Vicente, o pedreiro




O calor de janeiro estava de lascar. Entrei naquele apartamento antigo suado pra caralho, a regata velha grudada no corpo, carregando as ferramentas. O banheiro pequeno cheirava a argamassa e azulejo velho quebrado. Era uma segunda-feira abafada quando apareci pela primeira vez pra fazer a reforma.
O garoto da casa, João, tinha uns vinte anos. Cara de menino, tímido, travado, daqueles que guardam tudo pra si. Pelo jeito, nunca tinha ficado com ninguém. Desde o primeiro dia notei que ele não tirava os olhos de mim. O celular dele ficava largado enquanto eu trabalhava.
Eu sou o típico pedreiro: trinta e cinco anos, pele queimada de sol, braços grossos cheios de veias de tanto carregar peso, barba por fazer sempre suja de poeira. Trabalhava de regata velha, colada no corpo pelo suor. Sentia o olhar dele o tempo todo.
A mãe dele saía cedo pro trabalho, então ficávamos praticamente sozinhos o dia inteiro. Eu concentrado na obra, quebrando azulejo, batendo massa. João inventava desculpas pra passar pelo corredor, fingindo que ia pegar algo na cozinha. Eu via ele hipnotizado com meus braços e minhas costas. O peito peludo aparecendo na regata molhada, o suor escorrendo. O garoto ficava vermelho, respirando curto. Eu já sabia o que ele queria.
Num dia, ele tomou coragem e trouxe um copo de água gelada.
— Quer água? — perguntou, voz travada.
— Opa, garoto! Na hora certa. O calor aqui tá de matar.
Peguei o copo e virei tudo. Vi ele me olhando fixo: primeiro pros meus braços veios e suados, depois pros pelos do peito brilhando molhados, e por fim pra minha mala, o volume pesado marcando o short. Eu cocei o saco sem cerimônia, apertando com a mão grande, ajustando tudo. Vi o pau dele endurecer na hora dentro da bermuda fina. Sorri por dentro.
Nos dias seguintes ele puxava conversa toda hora, ficando na porta do banheiro. Perguntava sobre as ferramentas, sobre a tatuagem no meu braço. Eu respondia calmo, soltando uma risada baixa de vez em quando. Sabia que ele estava cada vez mais louco.
Numa tarde de chuva pesada a luz caiu. O banheiro ficou escuro. Eu limpei as mãos e fui pra sala.
— Acho que vou ter que parar por hoje. Sem luz não dá.
Entreguei o copo e nossos dedos se tocaram. Ele deu um passo pra perto, o cheiro dele misturado com o meu suor. Falei que parecia gostar de ver reforma e perguntei se aguentava o tranco pesado. Ele não negou.
Antes de ir, voltei ao banheiro escuro pra mijar. O jato foi forte e barulhento. Quando saí, ajustando o short, vi ele ainda ali, olhando. Não aguentei mais.
Segurei o braço dele com firmeza e puxei pro quarto. A mãe só voltaria bem mais tarde. Fechei a porta e empurrei ele contra a cama.
— Calma, garoto... eu sei o que você quer — murmurei rouco no ouvido dele, meu hálito quente contra a pele. — Tá pedindo isso há dias com esses olhinhos.
João levou um susto, tremendo inteiro. O coração dele batia disparado. Tentou recuar, mas eu sou bem maior e mais forte. Pressionei meu peito peludo e suado contra o corpo magro dele, prendendo ele ali.
Ele era tímido demais pra falar. Só respirava rápido, assustado. Não resistiu quando tirei a bermuda dele. O pauzinho dele era fino, rosado, uns 14 cm, já babando de tesão. Baixei minha cueca e meu pau saltou pesado contra a barriga dele: grosso, escuro, veioso, mais de 20 cm de comprimento e bem grosso, cabeça grande e roxa brilhando.
— Chupa — ordenei, empurrando ele pra baixo.
João caiu de joelhos. O cheiro do meu suor e do saco pesado encheu o quarto. Ele abriu a boca hesitante. Bati a cabeça grossa nos lábios dele e mandei engolir. Ele obedeceu. A boquinha quente e apertada esticou ao máximo ao redor da minha rola. Chupava tímido, língua passando por baixo, engasgando quando eu empurrava mais fundo. O pré-gozo escorria na garganta dele.
— Porra, que boquinha gostosa... chupa mais fundo, garoto. Engole o pau do macho.
Ele gemeu baixinho ao redor da minha rola. Depois puxei pra fora e levantei o braço, mostrando o sovaco peludo encharcado.
— Lambe aqui. Sente o gosto do homem que vai te comer.
João lambeu devagar no começo, depois com mais fome, o rosto enterrado no meu sovaco suado, respirando forte aquele cheiro macho enquanto meu pau babava na cara dele. Eu grunhia de prazer.
Levantei ele, virei de frente pra cama e inclinei sobre o colchão. Cuspi na mão, passei no meu pau monstruoso e na entradinha rosada e quase sem pelos dele. João tinha uma bunda pequena, redonda, empinada, pele clara e rosadinha.
Empurrei a cabeça grossa. Doeu pra ele, eu vi. Ele mordeu o lábio e gemeu baixinho, lágrimas escorrendo, mas empinou o quadril e se entregou. Entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo aquele cu apertadíssimo me engolindo.
— Porra... que apertado... relaxa pra mim, garoto.
Meti mais fundo, depois com força. Cada estocada fazia ele gemer baixinho contra o colchão. Doía nele, mas o pauzinho rosado babava sem parar. Eu segurava os quadris dele e metia fundo, meu saco batendo nas bolas dele, meu suor pingando do peito peludo nas costas dele.
O quarto encheu de sons molhados: pele batendo, meus grunhidos roucos e os gemidinhos tímidos dele.
— Isso... aperta gostoso pro caralho... Tava louco pra comer essa bunda... olha como tá engolindo meu pau todinho... puta que pariu, que delícia.
Acelerei, metendo bruto. Ele gemia mais, tremendo, mas empinava a bundinha pequena pra receber tudo. Passei o braço no pescoço dele, colei meu peito suado nas costas dele e continuei metendo sem parar.
— Isso... geme baixinho pra mim sua putinha... Eu sei que você tá sentindo tudo. Essa bundinha tá me apertando tanto que eu vou gozar lá dentro...
Tirei o pau, vi a entradinha rosada aberta e piscando, mandei ele ficar de quatro. Enfiei tudo de uma vez. Ele soltou um gemido mais alto, mas logo voltou a gemer baixinho, rebolando tímido. Segurei os cabelos dele e fodi com tudo, suor escorrendo, o pau grosso abrindo ele inteiro.
João gozou primeiro, jorrando nos lençóis com gemidinhos baixos, o cu apertando minha rola com força. Isso me fez explodir.
— Isso... aperta o pau do macho... vou gozar, porra!
Meti fundo e gozei forte, enchendo ele com jatos grossos e quentes de porra, pulsando dentro daquele cu apertado. Fiquei lá dentro mexendo devagar, esvaziando tudo.
Ficamos ofegantes um tempão. Passei a mão no meu peito peludo suado e dei um tapa leve na bundinha rosada dele.
— Boa garoto... aguentou tudo direitinho.

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Comentários


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rotta10 Comentou em 01/07/2026

Maravilha adorei




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Ficha do conto

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thiagop

Nome do conto:
Vicente, o pedreiro

Codigo do conto:
265802

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/07/2026

Quant.de Votos:
2

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