João era um rapaz gordinho e tímido, de corpo macio e arredondado. Tinha peitos pequenos, quase sem definição, mas o que mais chamava atenção era sua bunda — enorme, gorda, pesada e extremamente macia, que balançava a cada passo que dava pela casa. A pele era clara e lisa, e a região do cu era quase completamente sem pelos, apenas uma penugem muito fina, deixando o cuzinho rosado e enrugado bem visível. Morava com o irmão mais velho, Marcos, na casa dos pais que viajavam frequentemente. O que começou como curiosidade virou um vício perigoso. Tudo começou quando João, sozinho em casa, percebia Zeus, o pastor alemão grande e forte, farejando entre suas pernas enquanto ele estava de short folgado sem cueca. Em vez de afastar o cachorro, João deixou. A sensação da língua quente e áspera tocando sua pele interna das coxas era estranhamente boa. Com o tempo, ele foi ficando mais ousado. Começou a abaixar o short, ficar de quatro no sofá e empinar a bunda gorda, deixando Zeus lamber o períneo e, finalmente, o cuzinho. A língua grossa, longa e áspera do cachorro era insana — lambia com força, rodeava o anelzinho enrugado, tentava entrar. João gozava como nunca só com as lambidas no cu. Naquela tarde quente, com a casa vazia, João não resistiu. Trancou a sala, tirou o short e a cueca, ficou de quatro no sofá grande, empinou bem a bunda gorda e abriu as pernas. —Vem, Zeus... lambe o cuzinho do papai — murmurou, voz tremendo de tesão. O cachorro grande se aproximou, farejou o cheiro forte que saía do cuzinho quase sem pelos e passou a língua quente e áspera direto no anelzinho rosado. João gemeu alto, empinando mais a bunda pesada. —Isso... lambe gostoso, Zeus... bem no meio... A língua grossa lambia com fome, rodeando o cuzinho, pressionando o centro, tentando forçar a ponta áspera para dentro. João rebolava a bunda gorda contra o focinho do cachorro, sentindo a saliva quente escorrer pelas coxas macias. O prazer era avassalador. A língua áspera massageava seu ponto mais sensível, lambendo sem parar. —Ai... vou gozar... continua lambendo meu cu... João gozou intensamente, o pau pequeno pulsando e jorrando porra no sofá enquanto o cuzinho piscava sob as lambidas do Zeus. Ele tremia inteiro, bunda gorda sacudindo, gemendo alto de prazer. Ainda ofegante, com o cuzinho molhado de saliva, João não percebeu a porta se abrindo. Marcos estava lá, celular na mão, gravando tudo. —Caralho, João... você é uma puta maior do que eu imaginava. Deixando o cachorro lamber seu cu e gozando feito uma cadela. João entrou em pânico total, tentando se cobrir. —Marcos! Apaga isso! Por favor, irmão... eu imploro! Marcos trancou a porta e continuou filmando. —Fica de quatro e empina essa bunda gorda pro Zeus continuar lambendo seu cuzinho. Se não obedecer, esse vídeo vai pra família, pros seus amigos, pra escola... Todo mundo vai ver você rebolando pra cachorro. Tremendo de vergonha e medo, lágrimas nos olhos, João obedeceu. Empinou a bunda enorme novamente. Zeus voltou a lamber o cuzinho quase sem pelos com vontade. Marcos se aproximou, filmando de perto. —Agora você vai tomar o pau do Zeus, mano. Eu vou ajudar ele a te comer. —Não! Marcos, por favor... no cu não! — chorou João. Marcos segurou a bunda gorda do irmão, abriu bem as nádegas macias e guiou o pau vermelho, pontudo e babando do Zeus até o cuzinho molhado. O cachorro empurrou forte e enfiou o pau canino dentro dele. João soltou um gemido longo. Mas quando o nó começou a inchar, o desespero veio. O nó grosso pressionou contra o anelzinho. Marcos empurrou a bunda do irmão contra o cachorro. —Não! O nó não! Tá muito grande! — berrou João. O nó inchado forçou a entrada. João começou a berrar de dor quando o caroço enorme esticou seu cuzinho ao limite: —AAAAAHHH! Tá rasgando meu cu! Para, Marcos! O nó do cachorro é gigantesco! Eu não aguento! Tá me abrindo inteiro! O nó entrou com um estalo molhado, inchando ainda mais dentro do cu dele, travando completamente. Zeus ficou preso, o pau e o nó pulsando forte, soltando jatos quentes de porra lá no fundo do intestino de João. Ele chorava descontrolado, soluçando alto, a bunda gorda tremendo violentamente: —Ai meu Deus… tá tão fundo… o nó tá me enchendo todo… Depois de longos minutos travado, o nó murchou e Zeus conseguiu tirar, um jato grosso de porra canina escorrendo do cuzinho aberto e inchado de João. Marcos não esperou. Tirou a calça, revelando sua rola monstruosa — grossa como um pulso, mais de 23 cm, veias saltadas. Cuspiu na rola e pressionou a cabeça enorme contra o cuzinho já destruído e molhado de porra do cachorro. —Agora o irmão vai arrombar de vez esse cu gordo. João gritou desesperado quando a rola gigante começou a entrar: —Nãooo! Seu pau é enorme demais! Vai rasgar tudo! — berrou João, voz falhando de pavor. Marcos empurrou com força. A cabeça monstruosa forçou o anelzinho esticado, entrando centímetro por centímetro. João soltou um grito rouco e longo: —AAAAAHHH! Tá entrando! Para, Marcos! Seu pau é grosso pra caralho! Tá me abrindo inteiro! Marcos não parou. Metade da rola gigante já estava dentro, esticando as paredes do cu de João ao limite. Ele começou a meter devagar, mas fundo, sentindo o cuzinho gordo do irmão apertar desesperadamente ao redor da grossura brutal. —Isso, mano… aguenta essa rola. Seu cu gordo foi feito pra isso. João choramingava e gemia alto, a bunda pesada sacudindo a cada estocada: —Ai… tá muito fundo… sua rola é gigantesca… tá me enchendo todo! Marcos acelerou o ritmo, metendo cada vez mais forte, a rola enorme entrando e saindo quase toda, o cuzinho de João esticando obscenamente ao redor da grossura. A bunda gorda balançava violentamente, ondas de carne macia tremendo com o impacto. Enquanto fodia o irmão com força, Marcos olhou para Zeus, que ainda estava excitado, o pau vermelho e pontudo para fora. —Agora chupa o cachorro, João. Mama o pau do Zeus enquanto eu arrombo seu cu. —Não… por favor… eu não consigo… — soluçou João, lágrimas escorrendo. Marcos deu um tapa forte na bunda gorda dele e segurou sua cabeça. —Chupa agora ou eu mando o vídeo pra escola inteira. Abre essa boca. João, destruído de vergonha, obedeceu. Zeus se aproximou e João abriu os lábios, envolvendo a ponta pontuda e vermelha do pau canino. Começou a chupar devagar, a boca cheia do gosto forte e salgado. Marcos sorriu e meteu ainda mais forte, socando o cu do irmão enquanto ele chupava o cachorro. —Isso… boa puta. Chupa o pau do Zeus direitinho enquanto leva rola no cu. João gemia abafado ao redor do pau do cachorro, baba escorrendo pelos cantos da boca, o corpo gordinho sendo sacudido pelas estocadas brutais de Marcos. A rola monstruosa do irmão entrava fundo, batendo forte, enquanto a ponta do pau de Zeus pulsava na sua boca. —Gluck… gluck… — os sons molhados da mamada misturavam com o barulho obsceno da rola grossa arrombando seu cu. —Chupa mais fundo — ordenou Marcos, segurando a cabeça de João e empurrando ele contra o pau do cachorro. — Mama ele enquanto eu destruo esse seu cu gordo. João chorava e chupava ao mesmo tempo, o corpo inteiro tremendo. Marcos acelerou, metendo com força selvagem, a rola enorme abrindo o cuzinho dele sem piedade. A bunda gorda de João sacudia descontrolada, o cuzinho inchado e vermelho esticando ao máximo ao redor da grossura do irmão. —Isso… tá quase, mana… quer dizer, maninho — rosnou Marcos, rindo. — Vou encher esse cu de porra. Depois de vários minutos fodendo sem parar, Marcos segurou a bunda gorda com força, meteu até o talo e gozou violentamente. Jatos grossos e quentes de porra encheram o intestino de João enquanto ele ainda tinha o pau do cachorro na boca. Marcos tirou a rola devagar, deixando o cuzinho aberto, inchado e escorrendo porra. João desabou no sofá, ofegante, boca melada de pré-gozo canino, cu destruído pulsando. —Boa cadela — disse Marcos, dando um tapa na bunda gorda dele. — Isso agora vai ser sempre que eu quiser. Você, eu e o Zeus.
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