Maria e José estavam juntos havia cinco anos. Para Pedrinho, José era o “pai” — o homem que chegava cansado do serviço de pedreiro, pagava as contas e assistia futebol com ele. Maria saía de casa bem cedo para as faxinas e só voltava no fim da tarde. Pedrinho acabara de completar 18 anos, estudava no turno da tarde, o que deixava as manhãs só dos dois na casa simples. No começo, tudo parecia normal. José acordava primeiro, tomava café na sala de bermudão folgado e regata, coçando a barriga de cerveja. Quando Pedrinho aparecia sonolento, só de short de moletom e camiseta, ele sorria por baixo do bigode grosso: — Bom dia, filho. Dormiu bem? Conforme o menino crescia, o pai notava o jeitinho mais delicado do menino, o andar rebolando levemente, muitas amigas. Com o tempo, José foi soltando a corda devagar. Começou com olhares mais demorados quando Pedrinho se curvava para pegar algo no chão empinando aquele rabinho ou esticava o corpo no sofá. — Tá ficando grande, hein? Esse short tá apertando cada dia mais em você — comentava casualmente, com um risinho. Pedrinho ria sem graça e mudava de assunto. Aos poucos, José passou a ficar mais à vontade. Deixava a bermuda subir nas coxas grossas e coçava o saco distraidamente enquanto via TV. Notava os olhares furtivos do filho para suas partes. Uma manhã, Pedrinho estava sentado no sofá ao lado. José pegou o celular, abriu um vídeo pornô e “esqueceu” de colocar o fone. O som baixo de gemidos escapou. Eram dois caras jovens se pegando. Quando Pedrinho olhou de canto de olho, José abaixou o volume fingindo surpresa. — Porra, esqueci o fone de novo. Esses vídeos ajudam a acordar de manhã, né filho? Homem também gosta dessas coisas. Não fechou o vídeo imediatamente. Deixou Pedrinho ver por mais alguns segundos antes de trancar a tela. A partir daí, virou quase rotina. José colocava os vídeos de forma cada vez menos disfarçada: homens mais velhos com garotos jovens, paus grandes, gemidos roucos. Sempre comentava algo natural, como quem fala do tempo: — Olha esse aí… o moleque tá gostando pra caralho. Às vezes a gente descobre que curte coisas diferentes, né? Pedrinho ficava quieto, mas José notava que ele olhava mais tempo, respirando um pouco mais fundo. Notava também o pau duro do menino na bermuda apertada. Os toques vieram naturalmente. Uma manhã, Pedrinho estava deitado de bruços no sofá, mexendo no celular. José sentou na beirada, perto dos pés dele. Aos poucos, foi chegando mais perto até a coxa grossa encostar na perna do garoto. Ficou ali, coçando o saco por cima da bermuda, o pau começando a inchar devagar, marcando o tecido. — Tá quente hoje… você tá bem quentinho também — murmurou. Quando Pedrinho se mexeu, José deixou o braço cair “sem querer” sobre a bunda dele por um segundo, apertando de leve como quem ajusta a posição. — Desculpa, filho. Tá confortável aí? Com os dias passando, ele foi ficando mais ousado. Sentava bem colado, a barriga de cerveja encostando em Pedrinho.as vezes se deitava junto so menino, o pau meia-bomba roçava devagar na coxa ou na curva da bunda por cima do short, como se fosse sem intenção. Coçava o saco bem ostensivo, gemendo baixo de satisfação. — Porra, Pedrinho… Tá crescendo gostoso mesmo. Uma manhã, enquanto via outro vídeo no celular — um cara jovem de quatro sendo comido por um homem barrigudo — José virou a tela mais para o lado de Pedrinho. — Olha como o moleque tá aguentando firme… — comentou baixinho, quase como se falasse sozinho. — O corpo pede o que pede, né filho? Ele passou a mão na própria bermuda, ajustando o pau duro por cima do tecido, bem na frente do enteado. Depois, se aproximou mais, a barriga roçando nas costas do garoto enquanto o pau latejante esfregava devagar, com mais intenção, contra a bunda por cima do moletom. — Sabe, filho… o pai aqui às vezes fica com umas vontades quando te vê assim, todo relaxado em casa. É normal, né? Homem é homem. A mão grande desceu, apertando a bunda de Pedrinho por cima do short, amassando a carne macia com mais vontade, enquanto o pau grosso continuava se esfregando devagar, quente e pesado. Pedrinho respirava mais pesado, o corpo tenso, mas não saía do lugar. José sorria por baixo do bigode, sabendo que estava só questão de tempo até o garoto parar de fingir que não sentia nada. Os dias seguiram carregados de tensão. José, cada vez mais ousado, decidiu dar um passo maior. Na noite anterior, enquanto Maria lavava a louça da janta e Pedrinho estava relaxado no sofá depois de comer, José trouxe um copo de suco gelado. — Toma, filho. Tá calor hoje, isso vai refrescar você — disse com naturalidade, o bigode se mexendo no sorriso. Ele havia dissolvido um sonífero forte no suco. Pedrinho bebeu sem desconfiar, como sempre confiava no “pai”. À noite, o garoto dormiu pesado, quase não se mexeu durante o sono. Durante a madrugada, Maria dormindo no quarto, ele brincava que ela não dormia, morrria e ressuscitada no dia seguinte, de tão pesado que era o sono da esposa. A casa em completo silêncio. José, com o pau já latejando, duro como pedra, foi até o quarto de Pedrinho e abriu a porta devagar. O garoto dormia profundamente de lado, de short folgado e sem camisa, o peito subindo e descendo devagar, completamente apagado pelo remédio. José sorriu sacana, o coração acelerado. Baixou a bermudão até os joelhos, liberando o pau grosso, pesado e já melado de baba. A barriga de cerveja balançou enquanto ele se aproximava da cama. Sentou na beira do colchão, segurou o pau pela base e encostou a cabeça rosada e quente nos lábios entreabertos de Pedrinho. Roçou devagar, pintando a boca do enteado com o líquido transparente. Pedrinho não se mexeu. Nem um tremor. O sonífero tinha feito efeito perfeito. — Isso, filhão… dorme quietinho pro pai — murmurou José, voz rouca. Empurrou a glande entre os lábios macios, sentindo o calor da boca adormecida. Entrou devagar, centímetro por centímetro, até metade do pau grosso estar dentro. A boca de Pedrinho estava quente, úmida e mole, perfeita. José começou a mover os quadris com calma, fodendo a boca do garoto com movimentos lentos e profundos. O pau entrava e saía, roçando na língua relaxada, batendo de leve no fundo da garganta. Baba escorria pelo canto da boca de Pedrinho, molhando o travesseiro. José segurou a cabeça do enteado com uma mão, firmando o ângulo, e aumentou o ritmo aos poucos. — Caralho… que boca gostosa você tem, Pedrinho… — grunhiu baixo, a barriga encostando na testa do garoto a cada estocada. Ele fodeu com mais vontade, o pau grosso invadindo fundo, fazendo a garganta do garoto apertar involuntariamente em volta dele. Pedrinho continuava completamente apagado, olhos fechados, corpo mole, aceitando tudo sem resistência. Apenas o som molhado da boca sendo usada e a respiração pesada de José preenchiam o quarto. José segurou a cabeça com as duas mãos e meteu mais fundo, fodendo a garganta do enteado com estocadas mais fortes, o saco pesado batendo no queixo do garoto. O prazer era intenso — saber que Pedrinho estava inconsciente, completamente à mercê dele, deixava tudo ainda mais safado. Depois de alguns minutos metendo com vontade, José sentiu o gozo subir. Empurrou bem fundo, o pau latejando, e gozou forte, jatos grossos e quentes explodindo direto na garganta de Pedrinho. Ele ficou ali, pulsando, esvaziando tudo enquanto o garoto engolia involuntariamente parte da porra no sono profundo. José tirou o pau devagar, limpou a cabeça melada nos lábios do enteado e ficou admirando o estrago: boca inchada, baba e porra escorrendo pelo canto, o rosto sereno como se nada tivesse acontecido. José ficou mais alguns segundos admirando o enteado apagado, o pau ainda semi-duro pingando os últimos fios de porra nos lábios inchados de Pedrinho. O garoto continuava profundamente dormindo, boca entreaberta, baba e sêmen escorrendo pelo canto. Antes de sair, José se inclinou sobre o rosto dele, segurou o queixo com uma mão e cuspiu uma cusparada grossa e quente direto dentro da boca aberta do garoto. — Isso aí, sua puta safada… engole pro pai — murmurou rouco, voz cheia de tesão e dominação. — Você é do papai agora. Pedrinho engoliu involuntariamente parte da mistura de cuspe e porra no sono. José sorriu por baixo do bigode, satisfeito. Não contente, ele puxou o short de moletom do enteado para baixo, expondo a bunda redonda e macia. Cuspiu na própria mão, espalhou saliva nos dedos e, sem hesitar, pressionou dois dedos primeiro contra o cuzinho virgem e apertado. Entraram com alguma dificuldade, mas ele forçou devagar até os nós. Pedrinho soltou um suspiro inconsciente, o corpo mole. José girou os dedos, abrindo o buraco, depois acrescentou o terceiro dedo de uma vez, enfiando fundo. Os três dedos grossos e calejados começaram a entrar e sair devagar, fodendo o rabo do garoto com movimentos cada vez mais firmes, curvando para massagear por dentro. — Caralho, como esse cuzinho é apertado… — grunhiu, metendo os dedos mais fundo, abrindo e fechando. — Logo, logo o pai vai comer ele de verdade, sua putinha dorminhoca. Depois de uns minutos brincando e esticando o buraco, José tirou os dedos, deu um tapa leve na bunda de Pedrinho e puxou o short de volta para cima. Limpou a mão na própria bermuda, arrumou a roupa do garoto e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Pedrinho acordaria mais tarde, confuso, com a boca estranha, a garganta irritada e o cu latejando levemente, sem entender direito o que tinha rolado… Alguns dias depois, José decidiu que não esperaria mais. Maria tinha saído para o trabalho havia pouco tempo. Pedrinho estava acordado no quarto, de bruços na cama, ainda só de short de moletom, rolando o celular distraidamente. José entrou sem bater, fechou a porta e foi direto. Sentou na beira da cama e puxou o short do enteado para baixo de uma vez, expondo a bunda redonda e macia. — Pai… o que é isso? Não! — Pedrinho tentou se virar, a voz já tremendo de medo. José segurou firme a nuca dele contra o travesseiro com uma mão e cuspiu na outra, passando saliva no pau grosso já completamente duro. — Fica quietinho, filho. Se sua mãe souber de qualquer coisa que acontecer aqui… vai destruir a família inteira. Ela vai sofrer pra caralho, vai sobrar só desgraça pra todo mundo. Você quer isso? Pedrinho começou a chorar baixinho, o corpo inteiro tenso. — Pai… por favor… não faz isso… eu imploro… José pressionou a cabeça grossa e quente contra o cuzinho virgem e apertado. Empurrou devagar, mas com força. O anel resistiu, e Pedrinho soltou um gemido alto de dor quando a glande forçou a entrada. — Aaaahhh! Tá doendo! Tira, pai… por favor! Tá rasgando! José não parou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro, abrindo o buraco apertado do enteado. Pedrinho gemia e soluçava, as mãos agarrando o lençol com força, o rosto molhado de lágrimas. — Ai… ai meu Deus… para… tá queimando… eu não aguento… aaaahh! O pau grosso de José foi entrando fundo, esticando as paredes internas do garoto sem piedade. Quando finalmente enterrou quase tudo, começou a socar devagar, depois mais forte. A barriga de cerveja batia contra a bunda de Pedrinho a cada estocada, produzindo um som molhado e obsceno. — Caralho… como esse cu é apertado… — grunhiu José, segurando os quadris do garoto com as duas mãos. Pedrinho gemia alto de dor a cada vez que o pau entrava fundo, o cuzinho sendo arrombado sem dó: — Aaaahh… dói muito… para… por favor… tá me destruindo… aaaahhh! O buraco foi ficando vermelho, inchado, esticado ao limite em volta do pau grosso. José acelerou, metendo com força, fazendo o corpo de Pedrinho balançar na cama. O garoto não parava de gemer e chorar, a voz rouca e entrecortada de dor: — Ai… ai… tá rasgando tudo… eu não aguento mais… por favor, pai… José fodeu com vontade, socando fundo e rápido, destruindo o cu virgem do enteado. O buraco piscava, aberto, babando saliva em volta do pau que entrava sem parar. Depois de longos minutos arrombando sem misericórdia, José empurrou bem fundo, tremendo, e gozou pesado dentro dele. Jatos grossos e quentes encheram o intestino de Pedrinho enquanto o garoto gemia baixinho, o corpo mole e destruído. José tirou o pau devagar, admirando o estrago: o cuzinho de Pedrinho estava vermelho, inchado, completamente arrombado, piscando e escorrendo porra devagar. Deu um tapa forte na bunda e murmurou: — Boa garota. Agora guarda segredo se não quiser destruir sua mãe. Amanhã o pai volta pra comer esse cu de novo. Ele puxou a bermuda para cima e saiu do quarto, deixando Pedrinho deitado na cama, gemendo baixo de dor, o rabo latejando e completamente destruído.
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