Lala dando pra três


Olá punheiteiros, sentem aí que hoje eu vou contar direitinho como fui destruída ontem no fervo da Quebrada.
Em casa já me preparei, shortinho curto, blusinha com metade dos peitos pra fora. Batom vermelho, cara de piranha mesmo.
Quando cheguei, o grave do funk tava tão pesado que parecia que meu coração batia junto com o tambor. Eu, Lala, 19 anos de pura safadeza, cheguei sozinha, olhando os caras da festa, já avaliando qual ou quais podiam fuder melhor. Meu cabelo solto balançando enquanto eu andava rebolando e aquele fogo no corpo que nem o calor da quebrada conseguia apagar.
O baile tava lotado, suor no ar, luzes vermelhas piscando. Eu comecei rebolando no canto, copão de bebida na mão, descendo devagar no ritmo. Não demorou e eles apareceram: Juninho (marrento, moletom da Nike), Careca (corpo definido, tatuado) e Gordo (aquele cara grandão cujo pau parecia maior que o braço dele).
Eles cercaram. Juninho colou atrás primeiro, rola dura roçando forte na minha bunda por cima do short.
— Ô Lala, rebola pra mim que eu te como agora, gostosa.
Eu ri debochada, olhando por cima do ombro:
— Come quem, garoto? Se quer encostar, tem que merecer.
Mas o tesão já tava falando mais alto. O Careca meteu a mão grossa na minha coxa, subindo devagar até apertar minha buceta por cima do tecido. O Gordo grudou do outro lado, mão na minha cintura, pau latejando quente contra minha perna. Meu short tava ficando molhado, a calcinha fio-dental grudando na boceta inchada.
O DJ jogou um proibidão pesado, grave batendo forte. Eu perdi a linha. Encostei no banco de madeira no canto mais escuro, abri o botão do short e desci ele até os tornozelos junto com a calcinha. A bunda empinada brilhava de suor.
— Querem foder? Então fode direito, seus putos.
O Gordo foi o primeiro. Tirou aquele monstro veioso pra fora — grosso, longo, cabeça rosada brilhando. Segurou meu cabelo e enfiou na minha boca sem dó. O pau invadiu minha garganta de uma vez.
— Gluuuurk!! — engasguei forte, olhos arregalando, baba já escorrendo pelos cantos da boca.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta no ritmo do grave. Entrava fundo, batia no fundo, saía babado e voltava. Eu ficava sem ar por segundos inteiros, o corpo tremendo, baba grossa jorrando toda vez que ele tirava um pouco. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, rímel borrado, nariz escorrendo. Ele metia sem parar:
— Isso, engole essa rola, vadia. Engasga gostoso pra mim.
Eu tossia, vomitava golfadas grossas de baba clara que escorriam nos meus peitos e pingavam no chão. Estava destruída, babada, mas minha buceta latejava loucamente.
Enquanto isso, Juninho ajoelhou atrás de mim e enfiou a língua no meu cu, lambendo gostoso, depois meteu dois dedos na buceta encharcada, abrindo caminho. Careca apertava meus peitos, beliscava os mamilos duros, dando tapas leves na minha cara babada.
Eles me levantaram e me colocaram no banco. Gordo sentou primeiro, pau apontando pro teto. Eu, ainda tremendo das engasgadas, posicionei a bunda sobre ele e comecei a descer no ritmo do funk. O grave batia forte — bum bum bum — e eu descia junto.
A cabeça grossa abriu meu cu devagar. Ardência insana. Mordi o lábio e gemi alto:
— Aaaai caralho… tá muito grosso… vai me rasgar!
Desci centímetro por centímetro, rebolando no ritmo da música, sentindo ele me abrindo inteira. Quando sentei tudo, o pau tava enterrado até o saco no meu intestino. Comecei a cavalgar devagar, depois mais rápido, acompanhando o grave. Subia quase tudo e descia com força, a bunda batendo no colo dele.
— Isso… me fode o cu… aaahh porra… tá tão fundo!
Careca veio na frente, abriu minhas pernas e enfiou a rola grossa na minha buceta de uma vez. Dupla penetração braba. Os dois paus se encontravam lá dentro, só separados por uma fininha parede. Eu gritei de prazer e dor:
— Ai meus Deus… tô cheia… me arromba… me destroi!!
Eles meteram juntos, sem piedade. Gordo segurava minha cintura e estocava pra cima, Careca metia forte na buceta, segurando minhas coxas. Juninho enfiou o pau na minha boca de novo, fudendo minha garganta enquanto eu rebolava nos outros dois.
O som do grave, o barulho molhado dos paus entrando e saindo, meus gemidos abafados, o cheiro de suor, porra e buceta no ar… tudo me deixava louca. Gozei pela primeira vez assim, boceta esguichando no pau do Careca, cu apertando forte o pau do Gordo.
— Aaaahhh porra… tô gozando… não para!!
Eles não pararam. Trocaram de posição várias vezes. Me colocaram de quatro no banco: Juninho comendo meu cu, Careca na buceta, Gordo na boca. Depois me viraram de lado, uma perna pra cima, metendo sem parar. Eu gemia sem controle:
— Me fode… me usa… sou a puta de vocês… aaaiii mais fundo… rasga meu cu!!
O suor escorria de todo mundo. Meus peitos balançavam, silicone brilhando. Baba e lágrimas escorriam pelo meu rosto. Gozei mais duas vezes, pernas tremendo, buceta pulsando.
Juninho foi o primeiro a gozar: segurou minha cabeça e explodiu na minha garganta, jatos grossos que eu engoli engasgando. Gordo veio logo depois, dando estocadas brutais no meu cu e enchendo meu intestino de porra quente. Senti o calor me inundando, me fazendo arquear as costas de prazer:
— Isso… enche meu cu… aaahh tá quente pra caralho!!
Careca me deu tapas fortes na bunda e gozou fundo na buceta, misturando tudo. Quando tiraram os paus, eu fiquei largada no banco, pernas abertas, porra escorrendo do cu e da buceta, rosto todo babado e destruído.
Levantei tremendo, puxei o short melado pras coxas, limpei a boca com as costas da mão e dei um sorrisinho safado pra eles:
— Até que vocês sabem foder… mas da próxima eu quero os três ao mesmo tempo de novo… e mais forte.
Voltei pra pista rebolando devagar, sentindo o leite escorrendo pelas pernas, o cu latejando, a buceta inchada. O cheiro de sexo grudado em mim. O baile ainda tava só começando… e eu já tava pronta pra próxima rodada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Lala dando pra três

Codigo do conto:
263871

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
07/06/2026

Quant.de Votos:
4

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