Ela se chamava Larissa, 28 anos, corpo gostoso de academia mas agora mole e quente por causa da merda que tinha cheirado no banheiro do bar. Dois papelotes de coca misturada com MDMA. Seus olhos estavam vidrados, as pupilas dilatadas, o corpo inteiro latejando de tesão insano. A calcinha estava encharcada, escorrendo pela coxa. Ela precisava de pau. Agora. Qualquer pau. Parada na entrada, balançando levemente, Larissa lambia os lábios vermelhos. O vestido curto preto mal cobria a bunda redonda, sem sutiã, os mamilos duros marcando o tecido fino. O segurança grandão olhou pra ela e sorriu safado. — Sozinha, gata? Aqui não é lugar pra moça direita. — Eu não sou direita... — ela murmurou, voz rouca de tesão. — Quero ver o filme... e mais. Foi quando ele apareceu. O primeiro. Uns 45 anos, barrigudo, camisa social aberta, cheiro de cigarro e colônia barata. Olhou pra Larissa como quem olha uma cadela no cio. Tirou a carteira e pagou as duas entradas sem nem perguntar. — Vem, vadia. Eu te levo pra dentro. Larissa sorriu dopada, pegou na mão dele e deixou que ele a guiasse pro fundo da sala. A sala escura do cinema pornô fedia a cigarro velho, porra seca e suor masculino. As luzes vermelhas fracas mal iluminavam as fileiras de poltronas puídas, onde uns dez homens estavam espalhados, punhetando devagar enquanto gemidos altos saíam da tela gigante. Na tela, uma loira levava dois paus grossos ao mesmo tempo, um na buceta e outro no cu, gritando como uma puta barata. As pernas dela tremiam. A buceta pulsava, inchada, molhada pra caralho. Sentaram na última fileira, quase no escuro total. Assim que a bunda dela tocou o assento, o homem já enfiou a mão grossa por baixo do vestido. — Porra, tá encharcada... — grunhiu ele, enfiando dois dedos direto na xota quente e lisinha dela. Larissa gemeu alto, abrindo as pernas sem vergonha. Os dedos dele entravam e saíam com barulho molhado, schlick-schlick, enquanto o polegar esfregava o clitóris inchado. Ela rebolava no banco, os peitos balançando. — Me come... por favor... tô louca pra levar pau — pediu ela, voz manhosa e quebrada. Ele riu baixo, abriu o zíper e tirou um pau grosso, meio torto, veioso, já babando pré-gozo. Larissa caiu de boca como uma desesperada. Engoliu até o fundo, engasgando, baba escorrendo pelo queixo enquanto chupava com fome. O homem segurava a cabeça dela, fodendo sua garganta com estocadas curtas e brutas. — Isso, engole, puta drogada. Chupa gostoso. Ela babava inteira, olhos lacrimejando, mas não parava. A coca e o MD deixavam ela sem noção, só querendo ser usada. Ele a puxou pelos cabelos, virou ela de quatro no banco da frente, o vestido todo embolado na cintura. A bunda empinada, a buceta brilhando de tesão, os lábios inchados abertos. Cuspiu na mão, esfregou na rola e meteu tudo de uma vez. — Aaaahhh! — Larissa gritou de prazer, sentindo o pau grosso abrindo ela inteira. Ele começou a comer forte, segurando os quadris dela, batendo as bolas contra a bucetinha molhada. O barulho de carne contra carne ecoava na sala escura. Outros homens viraram a cabeça, assistindo o show ao vivo. — Que xota apertada e safada... tá viciada em rola, né? — ele rosnava, dando tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas. Larissa só gemia e rebolava pra trás, empinando mais. — Mais forte... me fode como uma puta... quero gozar no teu pau... Ele acelerou, metendo fundo, batendo no fundo da buceta dela. Uma mão desceu e esfregava o clitóris dela enquanto comia. Larissa tremeu inteira, gozando violentamente, esguichando um pouco no chão sujo do cinema, os músculos da xota apertando o pau dele. Mas ele não parou. Virou ela de frente, levantou uma perna dela no ombro e continuou metendo, olhando o rosto dopado de prazer dela. Os peitos dela pulavam, mamilos duros. Ele chupou um com força, mordendo. — Vou encher essa bucetinha de porra... — Goza dentro... me enche... sou tua vadia hoje... Com um grunhido animal, ele enterrou até o saco e gozou forte, jatos grossos de esperma quente enchendo a buceta dela. Larissa gozou de novo só de sentir, o corpo convulsionando. Quando ele tirou o pau, a porra escorreu pela coxa dela, pingando no chão. Larissa, ainda dopada e com tesão insano, abriu as pernas e mostrou a buceta melada pros outros homens que agora se aproximavam. — Quem é o próximo? — perguntou ela, lambendo os dedos sujos de porra com um sorriso viciado. Larissa ainda estava de pernas abertas na poltrona suja, a buceta vermelha e inchada escorrendo a porra grossa do primeiro homem. Seus olhos vidrados de droga brilhavam de tesão insaciável. A coca e o MDMA faziam sua cabeça girar, o corpo pegando fogo, a pele sensível demais. Ela mal conseguia pensar — só queria ser preenchida, usada, destruída. Três homens se aproximaram rápido, os paus já pra fora, duros e latejando. O primeiro era um negão musculoso, pau preto enorme, grosso como o pulso dela. O segundo, um careca magro com rola comprida e curva. O terceiro, um velho gordo de uns 60 anos, com um pau curto mas bem grosso e babando. Eles não pediram permissão. O negão agarrou Larissa pelos quadris e sentou ela no colo dele, de costas. Cuspiu na mão, esfregou na rola monstruosa e forçou contra o cuzinho dela. — Não... aí tá apertado... — ela gemeu, mas empinou a bunda mesmo assim, viciada. Ele meteu devagar no começo, abrindo o anelzinho virgem de tesão. Larissa gritou alto quando o pauzão entrou, rasgando ela, sentindo cada veia grossa esticando seu cu. Lágrimas escorreram, mas a buceta dela pulsava mais forte, escorrendo. Ao mesmo tempo, o careca se ajoelhou na frente e enfiou a rola curva direto na bucetinha melada, sem piedade. Dupla penetração completa. Larissa abriu a boca pra gritar e o velho enfiou o pau curto e gordo garganta adentro. Agora ela estava completamente empalada: cu, buceta e boca. Os três paus se movendo em ritmo bruto. — Mmmphhh! — foi o único som que saiu dela, engasgada. O negão metia no cu com força, segurando a cintura dela, levantando e descendo o corpo dela como uma boneca de foder. Cada estocada fazia as bolas pesadas baterem na buceta. O careca comia a xota com estocadas profundas, a rola curva batendo direto no ponto G dela. O velho segurava a cabeça dela com as duas mãos e fodia sua garganta sem parar, baba e pré-gozo escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Larissa tremia inteira, gozando sem parar. O corpo convulsionava, a buceta esguichando em volta do pau do careca, o cu apertando o negão como um punho. Lágrimas, baba e suor cobriam o rosto dela. — Que puta drogada maravilhosa... — rosnava o negão, dando tapas fortes na bunda enquanto arrombava o cu dela. O careca apertou os peitos dela, torcendo os mamilos duros. — Engole tudo, vadia. Hoje você vai virar uma privada de porra.. Larissa ainda estava empalada pelos três paus, o corpo tremendo de prazer drogado, quando os homens decidiram mudar o jogo. O negão tirou o pau grosso do cu dela com um plop molhado, deixando o cuzinho aberto e escorrendo porra. O careca saiu da buceta e o velho da boca. Ela mal teve tempo de gemer antes que eles a puxassem pra fora da poltrona. — Tira essa roupa toda, vadia. Quero ver você pelada no meio do cinema — ordenou o negão, já puxando o vestido dela pela cabeça. Larissa, com os olhos vidrados e o sorriso dopado, obedeceu sem pensar. Tirou o vestido preto embolado, depois a calcinha encharcada que mal cobria mais nada. Agora ela estava completamente nua no meio da sala escura do cinema pornô, o corpo brilhando de suor, porra escorrendo pela buceta inchada, pelas coxas e pelo cu arrombado. Os peitos médios com mamilos duros e vermelhos, a bunda redonda marcada de tapas, a pele arrepiada de tesão. Todos os homens da plateia viraram pra olhar, paus na mão, enquanto os gemidos do filme continuavam ao fundo. Eles a colocaram de quatro no chão sujo, bem no corredor central, pra todo mundo ver. Larissa empinou a bunda alta, joelhos e mãos no piso grudento, a buceta e o cu expostos, piscando e melados de porra. O cabelo bagunçado caía no rosto. O negão se ajoelhou atrás dela e meteu o pauzão todo de uma vez na buceta, esticando ela até o fundo. — Aaaahhh! Porra, que delícia... — gemeu Larissa, rebolando pra trás. Ao mesmo tempo, o careca se posicionou na frente, segurando a cabeça dela com força. Ele enfiou a rola comprida e curva direto na garganta dela, sem dó. — Engole tudo, puta. Larissa tentou, mas o pau era grande demais. A rola invadiu fundo, batendo no fundo da garganta. Ela engasgou forte, os olhos se enchendo de lágrimas imediatamente. “Gluck… gluck… gluuuuurk!” Os sons molhados e sufocados ecoavam enquanto o careca fodia sua boca sem piedade, segurando os cabelos como rédea. Lágrimas escorriam pelo rosto dela, misturando com baba grossa que babava toda pro queixo, pingando nos peitos e no chão. O negão comia a buceta dela com estocadas brutais, batendo as bolas pesadas contra o clitóris, enquanto dava tapas fortes na bunda. — Olha como a vadia chora na rola… tá adorando, né? Engasga mais, vai! O careca metia mais fundo, o pau curvado pressionando a garganta dela. Larissa chorava de verdade agora, lágrimas grossas caindo, o rosto vermelho, nariz escorrendo, engasgando e tossindo baba toda vez que ele tirava um pouco pra ela respirar antes de enfiar de novo até as bolas. O corpo dela sacudia pra frente e pra trás entre os dois paus — o da buceta empurrando ela pra frente, o da boca puxando pra trás. Outro homem, o segurança grandão, se ajoelhou ao lado e enfiou o pau no cu dela, completando o trio de novo. Agora Larissa estava de quatro, pelada no chão do cinema, sendo arrombada nos três buracos ao mesmo tempo: buceta, cu e boca. O pau na garganta fazia ela soluçar e chorar sem parar, o rosto uma bagunça molhada de lágrimas, baba e pré-gozo. — Mmmphhh… gluuuurk… — era o único som que saía dela, o corpo inteiro tremendo em orgasmos contínuos, a buceta esguichando no pau do negão, o cu apertando o segurança. Quando o careca gozou, jorrando uma carga grossa direto no estômago dela, ele mal saiu e outro homem tomou o lugar na boca. O novo pau era ainda mais grosso. Larissa engasgou de novo, chorando mais, os olhos vermelhos, mas não parava de chupar e rebolar a bunda, completamente entregue. Eles se revezavam assim, um gozando e sendo substituído, enquanto ela permanecia de quatro, pelada, exposta, chorando e engasgando nas rolas, o corpo todo sujo de porra, suor e lágrimas, sendo usada como uma cadela no cio no meio do cinema. — Mais… me destruam… — conseguiu murmurar ela, rouca, entre uma rola e outra.
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Eu oferecia pó pra uma vizinha em troca de buceta ela aceitou várias vezes até eu ir na casa dela e ver as filhas dela na hora já pedi pra comer a mais velha ela negou então eu ameacei denunciar ela é disse que dava 4g pra ela deixar ela pensou um pouco falou com a filha e levei ela pro quarto depois disso só comia a filha dela todo dia pior que a garota gostava começou a ir pra minha casa dormir comigo e a mãe dela pedindo po pq ela tava lá em casa não dei por eu pedia a mais nova também .
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