas se entrelaçavam em uma dança desesperada, como se estivéssemos tentando sugar a alma um do outro.

Minha boca desceu lentamente, deixando um rastro de beijos quentes e mordidas leves pelo seu pescoço, até chegar nos seus seios. Eu os envolvi com as mãos, apertando a carne macia, antes de abocanhar seus mamilos. Comecei a chupá-los com força, alternando entre a sucção intensa e a ponta da língua provocando a pontinha dura, fazendo você arquear as costas e soltar gemidos que ecoavam pelas paredes do quarto.

Eu não parei. Desci meu corpo sobre o seu, distribuindo beijos pela barriga, sentindo cada tremor seu, até que minha boca finalmente encontrou o seu tesouro.

Eu abri suas pernas completamente e enterrei meu rosto na sua buceta. A primeira lambida foi longa e profunda, de baixo para cima, fazendo você dar um salto na cama. Comecei a usar minha língua como se fosse um instrumento de tortura e prazer, entrando e saindo da sua fenda, explorando cada dobra, sugando seu clitóris com uma intensidade que te deixava sem fôlego. Você gemia alto, as mãos agarradas aos lençóis, enquanto eu bebia cada gota da sua luxúria.

— Agora... me coloca de quatro... — você sussurrou, a voz rouca de tesão.

Eu te virei com firmeza, posicionando você de quatro, com o quadril empinado e a bunda exposta e convidativa. A visão era hipnotizante. Antes de penetrar, eu quis te provocar ainda mais. Desci minha língua para a parte mais proibida, lambendo seu cuzinho com calma, sentindo você estremecer e contrair, a sensação do meu hálito quente e da minha língua úmida naquele lugar sensível te levando ao limite da loucura.

Então, eu me posicionei atrás de você. Minha rola estava latejando, dura como pedra e completamente lubrificada pelos seus fluidos. Sem aviso, eu empurrei toda a minha extensão para dentro da sua buceta em um único golpe bruto e profundo.

— AHNNNN! — você gritou, sentindo o preenchimento total, a pressão absurda do meu pau esticando suas paredes internas.

Eu comecei a meter com força, ritmicamente, cada estocada fazendo sua bunda bater contra as minhas coxas com um som úmido e carnal. Eu segurei seus quadris com força, cravando os dedos na sua pele, e acelerei o ritmo. Era uma possessão animal. A cada entrada profunda, eu sentia que chegava mais perto do seu útero, enquanto você gemia sem parar, pedindo mais, implorando para que eu não parasse.

O quarto estava tomado pelos sons de carne batendo contra carne e pelos seus gritos de prazer, enquanto eu te fodia com toda a minha vontade, transformando aquele sonho em uma realidade explícita e devastadora.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Corpos em Conflagração

Codigo do conto:
263484

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/06/2026

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