Eu nunca tinha feito nada disso na vida. Aos 19 anos, trabalhando como jovem aprendiz no mercado, eu ainda era completamente virgem. Nem beijo de verdade eu tinha dado. No mercado eu era a menina quietinha, magrinha, de cara limpa, aquela que todo mundo chamava de “santinha”. Eu ficava vermelha só de alguém olhar mais tempo pra mim. Mas ele… ele era tão diferente. Forte, confiante, com aquele olhar safado que me deixava sem jeito. Começou devagar. No trabalho ele me encarava de um jeito que fazia meu rosto queimar, coçava o volume na calça na minha frente, ia pro banheiro quando eu entrava. Eu baixava os olhos rápido e fingia que estava ocupada. No ônibus lotado da volta pra casa era pior. Todo dia ele se colocava atrás de mim. No começo era só um encostar leve, como se fosse sem querer por causa da multidão. Mas depois ele começou a pressionar mais. Eu sentia algo duro, quente, roçando bem no meio da minha bunda por cima da calça. Meu coração batia tão forte que eu achava que ele ia escutar. Eu apertava as pernas, olhava pro chão, segurava o celular com as mãos tremendo. Tinha vergonha de me mexer, vergonha de fazer qualquer coisa. As orelhas queimavam e eu sentia um calor estranho descendo pela barriga. Um dia, no ônibus especialmente cheio, eu senti algo ainda mais quente e molhado encostando direto na minha calça fina. Era a cabeça do pau dele, pra fora da cueca. Ele esfregava devagar, pra frente e pra trás. Eu sentia o pau latejando, babando, deixando a minha calça toda melada. Minhas pernas fraquejavam. Eu queria desaparecer, mas ao mesmo tempo minha calcinha ficava molhada, meu clitóris latejava. Eu me odiava por isso. Quando ele me mandou mensagem no sábado dizendo “Vem aqui em casa depois do almoço. Preciso falar uma coisa”, eu fiquei nervosa o dia inteiro. Mesmo assim eu fui. Meu estômago estava revirado. Ele abriu a porta só de cueca boxer preta bem justa. O volume era enorme. Eu desviei o olhar rapidinho, mas ele viu. Sentou no sofá de perna aberta, coçando o saco pesado por cima do tecido. Quando falou “Tô na seca pra caralho… tá a fim de me chupar?”, eu congelei. Meu rosto ficou vermelho que nem tomate. Gaguejei baixinho: — N-não… eu nunca… eu não sei fazer isso… Mas ele não aceitou. Segurou minha mão com firmeza e colocou direto no pau dele por cima da cueca. Estava quente, pulsando. Eu comecei a mexer bem devagar, tímida, quase sem força. Ele tirou a cueca e eu vi aquilo… um pau enorme, bem grosso, 20 centímetros, veias saltadas, a cabeça rosada brilhando de um líquido transparente. Eu nunca tinha visto um pau duro tão de perto. Meu coração batia na garganta. Ele segurou minha nuca com carinho no começo e falou baixinho: — Só dá um beijinho… por favor… ninguém vai saber… Eu encostei os lábios tremendo na cabeça quente. No mesmo instante ele empurrou devagar. A rola grossa entrou na minha boca. Era quente, salgada, latejando na língua. Eu engasguei forte, lágrimas encheram meus olhos. Ele segurava meu cabelo e entrava e saía devagar, fundo. Saliva escorria pelo meu queixo, pingava nas bolas dele. Eu choramingava baixinho, mas minha calcinha estava encharcada. Enquanto eu chupava, ele enfiou a mão atrás, passou por baixo da minha saia e tocou minha bucetinha virgem por cima da calcinha, depois deslizou pro cuzinho. O dedo girava devagar no anel apertado. Eu tremia inteiro de vergonha. Depois ele me levou pro quarto. Apagou quase todas as luzes, só deixou uma luzinha fraca do corredor. Tirou minha roupa bem devagar, peça por peça. Eu fiquei completamente nua na frente dele, tentando cobrir meus seios pequenos e minha bucetinha com as mãos. Ele me virou de bruços na cama, abriu minhas nádegas branquinhas com as mãos grandes. Eu senti primeiro o hálito quente dele bem perto do meu rabinho. Depois veio a língua. Quente, molhada, macia. Ele lambeu devagar meu cuzinho virgem, dando voltinhas lentas ao redor do anel apertado. A sensação era tão estranha… quente, úmida, fazendo cócegas leves que subiam pela espinha. Ele pressionava a língua mais firme, tentando entrar um pouquinho, lambendo com calma, fazendo barulhinhos molhados e suaves. Meu corpo inteiro tremia. Eu mordia o travesseiro, gemendo baixinho de vergonha e de um prazer confuso que eu nunca tinha sentido antes. Ninguém nunca tinha me tocado ali. Eu me sentia tão exposta, tão vulnerável… mas não conseguia parar de tremer. Depois de me lamber bastante, ele passou bastante gel frio na minha bucetinha e no cuzinho piscante. Eu senti a cabeça grossa do pau dele encostando. Ele empurrou. Doeu muito. Eu mordi o travesseiro com força e gemi alto quando uns 10 cm entraram de uma vez na minha bucetinha virgem. Era uma pressão enorme, queimando, esticando meu interior apertado. Eu chorava baixinho, lágrimas escorrendo no lençol. Ele parou um pouco, depois puxou quase tudo e meteu mais fundo. Depois me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros dele e meteu tudo, os 20 cm até o talo. Eu gritei, olhos arregalados, lágrimas rolando. Ele começou a foder com força, o saco batendo na minha bunda, o quarto cheio do barulho molhado de estocadas. Depois ele deitou e me fez sentar no pau dele. Segurou minha cintura fina e me obrigou a subir e descer. Minha bucetinha já estava mais aberta, fazendo barulhinhos molhados toda vez que eu descia. Eu gemia baixinho, tímida, meus seios balançando e minha bucetinha soltando fio de tesão. Quando ele estava quase gozando, me virou de quatro e meteu com tudo de novo. Socava forte, segurando meu quadril. Eu sentia ele latejando dentro de mim. De repente ele gemeu alto e gozou. Jatos quentes e grossos enchendo minha bucetinha virgem até transbordar. Eu sentia cada jato quente pulsando fundo dentro de mim. Era uma sensação estranha… cheia, quente, molhada. Ele puxou o pau melado e enfiou na minha boca. — Limpa tudo… chupa meu pau sujo da sua bucetinha… Eu obedeci chorando baixinho, lambendo cada centímetro, sentindo o gosto misturado de porra e meu próprio mel. Depois ele pegou minha carteira, mostrou os 300 reais e falou: — Agora você é minha propriedade. Essa bucetinha é minha quando eu quiser. Eu só balancei a cabeça, sem forças pra falar. Meu corpo todo tremia. Ele ainda me fez lavar o banheiro inteiro pelada, de quatro, com a porra escorrendo pelas minhas pernas. E antes de eu ir embora, me comeu mais uma vez na cozinha, debruçada na pia, enquanto eu lavava a louça. Metia fundo, gemendo no meu ouvido, e gozou de novo dentro de mim. Quando saí de lá, minha bucetinha latejava, doía, pingava porra quente. Minhas pernas estavam fracas. Eu me sentia completamente diferente… arrombada, marcada, possuída. E no fundo, com muita vergonha, eu já pensava… se ele me chamar de novo… será que eu vou conseguir dizer não?
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