?— Relaxa, Bruno! O Brasil vai amassar os caras. É o Japão, mano — zoou Thiago, ajeitando a camisa do Brasil.
?— Amassar o caralho! — rebateu Bruno, nervoso. — Vocês não viram o esquema tático desse time? A nossa zaga tá aberta. Com o Ancelotti inventando moda, a gente não passa das oitavas nem fodendo.
?— Ah, para de chorar. Quer apostar quanto que a gente passa direto? — desafiou Breno.
?Bruno, tomado pelo puro suco do pessimismo e da provocação, estufou o peito e soltou a loucura:
?— Dinheiro não, que vocês são duros. Vamos fazer o seguinte: se o jogo terminar empatado ou se o Japão ganhar, eu como os dois aqui mesmo no sofá. Vocês vão virar minhas mocinhas. Mas se o Brasil ganhar direto... se o Brasil vencer no tempo normal, eu dou o cu para os dois. Vocês me comem juntos. Vão encarar ou estão com medinho?
?Breno e Thiago se olharam, assustados e rindo de nervoso com o tamanho do absurdo, mas a dinâmica de provocação entre os três não deixava ninguém recuar.
?— Fechado! Se o Brasil ganhar, você vira a nossa mulherzinha — aceitou Thiago, estendendo a mão. — Mas ó, o trato é jogo corrido. Não vai gozar na minha boca se rolar boquete, a aposta principal é o rabo.
?— Fechado. Quem perder paga — cravou Bruno, crente de que o Brasil ia pipocar.
?O primeiro tempo começou exatamente como Bruno previu. O Brasil dominava a posse, mas aos 29 minutos, Kaishu Sano aproveitou um vacilo do Danilo, arrancou e bateu rasteiro: Japão 1 x 0.
?— Eu não falei?! Eu não avisei, seus idiotas?! — gritou Bruno, rindo de nervoso, sentindo que estava prestes a comer os dois amigos. — Já vão amaciando aí que o rabo de vocês é meu!
?No intervalo, o clima na sala era de pura provocação por parte de Bruno. Ele não parava de zoar Thiago e Breno, cutucando os dois:
?— E aí, quem vai ser o primeiro? Já escolhem quem vai dar primeiro no sofá.
?No segundo tempo, Ancelotti colocou Endrick para incendiar a partida. A pressão funcionou. Aos 11 minutos, Gabriel Magalhães cruzou no segundo pau e Casemiro testou firme para o fundo da rede: 1 a 1.
?O empate ainda favorecia o plano de Bruno de comer os amigos. Ele continuava rindo, confiante:
?— Podem chorar! Empate ainda é meu! Vocês vão perder a bunda de qualquer jeito!
?O jogo virou um teste para o coração. Vini Jr. acertou a trave após dar uma caneta histórica no Tomiyasu. Bruno continuava cantando vitória, zoando a cara de preocupação de Thiago e Breno enquanto o tempo passava.
?Até que, aos 50 minutos do segundo tempo, nos acréscimos mais longos da vida deles, o garoto Rayan roubou a bola na ponta, passou para Bruno Guimarães, que serviu Gabriel Martinelli. O chute cruzado morreu na bochecha da rede: Brasil 2 x 1.
?O grito de gol de Bruno morreu na garganta. O Brasil tinha vencido de virada no último segundo. A combinação do placar significava que ele tinha perdido a aposta de lavada. O pior cenário para o seu rabo tinha se concretizado.
?Thiago e Breno deram um salto do sofá, comemorando a vitória e, imediatamente, se viraram para Bruno com sorrisos maliciosos.
?— Acabou o jogo! O Brasil passou e você perdeu, Bruninha — decretou Thiago, segurando o ombro dele. — Hora de pagar. Vai virar a nossa mulherzinha agora.
?Bruno perdeu o restinho de cor que tinha no rosto, as pernas tremendo.
?— Cara... vocês estão falando sério? Foi na zoeira... o meu é grosso, o de vocês... vai doer para caralho.
?— Ah, não vem com essa. Você que passou o jogo todo provocando. Homem cumpre a palavra — cobrou Breno, já desabotoando a calça dele no sofá.
?Eles foram para o quarto em silêncio. Bruno tirou a roupa devagar, as mãos trêmulas de vergonha, e deitou de bruços na cama, empinando a bunda.
?— Vão devagar... pelo amor de Deus — pediu Bruno, a voz abafada.
?Thiago pegou o lubrificante e cobriu os dedos, massageando o cuzinho apertado de Bruno, abrindo caminho enquanto Breno tirava o resto da roupa. Bruno gemia de puro constrangimento. Quando Thiago se posicionou e empurrou a cabeça do pau, Bruno soltou um gemido alto, tencionando o corpo inteiro.
?— Caralho... espera... para um pouco, tá muito grande!
?— Cala a boca, viado — mandou Breno, subindo na cama pela frente de Bruno.
?Enquanto Thiago dita um ritmo lento por trás, entrando centímetro por centímetro e fazendo Bruno choramingar alto no travesseiro, Breno se ajoelhou bem na frente do rosto do irmão de criação. Seu pau já estava completamente rígido e latejando.
?Bruno continuava reclamando, manhoso e barulhento:
?— Ai, para, tá doendo... vai devagar, Thiago...
?Breno não quis mais ouvir lamentação. Segurou firme no cabelo de Bruno, puxando a cabeça dele para trás, e meteu a rola direto na boca dele, calando o viado na hora. Bruno engasgou com o baque, os olhos arregalados de surpresa, enquanto o pau de Breno entrava fundo, batendo na garganta e abafando qualquer som que ele tentasse emitir.
?Agora não tinha mais conversa. Atrás, o movimento de Thiago ficou mais fluido e rápido, as estocadas firmes fazendo o corpo de Bruno ir para a frente, direto contra o pau de Breno, que ia e voltava dentro da boca dele, deixando-o completamente entalado e salivando. Bruno só conseguia soltar gemidos totalmente abafados e roucos, preso entre os dois, sofrendo o prazer forçado da situação.
?Quando Thiago chegou perto do limite, ele saiu e deu o lugar para Breno. Breno tirou o pau da boca de Bruno, deixando um rastro de saliva, e foi direto para a bunda já aberta e bem lubrificada. Entrou de uma vez, fazendo Bruno arquear as costas num espasmo. Thiago imediatamente assumiu a frente, montando na cama e enfiando o próprio pau na boca de Bruno para mantê-lo calado e ocupado enquanto Breno metia com força por trás.
?Perto do final, a adrenalina da vitória levou os dois ao ápice. Breno acelerou, segurando firme nos quadris de Bruno, até descarregar tudo lá dentro, enchendo-o de porra quente. Bruno tremeu inteiro com o calor interno e, com o pau de Thiago ainda fundo na sua boca, acabou gozando também contra o lençol, completamente rendido.
?Os três desabaram na cama, exaustos e suados. Bruno continuou de bruços, sentindo o pau do amigo amolecer dentro dele antes de sair.
?— Nunca mais... nunca mais abro a boca para duvidar da Seleção — murmurou Bruno, com a voz totalmente rouca e acabada, o rosto enterrado no travesseiro.
?Thiago deu um tapa leve na bunda suada dele, rindo:
?— Pagou direitinho, Bruninha. Próximo jogo tem mais.
Delícia adorei
Gostei do conto achei cômico interessante e muito bem escrito