Akim a puxou para trás, prensando as costas de Ayla contra seu peito largo e suado. Ayla soltou um suspiro longo quando sentiu a ereção massiva de Akim, dura como pedra, pressionando a base de sua coluna. O contraste entre a brisa salgada e o calor emanando do corpo dele a fazia tremer. Akim não perdeu tempo; suas mãos grandes e possessivas deslizaram pela cintura dela, apertando as curvas generosas de Ayla com força, quase deixando marcas na pele bronzeada.
Ele enterrou o rosto no pescoço dela, distribuindo beijos vorazes e mordidas que arrancavam gemidos agudos de Ayla.
— Você não tem ideia do quanto eu desejei você nesse sol... — Akim rosnou contra a pele dela, a voz rouca de tesão.
Com um movimento fluido, ele a virou e a deitou sobre a toalha estendida. Ayla arqueou as costas, os seios firmes e eretos apontando para o céu, convidativos. Akim desceu com a boca, abocanhando um mamilo com força, sugando-o enquanto a mão livre descia rapidamente para a intimidade dela. Quando seus dedos encontraram a fenda de Ayla, ela soltou um grito abafado; ela estava completamente encharcada, o mel do desejo escorrendo pelas coxas e se misturando aos grãos de areia fina.
Akim começou a masturbá-la ali mesmo, com movimentos rápidos e precisos, fazendo o clitóris dela pulsar sob a pressão de seu polegar. Ayla rebolava na toalha, as mãos cravadas nos ombros musculosos dele, enquanto o som das ondas quebrando na areia servia de trilha sonora para seus gemidos desesperados.
— Akim... por favor... agora! Eu preciso de você dentro de mim! — ela implorou, as pernas abrindo-se completamente, expondo sua buceta pulsante e vermelha de desejo.
Akim libertou sua rola, imponente e latejante, a ponta já brilhando com o líquido pré-ejaculatório. Ele se posicionou entre as pernas dela, sentindo o calor irradiando daquela entrada úmida. Sem delicadeza, ele empurrou todo o seu comprimento para dentro dela em uma única estocada brutal.
— AHNNNN! — Ayla gritou, os olhos revirando enquanto sentia cada centímetro daquele pau grosso preenchendo-a totalmente, esticando suas paredes internas até o limite.
O ritmo tornou-se frenético. Akim a fodia com força, cada investida fazendo a toalha deslizar na areia. O som carnal de carne batendo contra carne ecoava pela praia deserta. Ele segurou as pernas de Ayla, jogando-as sobre seus próprios ombros para penetrar ainda mais fundo, atingindo pontos que faziam Ayla ter espasmos de prazer puro.
— Você é minha... toda minha! — Akim gemia, acelerando as estocadas, sentindo a buceta de Ayla apertá-lo em ondas convulsivas enquanto ela chegava ao orgasmo.
Ayla gritava o nome dele, o corpo tremendo violentamente sob o sol escaldante. Sentindo que ela estava no ápice, Akim deu as últimas estocadas, profundas e violentas, antes de descarregar todo o seu sêmen quente dentro dela. Ele rugiu de prazer, sentindo cada jato preencher o útero de Ayla, enquanto ambos colapsavam um sobre o outro, ofegantes e cobertos de suor, sal e luxúria, sob o olhar indiferente do mar imenso.


