Gabriela acordou com um sorriso safado estampado no rosto naquela tarde de sábado. Era dia de Brasil x Marrocos pela Copa do Mundo, e ela, aos 24 anos, morena bronzeada, cabelos cacheados escuros caindo soltos nos ombros, corpo escultural definido pela academia — bundão empinado, cintura fina, coxas grossas e peitos firmes e empinados —, já planejava transformar aquela partida em uma foda coletiva deliciosa no meio da multidão. Não ligava nem um pouco para tática ou escalação; o que ela queria era o calor dos corpos suados, o cheiro de tesão misturado com cerveja e o risco delicioso de ser usada como vadia no meio de centenas de pessoas distraídas pelo jogo. Tomou um banho demorado, deixando a água quente escorrer pelo corpo enquanto já fantasiava. Passou óleo corporal aromático com cheiro doce e sensual, deixando a pele morena reluzente, macia e convidativa ao toque. Escolheu a roupa perfeita para putaria: uma saia jeans curtíssima, tão curta e justa que mal cobria a curva inferior da sua bunda empinada — a metade de baixo das nádegas ficava praticamente à mostra só de ela andar ou se abaixar um pouco. Qualquer reboladinha ou pulinho faria a saia subir e expor tudo. Por baixo, apenas um fio-dental vermelho minúsculo, um triângulo fino que mal cobria a buceta lisinha e sumia completamente entre as nádegas grossas e macias. O cropped branco justo, colado como uma segunda pele, marcava os bicos escuros dos seios que já estavam duros de tesão só de imaginar. Sem sutiã. Sandálias baixas para conseguir se mover e quicar com facilidade. Maquiagem leve, batom vermelho provocante, olhos castanhos com olhar de puta pidona e um perfume adocicado que deixava rastro de safadeza por onde passava. Saiu de casa por volta das 18h, pegou um Uber e chegou ao grande bar vizinho à fan fest faltando uns 20 minutos para as 19h. O lugar já estava fervendo: uma massa de camisas verde-amarelas, bandeiras balançando, vuvuzelas, cheiro forte de cerveja gelada, churrasco e suor masculino. Gabriela pegou uma cerveja bem gelada no balcão, deu um gole longo sentindo o líquido descer gelado pela garganta enquanto observava o ambiente. Ela não queria mesa nem lateral. Queria o centro da putaria. Andou rebolando devagar entre os grupos, a saia curta subindo e mostrando o começo da bundona a cada passo, sentindo os olhares famintos queimando suas coxas e nádegas. “Com licença... vou passar aqui...”, murmurava com voz doce e safada, espremendo o corpo de propósito contra os homens, roçando a bunda neles enquanto se infiltrava mais fundo. Foi se enfiando cada vez mais para o miolo da geral em pé, bem em frente ao maior telão, onde a multidão era compacta, quente e sem espaço para se mexer. O calor dos corpos já era insano. Ela parou ali, de frente para o telão, de costas para a massa que continuava se apertando. A saia curtíssima mal cobria a bunda; qualquer movimento já deixava metade das nádegas expostas. Às 19h em ponto o jogo começou. A torcida explodiu em cantos ensurdecedores. Gabriela pulava junto, rebolando o bundão no ritmo, sentindo a saia subir e o fio-dental ficar ainda mais visível. Nos primeiros minutos, o contato era o aperto normal da multidão suada. Mas logo um cara alto, forte, com camisa do Brasil colada no corpo, se posicionou bem atrás dela. No começo era só o roçar inevitável. Depois o volume duro e quente do pau dele começou a pressionar deliberadamente contra a parte de cima da sua bunda, por cima do jeans da saia. Gabriela fingiu prestar atenção no jogo, mas empinou o quadril para trás devagar, testando. Ele captou o sinal na hora. O esfregamento ficou ritmado, o cacete latejando grosso subindo e descendo entre as nádegas por cima do tecido. Ela mordeu o lábio, sentindo a buceta começar a latejar e molhar o fio-dental. Rebolou devagar para trás, incentivando o desconhecido. Ele segurou firme na cintura dela com uma mão grande e moeu o pau mais forte, pressionando a carne macia da bundona. Aos 20 minutos, Marrocos abriu o placar com Saibari. O bar inteiro gemeu alto de frustração e xingou. Na onda do sobressalto coletivo, todo mundo pulou. Gabriela aproveitou e quicou forte para trás, sentindo o pau dele enterrar entre as nádegas. — Porra... que bunda gostosa, sua vadia... — ele gemeu rouco no ouvido dela. Gabriela sorriu safada e rebolou mais descarada, empinando a bundona. Ele ficou mais ousado: subiu a saia curtíssima que já mal cobria qualquer coisa, expondo completamente o fio-dental vermelho e a pele nua das nádegas grossas ao ar quente e suado do bar. Apertou a carne macia com as duas mãos, abrindo as bandas e sentindo o calor da pele dela. Foi nesse momento que o segundo cara, mais jovem, se encaixou colado do lado esquerdo. Vendo a cena, ele pressionou o próprio pau duro contra o outro lado da bunda de Gabriela. Agora ela estava prensada entre dois paus latejantes, sendo encoxada dos dois lados ao mesmo tempo, a saia totalmente levantada, o fio-dental à mostra. O Brasil pressionava no campo. O cara de trás puxou a mão direita dela para trás, tirou o cacete grosso para fora da calça e enfiou direto na palma quente de Gabriela. Ela fechou os dedos em volta da pele quente, sentindo a veia pulsar forte, a cabeça inchada babando pré-gozo. Começou a bater uma punheta lenta e gostosa, apertando firme, subindo e descendo o prepúcio, massageando as bolas pesadas com a outra mão que conseguiu enfiar discretamente. O cara do lado foi direto na putaria pesada: afastou o fio-dental vermelho encharcado para o lado com os dedos e passou a mão na buceta lisinha e melada de Gabriela. Estava pingando. Ele enfiou dois dedos grossos de uma vez na xota quente, apertada e encharcada, sentindo as paredes carnudas pulsarem em volta. Gabriela abafou um gemido alto no meio do coro de “Vamos, Brasil!”, rebolando no lugar enquanto ele girava os dedos fundo, tirando mel e enfiando de novo com força. Molhou bem os dedos na buceta escorrendo e depois pressionou o indicador melado contra o cuzinho apertado e rosado. Circulou, forçou e enfiou devagar, sentindo o cu dela apertar em volta do dedo enquanto os outros dois continuavam metendo na xota. Dupla penetração com os dedos no meio da multidão lotada. Gabriela tremia de tesão, pulando levemente e descendo forte para enterrar os dedos mais fundo na buceta e no cu. A saia estava toda embolada na cintura, a bundona nua sendo apertada e usada. Aos 31 minutos veio o empate! Gol lindo do Vini Jr. O bar explodiu em gritos, pulos e abraços loucos. Gabriela aproveitou o caos total: quicou com força para baixo, engolindo os dedos até o talo na xota e no cu ao mesmo tempo. Gozou violentamente ali mesmo, pernas tremendo, buceta apertando os dedos, cu piscando, um jorro de mel escorrendo pelas coxas grossas enquanto ela gritava junto com a torcida, disfarçando o orgasmo. Durante o intervalo, com o placar 1 a 1, o cara de trás não aguentou mais. O pau dele latejava na mão dela. Gabriela acelerou a punheta, apertando a cabeça inchada, girando e apertando as bolas. Ele gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo a palma da mão dela, escorrendo pelos dedos. Ela continuou batendo até tirar até a última gota, depois limpou o esperma discretamente na própria saia jeans, lambuzando o tecido. O segundo tempo começou tenso. O cara do lado, pau duro latejando, tirou os dedos melados, abriu bem as nádegas grossas de Gabriela e encostou a cabeça grossa e babada do cacete no cuzinho ainda piscando. Ela olhou por cima do ombro com cara de puta no cio, olhos pidões e boca entreaberta: — Enfia tudo no meu cu... me arromba aqui no meio do povo... Ele cuspiu na mão, passou no pau e foi empurrando devagar. A cabeça venceu a resistência, pop gostoso, e centímetro por centímetro ele enterrou o pau inteiro no rabinho apertado e quente de Gabriela. Ela mordeu o lábio forte, sentindo o cu ser esticado ao máximo, o pau pulsando dentro dela. Ele segurou firme nos quadris dela e começou a meter, primeiro devagar, depois mais forte e ritmado, acompanhando os pulos da torcida. Gabriela pulava e descia pesado a cada lance perigoso do Brasil, engolindo o pau inteiro no cu, sentindo as bolas dele batendo na buceta encharcada. O cara de trás, já recuperado, enfiou a mão por baixo, afastou o fio-dental e enfiou dois dedos na xota dela, dedando forte enquanto o outro fodia o cu sem parar. Ela rebolava, quicava, rebolava mais, a saia embolada, bundona nua sendo usada no meio da multidão que só gritava pelo jogo. O barulho alto encobria os sons molhados de pau entrando e saindo do cu, os gemidos baixos dela. Ela gozou mais duas vezes no segundo tempo, apertando o pau dentro do cu, buceta escorrendo nos dedos do outro, corpo inteiro tremendo, coxas meladas de porra, mel e suor. Perto do final, com o Brasil pressionando forte na área, a torcida pulando desesperada, o cara dentro do cu dela acelerou as estocadas, metendo fundo e grosso. No ápice de um empurrão coletivo, ele gozou violentamente, enchendo o rabinho de Gabriela com jatos quentes e grossos de porra, pulsando fundo enquanto ela apertava o cu para ordenhar tudo. O apito final soou. Empate em 1 a 1. A multidão ainda cantava alto. Gabriela, com a saia amassada e levantada, cu arrombado piscando e escorrendo sêmen pelas coxas grossas, virou devagar para os dois caras. O sorriso malicioso e satisfeito de vadia bem comida iluminou seu rosto: — Melhor empate da minha vida... Ela ainda sentia o cu latejando, a buceta molhada e o gosto de putaria no ar.
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