Eu sentia meu corpo latejar, cada terminação nervosa ainda vibrando do clímax anterior, mas a fome que eu sentia por ele era insaciável. Eu me afastei apenas alguns centímetros, o suficiente para olhar nos olhos dele e ver que a pupila dele estava dilatada, a rola, que deveria estar exausta, já começava a endurecer novamente contra a minha coxa.
Você acha que acabou? — sussurrei, minha voz rouca de tanto gritar.
Sem esperar resposta, eu me virei de costas para ele, apoiando meus braços na amurada do barco e empinando a bunda, expondo minha intimidade completamente aberta e brilhante, ainda escorrendo o gozo dele. Eu senti a respiração quente dele na minha nuca e, logo em seguida, a ponta daquela rola dura e pulsante roçando a entrada do meu cu, que ainda estava sensível e dilatado.
Porra... você é insaciável — ele rosnou, a voz carregada de luxúria.
Ele não perdeu tempo. Com um movimento bruto e decidido, ele me agarrou pelos quadris, cravando os dedos na minha pele, e me penetrou analmente de uma vez só. Eu soltei um grito que ecoou por toda a ilha deserta, sentindo a pressão imensa preencher cada espaço do meu interior. Era uma sensação de posse absoluta.
Ele começou a estocar com força, o barco balançando ritmicamente com o impacto de nossos corpos. A cada golpe, eu sentia a cabeça da rola dele bater contra as paredes do meu reto, enquanto sua mão descia para a frente, encontrando meu clitóris já inchado e pulsando. Ele começou a massageá-lo com violência, em círculos rápidos, criando um curto-circuito de prazer entre a penetração anal e o estímulo clitoriano.
Me fode mais fundo! Me rasga, porra! — eu gritava, jogando a cabeça para trás, sentindo meus seios balançarem com a força das estocadas.
Ele acelerou o ritmo, transformando o ato em uma batalha de luxúria. Ele me puxava para trás com tanta força que eu sentia que seria engolida por ele. O som da carne batendo — estalo, estalo, estalo — misturava-se ao som das ondas batendo no casco do barco.
De repente, ele me virou rapidamente, me jogando de costas sobre o convés de madeira quente. Ele se posicionou entre minhas pernas, mas desta vez, ele não foi direto para a buceta. Ele começou a lamber meu clitóris com uma voracidade animal, enquanto enfiava dois dedos profundos no meu cu, abrindo-me, preparando-me para o golpe final.
Eu estava em transe. Meus quadris subiam e desciam, buscando a língua dele, buscando o preenchimento. Quando ele finalmente se ergueu e enterrou a rola grossa na minha buceta, sentindo-a molhada e faminta, o mundo ao redor desapareceu.
Era a estocada perfeita. Profunda, ritmada e brutal. Ele segurou meus pulsos acima da minha cabeça, prendendo-me contra a madeira, enquanto me possuía com tudo o que tinha. Eu sentia as paredes da minha vagina apertarem a rola dele em espasmos involuntários.
Eu vou gozar... eu vou gozar de novo! — eu berrava, sentindo a onda de prazer subir da base da coluna até o topo da cabeça.
Ele não parou. Ele aumentou a velocidade, as estocadas tornando-se curtas e rápidas, transformando nossa união em um atrito incendiário. No momento em que eu atingi o orgasmo, sentindo meu corpo tremer violentamente e meu leite jorrar em jatos sobre a madeira do barco, ele soltou um rugido gutural e despejou todo o seu sêmen dentro de mim, inundando meu útero com um calor vulcânico.
Ficamos ali, colados, ofegantes, sentindo a pulsação mútua. Mas enquanto olhava para a areia branca da ilha deserta logo à frente, um pensamento malicioso cruzou minha mente.
O barco foi ótimo... mas imagine o que podemos fazer naquela areia...
Obrigada a todos !