A privada humana

O cara alto e musculoso, com o pau grosso e veioso já meio duro de tesão, olhava pra baixo com um sorriso safado e dominante. Ele estava de joelhos no chão do banheiro, boca bem aberta, língua pra fora como um urinol faminto, olhos cheios de humilhação e desejo. O dominador segurava o pau firme, apontando a cabeça rosada direto pra dentro da boca aberta do viadinho.
“Olha só pra você, de joelhos, pronto pra servir de banheiro pra mim. Hoje eu vou te usar como privada, enchendo você de mijo quente, bicha. Você vai beber tudo devagar, engolindo cada gota como a boa latrina que é, piranha.”
O viado balançou a cabeça, gemendo baixinho de expectativa. O dominador relaxou os músculos e começou a mijar bem devagar. Um jato fino e quente saiu primeiro, dourado e forte, acertando direto na língua esticada do baitola. O mijo quente encheu a boca aos poucos, salgado, com aquele gosto forte e amargo que fazia o submisso tremer inteiro.
“Bebe. Engole essa primeira leva de mijo, viado. Sente o gosto do meu mijo fresco, direto da minha bexiga cheia só pra você. Isso, abre bem a garganta...”
Fechou os lábios ao redor da cabeça do pau, sentindo o líquido quente enchendo a boca por completo. Segurou o mijo ali por alguns segundos, sentindo o calor se espalhando pela língua, invadindo cada papila, o sabor forte e concentrado dominando tudo. Então, com um gole audível e lento, engoliu. Glup. O mijo desceu quente e viscoso pela garganta, deixando um rastro ardente e salgado até o estômago. Sentiu o líquido pesado se acomodando dentro, aquecendo a barriga por dentro.
“Porra, que capacidade foda. Você engole meu mijo como se tivesse nascido pra isso, viadinho. Olha como a garganta se mexeu, descendo tudo direitinho sem desperdiçar uma gota. Agora abre de novo, que tem muito mais mijo pra você, bicha.”
O dominador parou de mijar por um instante, segurando o resto da bexiga, e ficou passando a cabeça do pau molhado nos lábios, esfregando o mijo e o cheiro forte pela boca e queixo. Lambia tudo com fome, ansioso por mais.
“Mais... por favor...”
“Calma. Eu decido quando bebe.” Deu um tapa leve no rosto do viado. “Abre essa boca de banheiro, piranha.”
Outro jato mais forte começou a sair. O mijo quente jorrou direto pra dentro, enchendo a boca rapidamente. As bochechas incharam levemente com o volume, o líquido balançando enquanto segurava sem derramar. O gosto estava mais concentrado agora, bem salgado e amargo, fazendo o pauzinho pulsar dentro da cueca.
“Engole devagar. Quero ver saboreando cada gole de mijo. Sente como tá quente e grosso? É meu mijo guardado o dia todo pra você, baitola. Bebe... isso... glup... que capacidade impressionante.”
Engoliu novamente, glup, sentindo o mijo descer em um fluxo contínuo e quente pela garganta. Tossiu levemente com o volume, mas manteve a boca aberta, olhos lacrimejando de prazer humilhante. O mijo chegava ao estômago, enchendo aos poucos e fazendo a barriga começar a inchar de leve.
“Caralho, que capacidade absurda. A maioria desiste logo no começo e você já tá enchendo a barriga como um profissional, viadinho. Abre mais, que eu vou te dar outra leva, bicha.”
Parou mais uma vez, pingando as últimas gotas na língua, que chupava a uretra com dedicação pra tirar cada resquício. Então recomeçou, falando sem parar.
“Você adora isso, né? De joelhos, servindo de privada pro meu mijo, piranha. Abre essa boca de latrina, viado.”
Um novo jato longo encheu a boca até quase transbordar pelos cantos, escorrendo pelo queixo e pingando no peito nu. Engoliu rápido, glup glup, dois goles seguidos. O primeiro gole desceu cremoso e bem quente, preenchendo o esôfago; o segundo foi mais forte, batendo direto no estômago já meio cheio. A barriga ficava mais redonda e pesada a cada segundo.
“Boa... engole mais mijo. Tá sentindo sua barriga crescendo cheia do meu mijo? Isso é eu te usando como banheiro particular, baitola. Mais um gole grande agora...”
Inclinou a cabeça pra trás levemente. Outro gole longo: gluuuuup. O mijo desceu audivelmente, borbulhando na garganta. Sentia cada detalhe — o calor queimando leve na passagem, o sabor impregnando a boca inteira, o cheiro forte subindo pelo nariz. A saliva misturava com o mijo, criando uma gosma salgada e quente que engolia com puro prazer.
“Olha essa capacidade. Você engole tudo sem reclamar, viadinho. Sua garganta vira um cano perfeito pro meu mijo, bicha. Continua assim.”
Jato após jato, sempre controlado: mijava um pouco, enchia a boca, esperava o glup audível, elogiava a capacidade e repetia.
“Engole esse agora. Sente o calor descendo pro fundo do estômago? Isso, mais fundo. Você é o melhor banheiro que já usei, piranha. Glup... que capacidade absurda.”
Já tinha engolido dezenas de goles grandes, a barriga visivelmente inchada e esticada de tanto mijo. O dominador variava os nomes e continuava elogiando:
“Você aguenta tanto mijo. Quase ninguém engole como você, viado. Sua capacidade de beber mijo é impressionante, baitola. Eu podia te usar o dia todo como banheiro e você ainda ia querer mais, né, bicha? Que viadinho talentoso, que piranha gulosa.”
Mais um jato forte encheu a boca até transbordar bastante. Engoliu em três goles seguidos: glup... glup... gluuup. Cada um mais pesado, com a barriga cheia balançando levemente, mas continuava obediente, olhos revirando de tesão submisso.
“Porra, que capacidade absurda de beber mijo. Você tá inchando todo de mijo meu e ainda aguenta como um bom viado, piranha. Eu tô quase esvaziando a bexiga, mas vou te dar o resto bem devagar, baitola.”
Mijou o finalzinho em pequenos jatos controlados, um por um, cada um seguido de um gole detalhado e lento. Sentia cada último gole descendo com dificuldade, o estômago completamente cheio, uma onda de calor pesado percorrendo o corpo inteiro. Pingos finais escorriam pelo queixo e pescoço enquanto lambia o pau todo, limpando cada gota.
“Boa... você bebeu todo o mijo. Olha sua barriga inchada pra caralho de mijo meu, viadinho. Fica aí de joelhos, sentindo como te hidratei por dentro. Você tem uma capacidade foda pra beber mijo, a melhor bicha que existe, piranha.”
Ficou lá, barriga pesada e redonda, boca com gosto forte de mijo impregnado, enquanto o dominador elogiava sem parar, batendo o pau molhado no rosto, esfregando nas bochechas:
“Você aguenta tanto mijo. Quase ninguém engole como você, baitola. Sua capacidade de beber mijo é impressionante, viado. Eu podia continuar te enchendo o dia inteiro e você ainda ia abrir a boca pedindo mais, né, bicha? Que viadinho talentoso, que piranha perfeita pra servir de privada.”
A cena se estendia com pausas longas. O dominador imaginava beber água pra encher a bexiga novamente e continuar o processo, sempre mijando devagar, esperando cada glup audível, enchendo a boca mais e mais. Detalhava cada sensação: o calor na língua ardendo, o peso crescente na barriga esticada, o sabor persistente e salgado grudando na garganta, o cheiro forte de urina no ar e na pele. Elogiava a cada gole a capacidade incrível do viado, do baitola, da bicha, da piranha de servir como banheiro perfeito, alongando a humilhação e a hidratação forçada por muito tempo.
Depois de uma pausa maior, outro jato quente recomeçava, enchendo a boca devagar. Segurava o líquido, sentindo ele girar na língua, quente e denso, antes de engolir em um gole longo e ruidoso gluuuuuuup, sentindo o mijo descer como uma cascata quente, batendo no estômago já lotado e fazendo a barriga inchar ainda mais. O dominador ria baixo:
“Olha só isso... barriga inchando, garganta trabalhando sem parar. Que puta capacidade, viadinho. Continua bebendo, banheiro.”
E ele foi bebendo todo o mijo, com hat de adoração Por servir aquele macho.
Afinal, é pra isso q serve uma privada

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Comentários


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olavandre53 Comentou em 11/06/2026

Que maravilha, o ser mijado.

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passivo10 Comentou em 10/06/2026

Delícia demais ser usada como privada..adoro quando o macho bebe muita cerveja e dá aquele primeiro mijo direto na minha boca e vou tomando tudinho. O segundo mijo ele faz no chão mesmo que é pra ver como sou vagabunda imunda e me faz lamber o chão mijado inteiro, e o terceiro ele mija na privada mesmo e me dá um canudinho e fica vendo essa vadia suja beber seu mijo com água da privada. E por último faz eu mijar num copo grande e beber tudo como a boa piranha suja dele




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A privada humana

Codigo do conto:
264183

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/06/2026

Quant.de Votos:
3

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