Eu tinha 19 anos e era só mais um cara comum. Óculos de grau de armação preta, cabelo curto na régua, corpo magro mas com aquela bunda empinada que sempre chamava atenção. Quase todo dia, no ônibus lotado pro centro, alguém aproveitava. Naquele dia não foi diferente. O veículo balançava, lotado demais pra se mexer direito. Eu estava em pé, segurando a barra, quando senti um corpo se colar atrás de mim. Uma coxa firme se encaixou entre as minhas, depois uma pressão quente e deliberada contra a curva da minha bunda. O cara atrás — nem vi o rosto — esfregou o pau duro por cima da calça, subindo e descendo devagar, apertando a bunda empinada com a virilha. O tecido da minha calça jeans já enfiado no meio da bunda, a cueca molhava um pouco de baba só com aquilo. Meu pau de dezenove centímetros já começava a endurecer, a cabeça sensível latejando dentro da roupa. Ele ficou assim por quase dez minutos, encoxando sem pressa, até a parada do centro. Quando desci, a bunda ainda queimava de vontade de levar rola e o pau estava pesado.
O banheiro da praça ficava logo depois. Uma única entrada estreita de ferro enferrujado, sem janelas pra fora, sem como ver nada de lá de fora. Todos os dias eu passava e notava a movimentação estranha de homens entrando e saindo. Demorei semanas pra ter coragem. Naquele dia quente, depois da aula de informática, o coração batendo forte, eu empurrei a porta e entrei.
O cheiro bateu forte — urina, suor masculino e algo mais doce, como porra fresca. O ar estava quente e úmido. Os mictórios ficavam logo à frente, uma fileira de cinco, e ali estavam eles.
Vários homens. Um cara de uns 25 anos de lado, calça baixada até as coxas, pica grossa e dura na mão, batendo devagar, quase preguiçoso. Mais adiante, um cinquentão de barriga proeminente, mostrando um cacete curto e grosso enquanto se masturbava sem pressa. Outro, magro, se esfregando perto da pia de porcelana fria. E no meio deles, um cara na faixa dos 30. Cabelo escuro, barba por fazer, camisa social aberta no peito, calça aberta. A rola dele era grossa, veias saltadas, a cabeça já brilhando de baba. Ele batia devagar, o polegar passando pela fenda, puxando a pele pra baixo e soltando.
Meu coração subiu pela garganta. As mãos suaram. Eu caminhei até o mictório mais longe, fingindo que só precisava mijar. Puxei o zíper. Meu pau já estava semi-duro só de olhar. Quando tirei, os 19 centímetros saltaram, a cabeça grossa e rosada já molhada. Eu segurei a base, apontando pro mictório, mas não saía nada. Só o sangue pulsando.
O cara dos 30 me olhou de canto. Seus olhos desceram direto pro meu pau. Ele sorriu de lado, lento, e bateu um pouco mais forte, mostrando. Eu engoli seco e comecei a masturbar. Lento no começo, a mão subindo e descendo a rola quente, o polegar passando pela cabeça sensível. O cheiro do lugar invadia o nariz — suor, mijo, tesão. O som era baixo: pele batendo contra pele, respirações pesadas, o gotejar distante de uma torneira.
Ele se aproximou um pouco, ainda no mictório ao lado. O ombro dele quase tocava o meu. A pica dele agora estava completamente dura, a cabeça inchada, uma gota espessa escorrendo. Eu olhei e acelerei o ritmo. Minha mão apertava mais, o polegar esfregando a fenda, espalhando a baba quente pela cabeça. O calor subia pela barriga.
Ele estendeu a mão. Eu não me afastei. Os dedos dele envolveram meu pau, quentes e firmes, e começaram a masturbar. A palma áspera subia e descia com pressão certeira, o polegar girando na cabeça rosada, puxando a pele até a base e subindo de novo. Eu soltei um gemido baixo, a testa encostada no azulejo frio. Em troca, eu estendi a mão e peguei o cacete dele. Era grosso, quente, a pele lisa e úmida de baba. Eu masturbava no mesmo ritmo, apertando a rola, o polegar passando pela fenda dele enquanto ele fazia o mesmo comigo.
Ficamos assim, um punhetando o outro. O som das duas mãos trabalhando preenchia o espaço entre nós. Eu sentia cada veia da pica dele latejar na minha mão, a cabeça inchada escorrendo mais. Ele acelerava no meu, espremendo os 19 centímetros, espalhando minha baba pela pele inteira. O cheiro dos dois se misturava. Minhas pernas tremiam. Eu apertava mais forte o pau dele, subindo e descendo rápido, sentindo a pele deslizar sob os dedos.
Ele gozou primeiro. O corpo dele contraiu, um gemido baixo saiu da garganta, e a porra jorrou quente e grossa sobre minha mão, escorrendo entre os dedos enquanto eu continuava batendo. O calor da porra dele me empurrou. Eu gozei logo em seguida, os jatos saindo fortes, batendo no mictório e molhando a mão dele que ainda apertava meu pau, espremendo até a última gota.
Ficamos ali por alguns segundos, respirando pesado, as mãos ainda sujas. Ele limpou os dedos na parede em frente, me deu um sorriso de lado e saiu sem falar nada. Eu lavei as mãos na pia enferrujada, olhei no espelho rachado — óculos tortos, rosto vermelho — e saí.
Voltei uns dias depois. O sol ainda quente, desda vez a calça era de moletom, pra ser mais fácil. Empurrei a mesma porta de ferro enferrujado e o cheiro me engoliu de novo: mijo antigo, suor e porra seca no ar quente.
Vi outros homens. Um cara de uns 30, mais baixo, cabelo raspado, camiseta preta colada no peito, a rola já dura na mão, batendo uma. Ao lado, um de uns 40, mais alto, ombros largos, barba grisalha curta, calça aberta mostrando uma pica grossa e escura, veias saltadas, a cabeça brilhando de baba. Os dois me olharam ao mesmo tempo. Sem sorriso. Só aquele olhar que já sabia.
O dos 30 fez um gesto curto com a cabeça pro fundo. Eu segui. Ele entrou no reservado primeiro. Eu entrei atrás. No mesmo segundo o de 40 passou pela porta e trancou o trinco enferrujado atrás de nós. O espaço era apertado, os três corpos em volta de um vaso sanitário cheirando a mijo.
O dos 30 me prensou de frente contra a parede fria. A mão dele desceu, invadiu minha calça, puxou meu pau pra fora. Os 19 centímetros saltaram, já duros, a cabeça rosada latejando. Ele apertou a base, esfregou o polegar na fenda, espalhando a baba. Atrás, o de 40 puxou minha calça e a cueca até as coxas. O ar frio bateu na bunda empinada. Uma mão abriu as nádegas. Dois dedos molhados circularam a entrada, apertaram, penetraram. Eu mordia o lábio. Os dedos foram fundo, curvaram, tocaram o ponto que fez as pernas tremerem. Depois saíram.
A cabeça quente e grossa da pica do de 40 pressionou. Empurrou. A carne cedeu devagar, queimando, esticando, engolindo centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia raspando, o volume abrindo caminho, a pressão constante até ele estar inteiro dentro, a virilha colada na minha bunda. Na frente, o dos 30 agarrou meu cabelo, empurrou minha cabeça para baixo e enfiou a rola na minha boca. O gosto de baba e suor invadiu a língua. Ele foi fundo, a cabeça batendo na garganta. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo.
O de 40 começou a meter. Estocadas longas e profundas. Eu sentia a pica grossa me arrombando por dentro, a rola batendo fundo, o calor pulsando. Cada investida me empurrava pra frente, a boca engolindo mais a pica do outro. O som era só pele molhada, respiração pesada, o chiado baixo da porta. Eu não podia gemer. Eu soluçava baixinho com a rola na boca.
Depois de vários minutos ele tirou de uma vez. Meu cu ficou aberto sentindo um ventinho gelado. O dos 30 saiu da minha boca, virou meu corpo e enfiou a própria rola no cu ainda aberto. A diferença bateu forte — mais fina, veias diferentes, o ângulo novo. Ele meteu até as bolas, segurou, depois começou a foder. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo, a carne rasgando gostoso, a pressão diferente abrindo outro caminho. Enquanto isso o de 40 enfiou a pica na minha boca. O gosto da minha própria baba e do meu cu misturado na língua. Ele foi fundo, segurando minha cabeça.
Eles ficaram assim. O dos 30 me arrombando por trás, estocadas firmes, a rola latejando dentro. O de 40 fodendo minha boca, a pica grossa enchendo a garganta. Eu tremia, suor escorrendo pelo queixo, óculos embaçados. Minha pica balançava dura, baba escorrendo sem ninguém tocar.
O dos 30 acelerou. As estocadas ficaram mais curtas e fortes. O corpo dele travou. A rola latejou fundo e jorrou quente dentro do meu cu, jatos grossos enchendo, escorrendo pelas bolas enquanto ele ainda metia fundo, espremendo cada gota. O calor me empurrou. Eu gozei sem me tocar, a porra batendo no azulejo.
Ele tirou. O de 40 me virou totalmente de frente, ajoelhado na frente dele e enfiou a pica de novo na garganta. Segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu a boca com força, a cabeça da rola batendo no fundo da garganta fazendo eu ter ânsia. Eu engolia, saliva e baba escorrendo. Ele gozou direto na garganta. A porra quente e salgada enchendo minha barriga. Eu engoli tudo, goela trabalhando, sem deixar escorrer. Ele segurou até a última pulsação, depois tirou, a cabeça ainda pingando na minha língua.
Eles saíram sem falar. Eu fiquei apoiado na parede, calça nos tornozelos, cu escorrendo porra, boca inchada, óculos sujos. O ar ainda cheirava a sexo. Eu limpei o que deu, puxei a calça e saí. As pernas bambas. A bunda latejando a cada passo, ainda aberta, ainda ardendo.
Mas feliz por ter sido usado dessa maneira.