Destruindo luizinho


A festa da república estava um caos delicioso: som estourado, luzes vermelhas e roxas piscando, cheiro de cigarro, cerveja e suor misturados. Luiz estava encostado na parede do fundo, tentando parecer relaxado enquanto tomava uma cerveja morna, quando sentiu aquele olhar pesado cravado nele.
Leco estava no meio da sala, cercado por gente, mas não prestava atenção em ninguém. Alto, corpo de quem malha sem compromisso, cabelo preto bagunçado, camiseta justa que marcava o peito e os braços. Ele era conhecido na faculdade como o cara que não prestava: pegava quem quisesse, quando quisesse, e depois sumia. O tipo que sorria torto e fazia as pessoas se sentirem sujas só com o olhar.
E naquele momento, o olhar dele estava todo em Luiz.
Quando o círculo ao redor dele se dispersou, Leco veio andando devagar, abrindo caminho como se a festa fosse dele. Parou bem perto, invadindo o espaço pessoal de Luiz sem pedir licença. O cheiro dele era forte: perfume barato misturado com suor de homem e um leve toque de maconha.
— E aí, Luizinho… tá perdido aqui sozinho? — perguntou, a voz rouca e baixa, quase um ronronar.
Luiz sentiu um frio na barriga.
— Só… curtindo a festa.
Leco riu baixo, debochado, e se aproximou ainda mais, o peito quase encostando no dele.
— Curtindo? Ou só fingindo que não tá me olhando desde que cheguei? — Ele inclinou a cabeça, os lábios perto demais da orelha de Luiz. — Eu vi, cara. Vi você secando meu corpo todo. Gostou do que viu?
Antes que Luiz pudesse responder, Leco deslizou a mão entre os próprios corpos, bem discreto por causa da penumbra, e apertou o pau por cima da calça jeans preta. Um aperto firme, sem pressa, os dedos grossos contornando o volume que já estava meio inchado. Ele massageou devagar, olhando fixo nos olhos de Luiz.
— Olha o que você tá fazendo comigo, porra… — murmurou, a voz carregada de tesão. — Só de te ver parado aí, já fiquei meio duro. Imagina quando eu te colocar de quatro.
Luiz engoliu em seco, os olhos descendo involuntariamente. A calça de Leco marcava tudo: o pau grosso, longo, pressionando contra a coxa. Leco apertou mais forte, puxando o tecido para cima, deixando o contorno bem evidente. O polegar passou por cima da cabeça, circulando como se estivesse se masturbando ali mesmo, no meio da festa lotada.
— Tá vendo isso aqui? — sussurrou ele, rouco. — É pra você, Luizinho. Tá latejando só de imaginar sua boca aberta pra mim. Quer tocar? Pode tocar… ninguém vai ver.
Luiz balançou a cabeça rápido, o rosto queimando de vergonha e excitação.
— Aqui não, cara…
Leco deu uma risada baixa e safada.
— Aqui não? Que delicadinho… — Ele apertou o pau mais uma vez, bem devagar, deixando o volume máximo à mostra por alguns segundos. — Então tá. Vou te deixar só olhando por enquanto. Mas sabe o que eu vou fazer? Vou pro banheiro agora e vou bater uma pensando na sua cara de quem quer chupar e tem medo de admitir.
Ele deu mais uma apertada forte, soltou um suspiro rouco bem perto do ouvido de Luiz e depois afastou a mão. O pau continuava marcando a calça de forma indecente. Leco piscou, deu um tapinha leve no ombro de Luiz e se afastou, misturando-se na multidão como se nada tivesse acontecido.
Luiz ficou ali, o coração martelando, o próprio pau duro pra caralho dentro da cueca, sem conseguir pensar em mais nada.
Dois dias depois, na sala de aula.
Aula de Teoria da Comunicação, auditório grande e meio vazio. Luiz estava sentado na quarta fileira quando Leco entrou atrasado, como sempre. Ele olhou ao redor, viu Luiz e abriu aquele sorriso safado, de quem planejava alguma merda. Em vez de sentar lá atrás com os amigos, desceu direto e se jogou na cadeira ao lado de Luiz, a coxa grossa encostando na dele sem cerimônia.
A professora começou a falar. Leco abriu o notebook, mas logo sua mão direita desceu pro colo. Luiz sentiu o movimento pelo canto do olho e já ficou tenso.
Leco abriu as pernas sem pudor, a calça de moletom cinza clara fina demais. Devagar, ele passou a palma da mão por cima do pau e começou a apertar. O volume inchou rápido, o tecido subindo, formando uma barraca óbvia. Ele não disfarçava quase nada: apertava a base, subia os dedos até a cabeça, massageava em círculos lentos, como se estivesse se masturbando na sala de aula lotada.
— Olha pra isso, Luiz… — sussurrou ele, sem tirar os olhos da professora, mas a voz baixa só pra Luiz ouvir. — Tá vendo como meu pau fica duro só de sentar do seu lado? Imagina ele na sua garganta, te fazendo engasgar.
Luiz sentiu o rosto arder. Olhou rápido ao redor: ninguém parecia notar. A maioria estava no celular ou olhando pro slide. Mas ele via tudo. Via o pau de Leco pulsando sob o moletom, a cabeça grossa marcando o tecido, uma manchinha úmida de pré-gozo começando a aparecer.
Leco apertou mais forte, puxando o pau pra cima, deixando o volume ainda mais escandaloso. Depois inclinou o corpo na direção de Luiz.
— Tô quase vazando aqui, porra. Se eu baixasse esse moletom agora, você ia chupar bem aqui, né? Debaixo da mesa, como um putinho faminto.
Luiz apertou as coxas, tentando esconder a própria ereção que já doía de tão dura. Leco percebeu e riu baixinho.
— Tá duro também, né? Aposto que sua cueca já tá melada.
Ele continuou o show durante quase toda a aula: apertava devagar, parava, apertava de novo, às vezes segurava o pau inteiro com a mão aberta, exibindo o tamanho. Em um momento, ele até enfiou a mão por dentro do moletom por dois segundos, deu uma puxada rápida e tirou, cheirando discretamente os dedos antes de olhar pra Luiz com um sorriso sujo.
Quando a aula acabou e as pessoas começaram a se levantar, Leco se inclinou bem perto, a boca quase encostando na orelha de Luiz:
— Tô indo mijar. Meu pau tá tão duro que mal consigo andar reto. Quer vir segurar pra mim no banheiro? Ou vai ficar aqui babando sozinho?
Ele se levantou devagar, o volume ainda bem evidente na calça de moletom, e saiu do auditório sem olhar pra trás, sabendo que Luiz estava olhando.
Luiz não foi. Mas passou o resto do dia com a imagem daquele pau latejando na cabeça.
Leco não parou por aí. O jogo ficou cada vez mais depravado.
Na cantina, ele se sentava na mesa em frente a Luiz, abria as pernas bem largas e ficava apertando o pau por baixo da mesa, olhando direto nos olhos dele enquanto comia. Às vezes tirava o celular, fingia mexer, mas na verdade estava tirando uma foto discreta do próprio volume e mandava pra Luiz no WhatsApp com a legenda: “Olha o que você tá perdendo, viadinho”.
No corredor entre as aulas, ele passava colado, roçando o pau semi-duro na bunda de Luiz de propósito, e sussurrava:
— Da próxima vez que eu falar que tô indo mijar, você vai vir. E vai ficar de joelhos me olhando mijar com esse pau duro.
Uma tarde, no elevador lotado da biblioteca, Leco ficou atrás de Luiz e pressionou o pau contra a bunda dele sem disfarçar. Não foi um roçar rápido — foi deliberado. Ele empurrou devagar, deixando Luiz sentir o calor, o volume grosso, o jeito como pulsava. A mão dele subiu disfarçadamente e apertou a própria virilha, como se estivesse se masturbando contra a bunda de Luiz.
— Sente como tá duro? — murmurou bem baixo. — É isso que você faz comigo o dia inteiro. Quando eu te pegar de verdade, vou te foder até você esquecer seu nome.
As portas abriram e Leco saiu como se nada tivesse acontecido, deixando Luiz com as pernas tremendo.
Outra vez, na escada vazia do prédio de humanas, Leco encurralou Luiz contra a parede. Não tocou nele, só ficou bem perto, apertando o pau por cima da calça enquanto olhava nos olhos dele.
— Abre a boca — ordenou baixinho.
Luiz obedeceu sem pensar. Leco sorriu, safado, e cuspiu devagar dentro da boca dele.
— Isso… engole. Treinando pra quando eu te der porra de verdade.
Depois deu meia-volta e desceu as escadas rindo baixo.
Luiz estava cada vez mais perdido. Acordava de madrugada com o pau duro, sonhando com o cheiro e o volume de Leco. Tentava se concentrar nas aulas, mas só conseguia pensar na voz rouca dizendo coisas sujas, no jeito descarado como ele apertava o pau em público, no olhar de quem sabe exatamente o efeito que causa.
Leco era um safado de marca maior. Não prestava. E justamente por isso, Luiz não conseguia mais resistir ao jogo.
Ele sabia que, mais cedo ou mais tarde, quando Leco dissesse de novo “tô indo mijar”, ele ia seguir.
Dito e feito, Luiz não aguentou. Quando Leco saiu do auditório dizendo que ia mijar, ele esperou uns dez segundos e foi atrás, o coração martelando no peito. O banheiro do terceiro andar estava vazio àquela hora. Leco estava em frente ao mictório, pernas abertas, mão dentro do moletom, quando ouviu os passos.
Virou a cabeça devagar e abriu aquele sorriso safado ao ver Luizinho parado na porta.
— Sabia que você ia vir, putinho.
Antes que Luiz pudesse falar qualquer coisa, Leco agarrou ele pela nuca e o arrastou para a última cabine, trancando a porta com um clique seco. Empurrou Luiz de joelhos no chão sujo do banheiro com força.
— Abre a boca. Agora.
Luiz obedeceu, tremendo. Leco puxou o pau grosso e pesado pra fora — já meio duro, veias marcadas, cabeça grossa brilhando. Sem aviso, segurou a cabeça de Luiz com as duas mãos e enfiou tudo de uma vez até o fundo da garganta.
— Gluuuurk! — Luiz engasgou violentamente, os olhos arregalando, baba escorrendo imediatamente pelos cantos da boca.
Leco não deu tempo. Começou a foder a boca dele com estocadas brutas, batendo as bolas no queixo de Luizinho.
— Isso… engole essa rola, caralho. Tá vendo como meu pau cabe inteiro na sua garganta de viadinho? — grunhia, segurando o cabelo dele e socando sem piedade.
Luiz chorava, lágrimas escorrendo rápido. Tentava empurrar as coxas de Leco, mas não tinha força. O pau entrava e saía fundo, fazendo barulho molhado e obsceno. Ele não conseguia pronunciar nada direito, só soltava sons engasgados e desesperados:
— Gllgh! Hhnnn! Nngh… para… gluurk!
Leco riu baixo, deu um tapa forte no rosto dele, estalado, enquanto mantinha o pau enterrado até o fundo.
— Para? Tá louco, porra. Você veio atrás de rola, agora aguenta. Chupa direito, sua puta!
Outro tapa, do outro lado. O rosto de Luizinho ficou vermelho, ardendo. Mesmo assim, o pau dele estava duro pra caralho dentro da calça, latejando dolorosamente.
Leco fodeu a garganta dele por uns minutos, babando e cuspindo em cima, até Luiz estar uma bagunça completa — olhos vermelhos, baba grossa escorrendo pelo queixo, nariz escorrendo, rosto molhado de lágrimas.
— Levanta, vira de costas — ordenou, puxando Luiz pelo cabelo.
Luiz mal conseguia ficar de pé, as pernas fracas. Leco baixou a calça dele até os joelhos, cuspiu na própria mão e esfregou no cu de Luizinho. Posicionou a cabeça grossa e empurrou com força.
— Aaaaiii! — Luiz gritou, o corpo inteiro tensionando. A dor foi lancinante.
Leco meteu mais fundo, abrindo ele sem dó.
— Cala a boca e toma no cu, porra! — rosnou, segurando a cintura dele e socando até o saco bater.
Luiz soluçava, as mãos apoiadas na parede da cabine, lágrimas caindo sem parar.
— Aaaahh! Dói… nngh… para… aaaiii! — Os gritos saíam quebrados, sem formar palavras inteiras, só gemidos de dor e desespero.
Leco dava estocadas pesadas, brutais, o som molhado de pele contra pele ecoando no banheiro. Cada vez que metia tudo, Luiz berrava mais alto.
— Tá apertando pra caralho, Luizinho… esse cu tá virgem, né? Tá sendo arrombado gostoso — ria Leco, dando um tapa forte no rosto dele de lado enquanto continuava metendo.
Slap!
Outro tapa.
— Olha como seu pauzinho tá duro, sua vadia. Tá chorando e gritando pra eu parar, mas sua rolinha tá babando inteira.
Luiz soluçava alto, o corpo tremendo a cada estocada funda. A dor era insuportável, mas o prazer doentio fazia ele empinar a bunda mesmo sem querer. Leco acelerou, fodendo com violência, uma mão segurando o cabelo dele pra trás, a outra dando tapas no rosto e na bunda.
— Aaaahhh! Hnnngh! Aaaiii… por… aaahh! — Luiz não conseguia mais formar nem “para”, só gritava e chorava, baba e lágrimas pingando no chão.
Leco meteu mais fundo ainda, rosnando alto, e gozou forte. Jatos grossos e quentes encheram o cu de Luizinho, pintando tudo por dentro enquanto ele continuava socando devagar, espremendo até a última gota.
— Caralho… toma minha porra, putinho.
Ele ficou mais alguns segundos enterrado, respirando pesado. Então, ainda com o pau meio duro dentro do cu cheio de gozo, Leco soltou um suspiro longo de alívio.
— Agora segura tudo aí dentro.
O jato quente de mijo começou a sair forte, enchendo Luiz ainda mais. O líquido quente misturava com a porra, pressionando as paredes internas.
— Aaaaiii! Tá quente… nngh… para… — Luiz berrava, o corpo tremendo.
Leco segurou a cintura dele com força bruta.
— Cala a boca e segura todo o meu mijo, sua vadia. Não deixa vazar nada. Aperta esse cu e guarda tudo que eu te dei.
Ele mijou bastante, esvaziando a bexiga inteira lá dentro. Quando terminou, deu duas estocadas lentas só pra empurrar tudo mais fundo.
— Isso… agora fica assim, segurando meu mijo e minha porra bem guardadinhos no seu cu arrombado.
Leco tirou o pau devagar. O cu de Luizinho piscava, vermelho e inchado, mas ele apertava com força, tentando não deixar nada escapar. Mesmo assim, um fio quente de mijo misturado com porra escorreu pela coxa.
Luiz escorregou pela parede até sentar no chão, chorando baixinho, rosto completamente destruído, corpo tremendo, pau ainda duro e babando sem parar.
Leco guardou o pau no moletom, deu um último tapa no rosto dele e sorriu satisfeito.
— Boa aula, Luizinho, você foi uma excelente puta.
Abriu a porta da cabine e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido, deixando Luiz ali sentado, destruído, chorando e cheio até a borda.


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Comentários


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kevinho Comentou em 17/06/2026

Delícia de conto! Votado.

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passivo10 Comentou em 17/06/2026

Que tesão, queria esse Leco me destruindo tbm..tesão ser putinha de macho que gosta de te arrombar, bater e humilhar. Adoro que mijem em mim, principalmente na cara e na boca,mas quando tomei a primeira mijada no cú me deu tesão surreal, adorei!! Delícia de conto

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sátiro Comentou em 17/06/2026

Votado. Todos eles mentem.dizem que não vão contar para ninguém e contam pra todo mundo e você fica na mãos deles (ainda bem). Dizem que se doer eles param, mentira, metem tudo sem dó e você que se vire pra aguentar (assim que é bom). E te fodem todo dia várias vezes sozinhos ou em turma até te deixarem arregaçado, cuspido , esporrado e mijado que é como os machos marcam sua propriedade. Quem dá não pode se recusar a nada tem que aguentar e pedir mais seja o que for. A dor só aumenta o tesão...




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Ficha do conto

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thiagop

Nome do conto:
Destruindo luizinho

Codigo do conto:
264687

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/06/2026

Quant.de Votos:
4

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