James não hesitou mais. Ele precisava dela. Precisava sentir a maciez da pele de Elô contra a sua própria tensão acumulada. Com uma mão, ele segurou firmemente o quadril curvilíneo dela, puxando-a para si até que seus corpos colidisse sem nenhuma barreira. A umidade do chuveiro facilitava o deslizamento, tornando cada toque sensual, lento e deliberado.
— James... — ela sussurrou, o nome dele saindo como um gemido trêmulo, enquanto suas mãos subiam pelas costas largas dele, afundando os dedos nos músculos tensos.
Ele não aguentou mais a espera. Enfim, ele puxou o cinto e a camisa-mola para baixo, liberando a ereção pesada e pulsante que havia se formado desde que ele entrou na casa. O comprimento dele era imponente, contrastando com a delicadeza dela, e Elô sentiu um arrepio percorrer a espinha ao ver a magnitude do desejo do homem que comandava sua vida profissional há anos.
Com movimentos lentos e brutais ao mesmo tempo, James guiou a cabeça do pau para a entrada úmida e convidativa de Elô. Ele parou por um segundo, olhando nos olhos dela, buscando uma última confirmação, mas o que ele viu foi puro desejo, sem vergonha, sem medo.
— Sua... — ele rosnou, empurrando a bola para dentro, penetrando-a completamente num só movimento forte que fez Elô arquear as costas e gritar pelo susto e pelo prazer intenso.
O preenchimento era total. James era grande demais para ela, esticando suas paredes internas até o limite do suporte, mas a lubrificação natural dela e a água do chuveiro tornavam a invasão um convite embriagante. Elô choramingou, segurando firmemente os ombros dele para se manter em pé, enquanto James começava a investir.
As primeiras investidas foram lentas, permitindo que ela se acostumassem ao tamanho dele. Cada entrada era profunda, batendo fundo no útero de Elô, provocando ondas de prazer doloroso e doce. James mantinha o rosto perto do pescoço dela, mordiscando a pele sensível sob a orelha enquanto suas mãos exploravam cada centímetro do corpo trêmulo da mulher.
— Você é perfeita... tão apertada... — ele gemia, a voz rouca vibrando contra a pele dela. — Eu queria isso desde o primeiro dia que você passou aquele pano no meu colo.
Elô correspondia com unhas cravadas nas costas largas dele, sentindo o peso do corpo dele esmagá-la contra o vidro do box. O som da água batendo nas paredes era o único ruído externo, mas era abafado pelos gemidos altos e constantes que escapavam da garganta dela.
Quando o ritmo aumentou, tornando-se frenético e animal, Elô perdeu a capacidade de formar pensamentos coerentes. Havia apenas o bater das costas contra o vidro, o estalo da pele molhada e a sensação avassaladora do pau de James indo e vindo dentro dela com força bruta.
— James, por favor! — ela implorou, não sabendo se pedia para parar ou para ir mais fundo.
Ele não parou. Pelo contrário. Ele a pegou pela cintura, erguendo-a para aumentar o ângulo da penetração, atingindo pontos sensíveis que faziam seus olhos se fecharem de intensidade. A ejaculação de James parecia iminente, os músculos dele contraídos, o suor escorrendo pelo rosto bonito e marcado pela luxúria.
— Vou transbordar em você, Elô... — ele advertiu, a voz falhando.
Ela aperta as pernas ao redor da cintura dele, prendendo-o contra si, ansiando pelo acabamento. E quando ele finalmente explodiu dentro dela, jatos quentes de sêmen enchendo seu interior, Elô gritou de puro êxtase, convulsionando ao redor do pau dele, sentindo cada gota ser depositada profundamente dentro do seu corpo proibido.
Eles ficaram assim, abraçados no vapor quente do banheiro, ofegantes, suados e marcados pelo prazer, enquanto a água continuava a cair, lavando o mundo exterior que agora não existia mais para eles.


